quarta-feira, 15 de março de 2017

A vida de todos está em profunda e irreversível transformação.

Pensamento do dia 15 de março de 2017.

Torne-se como uma ave migratória, que voa de um lado a outro, movendo-se de acordo com a Vontade Maior.
Consagrados e Servidores.

Pois bem, uma ave migratória segue seus impulsos (forças além do instinto) que a faz alinhar-se com suas necessidades, da sua raça, da natureza e da Mãe Natureza, que a envolve em todos os demais processos de expansão e evolução de um todo.
Colabora arduamente, sacrifica-se, cede, luta, expõem-se e com imparcialidade, segue seu destino e com isto colabora para a composição fiel do destino dos demais reinos.

Uma ave não percebe a morte, mas continua suas atividades no momento seguinte, como se tudo estivesse normal, portanto, morrer não é um problema, um fim.
Se é morta por um predador em pleno voo, no momento seguinte se vê voando normalmente. O reino animal, o mais próximo do reino hominal, segue ritmos despreocupados neste aspecto.
Tem dentro de si responsabilidades instintivas que a faz seguir os ritmos atribuídos ao seu reino, sem questionar.

Nós nos gabamos de ter o livre arbítrio, o poder da decisão, da individualidade, mas nosso comportamento tem sido absurdamente predatório. O reino hominal é o único reino que mata por prazer, sem necessidade, por esporte, por opção no cardápio, independente das inúmeras outras opções.

Este ganho magnifico da individualidade, em ter uma alma própria, uma inteligência não só instintiva mas progressiva, deveria explorar melhor os ensinamentos conquistados ao longo da nossa permanência nos reinos inferiores, onde com destaque no reino vegetal e na sequencia o animal, nos preparamos adequadamente para o reino humano.
Perdemos esta “atenção” apesar de já termos vivido, por eras, nestas circunstancias de como é bom, saudável, inteligente e evolutivo seguir os impulsos dos planos superiores que nos conduziram, habilmente, na sequência natural das expansões programadas.
Nos tornarmos rebeldes, arredios, prepotentes ao conquistarmos certa independência, decidindo sobre, quando e como fazer.
Esta rebeldia é involutiva, estanca, separa de tal forma que perdemos forças gigantescas ao cedermos o comunitário para o individual.

Infelizmente não estamos voando de um lado para o outro, mas caindo pois tornamos densos, pesados e com grande dificuldade temos nos mantido a baixa altura, ao sabor dos grandes obstáculos. Perdemos a união e perdemos o ritmo da vida planetária. Ficamos indiferentes com a Mãe Natureza, e a atacamos com nosso progresso dito “maravilhoso”.
Somos geniosos, prepotentes, individualistas, carrancudos, mas com a mesma fragilidade de sempre, onde na menor oscilação desmoronamos.

A vida de todos está em profunda e irreversível transformação.
Nada será como foi e como é.
Se não nos conscientizarmos de que temos neste momento de atender as prioridades, como fazíamos quando nos reinos inferiores, a decepção poderá ser irreversível ao ponto de termos de voltar para reaprender tudo novamente.
Temos esta possibilidade positiva ou negativa, no livre arbítrio, mas dependerá da nossa vontade, do nosso empenho e da nossa serenidade.
O orgulho é um sentimento detonador, pois encobre a visão, tampa a audição, anula a sensibilidade, bloqueia os impulsos e nos redireciona para o caminho contrário.

Vamos rever nossos sentimentos, separar o que serve do que não serve, voltar às origens onde seguíamos incondicionalmente os impulsos da Mãe natureza, preservar os valores elevados e aprender a submeter-se às forças que não controlamos, pois só assim poderemos ser “conduzidos”.
Os grandes movimentos já estão em ação neste final de ciclo terreno.


Como uma “ave migratória”, este será nosso voo derradeiro
Hilton

segunda-feira, 13 de março de 2017

Rambo.



Pensamento do dia 13 de março de 2017

Nunca se esqueça de tudo que o Universo fez pela evolução desta raça e, apesar e você estar no abismo escuro, responda ao chamado do Alto.
Consagrados Servidores.

Obs: Agradeço aqueles que estão se manifestando para colhermos as opiniões e sugestões aos temas escolhidos. É uma forma importante de mesclar-se com os impulsos ali contidos.
Todas as opiniões são preservadas.

Pois bem, poucos admitem que estão no abismo escuro nesta etapa do trajeto pelos confins do Universo, como “caronas” no planeta Terra.
Temos vivido e agido como se tudo dependesse de nós mesmos, desprezando a participação do “restante” deste Universo.
Esta soberba ou burrice, encobre e limita imensas possibilidades de decidirmos, com os impulsos que vem para a Terra, em especial para o reino hominal.
Por exemplo, o reino vegetal, através das estações climáticas, se manifestam em seu processo de reprodução, de renovação, de desenvolvimento, ou seja as estações funcionam como impulsos para suas manifestações.

O sol, comandante supremo da vida sobre os seus planetas, rege a orquestra destes impulsos.
Nos julgamos independentes e através do “protetor solar”, contornamos  as “incidências solares”. Sentimo-nos independente dos raios solares, das ações climáticas, dos movimentos do solo e subsolo, das marés, da Lua, dos demais planetas, enfim nossa prepotência imagina que possamos estar alheios a isto tudo, ou simplesmente contornarmos certos efeitos físicos. Em último caso botamos o Rambo (meio antigo!) para lutar com nossos artefatos espetaculares.

Ora, se tentarmos contornar somente seus efeitos físicos e não compreenderemos seus efeitos não físicos, não visíveis, não absorveremos os etéricos, os anímicos, os espirituais, os monádicos.
Não compreendemos e relutamos em aprender pois nossa atenção se volta para nosso mundinho particular, o mundinho que cada um vive o dia a dia com seus relacionamentos, com seus problemas, com suas dificuldades, com suas ilusões, como se só isto existisse.
As consequências desta incrível defasagem, nos faz viver entre dois tempos que tornaram-se distintos e diferentes: o tempo humano do tempo planetário.
Obvio que alguns se voltam para coisas mais sutis, mais ainda assim muito incipientes e sazonais, pois a falta de tempo, de atenção e de empenho, nestes aspectos, é surpreendente.
(Até hoje não deliberamos sobre o livro a ser estudado. Incrível!)
Vivemos fenômenos que não deveriam mais ser fenômenos, pois quando nos aproximamos destes aspectos sob esta forma de se pensar, muita coisa se aclara e começa a fazer sentido.
Todo fenômeno acontece como fenômeno num primeiro momento, depois disto precisa deixar de ser fenômeno. Pode ser fenômeno num momento, mas no momento seguinte deveria entrar no rol das ações normais da Vida sobre a vida.
Esta postura exige grande empenho.

O abismo que aqui se fala é o abismo da ignorância. Esta luta para sair da ignorância tem de ser eterna, pois a cada momento poderemos nos deparar com novas, ações, novos movimento, novas similaridades, portanto o empenho precisa ser continuo e constante senão corremos o risco de viver como estamos vivendo hoje, ultrapassados e defasados nos tempos da humanidade com os tempos do planeta que segue o tempo solar.

Responda ao chamado do Alto:
É a busca eterna pelo sobrenatural ( não fantasmagórico) mas pelo que é acima do natural. Aí, sempre empacamos!
Ora, não se faz isto parando com tudo que se está fazendo, mas encaixando tudo o que se faz com os valores eleitos. Se faz isto seguindo novas rotinas.
Portanto é uma questão de disciplina e empenho, que aliada às crenças elevadas, além dos valores eleitos, transforma-se no que conhecemos como fé.
Ou seja, nada de impossível está sendo pedido, mas ações simples que devem ser prioritárias a todo o resto que estamos fazendo.

Vencer dificuldades é o tema desta 3ª dimensão. Por ser inexorável nesta 3ª dimensão, assim temos de nos conduzir.
Quem sabe da 4ª em diante tudo muda e os temas possam ser outros.

Empenhe-se.
Mantenha a disciplina.
Preserve os valores eleitos.
Tenha fé.

Hilton

domingo, 12 de março de 2017

Fugir do mundo. Como resolve-lo? Uma sugestão.



Assunto: Fugir do mundo.

Pensamento do dia 11 de março de 2017

Todos os santos aconselham com insistência a fugir do mundo.
Santa Teresa de Ávila.

Que dilema. Como resolvê-lo?

13 de março de 2017.

Como resolve-lo? Uma sugestão:

Pois bem.
Eis um grande dilema. O que fazer?
Para muitas pessoas este pensamento é algo impraticável, ridículo até porque segundo estes isto é impossível.
Para a maioria, creio eu, um grande dilema, pois já não se sentem confortáveis ao sistema de vida de raça humana no planeta. Sentem certa agonia, sentem-se limitados, gostariam de mudar o ritmo e o rumo das coisas, mas se sentem impotentes.
Para uma minoria pode-se dizer que isto possível, pode tornar-se real, já se tornou real para alguns e este é o caminho.

Como disse Sta Tereza os santos aconselham com insistência a fugir do mundo.
Vamos interpretar esta colocação de uma forma um pouco mais técnica. Digamos que nos materializamos intensamente e agora precisamos nos desmaterializar.
Densificamos nossos corpos físicos, o físico, o etérico, o astral, o mental, o emocional de tal forma que tornaram-se tão “pesados” que temos tido imensa dificuldade em nos “acomodarmos” a eles.
Esta materialização foi necessária, pois tínhamos de conhecer esta densificação na matéria física até seu ponto extremo.
Conhecemos seu ponto extremo, percebemos, sentimos e praticamos suas oportunidades e seus extremos.
Mas, passamos de ponto de voltarmos.
Já deveríamos estar menos densos, menos pesados, menos materialistas. Passamos do ponto de retorno e ultrapassamos o estado de materialização para além do extremo que foi definido pelo nosso arquétipo.
Esta densificação hoje nos atrapalha e nos impede de nos sutlizarmos, de perceber as novas coisas, os novos padrões, as novas energias que não alcançam ou melhor dizendo, não conseguem romper a grande couraça que criamos.
Ficamos reféns e prisioneiros da  própria materialização, do nosso “peso” excessivo. Nos acorrentamos a um nível de consciência que não mais condiz com o momento e com o trecho do nosso caminho universal.
Emanamos energias contraditórias às energias solares.
Emanamos energias contraditórias às energias do nosso sol e do sol central da galáxia e sabemos que os sóis são os portadores e mantenedores da vida animada, portanto, estamos vivendo em conflito com as energias solares.
Estes conflitos vem se acentuando, estão cada vez mais intensos, violentos e tem gerado grandes choques.
Estes conflitos ultrapassaram o mundo etérico e já entraram no mundo físico. A maioria não quer perceber e tem achado que todas as mudanças são normais, são provenientes da poluição, do degelo, das mudanças cilmáticas, mas isto são consequências deste intenso conflito energético.
Claro que temos contribuído e muito para que este desconforto aumente, mas estamos envolvidos em algo muito maior e muito mais explosivo, pois a linha que une estes dois momentos está sob pressão máxima.
A Terra está em “outra”, será um solo sagrado, com nova geografia e novas opções climáticas. Receberá novos seres e acolherá novos padrões. Terá novas Leis, será menos densa, mais sutil e mais espiritual no sentido universal desta palavra.

Muito bem, mas como seguir a orientação de Sta Teresa.?
Temos de nos aliviar, nos tornarmos menos densos, menos materialistas, menos intensos na matéria, onde todos os nossos esforços tem sido canalizados para o plano material como se este fosse nossa única opção.
Gerar menos compromissos, ser menos egoísta, deixar de ser possessivo, ganancioso, prestar mais atenção ao que nos leva a ser mais sútil.
Quando estou sobrecarregado, cansado, extenuado, como me alivio? Soltando os pesos.
Assim será.
Temos focalizado 100% da nossa atenção no que é físico, sempre deixamos o que é espiritual para depois.
Divagamos em ideias pré concebidas, sem pensar e formar nossas próprias ideias, nossa própria opinião, pois continuamos sendo estatísticos calculando a média de sucesso para esta ou aquela postura dita espiritual ou espiritualista.
Iludimos e somos iludidos, pois não nos aprofundamos no que temos de fazer.
Somos superficiais em tudo que fazemos, sempre achando que alguém fará algo mim.
Temos um medo terrível de perder alguma coisa daqui. Este medo pode mensurar nosso grau de apego, de egoísmo que mantemos em nossa estrutura física-espiritual.

Desmaterializar-se é ceder a matéria e ganhar o espirito, mas para a maioria desmaterializar-se é perder a matéria somente.
Estamos viajando no tempo e no espaço e por opção, escolhemos perder o que conquistamos na matéria para poder compreender o espirito. Não sei se foi uma boa opção, pois para a maioria irá gerar intensas dores.
Ou faremos isto conscientes e colaborando, ou faremos isto inconscientes e se desesperando.

A recomendação, estranha a princípio é oportuníssima, pois já nos encontramos nesta fase que é compulsória.

Como disse os  que se dispuseram a colaborar, é preciso coragem, fé, paciência e determinação.
Hilton