quinta-feira, 1 de junho de 2017

A beleza e a amplitude da vida espiritual.



Pensamento do dia 01 de junho de 2...

Uma das razões pelas quais a Terra está doente se deve ao fato de a luz e o s raios energéticos de certos planetas não poderem ingressar em sua aura.
” A que será reduzido o homem”, pergunta Morya, um mestre do grande Yoga, “ se ele cessar comunhão com a consciência superior e mergulhar na ignorância baixa? Perdendo a compreensão dos mundos superiores, as pessoas afastam-se da consciência do aperfeiçoamento.”

A estrutura do Estado e as religiões organizadas não levam as criaturas para essa visão. Pelo contrario substituem continuamente o sobrenatural pelo que há de mais concreto, tirando a beleza e a amplitude da vida espiritual, que deveria ser levada à pratica no dia a dia.
Mas mesmo assim, cresce uma nova consciência – que , apesar de inexperiente, é ousada e vai dissolvendo o velho pensamento. Os que ainda se apoiam em pessoas e formas mentais do passado encontram-se sem saída, e seus corpos sutis, durante o sono ou em movimento de contato interno, deixam de experimentar voos espaciais e de mergulhar na consciência interna dos planetas.

Pois bem, o texto define claramente o momento que nos encontramos, limitados pelos preconceitos religiosos e pela sociedade que impôs regras rígidas (mesmo que estapafúrdias), para conceituar o que é normal e aceitável.
A maioria para se enquadrar nas condições impostas, abdica da exploração da consciência, da busca, dos estudos, da curiosidade sadia que alavanca e aprimora novos conhecimentos.
De certa forma, temos uma civilização perdendo a compreensão dos mundos superiores, mantendo um “status quo” horizontal, continuo, onde não há aperfeiçoamentos e impulsos que a remeta para um “status quo” vertical, ascendente, onde os horizontes mudam a cada instante.
Permitir que outros pensam pela gente é entregar-se para as forças dominantes que oprimem a civilização humana, com foco nos seus interesses escusos e gananciosos.

O sobrenatural é o novo, a novidade, pois o que é natural é passado, e´ conhecido, mesmo que nem sempre compreendido, mas onde impulsos já passaram e tiveram seus efeitos.
No entanto, a maioria preserva  e prefere o natural, pois não assusta e não estimula inúmeros medos criados por crenças mentirosas e interessadas em nos manter no mesmo nível, no mesmo plano, no mesmo lugar.

Segundo  HPB, Mas mesmo assim, cresce uma nova consciência – que , apesar de inexperiente, é ousada e vai dissolvendo o velho pensamento., onde indivíduos dispostos a ousar, permitem que estas mudanças comecem a acontecer.
Por incrível que pareça, estas transformações ocorrem nos momentos dos conflitos.
Quando nos encontramos em conflito, teremos as melhores chances de mergulharmos numa nova consciência.
Sem os conflitos o indivíduo não sai do lugar, pois a ele agrada manter-se inerte e parado.
No conflito temos a chance de ir buscar, de tentar mudar, de sair do incomodo, da mesmice.

Enfim são tempos das grandes mudanças. Ou vemos nestes tempos a oportunidade ou corremos o risco de recomeçar sob as mesmas bases.
Hilton

terça-feira, 30 de maio de 2017

Convite para certas reflexões na paisagem lunar.



Pensamento do dia 30 de maio de 2...

Sabemos que os planos da Nova Terra e da Nova Humanidade agradam quase que exclusivamente as almas simples. O Ensinamento salienta que “ às vésperas de uma catástrofe, tentou-se levar as pessoas para fora de uma arena de diversões. As pessoas não somente não saíram, como multidões ainda tentaram entrar”.

Essa é a realidade normal, e diante dela se encontram os que se dedicam à educação ou que se incluem na tarefa de resgatar as almas. Mas diz-se, com conhecimento de causa, que é o espirito solitário que produzirá as formas de vida futuras. Não estranhemos, portanto, se nos encontrarmos sós. E porque tantos evitam o desconhecido, o inusitado? Não será por serem estimulados nas escolas a viver como a maioria?
HPB.

Pois bem, o ensinamento mostra de forma clara, que a maioria da população terrena “age” e “reage” de acordo com a multidão.
Não é confortável saber disto, pois grande parte do Trabalho que vem sendo dedicado a instruir inúmeras pessoas, pode num momento intenso, de forte pressão, não ser considerado.
Estamos às portas de viver momentos intensos, profundamente conturbados e temos de saber que a maioria irá reagir de acordo com os movimentos das multidões.
Isto será uma tendência e quem sabe colocar em dúvida o que levamos anos e anos para aprender e assimilar.
Será um momento de grande prova, de grande amor e de enorme fé, ao desconhecido. Caminhos se formarão, portas se abrirão, mas poucos irão percorre-los ou cruza-las, pois a maioria se apegará aos movimentos das multidões.

Segundo HPB, vencer estas etapas em meio a movimentos intensos, se dará em espíritos solitários, onde poucos ousarão a fazer o novo caminho formado ou cruzar a porta que se abriu. O medo será relevante e dominante, e a novidade, o novo, poderá ser trocado pelos velhos e carcomidos hábitos que sempre tivemos ao percorrermos os velhos caminhos que sempre fizemos.
Poucos sentirão esta sensação de fim. Fim de uma era, de uma velha Terra, de velhos hábitos, pois o novo quer se implantar e assim fará.
Poucos verão as mudanças em curso como oportunidades, pois serão assistidas como desastres, punições, carmas.
Exigirá grande discernimento destes espíritos solitários, pois a solidão os abraçara e na entrega serão conduzidos. “Não estranhemos, portanto, se nos encontrarmos sós.”

Fomos e somos instruídos no modelo da sociedade atual para fazer o que todos fazem, pensar da forma que todos pensam, expressar-se de acordo com a maioria e assim temos feito. Quem sabe é mais fácil do que ser criativo, pensar mais discernir mais, ser diferenciado, ou popularizando, mais esquisito.

Percebem como estes avisos são importantes?
Como estamos sendo alertados sobre nosso provável comportamento e tendências?
Este recado é uma palavra de fé  e devemos mantê-la sempre presente, pois na conturbação, lembranças este tipo, quando assimiladas, virão à tona e fará a grande diferença na decisão das nossas atitudes.
Gratidão.

Fomos convidados a realizar um passeio solitário pela Lua, nas imagens que constam no link abaixo, onde reflexões sobre o tema de hoje podem consolidar-se e manifestarem-se nos momentos que virão.

Sugiro que mantenham por um certo tempo, durante este passeio na Lua, a atenção no recado de hoje.
Hilton


segunda-feira, 29 de maio de 2017

Na criatividade que está a ascenção humana.



Pensamento do dia 29 de maio de 2017.

Nas raças futuras jamais se cogitará de especializações. Um ser especializado em algo estará apto, mas para as condições da Terra – o que acarreta reencarnações. O espírito trata de outras esferas, trata do crescimento da energia da alma, que abre caminho para o invisível.
Embora em muitos casos seja necessário aperfeiçoamento tecnológico, o essencial é refinar o pensamento. Isso é o que virá a influir em multidões de consciências.
Dizem os Mestres que “cada pensamento consciente busca o futuro rumo da evolução” e que “ o Ensinamento não força a aproximação, mas indica o caminho”.
HPB

Pois bem, vejam que retrocedemos em certos aspectos que estavam corretos e foram distorcidos, como no caso da especialização. Um ser especializado em algo estará apto, mas para as condições da Terra – o que acarreta reencarnações; ou seja, na universalidade da vida, o ser precisa ser completo em tudo, portanto esta postura em nos especializarmos, nos impede de ver o todo.
Como o homem atual, faz pouco uso da intuição e apoia-se demais no seu intelecto, digamos que fica “manco” para a visão completa, pura, perfeita, como num circulo onde tudo se encontra no mesmo lugar.
Esta tendência da especialização está cada vez mais poderosa e fortalecida entre os humanos. Trabalhar a separatividade nos enfraquece e nos torna mais dependentes dos demais, mantendo nossa atenção voltada para os planos da mente e não da alma.

Desta forma, o ranço da ignorância cresce e acentua-se as coligações no nível do plano astral, onde nossas “digamos” comunicações se dão no plano dos mortos, ou seja, no mesmo nível e plano de consciência da superfície terrestre, em nada acrescentando o que já conhecemos.
Assim tem sido feito, inclusive com “especialistas” em plano astral, que iludidos despejam milhares de informações diárias, que não possuem impulsos transformadores. São mensagens bonitas, positivas, emocionalmente fortes, mas de fato, nada irá mudar.

A busca pessoal não tem como ser substituída. Podemos pegar carona em certos parâmetros, mas estes devem ser, no máximo, veículos temporários para que você possa descobrir por conta própria o que, de fato, lhe diz respeito. Esta busca deverá ser em todos os assuntos, segmentos, manifestações, onde temos de ter como meta alcançar o circulo perfeito, onde o começo e o fim se encontram no mesmo ponto.

Como dizem os Mestres “cada pensamento consciente busca o futuro rumo da evolução”, ou seja, o pensamento consciente parte da intuição, onde não são levados em conta parâmetros de terceiros, mas de você com você.
Isto caiu em desuso e de forma muito inteligente foi introduzida na população mundial, que vem parando de pensar, de refletir, de usar seu esforço pessoal, de buscar, pois o “Dr” Google, o Yuotube, o WhatsApp, o Facebook, e tantas outras mídias sociais vem substituindo o ato de pensar, de refletir, de deduzir, de buscar, nos direcionando para o que é conveniente que manifestemos, segundo ideias pré concebidas e de caráter duvidoso .
O cumprimento pessoal passou a ser automático em cima de frases prontas, slides decorados, musiquinhas de gosto duvidoso, circulando todos os minutos pela internet, nos tornando autômatos sem necessidade de pensar, para formar uma manifestação dos nossos desejos.

Estamos fazendo uma entrega muito perigosa, pois isto nos mantem na superficialidade da vida e cessa nosso aprofundamento.
Passamos informações sem pensar, sem refletir sobre elas, sem analisar e extrair sua conveniência, atendendo uma competitividade imaginária que temos de ter para marcar presença.
Marcar presença no reino animal é frequente, onde a urina, o canto, os uivos, os aromas, marca o território entre as espécies.
Como foi comentado no pensamento anterior, viver bem, procriar e marcar território tem sido as mesmas atitudes de boa parte do nosso reino (hominal) que se aproxima muito do reino animal, ou seja, ainda muitos mantem-se coligados com o reino anterior.  

“ o Ensinamento não força a aproximação, mas indica o caminho”, ou seja, a busca pelo auto conhecimento é essencial, pois deste conhecimento saberemos qual caminho a ser tomado; qual a Tarefa a ser cumprida, de que forma faze-la, como impulso inicial, os demais impulsos para esta mesma Tarefa virão de fontes desconhecidas para o sucesso da mesma.

Enfim, temos tido tendências enlatadas, prontas, que nos impede de pensar, refletir e isto é horrível, pois cerceamos a criatividade pessoal e é nesta criatividade que esta a ascenção humana.  
Hilton