quinta-feira, 30 de março de 2017

Insatisfação.



Pensamento 30 de março de 2017.

Nunca se esqueça de tudo que o Universo fez pela evolução desta raça e, apesar de você estar no abismo escuro, responda ao chamado do Alto.
Consagrados e Servidores.

Pois bem, estar no abismo escuro é uma expressão que identifica que ainda não estamos vivendo na Luz.
Isto significa que deve haver outras formas de se viver, com Luz, claridade, transparência, otimismo, compaixão, amor.
Isto quer dizer que existem outras formas de se viver em harmonia, em sociedade, em abundância, com tolerância,  em irmandade.
Crer nestas afirmações, nestes momentos tão confusos, é um ato de fé, pois o que estamos vivendo no abismo são as contrapartes do que a Luz exprime. Portanto, estamos vivendo o “inferno” na Terra face a ausência da Luz.
Batemos uns contra os outros, nos destruímos, temos destruído, deseducamos os novos seres que aqui aportam em suas encarnações, ou seja, a falta de Luz nos limitou a um único plano, a um único mundo, à 3ª dimensão na superfície da Terra.

Isto vai passar, já se encontra em processo da passagem. Estamos morrendo para o que não serve mais, para o que já cumpriu sua missão, pois nos aprisionamos num único estágio da evolução face ao livre arbítrio. Nos perdemos de tal modo que sem “interferências divinas” não temos como sair.

Responder ao chamado do Alto é uma forma de se manifestar contra aquilo que não mais nos agrada, que não serve mais, que nos cansou, que provocou o ranço nas reencarnações. Isto é possível, é factível e devemos fazer nos manifestando silenciosamente contra este continuo processo reencarnatório.
Claro que não será saindo às ruas com palavras de ordem, bandeiras, apitos e outras coisas, mas a insatisfação que vem ocorrendo em muitos é uma manifestação divina de contrariedade ao que não lhe serve mais.
A insatisfação nos incomoda, nos machuca, nos desanima, mas nos Planos Elevados, nos identifica como indivíduos que querem algo novo, que estão inconformados, que as atuais experiências cansaram e não nos modifica mais.
No plano físico é um grande incomodo, mas no plano espiritual é um apelo autentico e real.
Com absoluta certeza este apelo será atendido, pois denota que amadurecemos e a insatisfação mostra a maioridade que alcançamos. Ela alerta nossa alma que precisamos de algo novo, de novos motivos para viver, precisamos ascender, dar um novo salto, pois aonde estamos nos incomoda.

Vejam que não é com todos, e há pessoas absolutamente entrosadas, contentes e satisfeitas com a forma atual de se viver. Para estas o estagio atual ainda não se completou, as experiências ainda precisam acontecer e o aprendizado ainda é um fato. Estas precisam continuar mais tempo neste mesmo estágio pois estão em processo evolutivo, neste estágio.
Não estão insatisfeitas, no modelo que estamos falando, mas em momentos ocasionais, pois a luta pelo materialismo ainda é intensa e contínua. Isto será respeitado.

Não devemos nos aborrecer, não devemos temer, não devemos desanimar, não devemos nos sentir oprimidos e pressionados, pois a sensação de perda e de termino é normal neste processo. Começamos pela dor e terminaremos na dor. Tem doído para nascer e tem sido doloroso para morrer, portanto, a dor é uma constante nesta etapa da 3ª dimensão.
Tudo está nos conformes, no caminho que estamos percorrendo. As interferências humanas, positivas ou negativas, mensuram a dor maior ou a dor menor, mas a dor é inevitável.
Óbvio que seria melhor se a humanidade caminhasse com algum bom senso, com alguma sintonia entre todos, respeitando algumas regras ou Leis que regem nosso Planeta, mas não tem sido assim, portanto a dor maior está sendo sentida.

Temos de suportar, ser otimistas, ser autênticos exaltando nossas mais elevadas considerações. Isto terminará e seu fim está mais próximo do que imaginamos.
Considere a insatisfação como uma benção, como um sinal dos céus que Ele está ao nosso lado em processo de acolhimento.
Nada irá perdurar para sempre, mesmo que esta seja a sensação.
Creia, estamos sendo acompanhados.
Hilton

terça-feira, 28 de março de 2017

Fazer-se entender depende de ambas as partes.



Pensamento do dia 28 de março de 2017.

Procure não entrar em diálogos excessivos, porque estaria assim perdendo tempo para Deus.
Consagrados e Servidores.

Pois bem, quem está com a razão?
A princípio ninguém, porque a razão não é estanque. A razão existe para um determinado momento num determinado estado de consciência. No momento seguinte a razão será outra.
Com este princípio, os diálogos excessivos são uma perda de tempo.
A fé trabalha com uma lógica ideal, pois nos pede que a princípio aceitemos para que possamos assimilar o novo ensinamento, ou a novidade exposta. Um fenômeno é fenômeno, a princípio, até o momento que passamos a conhecer sua(s) causa(s).
Desta forma, o indivíduo pacifico e cordato, sabe que as discussões nada acrescentam.
Quando temos acesso a uma nova informação, o interessante é absorve-la e estuda-la, mas nem sempre haverá informações complementares à disposição da nossa mente racional. Neste caso, o ideal será partir para  a reflexão, a meditação, onde a exposição das nossas dúvidas atrairá impulsos provenientes da Fonte que nos intuirá a respeito.
Nem sempre será instantâneo, pois na maioria das vezes ainda não estamos suficiente preparados para absorver o que será intuito. Desta forma o trabalho intenso de preparação e elevação, que deve ser continuo e constante preencherá o que temos de aprender para compreender.

Outra forma, talvez a mais comum, para tentarmos compreender a informação recebida, é deixar que sejamos conduzidos. Esta forma é a mais simples e mais fácil pois nos levará para um Instrutor, para um livro, para um filme, para um sonho, enfim para um conjunto de informações suplementares que nos ajudará a compreender a informação principal. Claro que exige desprendimento e muita atenção, pois no mundo espiritual tudo é muito sutil. Obviamente, o orgulho, a prepotência e os preconceitos não podem ser barreiras, pois sem ampla abertura nada acontece. O perigo desta atitude é a preguiça.

O que um crê, não necessariamente todos irão crer. O que um acha maravilhoso, nem todos acharão, o que um sente como sendo algo divino, nem todos sentirão, enquanto uns se sentem apoiados, outros não, enfim vivemos uma confusão de divergências, gostos, conceitos, preconceitos, devido a uma imensa heterogeneidade de níveis de consciência, de vivencias passadas, de origens, de graus de inteligência, de desprendimentos espirituais, de reconhecimentos internos, etc.
Como exemplo, podemos citar o WhatsApp: dá para perceber com clareza o grau de adversidade das pessoas com relação ao recados enviados.

O indivíduo desprendido precisa se adaptar a estas divergências e ajustar-se ao meio que se encontra. Sabendo posicionar-se poderá atrair impulsos positivos que todos se beneficiarão.
Lidar com as injustiças é uma forma de Serviço também, pois no mundo cármico a complacência e a misericórdia não são bem vistos e não são empregados, com raras exceções.

Quanto mais nos coligarmos com Deus, através dos nossos “contatos”, quanto mais nos desprendermos das coisas materiais, quanto mais nos dedicarmos ao saber, mais nos alinharemos com as Tarefas tão necessárias neste mundo tão carente.

A Lei da Economia é empregada em todo o Universo e segue conceitos rigorosos da sua atuação. Fora dos mundos de expiação esta Lei funciona de forma rigorosa e é sabiamente empregada. Ainda estamos longe de conhece-La, mas chegaremos lá.
Diálogos excessivos ferem a Lei da Economia e quando contrariamos uma Lei, entramos em conflito e as dificuldades começam a aumentar. É preciso prudência e discernimento em todos os diálogos, pois fazer-se entender depende de ambas as partes. Muitas vezes o silencio pode ser sábio.

Enfim adotar uma certa disciplina e aprender a dosa-la em face das necessidades é uma boa recomendação que devemos seguir.
Hilton

domingo, 26 de março de 2017

40km/h



Pensamento do dia 26 de março de 2017.

Medite sobre tudo o que sente, pensa e fala; é importante deter o laboratório mental para afastar desastres.
Consagrados e Colaboradores.

Pois bem, a ansiedade toma conta das nossas manifestações.
A ansiedade com a impulsividade desatualizada gera movimentos das quais nos arrependeremos .

O homem de superfície tem sido muito lento no seu raciocínio pois desacostumou-se a intuir.
No raciocínio vem as analises, comparações, experiências passadas e posteriormente as manifestações.
Este modelo de pensar e de se manifestar não condiz mais com os momentos atuais do planeta.
Estamos num outro ritmo, numa outra frequência, em outros movimentos, mas continuamos a nos comportar como fazíamos a no mínimo há dois séculos atrás.
Esta desatualização vem crescendo.
Digamos que nossos softwares, por serem desatualizados não condizem com os novos “programas” provenientes das estrelas.

Nossa falta de sensibilidade e percepção, nos afasta dos insistentes “recados” que recebemos do Plano Maior, que vem comandando esta transição planetária.
Pior que isto, tem sido nossas manifestações carregadas de sentimentos obscuros, inseguros, incipientes para o momento, além de contraditórios com as necessidades reais de cada um.

Vem um recado, chega uma informação e temos preguiça de processar, deixamos para outra hora, outro momento, ou assim que “tivermos tempo”. Pronto, o impulso passou, a energia se esvaneceu, a curiosidade afrouxou e perdemos a oportunidade.
Esta lerdeza é altamente negativa, pois um espaço que deveria ser ocupado por uma mente ativa e de prontidão a estes novos impulsos, volta a ser ocupada pelo laboratório mental, que torna a misturar os mesmos ingredientes, as mesmas coisas, a mesma rotina, o mesmo passado.
Usamos e abusamos de “formulas” passadas, conhecidas, que tiveram seu momento e sua oportunidade, só que não mais condiz com os tempos atuais.

Literalmente estamos vivendo o tempo dos desastres e o desastre mental tem sido o pior, pois dele decorre os medos, a falta de ousadia, a insegurança, o recuo, nos mantendo neste imensa obscuridade.
Quem faz uma simples análise da situação mundial pode chegar a conclusões arrepiantes, mas mesmo assim, mantemos esta lerdeza mental, parando no tempo e no espaço.

Enfim, o momento é extremamente ativo, dinâmico, mas são movimentos internos que exigem reformas mentais muito significativas.
Não há estabilidade, não existe a pretensa segurança que temos nos apoiado, pois são ilusórias, a Terra está em adiantado estado de transição, estamos num local do universo em que as energias e os impulsos são incrivelmente transformadores, o sol vem se modificando em função deste “local universal”, a vida está entrando no auge da sua transição, as forças telúricas estão as portas dos seus principais movimentos, os reinos  estão sob forte impacto na sua triagem natural, enfim tudo está em ebulição e muitos de nós ainda tentam manter o mesmo ritmo, as mesmas esperanças, os mesmos movimentos e a mesma forma de pensar, agindo e movimentando-se com a velocidade do trem a vapor.

Repense.
Reaja.
Impulsione-se.
Liberte-se.

Hilton