Pensamento do dia 06 de abril de
2017.
Nunca se deixe convencer por boas
intenções. Evite dissimular diante do Universo o que no oculto os corpos
recebem. Reconheça-se como um ser em transformação e em transcendência. A
pureza e a austeridade mostram caminhos para o Céu.
Consagrados e Servidores.
Pois bem,
boas intenções não necessariamente são intenções corretas e adequadas.
Um individuo
bem intencionado, mas com nível evolutivo aquém das necessidades atuais, não poderá
suprir o que é necessário, baseado nas suas boas intenções.
É fácil
confundir este conceito, assim como as diversas formas de se gostar de alguém.
O que é
correto e indicado deve vir do Alto, ser intuído e aplicado com absoluta
neutralidade, mesmo que quem as recebeu, a princípio se sentiu contrariado,
pois todos nós estamos aprendendo e devemos contar com as lições diárias que a
Vida nos expõem.
A
neutralidade, a harmonia e o deixar ser conduzido, devem estar acima da
capacidade de compreender, pois muitas informações e ações necessárias, indicadas,
provem de Fontes elevadas que precisam contar com nossa boa vontade e não necessariamente
com nossas boas intenções.
Um instrutor
que se deixa ser conduzido, será instruído também. Sua neutralidade, sua
harmonia, enfim seu equilíbrio dará para a Fonte, condições necessárias para
que os desdobramentos atendam os objetivos. Na maioria das vezes são objetivos
coletivos, com certa abrangência. Podem ser individuais quando atos de
preparação são necessários.
Outro aspecto
do pensamento cita a regra de evitar a dissimulação do que no oculto os corpos
recebem, pois nem tudo deve ser revelado. Certos impulsos podem ser específicos
para quem os recebe, pois transmutações necessárias servirão para o indivíduo
que as recebeu.
Um indivíduo
em atos preparatórios para determinadas Tarefas, que a ele serão designadas,
recebe impulsos específicos para estas, senão tais energias poderiam afeta-lo e
isto seria contraproducente.
Esta
situação é muito mais comum do que se imagina, pois ocorre continuamente em
todos os seres humanos.
A maioria
despreza, não se atenta aos avisos, deixa de lado e perde a oportunidade das
grandes transformações. Com isto desprepara-se e não se habilita para as
experiencias que a Vida lhe reservou. Fica confuso, atrapalhado, sente-se mal,
esquecido, volta-se para seu ego que vira seu “muro das lamentações” particular.
A vida segue
seu curso e este indivíduo conviverá com seus medos e a sua insegurança.
Infelizmente
isto é acumulativo, pois há uma sequência natural de avisos, procedimentos,
instruções, absorção e finalmente o uso ou não da instrução.
Normalmente
a resposta tem sido negativa e a instrução não utilizada.
Poxa, mas
não temos tempo, somos por demais ocupados.
Como viemos
pra cá para fazer exatamente isto, sendo todo o resto decorrente, esta
expressão é um contrassenso.
Estamos e
estaremos continuamente em transformação e em transcendência. Nunca para e sua
velocidade é imensa.
Quando
perdemos um impulso evolutivo, fatalmente retornaremos no mesmo ponto, nesta ou
em vidas sucessivas, para refazer.
A
transformação são atos necessários que nos prepara para o que virá. Aprimora
nossa consciência, nossa inteligência, nossos sentimentos, nossas capacidades,
nossa sensibilidade, enfim envolve cada átomo dos nossos corpos físico-etérico-espiritual.
A transcendência
é o impulso, o fato em si, a energia que nos colocará em outro patamar
evolutivo, em outro nível de consciência, outros mundos, com outras formas de
vida, enfim é uma revolução do que existe e que será passado no momento
seguinte.
Isto se dá
em pequena e grande escala. Para um indivíduo, reino, planeta, sistema solar, galáxia,
universo.
Como não há
outra opção, é bem interessante compreendermos melhor esta sistemática da vida universal
e nos aprimorarmos para seguir seu curso, evitando-se tantos contratempos e
reencarnações sucessivas para um único ponto da evolução.
Hilton