segunda-feira, 22 de maio de 2017

Ser autêntico é praticar o que se acredita.



Pensamento do dia 22 de maio de 2...

O homem precisa transcender o estágio de aplicar o que sabe apenas para o próprio futuro. O homem ainda usa os benefícios consigo e, assim, reduz o mundo ao próprio eu. Essa limitação destrói a maioria das oportunidades que a vida oferece.
HPB.

Pois bem, é comum guardarmos o que temos aprendido e consideramos correto. Este é um defeito quase geral da humanidade, que tem sido, impressionantemente, acumuladora.
Acumulamos objetos, tralhas e “conhecimentos” que são adquiridos ao longo da vida. Raras tem sido as pessoas que assumem, enfaticamente, uma posição do que acreditam, pois ainda nós comportamos demais com o que a sociedade titulou como “normal e adequado”.
Estes limites, onde analisamos as principais probabilidades para não sair da “vala comum”, tem inibido fortemente determinadas ações mais alinhadas com nossas mais elevadas intenções.

O indivíduo que está se espiritualizando não pode mais considerar critérios que a sociedade aceita ou não aceita. Nosso critério tem de ser com a verdade, com atitudes elevadas, com a harmonia, mesmo que possa contrariar certos desejos rebeldes que ainda mantemos.
Servir e ser útil ao propósito do Plano exige uma certa exposição, onde teremos de superar inconveniências que determinadas posturas alinhadas com nosso coração, possa nos trazer.
Sempre temos falado da coragem.
Pois bem, são atos de coragem que podem fazer a grande diferença entre você cumprir ou não cumprir o que você considera certo e adequado.
O que aprendemos precisa ser aplicado. Além de ser útil ao Plano, aprimora os novos conceitos que tivemos acesso.

Quando usamos em benefício dos demais, além de compartilharmos o que aprendemos, Servimos, nos coligamos, enfim correntes de energias circulam envolvendo  a todos. É impressionante a cadeia de energias e seus desdobramentos em cima de atitudes alinhadas com as Leis.

Não vamos perder esta oportunidade.
Ser autêntico é praticar o que se acredita.
Não vamos falar em atitudes perfeitas, pois jamais conseguiríamos realiza-las nesta dimensão, mas o simples fato de as aplicarmos, define intenções elevadas.
Hilton

sexta-feira, 19 de maio de 2017

Reposicione-se.

Pensamento do dia 19 de maio de 2...

Tarefas mundiais são pouco conscientizadas e mui raramente realizadas com a participação de grandes grupos humanos. Porém, é supérfluo ser pessimista na época atual, e trata-se de lançarmos nossos valores para o futuro. Assim, iremos desde já construindo uma nova realidade.
Cada hora vivida, cada passo bem dado pode estar desde agora construindo para depois da purificação planetária geral. Como a evolução da humanidade é inseparável de processo cósmicos, segundo certa Lei deve-se criar uma compreensão durante este período transitório, por mais obscuro que ele possa parecer.
HPB.

Pois bem, vivemos um período obscuro, cheio de incertezas, com grande insegurança no processo da transição planetária.
Todos os valores que temos nos apoiado estão em cheque, pois foram constituídos para uma etapa da vida na 3ª dimensão que abriga todos estes processos de contenda, disputa, competitividade, julgamentos, consolidando-se experiencias importantes no livre arbítrio.
Não soubemos superar esta etapa e nos mantivemos, praticamente, numa única fase do ciclo e experiencias no livre arbítrio. Portanto, estancamos etapas evolutivas que tinham de suceder as disputas, competitividades, julgamentos.
Como estamos desatrelados do continuísmo perpétuo que reza em todo o Cosmos, ficamos confusos, inseguros e pessimistas.

Ater-se aos parâmetros do plano físico, na atual fase da transição planetária, em nada irá colaborar, pois tais parâmetros estão na mesma transição, portanto, mudando.
Conceitos, paradigmas, valores, tudo está em transição.

O enunciado é bem claro quanto ao aspecto da construção para o futuro. Como é dito:  “Cada hora vivida, cada passo bem dado pode estar desde agora construindo para depois da purificação planetária geral.”; portanto prever-se resultados positivos neste momento pode ser uma ilusão.
É uma questão de grande e intensa tolerância viver a fase atual, pois como temos estes antigos conceitos tão arraigados em nossa mente e em nossas concepções de vida, ver tudo desmoronando é fato gerador de grandes sofrimentos.

É supérfluo ser pessimista. Esta frase define bem o que não devemos ser, mas sim esperançosos, confiantes de que algo muito grande, muito maior do que tudo isto que está acontecendo, vem coordenando todos os passos da humanidade.
Temos de acreditar na reconstrução e esta se dará em bases mais sólidas, firmes, sob a regência de novas Leis. Podemos dizer que será um recomeço em grande estilo.

Devemos dedicar grande atenção a coisas subjetivas, não palpáveis neste momento, pois o oculto reserva grandes e agradáveis surpresas para todos.

Enfim reposicione-se. Sai do ranço atual e CONFIA!
Hilton

quinta-feira, 18 de maio de 2017

Excesso de Verdade confunde.



Pensamento do dia 18 de maio de 2...

“Não é solicitado a nenhum homem carregar carga mais pesada do que possa suportar nem fazer mais do que lhe é possível... Um homem amarrado pelo dever a um lugar não tem o direito de abandona-lo para atender outro dever, mesmo que seja maior que o primeiro, pois a primeira norma ensinada no ocultismo é que façamos nosso dever sem desistir dele por nenhum outro.
Por isso ninguém pode se sentir mal por não compreender algo. Excesso de Verdade poderia confundir e abalar a mente do estudante, bem como abalar situações cármicas compulsórias
Por outro lado, é bom termos em conta que, dadas as condições e as oportunidades dos tempos atuais – tempos de transição – podemos hoje viver processos rápidos e intensos, como se em uma mesma vida vivêssemos várias reencarnações.”
HPB

Pois bem, o enunciado é claro quanto às nossas obrigações.
Vemos pessoas “pulando de galho em galho”, no dito popular, sem se aterem ao que efetivamente estão compromissadas a fazer.
Devemos refletir sempre antes de assumirmos novas obrigações.
Obrigações quando cármicas vem de forma compulsória, ou seja, não temos como declinar. Temos de assumir e realiza-las com competência e sabedoria, por isso da necessidade de nos prepararmos continuamente, mas as demais “ditas obrigações” que cai em nosso colo, não podem ser simplesmente acolhidas por termos dó, sentir pena, assumir por assumir, achar que estamos fazendo o bem.
Muitas dessas “ditas obrigações” acabam por prejudicar quem as deveria realiza-las, pois virão novamente e com um maior grau de intensidade, para quem as deve cumpri-las.

Focar sempre no que se faz, fazer com o máximo de atenção e perfeição, realiza-las a seu tempo, prestar atenção nos detalhes, procurar intuir, portanto não ser tão analítico e lógico, mas intuitivo, exaltar o coração e fazer sempre sem trocas. Neste formato os encargos acabam por não serem tão pesados e aspectos positivos podem ser observados, desde que a nossa atenção não sejam nos esforços, mas na oferta do que se está fazendo.

Outro aspecto, que já comentamos no passado, refere-se aos tempos atuais – tempos de transição – onde condicionantes cármicas estão acontecendo de forma rápida, intensa, continua pois a oportunidade atual é ímpar, preciosíssima sob o ponto de vista da alma e das próximas reencarnações.
Ninguém está tendo uma vida fácil, mas de nada adianta complica-la ainda mais, assumindo “outras” obrigações, em especial aqueles que já se conscientizaram de que novas Tarefas estão na eminencia de serem distribuídas.

A “oferta” para o Alto é a melhor postura, pois só assim saberemos discernir com o que devemos ou com o que não devemos nos envolver.
Decidir-se após estados emocionais intensos, com certeza nos levará a assumir ocupações desnecessárias ou nos fará transgredir carmas alheios.
Não leva a nada e “atrasa” a todos.
O momento atual, momento em que decisões importantíssimas devem ser tomadas, não podem contar com obrigações alheias, até porque ao sanarmos condicionantes cármicas de terceiros, estes podem perder oportunidades que os levaria a participarem de forma mais tranquila e segura nas decisões.
Os tempos são críticos, intensos, curtos e tudo vem se acelerando.

Saber avaliar prioridades é a maior exigência dos que estão nos demandando.
Muita atenção no que fazer, como fazer e quando fazer. 
Hilton

quarta-feira, 17 de maio de 2017

Espiritualidade.



Pensamento do dia 17 de maio de 2...

É necessário não confundir espirito com alma. Assim como a matéria é campo para a manifestação da alma no plano da existência, a alma é veículo em plano mais elevado para a manifestação do Espirito.
Portanto, diz HPB, “a espiritualidade é uma concepção imaterial das coisas e da  vida. Leva-nos a viver que tudo quanto existe  é animado pelo Espirito Universal e Supremo (Deus).
Vê-se que espiritualidade não é religião.
As religiões conquistaram adeptos com a ponta da espada e construíram templos sobre enorme mortandade de vidas humanas. A história foi falseada, e os fatos deturpados propositadamente; predomina nela o fanatismo e o materialismo – um que tudo aceita e outro que tudo nega. Espiritualista é aquele que se mantem tranquilo entre esses dois extremos e que confia na justiça eterna das coisas.”
HPB – A Voz do Silencio.

Pois bem, este conceito é importante para nos posicionarmos mais próximo das coisas reais e verdadeiras, afastando-se um pouco mais das ilusões.
Esta postura, por sinal, exige um respeito maior e mais sereno perante as doutrinas e religiões existentes.
Há muita sabedoria em todas ela, como também muito distanciamento das Verdades.
A alma é nosso elo mais elevado entre corpo e Espirito, portanto nossa linha direta é anímica (alma) e dela provem as verdades que atualizam-se na medida que nossa consciência e depois nossa mente, vá se expandindo.
Portanto o aprimoramento com estudos, buscas, aprofundamento, são essenciais, que consolidam-se com as experiencias que a vida nos obriga a participar.
O destino de uma pessoa prevê um conjunto de experiencias que irão acontecer inexoravelmente, portanto, estarmos ou não preparados caberá a cada um.

A religião do futuro, na nova Terra, será uma filosofia de vida, muito ampla, muito abrangente, onde o novo homem a viverá intensamente.
Conterá a base do conhecimento universal, não sendo, portanto, restrita aos limites do planeta como é hoje. Será uma filosofia esotérica.
Reaprenderemos mas a base deverá estar em cada um, por isso deste ser um momento tão importante em que cada informação essencial precisa ser acolhida de braços abertos e exaustivamente estudada.

Impulsos que tem sido ofertados a todos, sejam por vias religiosas, filosóficas, ou outras, não podem ser desprezadas, pois nesta etapa da Terra está se consolidando o que aprendemos nas várias reencarnações passadas com muita luta, dor e sacrifício.

A espiritualidade mantem no indivíduo a neutralidade e a possibilidade deste aceitar o que lhe diz respeito, o que lhe interessa, o que deve se aprofundar, sem entrar em conflitos, disputas, competitividade, muitas vezes em cima de frases e efeitos das quais não temos a menor noção a que se está se referindo.

O tempo é curto, escasso, muito limitado, portanto não se deve mais dar atenção ao desnecessário.
Hilton

terça-feira, 16 de maio de 2017

Com nossas próprias mãos...

Pensamento do dia 16 de maio de 2...

“Se nenhum homem prejudicasse seu semelhante, o carma não teria motivo para intervir nem armas com que executar seu oficio.
É a presença constante entre nós dos elementos de luta e de oposição, é a divisão das raças, nações tribos, sociedades e indivíduos em Cains e Abéis, lobos e cordeiros, que constituem a causa principal dos chamados Caminhos da Providencia. Com nossas próprias mãos traçamos diariamente o curso sinuoso de nossos destinos, crendo estar seguindo em linha reta no caminho real da respeitabilidade e do dever – e nos queixamos depois de que sejam tão sombrias e inextrincáveis essas curvas sinuosas...”
HPB – Doutrina Secreta – volume II

Pois bem, HPB define com muita clareza a responsabilidade dos atos que praticamos e a separatividade que vivemos.
A raça humana, séculos após séculos, não conseguiu superar o básico que é a convivência comum. Isto, de certa forma, fez que proliferássemos no caminho reprodutivo desenfreado, acumulando esta massa gigantesca de problemas sociais.
A maciça reprodução humana e a manutenção das distinções raciais, separações em fronteiras, ideologias culturais, fez o que hoje podemos chamar de sociedades insociáveis, pois não há sinergia entre povos e nações. Ou seja, fracassamos em mais um quesito, a convivência social entre todos os seres humanos da Terra, como raça humana e corpo único.
Este fracasso mostrou que a raça humana não está pronta para outros formas de convivências, onde aspectos emocionais, mentais e de consciência, não condizem com os demais povos e raças do restante do Universo.
Perdemos a oportunidade de que estes pudessem “nos visitar”  para que uma certa simbiose entre mundos, ocorresse.
O convívio universal é algo comum, lícito, oportuno e traz grandes avanços no campo espiritual e da sobrevivência. É praticado de forma corriqueira e dela deriva as grandes expansões de consciência, neste longo percurso que toda a vida no Universo está realizando.

Mas não, preferimos viver isoladamente, nos de gladiando e consumindo o planeta, num ritmo alucinante, até a próxima etapa, sua extinção.
Felizmente, a extinção do planeta não ocorrerá, graças ao caminho que a Terra percorre, conforme definição da sua alma. Mas na finalização deste ciclo terrestre, aqueles que não tiverem certos requisitos e certos graus da espiritualidade desenvolvidos, irão repetir o mesmo caminho até aqui percorrido, em outro mundo.

De forma nem um pouco inteligente, cada um tem vivido por si, em detrimento dos demais.  Digamos que esta forma de conduta é uma fábrica amplamente ativa de condicionantes cármicas, comprometendo o futuro brilhante que Deus nos reservou se tivéssemos evoluído dentro das premissas estabelecidas.
Poucos pensam assim e poucos agem de forma diferente, tentando conciliar vida física com vida espiritual.
Poucos se interessam pelas “ajudas” à nossa disposição, mas que exige certo desprendimento e certo padrão de energia, um pouco mais elevada, para acessa-las.

Concluindo com HPB, podemos citar :

“ Em verdade, não há acidente em nossa vida, não há um dia mau ou desgraça cuja causa não possa ser encontrada em nossas próprias ações nesta ou em outra existência. Se alguém infringe as leis da harmonia ou, conforme a expressão de um teósofo, as “leis da vida”, deve estar preparado para cair no caos que ele mesmo produziu.”

Hilton 

segunda-feira, 15 de maio de 2017

Estamos fora do tempo.

Pensamento do dia 15 de maio de 2...

Vemos, se observarmos bem, que são os homens mais simples que mais se abrem aos mistérios do Plano Evolutivo. Todavia, diga-se que “o vício e a maldade constituem manifestação anormal e antinatural no presente estagio da evolução humana -ou assim deveria ser. A circunstância de que a humanidade nunca tenha sido mais egoísta e viciosa do que hoje, pois as nações civilizadas chegaram a fazer do egoísmo uma característica ética e do vício uma arte, é uma prova a mais da natureza excepcional do fenômeno.”
HPB.

Pois bem, lendo o presente texto tem-se a clara percepção de que seguimos algo que está em conflito com o que deveríamos seguir.
A 5ª Raça, raça atual, deveria estar em outra, deveria estar se sublimando e aproximando-se do éter interestelar- e assim tornar-se menos material que antes e tender mais à psicologia do que à física.

O que necessitamos sempre será preenchido, pois é assim que funciona o Universo, mas ao vivermos de forma contraria às Leis, não percebemos que nossas necessidades estão sendo atendidas e, consequentemente, lutamos para conquistar o desnecessário, o algo a mais que nos “atrasa”. Só que nossas lutas são por coisas e situações que já passou, que já finalizou, teve seu tempo e foi num momento em que estávamos aprendendo como superar o egoísmo e a ganancia.
Não superamos e não passamos deste estagio lá de trás. Paramos nele, nele continuamos e nele estamos nos afundando.
Estamos nos agarrando a algo que já foi, que teve seu princípio, sua ascenção e seu fim, mas não percebemos e ainda lutamos ardentemente para mantê-lo. Não há a menor possibilidade de manter a forma que estamos vivendo.
Esta situação nos desarticula, nos desequilibra, nos faz perder tempo, perder energia, perder oportunidades, distrair-se com o que é ultrapassado.

A transição planetária será intensa e direta, pois sem viver as perdas não iremos nos desatrelar desta incomoda situação que insistimos em permanecer.
Portanto, somos nós que traçamos o ritmo e os processos das transformações.


Hilton