segunda-feira, 10 de abril de 2017

Irreverencia.



Pensamento do dia 10 de abril de 2017.

Nunca se permita ser irreverente.
Consagrados e Servidores.

Significado de Irreverente ( Dicio – Dicionário Online de Português)
  • Substantivo Masculino e Feminino: Desrespeitoso; quem age com desrespeito em relação a alguém ou a alguma coisa; pessoa que expressa irreverência, falta de respeito.
  • Adjetivo: Descontraído; que satiriza regras ou ideias estabelecidas; que age com descontração diante de uma situação séria.

Pois bem, o pensamento aborda um aspecto importante, citando uma palavra que amplia um determinado estado de ser: a irreverencia.
Como portadores de informações que recebemos e estamos desenvolvendo, neste campo tão amplo e considerado complexo que é a espiritualidade, ser irreverente não condiz com a postura que espera-se que tenhamos.
A espiritualidade é um tema considerado “oculto”, estranho, pouco usual, pois a maioria desconhece seus conteúdos.
Espiritualizar-se se faz em inúmeras etapas. Podemos dizer que são tantas estas etapas que tendem ao infinito, ou seja, trata-se de um tema sem conclusão.
Na medida que formos progredindo nos seus conteúdos, estes, naturalmente, se ampliam, se complementam, se completam e ao mesmo ressurgem com nova configuração que nos leva a recomeçar, mas sempre em estágios mais elevados aos anteriores.
Quem se encanta com este tema não para mais.
Não é um vício, mas uma necessidade de conhecermos melhor quem somos, de onde viemos e para aonde vamos.
Digamos que é uma curiosidade natural para depois tornar-se uma forma de amar.
Amar a Vida é conhece-La em todas as suas extensões, possibilidades, capacidades, desta forma, podemos dizer que é um despertar sem fim.

Um estudante, um portador destas informações, não pode ser irreverente, pois coloca em risco sua própria credibilidade com sua irreverencia, colocando  informações valiosas ao descrédito.
Há necessidade de grande disciplina e seriedade, pois neste mundo as aparências são consideradas essenciais na avaliação de quem as recebe.

Portanto, para consagrados e servidores, certos hábitos irreverentes podem colocar a perder esforços consideráveis de muita dedicação, tempo e estudo.
Hilton

sexta-feira, 7 de abril de 2017

Você está se Consagrando?



Pensamento do dia 07 de abril de 2017.

Um ser consagrado deve converter-se no portal e no sustento das necessidades de outros. Deve ser um canal de constante manifestações.
Consagrados e Servidores.

Pois bem, é importante observar que é você que se consagra.
Esta consagração surge a partir de atividades de Serviço que você se disponha a realizar.
Achamos que fazemos o bem para alguém, quando na realidade interferimos. Desta interferência surgem expectativas e estas expectativas são por nós classificados como boas ou ruins.
Pronto criou-se a confusão, o “balaio dos gatos”, o acumulo de erros sucessivos.
Toda interferência não é boa. Quando interferimos desalinhamos algo que vem ocorrendo pelas vias naturais do destino, que envolve os carmas e os impulsos evolutivos.
Deus não interfere.
Apesar de apelarmos continuamente, Ele não interfere mas cria situações em que oportunidades possam nos realinhar.

Como foi dito, além das interferências surgem nossas expectativas e as classificações.
Ora, cada um vive um estado espiritual, um nível de consciência, encontra-se num patamar evolutivo, ou seja, somos pessoas diferentes, distintas, únicas, em níveis diversos, onde conceitos e preconceitos variam de um para outro.
Quem sabe a melhor conduta possa ser um conselho e um exemplo do que consideramos oportuno e correto, dando chances para que a pessoa envolvida possa analisar, refletir e adotar se assim lhe convier.
O grande problema da humanidade é que os exemplos, na sociedade atual, são péssimos e completamente desalinhados das Leis Regentes.

Como diz o pensamento, devemos ser um canal de constantes manifestações. Ora, para nos manifestarmos devemos estar muito bem preparados e alinhados. Isto exige esforços, dedicação, muita força de vontade, sacrifícios, novas prioridades, buscas intensas, convicção, superação da PREGUIÇA  e poucos tem esta disposição em fazê-lo.
A maioria não sai do lugar comum, adota as mesmices, submete-se sem ao menos analisar se procede ou não procede e continua tocando sua vida, como se isto bastasse.
Termina uma encarnação, sem ter dado um único passo sequer no seu caminho evolutivo, reiniciando outra, sob as mesmas e ridículas circunstâncias, entrando na roda gigante do roda, roda e não sai do lugar.

Precisamos ser Consagrados e Servidores, pois viver somente não basta. É muito pouco.
Terminar uma vida fútil e inútil, é altamente frustrante. Quando saímos do corpo físico e começarmos a usar o corpo astral, iremos ver e sentir com clareza nosso ócio espiritual e a grande perda de uma vida inteira focada nas conquistas materiais, nos objetos e adornos que nada nos trouxe.
O medo da morte, entre outras coisas que adotamos na ignorância da vida, tem sido este fator de revelação das verdades após a  desencarnação, onde teremos ciência das nossas distrações e ilusões que nada acrescentaram, bem como do fracasso das Tarefas programadas e não cumpridas.
Hoje, poucos tem de fazer as Tarefas de muitos, pois mesmo aqueles que se prepararão no plano etérico, ao reencarnarem são seduzidos pelas ilusões da vida material e perdem as oportunidades de serem Consagrados e Servidores.
Hilton

quinta-feira, 6 de abril de 2017

Muro das lamentações particular. Como adquiri-lo.

Pensamento do dia 06 de abril de 2017.

Nunca se deixe convencer por boas intenções. Evite dissimular diante do Universo o que no oculto os corpos recebem. Reconheça-se como um ser em transformação e em transcendência. A pureza e a austeridade mostram caminhos para o Céu.
Consagrados e Servidores.

Pois bem, boas intenções não necessariamente são intenções corretas e adequadas.
Um individuo bem intencionado, mas com nível evolutivo aquém das necessidades atuais, não poderá suprir o que é necessário, baseado nas suas boas intenções.
É fácil confundir este conceito, assim como as diversas formas de se gostar de alguém.
O que é correto e indicado deve vir do Alto, ser intuído e aplicado com absoluta neutralidade, mesmo que quem as recebeu, a princípio se sentiu contrariado, pois todos nós estamos aprendendo e devemos contar com as lições diárias que a Vida nos expõem.
A neutralidade, a harmonia e o deixar ser conduzido, devem estar acima da capacidade de compreender, pois muitas informações e ações necessárias, indicadas, provem de Fontes elevadas que precisam contar com nossa boa vontade e não necessariamente com nossas boas intenções.
Um instrutor que se deixa ser conduzido, será instruído também. Sua neutralidade, sua harmonia, enfim seu equilíbrio dará para a Fonte, condições necessárias para que os desdobramentos atendam os objetivos. Na maioria das vezes são objetivos coletivos, com certa abrangência. Podem ser individuais quando atos de preparação são necessários.

Outro aspecto do pensamento cita a regra de evitar a dissimulação do que no oculto os corpos recebem, pois nem tudo deve ser revelado. Certos impulsos podem ser específicos para quem os recebe, pois transmutações necessárias servirão para o indivíduo que as recebeu.
Um indivíduo em atos preparatórios para determinadas Tarefas, que a ele serão designadas, recebe impulsos específicos para estas, senão tais energias poderiam afeta-lo e isto seria contraproducente.
Esta situação é muito mais comum do que se imagina, pois ocorre continuamente em todos os seres humanos.
A maioria despreza, não se atenta aos avisos, deixa de lado e perde a oportunidade das grandes transformações. Com isto desprepara-se e não se habilita para as experiencias que a Vida lhe reservou. Fica confuso, atrapalhado, sente-se mal, esquecido, volta-se para seu ego que vira seu “muro das lamentações” particular.
A vida segue seu curso e este indivíduo conviverá com seus medos e a sua insegurança.
Infelizmente isto é acumulativo, pois há uma sequência natural de avisos, procedimentos, instruções, absorção e finalmente o uso ou não da instrução.
Normalmente a resposta tem sido negativa e a instrução não utilizada.

Poxa, mas não temos tempo, somos por demais ocupados.
Como viemos pra cá para fazer exatamente isto, sendo todo o resto decorrente, esta expressão é um contrassenso.

Estamos e estaremos continuamente em transformação e em transcendência. Nunca para e sua velocidade é imensa.
Quando perdemos um impulso evolutivo, fatalmente retornaremos no mesmo ponto, nesta ou em vidas sucessivas, para refazer.
A transformação são atos necessários que nos prepara para o que virá. Aprimora nossa consciência, nossa inteligência, nossos sentimentos, nossas capacidades, nossa sensibilidade, enfim envolve cada átomo dos nossos corpos físico-etérico-espiritual.
A transcendência é o impulso, o fato em si, a energia que nos colocará em outro patamar evolutivo, em outro nível de consciência, outros mundos, com outras formas de vida, enfim é uma revolução do que existe e que será passado no momento seguinte.
Isto se dá em pequena e grande escala. Para um indivíduo, reino, planeta, sistema solar, galáxia, universo.


Como não há outra opção, é bem interessante compreendermos melhor esta sistemática da vida universal e nos aprimorarmos para seguir seu curso, evitando-se tantos contratempos e reencarnações sucessivas para um único ponto da evolução.
Hilton

quarta-feira, 5 de abril de 2017

Estou perdendo! Que bom, pois estou ganhando.

Pensamento do dia 05 de abril de 2017.

Nunca detenha o fluir do Universo e diminua a acumulação de bens que gere propriedade pessoal. Lembre-se que chegou a este mundo como alma despida e que a Providencia lhe fará chegar tudo aquilo que por lei lhe corresponda.
Consagrados e Servidores.

Pois bem, não se fala em se fazer voto de pobreza, até porque um ato desta natureza exige um grau de desprendimento que poucos conseguiriam alcançar.
Mas, como estamos no tempo da perdas materiais, da desvinculação com aquilo que não serve mais, de nos liberarmos do que será inútil carregarmos para onde o destino já nos consagrou para ir,  o processo das “perdas” vem se acentuando para os habitantes da Terra.
A sensação de perder algo foi sempre encarado como uma sensação ruim, quando na realidade deveria ser encarada como uma sensação de libertação.
Ao iniciarmos os procedimentos para morrer, que  a maioria encara como uma perda, o corpo material, a sensação que deveria ser de libertação funciona às avessas pois lutamos desesperadamente para nos mantermos preso a um corpo que cumpriu seu papel, nos acolheu no tempo necessário, participou do nosso processo evolutivo e agora foi chamado para o repositório dos átomos que aqui pertencem.
Esta falta de compreensão fez da morte, mesmo sendo um processo natural da vida,  uma calamidade, um desastre, um acontecimento que  pouquíssimos aceitam.
Este desprendimento foi tão mal compreendido que ao longo das eras foi e continua sendo utilizado como instrumento de punição.

Tempo de perdas.
Este tempo são tempos de perdas inexoráveis, ou seja, não temos como reter o que está em processo de transmutação na superfície da Terra.
Mas o que está em transição?
Tudo e sem exceção.
Podemos dizer que o que existe na superfície terrestre está de tal forma contaminado por forças negativas, formas pensamentos e sentimentos ruins que a reciclagem será global. Temos impregnado o meio ambiente com tantos sentimentos ruins, negativos, que manter este padrão de energias, desvirtuaria a nova humanidade que virá.

Não se fala aqui em se desfazer desnecessariamente dos bens conquistados, assumidos, comprados, mas de tolerarmos e aceitarmos as perdas que virão.
Nascemos sem nada e morreremos sem nada para levar, quanto aos aspectos materiais.  
Se não tivéssemos nos envolvidos tanto na dedicação para com o “ser”, “ter” e “poder”, veríamos que somos providos do necessário e este necessário é suficiente para cumprirmos as tarefas que nos foram designadas, mas na desatenção para com isto e a atenção para com as posses, esquecemos do nosso destino. Este por sua vez precisa agir compulsoriamente senão nos desviaríamos de tal forma que nos tornaríamos irrecuperáveis.

A perda nestes momentos finais está sendo uma constante.
Estamos vivendo no dia a dia processos de perdas e na medida que os movimentos planetários se acentuam as perdas darão saltos surpreendentes.
Manter o equilíbrio precisa ser um regra a ser estabelecida e obedecida, que contará somente com nossa vontade própria.

Portanto, vamos ficar atentos, compenetrados e cientes de que administrar nossa vida, nesta etapa planetária, será conviver fortemente com perdas.

Leia-se perdas de toda ordem e não somente as materiais.
Hilton