quarta-feira, 2 de agosto de 2017

Vislumbre! (7)

Continuação (7)

Pensamento do dia 27 de julho de 2...

Como o tempo está acelerado e vem se encurtando, passo o novo tema dos próximos pensamentos.

(1) O que é um vislumbre?
Muitas pessoas se lembram de experiências incomuns quando de repente e sem advertência foram elevadas afora a existência comum de seus egos para dentro de uma consciência nova e elevada, plena de terno amor e harmonia. 
A experiência de um vislumbre é inesquecível. Numa descrição pode dar-lhe justiça plena. Mas o vislumbre confirma a existência de uma consciência mais elevada, que está em nós – e que somos essa consciência! 
PB.

(2) Podemos convencer o intelecto de que a alma existe – mas a única prova realmente adequada é uma experiência pessoal intuitiva dela.
PB.

Pois bem, na fé acreditamos que a alma existe, mas no plano material ela não se manifesta porque não é palpável, visível e não expressa forma, cor, som, etc., ou seja para os 5 sentidos a alma não existe.
Portanto, sendo algo imaginário temos de crer na sua existência pela fé.
Esta sensação de inexistência acontece por não estarmos preparados, ou à altura de senti-la como ela realmente é, ou seja, estamos num estágio aquém da alma.

Sendo assim alma, espirito, Deus, impulsos, insight, fé, entre tantas outras manifestações, de fato no mundo material não existe.
Pois bem, até apouco tempo atrás voar de avião, dirigir a 100km/h, mergulhar a 20 mts de profundidade, usar um celular, jogar videogames, construir pontes, viadutos, pisar na Lua era simplesmente inimaginável, mas na medida que fomos progredindo cientificamente, intelectualmente e utilizando um potencial maior de inteligência, estas possibilidades tornaram-se reais e as usufruímos.
Da mesma forma é com a alma, com o espirito, com Deus, impulsos, insights, etc., na medida que nos aprofundamos nos planos imateriais ou sutis da vida, tais possibilidades tornam-se reais e factíveis de as usarmos.

Vejam que o primeiro passo é a fé, ou seja, acreditar sem provas. A partir deste estagio, aceitamos uma ideia e nos passos seguintes, realiza-la.
Necessitamos de uma experiencia intuitiva proveniente da alma, pois nas esferas superiores e ela que nos coliga com consciências maiores.
Passamos a vida inteira, ou vidas inteiras na busca e no aperfeiçoamento do intelecto, da inteligência, do conforto mas com foco exclusivo nas ambições da matéria, deixando de lado a única coisa essencial que podemos levar ao concluirmos uma vida. Todo o resto fica, apodrece, se perda, desgasta, fica ultrapassado. Mesmo assim tem sido somente a isto que temos nos dedicado. É muita incoerência.
A intuição é um vislumbre através da alma. Não se refere ao que estamos pensando, raciocinando, intelectualizando, não provem de ideias compradas, pois é um insight fragmentado de algo maior e caberá a cada um desenvolver e desfragmentar este insight.
Pode ter até uma certa associação de algo relacionado com a experiencia da vida material em questão, desde que a alma tenha definido que naquele momento é o que precisamos.
Ora, precisamos tirar o foco exclusivo das ambições materiais, pois o que vem da alma se relaciona com aspectos da eternidade, portanto não são consideradas coisas efêmeras, perecíveis, gananciosas, etc..

Com foco exclusivo nos aspectos materiais da vida, como temos feito, a alma analisa que insights intuitivos não teriam reflexos na nossa vida e portanto, usando da Lei da Economia, energias desta natureza não são desperdiçadas.
Estamos na fase de muitas e grande mudanças.
Não basta termos vontade de aderir, temos de ter fé nesta adesão, pois o que está mudando, nosso ego e nosso intelecto nunca tiveram acesso e não sabem identificar o que é.
Não basta uma mudança de postura, pois exige-se mudanças internas profundas, superação de preconceitos, de ideias preconcebidas, exige-se extrema ousadia, coragem e muita abnegação, recheada de fé.

O tempo voa, se acelera, se encurta e a humanidade ainda se preocupa com questões das quais não tem nenhuma chance em resolve-las. As questões mundiais, no plano que nos encontramos, são insolúveis, portanto serão das “esferas superiores” que as soluções virão.
A introspeção, ou voltar-se para dentro, para o Eu Interno, poderá fazer com que administremos melhor o pouco tempo que nos resta e possamos ter os insights necessários para nos alinharmos com o que é necessário.
Realinhe-se.

(3) Vislumbre: "É um estado de refinada ternura, de um amor que jorra de um centro interno e se irradia para todas as direções. Se outros seres humanos ou animais se põem em contato com você nesse momento, tornam-se receptáculo desse amor sem exceções, pois então nenhum inimigo é reconhecido, não há desafetos e é impossível considerar quem quer que seja repulsivo".
PB.

Pois bem, eis uma descrição do vislumbre. Só quem sentiu saberá identificar esta  magnifica sensação.
Todos tem acesso ao vislumbre mas a maioria está tão ocupada com suas preocupações que não percebe quando este ocorre.
Não há preparo para um vislumbre, mas simples disciplina com relação às nossas preocupações.
Pior é que pensamos nelas como se pudéssemos modifica-las. Tudo que fazemos e demandamos no intuito de corrigir algo errado, provem do nosso Ser Interno e não das ações recheadas de raciocínio e intelecto.
No entanto, todas as mazelas e confusões provem da personalidade e do ego que busca em primeiro lugar, julgar e agir no julgamento, portanto, errar.
Quando começarmos a disciplinar nossas emoções, nossas preocupações e nossas ações, começaremos a conquistar um equilíbrio mínimo necessário para o vislumbre.
Um vislumbre não ocorre em alguém tenso, preocupado, com medo, aflito, desalinhado ou expressando sentimentos que não condizem com a neutralidade.
O indivíduo neutro, equilibrado e distante das situações ao seu redor começa a ficar apto a ter vislumbres, portanto é uma mera questão de disciplina.

A vida promove situações que precisam de alinhamentos. Nada ocorre por acaso, por azar, por desleixo, mas simplesmente porque forças cármicas estão envolvidas e precisam ser equilibradas ou anuladas.
Tudo que julgamos estar errado, está absolutamente certo porque provem da Inteligência Divina.
Simplesmente não compreendemos ou não temos ainda a inteligência necessária para compreender.
Quando não compreendemos como e porque algo ocorre é porque estamos defasados do mínimo necessário no campo da abertura espiritual. Quando compreendemos e temos de resolver, permitir que o Ser Interno se manifeste é essencial para que novos erros não aconteçam.
Portanto, dada a situação atual da humanidade dá para compreender porque erramos tanto.
Realinhe-se.

(4) A experiência lhe diz vívida, luminosa e memoravelmente que há uma existência além da existência física e uma consciência além da consciência pessoal.

Pois bem, eis uma verdade que não se vê, mas se sente. Digamos que esta verdade é um impulso permanente da alma para todos os indivíduos.
Poucos dão vazão para que este impulso se desdobre, a maioria nãos se atenta e se desvia facilmente em troca de   barganhas externas, sejam estas para corpo físico ou para o mundo material. Outros não ligam e procuram desconhecer, apesar de que durante a vida são ”cutucados” para atentar sobre este impulso.
A minoria que deu vazão, alimenta e vê surgir em si o vislumbre da alma.
A consciência pessoal é racional, intelectualizada, do passado e geralmente adota ideias preconcebidas.
A consciência espiritual não se apoia em parâmetros, em ideais preconcebidas, pois surge do amago do Eu Superior. Vem como um fato e não necessita de provas, contraprovas e demais “documentos” que possibilitem uma “analise” do impulso. Simplesmente vem.
Vem na hora certa, no momento adequado e pode nos remeter a um tempo passado ou futuro, fazendo com que o presente seja redirecionado para o caminho certo, evolutivo, definido no destino de cada um.
A 6ª Raça viverá por impulsos e não por analises, deduções, comparações e raciocínios, pois terá acesso à Sabedoria Universal, na medida da sua evolução. Obvio que terá a responsabilidade e o devido equilíbrio para este acesso, coisa que atualmente nem perto podemos passar.
Digamos que abriremos mão da consciência pessoal e externa, para uma consciência coletiva e interna. Assim todos se beneficiarão da atitude de um.
Hoje, no geral, tem acontecido o inverso, a atitude de um prejudica a maioria.
Se limitarmos este conceito para uma familia, podemos dizer que se um mantem certo equilíbrio físico-espiritual, as chances dos demais melhoram, mas se todos voltam-se para, somente, os benefícios da matéria todos podem se perder neste mundo hostil.
Se aumentarmos este conceito para a “familia humana” (toda a raça), percebe-se que esta se sustenta porque alguns voltaram-se para a manutenção do equilíbrio físico-espiritual.
O tempo urge, o espaço aperta e a necessidade atual é de realinhar-se, portanto faça.

(5) Com um vislumbre vem a revelação. Ele sente que pertence a uma raça imortal, que há uma Realidade interna por trás de todas as coisas, e que a causa fundamental é benévola.
PB.

Pois bem, com um vislumbre vem a revelação, volta a integrar-nos para a Realidade cósmica. Iremos sentir que tudo tem sinergia, está próximo, faz sentido. Entraremos na singularidade do Cosmos.

Singularidade: Qualidade do que é único, distinto, singular: a singularidade do amor; ou; espaço-tempo na qual as conhecidas leis da física cessam de viger e a curvatura do espaço se torna infinita.

Vivemos no mundo da separatividade, onde o que importa são as pequenas e simples diferenças. Popularmente, podemos dizer que “selecionamos as formiguinhas e deixamos passar os elefantes".
Obviamente estas pequenas diferenças são cármicas e vem para nos ajustar e preparar para a Realidade cósmica, portanto tem sua razão de ser, mas internamente somos todos iguais
O mundo ainda não se convenceu do conceito da irmandade, onde todos são iguais perante o Criador, pois vive separando as pessoas por raça, credo, cor, linguagem escrita, falada, etc..
O mundo antigo viveu e se comunicou por símbolos e assim será no futuro, pois as palavras escrita e falada são pobres e mal conseguem expressar nossos sentimentos, ao passo que os símbolos, muito usados na antiguidade, expressam tons, padrões, sons, vibrações, sensações voltados para as características da comunicação universal.

Ao contrário do que muitos pensam, a comunicação escrita e falada foi um retrocesso devido a decadência da raça humana em compreender e aplicar o que simbolicamente era expresso pelos Seres do Cosmos. Além do que os símbolos usados sem o devido equilíbrio, produziria efeitos altamente nocivos à vida humana, aos demais reinos e a todo o sistema solar.
Vencida esta etapa atual e na abstenção do livre arbítrio, retornaremos para um determinado status, voltado para a simbologia, que nos enquadrará nesta forma de comunicação universal.
Com isto a realidade será outra, pois será interna, infinita, não perecível extremamente ampla.
Isto é um vislumbre e nos tocará de uma forma permanente, onde o que sentimos hoje irá parecer que nunca existiu.
Realinhe-se, prepare-se, oferte-se para este milagre.
   
(6) A experiência explica a pessoa para si mesma pela primeira vez, clareia o fato de que ela vive em dois planos ao mesmo tempo. Revela seu ego como a ilusão que encobre sua consciência e revela seu Eu Superior como a realidade por trás de sua consciência.

Pois bem, temos de encarar a grande barreira, a incompreensão de viver em dois planos ao mesmo tempo: o plano da matéria e o plano do espirito.
Mesmo morrendo sempre que encarnamos, ainda se mantem incompreensível que estes dois planos fazem parte da nossa integralidade.
A dificuldade de compreender estes dois aspectos vem sendo muito bem administrada por certas religiões, certas filosofias, certas formas de governo, enfim tem feito parte do nosso dia a dia desconhecer este assunto. Por isso tememos tanto a morte.
Com um vislumbre vem a revelação, como diz PB, mas para isto devemos tomar a inciativa e admitir viver em dois planos, aceitar esta condição no exercício da fé.
A busca pelo Eu Superior precisa ter o mesmo empenho que damos para as conquistas materiais, posições e vaidades.
Portanto, realinhe-se, empenhe-se para compreender e vivenciar o que já faz parte do seu todo.

(7) Com o vislumbre vem um curioso sentimento de certeza absoluta, certeza feliz, de total ausência de dúvidas. A verdade está ali claramente diante dele e profundamente percebida dentro dele.

Pois bem, no vislumbre não há questionamentos, porque, como, onde, se, simplesmente a verdade no vislumbre se instala em você.
Como diz PB, ausência total de dúvidas, pois simplesmente é.
É um aspecto imprescindível para nosso "crescimento", pois fomos criados para duvidar, nunca ter certeza, desacreditar e com esta postura perdemos  a fé.
Para sermos comandados, direcionados, conduzidos, não podíamos ter fé. Na fé não há questionamentos e na fé entramos na seara dos milagres.
Ora, isto não condiz com aqueles que insistem em nos conduzir, ditar as políticas, as regras, a forma de se viver, enfim nos fazer instrumentos das suas ganancias, das suas vaidades e do seu egoísmo. A lei do quanto pior melhor é largamente utilizada por nossos "comandantes terrenos".

No vislumbre saímos deste mundo hipócrita, egoísta e entramos no mundo interno, cósmico, verdadeiro.
Por incrível que pareça, temos esta opção e nada e nem ninguém poderá nos impedir de exerce-la, mas livrar-se das correntes que nos aprisionam exige grande força de vontade, coragem e desprendimento.
A maioria não se libertou e não se libertará.
O tempo está curto, as opções estão se findando e vê-se que poucos  conseguem resistir a estas imensas pressões do mundo egoísta.
A maioria mantem-se firmes e fortes, lutando desesperadamente por ser mais e ter mais no mundo das formas, abrindo mão de algo tão excepcional.
Perdemos ao longo dos séculos o conhecimento da nossa origem real e verdadeira e a trocamos por mentiras que foram muito bem engendradas.
É precioso  retornar a este "status quo".
Muitos dizem que tem um preço a pagar nesta mudança. Podemos dizer que sim, mas não é um preço, é simplesmente abandonar as ilusões que vivemos.
Abandone-as, realinhe-se e terás vislumbres do mundo real, da vida real, do caminho certo, da divindade a que pertencemos.
Hilton

terça-feira, 1 de agosto de 2017

Um vislumbre. (6)

Continuação ( 6)

Pensamento do dia 27 de julho de 2...

Como o tempo está acelerado e vem se encurtando, passo o novo tema dos próximos pensamentos.

(1) O que é um vislumbre?
Muitas pessoas se lembram de experiências incomuns quando de repente e sem advertência foram elevadas afora a existência comum de seus egos para dentro de uma consciência nova e elevada, plena de terno amor e harmonia. 
A experiência de um vislumbre é inesquecível. Numa descrição pode dar-lhe justiça plena. Mas o vislumbre confirma a existência de uma consciência mais elevada, que está em nós – e que somos essa consciência! 
PB.

(2) Podemos convencer o intelecto de que a alma existe – mas a única prova realmente adequada é uma experiência pessoal intuitiva dela.
PB.

Pois bem, na fé acreditamos que a alma existe, mas no plano material ela não se manifesta porque não é palpável, visível e não expressa forma, cor, som, etc., ou seja para os 5 sentidos a alma não existe.
Portanto, sendo algo imaginário temos de crer na sua existência pela fé.
Esta sensação de inexistência acontece por não estarmos preparados, ou à altura de senti-la como ela realmente é, ou seja, estamos num estágio aquém da alma.

Sendo assim alma, espirito, Deus, impulsos, insight, fé, entre tantas outras manifestações, de fato no mundo material não existe.
Pois bem, até apouco tempo atrás voar de avião, dirigir a 100km/h, mergulhar a 20 mts de profundidade, usar um celular, jogar videogames, construir pontes, viadutos, pisar na Lua era simplesmente inimaginável, mas na medida que fomos progredindo cientificamente, intelectualmente e utilizando um potencial maior de inteligência, estas possibilidades tornaram-se reais e as usufruímos.
Da mesma forma é com a alma, com o espirito, com Deus, impulsos, insights, etc., na medida que nos aprofundamos nos planos imateriais ou sutis da vida, tais possibilidades tornam-se reais e factíveis de as usarmos.

Vejam que o primeiro passo é a fé, ou seja, acreditar sem provas. A partir deste estagio, aceitamos uma ideia e nos passos seguintes, realiza-la.
Necessitamos de uma experiencia intuitiva proveniente da alma, pois nas esferas superiores e ela que nos coliga com consciências maiores.
Passamos a vida inteira, ou vidas inteiras na busca e no aperfeiçoamento do intelecto, da inteligência, do conforto mas com foco exclusivo nas ambições da matéria, deixando de lado a única coisa essencial que podemos levar ao concluirmos uma vida. Todo o resto fica, apodrece, se perda, desgasta, fica ultrapassado. Mesmo assim tem sido somente a isto que temos nos dedicado. É muita incoerência.
A intuição é um vislumbre através da alma. Não se refere ao que estamos pensando, raciocinando, intelectualizando, não provem de ideias compradas, pois é um insight fragmentado de algo maior e caberá a cada um desenvolver e desfragmentar este insight.
Pode ter até uma certa associação de algo relacionado com a experiencia da vida material em questão, desde que a alma tenha definido que naquele momento é o que precisamos.
Ora, precisamos tirar o foco exclusivo das ambições materiais, pois o que vem da alma se relaciona com aspectos da eternidade, portanto não são consideradas coisas efêmeras, perecíveis, gananciosas, etc..

Com foco exclusivo nos aspectos materiais da vida, como temos feito, a alma analisa que insights intuitivos não teriam reflexos na nossa vida e portanto, usando da Lei da Economia, energias desta natureza não são desperdiçadas.
Estamos na fase de muitas e grande mudanças.
Não basta termos vontade de aderir, temos de ter fé nesta adesão, pois o que está mudando, nosso ego e nosso intelecto nunca tiveram acesso e não sabem identificar o que é.
Não basta uma mudança de postura, pois exige-se mudanças internas profundas, superação de preconceitos, de ideias preconcebidas, exige-se extrema ousadia, coragem e muita abnegação, recheada de fé.

O tempo voa, se acelera, se encurta e a humanidade ainda se preocupa com questões das quais não tem nenhuma chance em resolve-las. As questões mundiais, no plano que nos encontramos, são insolúveis, portanto serão das “esferas superiores” que as soluções virão.
A introspeção, ou voltar-se para dentro, para o Eu Interno, poderá fazer com que administremos melhor o pouco tempo que nos resta e possamos ter os insights necessários para nos alinharmos com o que é necessário.
Realinhe-se.

(3) Vislumbre: "É um estado de refinada ternura, de um amor que jorra de um centro interno e se irradia para todas as direções. Se outros seres humanos ou animais se põem em contato com você nesse momento, tornam-se receptáculo desse amor sem exceções, pois então nenhum inimigo é reconhecido, não há desafetos e é impossível considerar quem quer que seja repulsivo".
PB.

Pois bem, eis uma descrição do vislumbre. Só quem sentiu saberá identificar esta  magnifica sensação.
Todos tem acesso ao vislumbre mas a maioria está tão ocupada com suas preocupações que não percebe quando este ocorre.
Não há preparo para um vislumbre, mas simples disciplina com relação às nossas preocupações.
Pior é que pensamos nelas como se pudéssemos modifica-las. Tudo que fazemos e demandamos no intuito de corrigir algo errado, provem do nosso Ser Interno e não das ações recheadas de raciocínio e intelecto.
No entanto, todas as mazelas e confusões provem da personalidade e do ego que busca em primeiro lugar, julgar e agir no julgamento, portanto, errar.
Quando começarmos a disciplinar nossas emoções, nossas preocupações e nossas ações, começaremos a conquistar um equilíbrio mínimo necessário para o vislumbre.
Um vislumbre não ocorre em alguém tenso, preocupado, com medo, aflito, desalinhado ou expressando sentimentos que não condizem com a neutralidade.
O indivíduo neutro, equilibrado e distante das situações ao seu redor começa a ficar apto a ter vislumbres, portanto é uma mera questão de disciplina.

A vida promove situações que precisam de alinhamentos. Nada ocorre por acaso, por azar, por desleixo, mas simplesmente porque forças cármicas estão envolvidas e precisam ser equilibradas ou anuladas.
Tudo que julgamos estar errado, está absolutamente certo porque provem da Inteligência Divina.
Simplesmente não compreendemos ou não temos ainda a inteligência necessária para compreender.
Quando não compreendemos como e porque algo ocorre é porque estamos defasados do mínimo necessário no campo da abertura espiritual. Quando compreendemos e temos de resolver, permitir que o Ser Interno se manifeste é essencial para que novos erros não aconteçam.
Portanto, dada a situação atual da humanidade dá para compreender porque erramos tanto.
Realinhe-se.

(4) A experiência lhe diz vívida, luminosa e memoravelmente que há uma existência além da existência física e uma consciência além da consciência pessoal.

Pois bem, eis uma verdade que não se vê, mas se sente. Digamos que esta verdade é um impulso permanente da alma para todos os indivíduos.
Poucos dão vazão para que este impulso se desdobre, a maioria nãos se atenta e se desvia facilmente em troca de   barganhas externas, sejam estas para corpo físico ou para o mundo material. Outros não ligam e procuram desconhecer, apesar de que durante a vida são ”cutucados” para atentar sobre este impulso.
A minoria que deu vazão, alimenta e vê surgir em si o vislumbre da alma.
A consciência pessoal é racional, intelectualizada, do passado e geralmente adota ideias preconcebidas.
A consciência espiritual não se apoia em parâmetros, em ideais preconcebidas, pois surge do amago do Eu Superior. Vem como um fato e não necessita de provas, contraprovas e demais “documentos” que possibilitem uma “analise” do impulso. Simplesmente vem.
Vem na hora certa, no momento adequado e pode nos remeter a um tempo passado ou futuro, fazendo com que o presente seja redirecionado para o caminho certo, evolutivo, definido no destino de cada um.
A 6ª Raça viverá por impulsos e não por analises, deduções, comparações e raciocínios, pois terá acesso à Sabedoria Universal, na medida da sua evolução. Obvio que terá a responsabilidade e o devido equilíbrio para este acesso, coisa que atualmente nem perto podemos passar.
Digamos que abriremos mão da consciência pessoal e externa, para uma consciência coletiva e interna. Assim todos se beneficiarão da atitude de um.
Hoje, no geral, tem acontecido o inverso, a atitude de um prejudica a maioria.
Se limitarmos este conceito para uma familia, podemos dizer que se um mantem certo equilíbrio físico-espiritual, as chances dos demais melhoram, mas se todos voltam-se para, somente, os benefícios da matéria todos podem se perder neste mundo hostil.
Se aumentarmos este conceito para a “familia humana” (toda a raça), percebe-se que esta se sustenta porque alguns voltaram-se para a manutenção do equilíbrio físico-espiritual.
O tempo urge, o espaço aperta e a necessidade atual é de realinhar-se, portanto faça.

(5) Com um vislumbre vem a revelação. Ele sente que pertence a uma raça imortal, que há uma Realidade interna por trás de todas as coisas, e que a causa fundamental é benévola.
PB.

Pois bem, com um vislumbre vem a revelação, volta a integrar-nos para a Realidade cósmica. Iremos sentir que tudo tem sinergia, está próximo, faz sentido. Entraremos na singularidade do Cosmos.

Singularidade: Qualidade do que é único, distinto, singular: a singularidade do amor; ou; espaço-tempo na qual as conhecidas leis da física cessam de viger e a curvatura do espaço se torna infinita.

Vivemos no mundo da separatividade, onde o que importa são as pequenas e simples diferenças. Popularmente, podemos dizer que “selecionamos as formiguinhas e deixamos passar os elefantes".
Obviamente estas pequenas diferenças são cármicas e vem para nos ajustar e preparar para a Realidade cósmica, portanto tem sua razão de ser, mas internamente somos todos iguais
O mundo ainda não se convenceu do conceito da irmandade, onde todos são iguais perante o Criador, pois vive separando as pessoas por raça, credo, cor, linguagem escrita, falada, etc..
O mundo antigo viveu e se comunicou por símbolos e assim será no futuro, pois as palavras escrita e falada são pobres e mal conseguem expressar nossos sentimentos, ao passo que os símbolos, muito usados na antiguidade, expressam tons, padrões, sons, vibrações, sensações voltados para as características da comunicação universal.

Ao contrário do que muitos pensam, a comunicação escrita e falada foi um retrocesso devido a decadência da raça humana em compreender e aplicar o que simbolicamente era expresso pelos Seres do Cosmos. Além do que os símbolos usados sem o devido equilíbrio, produziria efeitos altamente nocivos à vida humana, aos demais reinos e a todo o sistema solar.
Vencida esta etapa atual e na abstenção do livre arbítrio, retornaremos para um determinado status, voltado para a simbologia, que nos enquadrará nesta forma de comunicação universal.
Com isto a realidade será outra, pois será interna, infinita, não perecível extremamente ampla.
Isto é um vislumbre e nos tocará de uma forma permanente, onde o que sentimos hoje irá parecer que nunca existiu.
Realinhe-se, prepare-se, oferte-se para este milagre.
   
(6) A experiência explica a pessoa para si mesma pela primeira vez, clareia o fato de que ela vive em dois planos ao mesmo tempo. Revela seu ego como a ilusão que encobre sua consciência e revela seu Eu Superior como a realidade por trás de sua consciência.

Pois bem, temos de encarar a grande barreira, a incompreensão de viver em dois planos ao mesmo tempo: o plano da matéria e o plano do espirito.
Mesmo morrendo sempre que encarnamos, ainda se mantem incompreensível que estes dois planos fazem parte da nossa integralidade.
A dificuldade de compreender estes dois aspectos vem sendo muito bem administrada por certas religiões, certas filosofias, certas formas de governo, enfim tem feito parte do nosso dia a dia desconhecer este assunto. Por isso tememos tanto a morte.
Com um vislumbre vem a revelação, como diz PB, mas para isto devemos tomar a inciativa e admitir viver em dois planos, aceitar esta condição no exercício da fé.
A busca pelo Eu Superior precisa ter o mesmo empenho que damos para as conquistas materiais, posições e vaidades.

Portanto, realinhe-se, empenhe-se para compreender e vivenciar o que já faz parte do seu todo.
Hilton

segunda-feira, 31 de julho de 2017

Um vislumbre ! (5)

Continuação ( 5)

Pensamento do dia 27 de julho de 2...

Como o tempo está acelerado e vem se encurtando, passo o novo tema dos próximos pensamentos.

(1) O que é um vislumbre?
Muitas pessoas se lembram de experiências incomuns quando de repente e sem advertência foram elevadas afora a existência comum de seus egos para dentro de uma consciência nova e elevada, plena de terno amor e harmonia. 
A experiência de um vislumbre é inesquecível. Numa descrição pode dar-lhe justiça plena. Mas o vislumbre confirma a existência de uma consciência mais elevada, que está em nós – e que somos essa consciência! 
PB.

(2) Podemos convencer o intelecto de que a alma existe – mas a única prova realmente adequada é uma experiência pessoal intuitiva dela.
PB.

Pois bem, na fé acreditamos que a alma existe, mas no plano material ela não se manifesta porque não é palpável, visível e não expressa forma, cor, som, etc., ou seja para os 5 sentidos a alma não existe.
Portanto, sendo algo imaginário temos de crer na sua existência pela fé.
Esta sensação de inexistência acontece por não estarmos preparados, ou à altura de senti-la como ela realmente é, ou seja, estamos num estágio aquém da alma.

Sendo assim alma, espirito, Deus, impulsos, insight, fé, entre tantas outras manifestações, de fato no mundo material não existe.
Pois bem, até apouco tempo atrás voar de avião, dirigir a 100km/h, mergulhar a 20 mts de profundidade, usar um celular, jogar videogames, construir pontes, viadutos, pisar na Lua era simplesmente inimaginável, mas na medida que fomos progredindo cientificamente, intelectualmente e utilizando um potencial maior de inteligência, estas possibilidades tornaram-se reais e as usufruímos.
Da mesma forma é com a alma, com o espirito, com Deus, impulsos, insights, etc., na medida que nos aprofundamos nos planos imateriais ou sutis da vida, tais possibilidades tornam-se reais e factíveis de as usarmos.

Vejam que o primeiro passo é a fé, ou seja, acreditar sem provas. A partir deste estagio, aceitamos uma ideia e nos passos seguintes, realiza-la.
Necessitamos de uma experiencia intuitiva proveniente da alma, pois nas esferas superiores e ela que nos coliga com consciências maiores.
Passamos a vida inteira, ou vidas inteiras na busca e no aperfeiçoamento do intelecto, da inteligência, do conforto mas com foco exclusivo nas ambições da matéria, deixando de lado a única coisa essencial que podemos levar ao concluirmos uma vida. Todo o resto fica, apodrece, se perda, desgasta, fica ultrapassado. Mesmo assim tem sido somente a isto que temos nos dedicado. É muita incoerência.
A intuição é um vislumbre através da alma. Não se refere ao que estamos pensando, raciocinando, intelectualizando, não provem de ideias compradas, pois é um insight fragmentado de algo maior e caberá a cada um desenvolver e desfragmentar este insight.
Pode ter até uma certa associação de algo relacionado com a experiencia da vida material em questão, desde que a alma tenha definido que naquele momento é o que precisamos.
Ora, precisamos tirar o foco exclusivo das ambições materiais, pois o que vem da alma se relaciona com aspectos da eternidade, portanto não são consideradas coisas efêmeras, perecíveis, gananciosas, etc..

Com foco exclusivo nos aspectos materiais da vida, como temos feito, a alma analisa que insights intuitivos não teriam reflexos na nossa vida e portanto, usando da Lei da Economia, energias desta natureza não são desperdiçadas.
Estamos na fase de muitas e grande mudanças.
Não basta termos vontade de aderir, temos de ter fé nesta adesão, pois o que está mudando, nosso ego e nosso intelecto nunca tiveram acesso e não sabem identificar o que é.
Não basta uma mudança de postura, pois exige-se mudanças internas profundas, superação de preconceitos, de ideias preconcebidas, exige-se extrema ousadia, coragem e muita abnegação, recheada de fé.

O tempo voa, se acelera, se encurta e a humanidade ainda se preocupa com questões das quais não tem nenhuma chance em resolve-las. As questões mundiais, no plano que nos encontramos, são insolúveis, portanto serão das “esferas superiores” que as soluções virão.
A introspeção, ou voltar-se para dentro, para o Eu Interno, poderá fazer com que administremos melhor o pouco tempo que nos resta e possamos ter os insights necessários para nos alinharmos com o que é necessário.
Realinhe-se.

(3) Vislumbre: "É um estado de refinada ternura, de um amor que jorra de um centro interno e se irradia para todas as direções. Se outros seres humanos ou animais se põem em contato com você nesse momento, tornam-se receptáculo desse amor sem exceções, pois então nenhum inimigo é reconhecido, não há desafetos e é impossível considerar quem quer que seja repulsivo".
PB.

Pois bem, eis uma descrição do vislumbre. Só quem sentiu saberá identificar esta  magnifica sensação.
Todos tem acesso ao vislumbre mas a maioria está tão ocupada com suas preocupações que não percebe quando este ocorre.
Não há preparo para um vislumbre, mas simples disciplina com relação às nossas preocupações.
Pior é que pensamos nelas como se pudéssemos modifica-las. Tudo que fazemos e demandamos no intuito de corrigir algo errado, provem do nosso Ser Interno e não das ações recheadas de raciocínio e intelecto.
No entanto, todas as mazelas e confusões provem da personalidade e do ego que busca em primeiro lugar, julgar e agir no julgamento, portanto, errar.
Quando começarmos a disciplinar nossas emoções, nossas preocupações e nossas ações, começaremos a conquistar um equilíbrio mínimo necessário para o vislumbre.
Um vislumbre não ocorre em alguém tenso, preocupado, com medo, aflito, desalinhado ou expressando sentimentos que não condizem com a neutralidade.
O indivíduo neutro, equilibrado e distante das situações ao seu redor começa a ficar apto a ter vislumbres, portanto é uma mera questão de disciplina.

A vida promove situações que precisam de alinhamentos. Nada ocorre por acaso, por azar, por desleixo, mas simplesmente porque forças cármicas estão envolvidas e precisam ser equilibradas ou anuladas.
Tudo que julgamos estar errado, está absolutamente certo porque provem da Inteligência Divina.
Simplesmente não compreendemos ou não temos ainda a inteligência necessária para compreender.
Quando não compreendemos como e porque algo ocorre é porque estamos defasados do mínimo necessário no campo da abertura espiritual. Quando compreendemos e temos de resolver, permitir que o Ser Interno se manifeste é essencial para que novos erros não aconteçam.
Portanto, dada a situação atual da humanidade dá para compreender porque erramos tanto.
Realinhe-se.

(4) A experiência lhe diz vívida, luminosa e memoravelmente que há uma existência além da existência física e uma consciência além da consciência pessoal.

Pois bem, eis uma verdade que não se vê, mas se sente. Digamos que esta verdade é um impulso permanente da alma para todos os indivíduos.
Poucos dão vazão para que este impulso se desdobre, a maioria nãos se atenta e se desvia facilmente em troca de   barganhas externas, sejam estas para corpo físico ou para o mundo material. Outros não ligam e procuram desconhecer, apesar de que durante a vida são ”cutucados” para atentar sobre este impulso.
A minoria que deu vazão, alimenta e vê surgir em si o vislumbre da alma.
A consciência pessoal é racional, intelectualizada, do passado e geralmente adota ideias preconcebidas.
A consciência espiritual não se apoia em parâmetros, em ideais preconcebidas, pois surge do amago do Eu Superior. Vem como um fato e não necessita de provas, contraprovas e demais “documentos” que possibilitem uma “analise” do impulso. Simplesmente vem.
Vem na hora certa, no momento adequado e pode nos remeter a um tempo passado ou futuro, fazendo com que o presente seja redirecionado para o caminho certo, evolutivo, definido no destino de cada um.
A 6ª Raça viverá por impulsos e não por analises, deduções, comparações e raciocínios, pois terá acesso à Sabedoria Universal, na medida da sua evolução. Obvio que terá a responsabilidade e o devido equilíbrio para este acesso, coisa que atualmente nem perto podemos passar.
Digamos que abriremos mão da consciência pessoal e externa, para uma consciência coletiva e interna. Assim todos se beneficiarão da atitude de um.
Hoje, no geral, tem acontecido o inverso, a atitude de um prejudica a maioria.
Se limitarmos este conceito para uma familia, podemos dizer que se um mantem certo equilíbrio físico-espiritual, as chances dos demais melhoram, mas se todos voltam-se para, somente, os benefícios da matéria todos podem se perder neste mundo hostil.
Se aumentarmos este conceito para a “familia humana” (toda a raça), percebe-se que esta se sustenta porque alguns voltaram-se para a manutenção do equilíbrio físico-espiritual.
O tempo urge, o espaço aperta e a necessidade atual é de realinhar-se, portanto faça.

(5) Com um vislumbre vem a revelação. Ele sente que pertence a uma raça imortal, que há uma Realidade interna por trás de todas as coisas, e que a causa fundamental é benévola.
PB.

Pois bem, com um vislumbre vem a revelação, volta a integrar-nos para a Realidade cósmica. Iremos sentir que tudo tem sinergia, está próximo, faz sentido. Entraremos na singularidade do Cosmos.

Singularidade: Qualidade do que é único, distinto, singular: a singularidade do amor; ou; espaço-tempo na qual as conhecidas leis da física cessam de viger e a curvatura do espaço se torna infinita.

Vivemos no mundo da separatividade, onde o que importa são as pequenas e simples diferenças. Popularmente, podemos dizer que “selecionamos as formiguinhas e deixamos passar os elefantes".
Obviamente estas pequenas diferenças são cármicas e vem para nos ajustar e preparar para a Realidade cósmica, portanto tem sua razão de ser, mas internamente somos todos iguais
O mundo ainda não se convenceu do conceito da irmandade, onde todos são iguais perante o Criador, pois vive separando as pessoas por raça, credo, cor, linguagem escrita, falada, etc..
O mundo antigo viveu e se comunicou por símbolos e assim será no futuro, pois as palavras escrita e falada são pobres e mal conseguem expressar nossos sentimentos, ao passo que os símbolos, muito usados na antiguidade, expressam tons, padrões, sons, vibrações, sensações voltados para as características da comunicação universal.

Ao contrário do que muitos pensam, a comunicação escrita e falada foi um retrocesso devido a decadência da raça humana em compreender e aplicar o que simbolicamente era expresso pelos Seres do Cosmos. Além do que os símbolos usados sem o devido equilíbrio, produziria efeitos altamente nocivos à vida humana, aos demais reinos e a todo o sistema solar.
Vencida esta etapa atual e na abstenção do livre arbítrio, retornaremos para um determinado status, voltado para a simbologia, que nos enquadrará nesta forma de comunicação universal.
Com isto a realidade será outra, pois será interna, infinita, não perecível extremamente ampla.
Isto é um vislumbre e nos tocará de uma forma permanente, onde o que sentimos hoje irá parecer que nunca existiu.

Realinhe-se, prepare-se, oferte-se para este milagre.
Hilton

domingo, 30 de julho de 2017

Um vislumbre ! (4)

Continuação (4)

Pensamento do dia 27 de julho de 2...

Como o tempo está acelerado e vem se encurtando, passo o novo tema dos próximos pensamentos.

(1) O que é um vislumbre?
Muitas pessoas se lembram de experiências incomuns quando de repente e sem advertência foram elevadas afora a existência comum de seus egos para dentro de uma consciência nova e elevada, plena de terno amor e harmonia. 
A experiência de um vislumbre é inesquecível. Numa descrição pode dar-lhe justiça plena. Mas o vislumbre confirma a existência de uma consciência mais elevada, que está em nós – e que somos essa consciência! 
PB.

(2) Podemos convencer o intelecto de que a alma existe – mas a única prova realmente adequada é uma experiência pessoal intuitiva dela.
PB.

Pois bem, na fé acreditamos que a alma existe, mas no plano material ela não se manifesta porque não é palpável, visível e não expressa forma, cor, som, etc., ou seja para os 5 sentidos a alma não existe.
Portanto, sendo algo imaginário temos de crer na sua existência pela fé.
Esta sensação de inexistência acontece por não estarmos preparados, ou à altura de senti-la como ela realmente é, ou seja, estamos num estágio aquém da alma.

Sendo assim alma, espirito, Deus, impulsos, insight, fé, entre tantas outras manifestações, de fato no mundo material não existe.
Pois bem, até apouco tempo atrás voar de avião, dirigir a 100km/h, mergulhar a 20 mts de profundidade, usar um celular, jogar videogames, construir pontes, viadutos, pisar na Lua era simplesmente inimaginável, mas na medida que fomos progredindo cientificamente, intelectualmente e utilizando um potencial maior de inteligência, estas possibilidades tornaram-se reais e as usufruímos.
Da mesma forma é com a alma, com o espirito, com Deus, impulsos, insights, etc., na medida que nos aprofundamos nos planos imateriais ou sutis da vida, tais possibilidades tornam-se reais e factíveis de as usarmos.

Vejam que o primeiro passo é a fé, ou seja, acreditar sem provas. A partir deste estagio, aceitamos uma ideia e nos passos seguintes, realiza-la.
Necessitamos de uma experiencia intuitiva proveniente da alma, pois nas esferas superiores e ela que nos coliga com consciências maiores.
Passamos a vida inteira, ou vidas inteiras na busca e no aperfeiçoamento do intelecto, da inteligência, do conforto mas com foco exclusivo nas ambições da matéria, deixando de lado a única coisa essencial que podemos levar ao concluirmos uma vida. Todo o resto fica, apodrece, se perda, desgasta, fica ultrapassado. Mesmo assim tem sido somente a isto que temos nos dedicado. É muita incoerência.
A intuição é um vislumbre através da alma. Não se refere ao que estamos pensando, raciocinando, intelectualizando, não provem de ideias compradas, pois é um insight fragmentado de algo maior e caberá a cada um desenvolver e desfragmentar este insight.
Pode ter até uma certa associação de algo relacionado com a experiencia da vida material em questão, desde que a alma tenha definido que naquele momento é o que precisamos.
Ora, precisamos tirar o foco exclusivo das ambições materiais, pois o que vem da alma se relaciona com aspectos da eternidade, portanto não são consideradas coisas efêmeras, perecíveis, gananciosas, etc..

Com foco exclusivo nos aspectos materiais da vida, como temos feito, a alma analisa que insights intuitivos não teriam reflexos na nossa vida e portanto, usando da Lei da Economia, energias desta natureza não são desperdiçadas.
Estamos na fase de muitas e grande mudanças.
Não basta termos vontade de aderir, temos de ter fé nesta adesão, pois o que está mudando, nosso ego e nosso intelecto nunca tiveram acesso e não sabem identificar o que é.
Não basta uma mudança de postura, pois exige-se mudanças internas profundas, superação de preconceitos, de ideias preconcebidas, exige-se extrema ousadia, coragem e muita abnegação, recheada de fé.

O tempo voa, se acelera, se encurta e a humanidade ainda se preocupa com questões das quais não tem nenhuma chance em resolve-las. As questões mundiais, no plano que nos encontramos, são insolúveis, portanto serão das “esferas superiores” que as soluções virão.
A introspeção, ou voltar-se para dentro, para o Eu Interno, poderá fazer com que administremos melhor o pouco tempo que nos resta e possamos ter os insights necessários para nos alinharmos com o que é necessário.
Realinhe-se.

(3) Vislumbre: "É um estado de refinada ternura, de um amor que jorra de um centro interno e se irradia para todas as direções. Se outros seres humanos ou animais se põem em contato com você nesse momento, tornam-se receptáculo desse amor sem exceções, pois então nenhum inimigo é reconhecido, não há desafetos e é impossível considerar quem quer que seja repulsivo".
PB.

Pois bem, eis uma descrição do vislumbre. Só quem sentiu saberá identificar esta  magnifica sensação.
Todos tem acesso ao vislumbre mas a maioria está tão ocupada com suas preocupações que não percebe quando este ocorre.
Não há preparo para um vislumbre, mas simples disciplina com relação às nossas preocupações.
Pior é que pensamos nelas como se pudéssemos modifica-las. Tudo que fazemos e demandamos no intuito de corrigir algo errado, provem do nosso Ser Interno e não das ações recheadas de raciocínio e intelecto.
No entanto, todas as mazelas e confusões provem da personalidade e do ego que busca em primeiro lugar, julgar e agir no julgamento, portanto, errar.
Quando começarmos a disciplinar nossas emoções, nossas preocupações e nossas ações, começaremos a conquistar um equilíbrio mínimo necessário para o vislumbre.
Um vislumbre não ocorre em alguém tenso, preocupado, com medo, aflito, desalinhado ou expressando sentimentos que não condizem com a neutralidade.
O indivíduo neutro, equilibrado e distante das situações ao seu redor começa a ficar apto a ter vislumbres, portanto é uma mera questão de disciplina.

A vida promove situações que precisam de alinhamentos. Nada ocorre por acaso, por azar, por desleixo, mas simplesmente porque forças cármicas estão envolvidas e precisam ser equilibradas ou anuladas.
Tudo que julgamos estar errado, está absolutamente certo porque provem da Inteligência Divina.
Simplesmente não compreendemos ou não temos ainda a inteligência necessária para compreender.
Quando não compreendemos como e porque algo ocorre é porque estamos defasados do mínimo necessário no campo da abertura espiritual. Quando compreendemos e temos de resolver, permitir que o Ser Interno se manifeste é essencial para que novos erros não aconteçam.
Portanto, dada a situação atual da humanidade dá para compreender porque erramos tanto.
Realinhe-se.

(4) A experiência lhe diz vívida, luminosa e memoravelmente que há uma existência além da existência física e uma consciência além da consciência pessoal.

Pois bem, eis uma verdade que não se vê, mas se sente. Digamos que esta verdade é um impulso permanente da alma para todos os indivíduos.
Poucos dão vazão para           que este impulso se desdobre, a maioria nãos se atenta e se desvia facilmente em troca de   barganhas externas, sejam estas para corpo físico ou para o mundo material. Outros não ligam e procuram desconhecer, apesar de que durante a vida são ”cutucados” para atentar sobre este impulso.
A minoria que deu vazão, alimenta e vê surgir em si o vislumbre da alma.
A consciência pessoal é racional, intelectualizada, do passado e geralmente adota ideias preconcebidas.
A consciência espiritual não se apoia em parâmetros, em ideais pre concebidas, pois surge do amago do Eu Superior. Vem como um fato e não necessita de provas, contraprovas e demais “documentos” que possibilitem uma “analise” do impulso. Simplesmente vem.
Vem na hora certa, no momento adequado e pode nos remeter a um tempo passado ou futuro, fazendo com que o presente seja redirecionado para o caminho certo, evolutivo, definido no destino de cada um.
A 6ª Raça viverá por impulsos e não por analises, deduções, comparações e raciocínios, pois terá acesso à Sabedoria Universal, na medida da sua evolução. Obvio que terá a responsabilidade e o devido equilíbrio para este acesso, coisa que atualmente nem perto podemos passar.
Digamos que abriremos mão da consciência pessoal e externa, para uma consciência coletiva e interna. Assim todos se beneficiarão da atitude de um.
Hoje, no geral, tem acontecido o inverso, a atitude de um prejudica a maioria.
Se limitarmos este conceito para uma familia, podemos dizer que se um mantem certo equilíbrio físico-espiritual, as chances dos demais melhoram, mas se todos voltam-se para, somente, os benefícios da matéria todos podem se perder neste mundo hostil.
Se aumentarmos este conceito para a “familia humana” (toda a raça), percebe-se que esta se sustenta porque alguns voltaram-se para a manutenção do equilíbrio físico-espiritual.

O tempo urge, o espaço aperta e a necessidade atual é de realinhar-se, portanto faça.
Hilton

sábado, 29 de julho de 2017

Um vislumbre ! (3)

Continuação (3)

Pensamento do dia 27 de julho de 2...

Como o tempo está acelerado e vem se encurtando, passo o novo tema dos próximos pensamentos.

(1) O que é um vislumbre?
Muitas pessoas se lembram de experiências incomuns quando de repente e sem advertência foram elevadas afora a existência comum de seus egos para dentro de uma consciência nova e elevada, plena de terno amor e harmonia. 
A experiência de um vislumbre é inesquecível. Numa descrição pode dar-lhe justiça plena. Mas o vislumbre confirma a existência de uma consciência mais elevada, que está em nós – e que somos essa consciência! 
PB.

(2) Podemos convencer o intelecto de que a alma existe – mas a única prova realmente adequada é uma experiência pessoal intuitiva dela.
PB.

Pois bem, na fé acreditamos que a alma existe, mas no plano material ela não se manifesta porque não é palpável, visível e não expressa forma, cor, som, etc., ou seja para os 5 sentidos a alma não existe.
Portanto, sendo algo imaginário temos de crer na sua existência pela fé.
Esta sensação de inexistência acontece por não estarmos preparados, ou à altura de senti-la como ela realmente é, ou seja, estamos num estágio aquém da alma.

Sendo assim alma, espirito, Deus, impulsos, insight, fé, entre tantas outras manifestações, de fato no mundo material não existe.
Pois bem, até apouco tempo atrás voar de avião, dirigir a 100km/h, mergulhar a 20 mts de profundidade, usar um celular, jogar videogames, construir pontes, viadutos, pisar na Lua era simplesmente inimaginável, mas na medida que fomos progredindo cientificamente, intelectualmente e utilizando um potencial maior de inteligência, estas possibilidades tornaram-se reais e as usufruímos.
Da mesma forma é com a alma, com o espirito, com Deus, impulsos, insights, etc., na medida que nos aprofundamos nos planos imateriais ou sutis da vida, tais possibilidades tornam-se reais e factíveis de as usarmos.

Vejam que o primeiro passo é a fé, ou seja, acreditar sem provas. A partir deste estagio, aceitamos uma ideia e nos passos seguintes, realiza-la.
Necessitamos de uma experiencia intuitiva proveniente da alma, pois nas esferas superiores e ela que nos coliga com consciências maiores.
Passamos a vida inteira, ou vidas inteiras na busca e no aperfeiçoamento do intelecto, da inteligência, do conforto mas com foco exclusivo nas ambições da matéria, deixando de lado a única coisa essencial que podemos levar ao concluirmos uma vida. Todo o resto fica, apodrece, se perda, desgasta, fica ultrapassado. Mesmo assim tem sido somente a isto que temos nos dedicado. É muita incoerência.
A intuição é um vislumbre através da alma. Não se refere ao que estamos pensando, raciocinando, intelectualizando, não provem de ideias compradas, pois é um insight fragmentado de algo maior e caberá a cada um desenvolver e desfragmentar este insight.
Pode ter até uma certa associação de algo relacionado com a experiencia da vida material em questão, desde que a alma tenha definido que naquele momento é o que precisamos.
Ora, precisamos tirar o foco exclusivo das ambições materiais, pois o que vem da alma se relaciona com aspectos da eternidade, portanto não são consideradas coisas efêmeras, perecíveis, gananciosas, etc..

Com foco exclusivo nos aspectos materiais da vida, como temos feito, a alma analisa que insights intuitivos não teriam reflexos na nossa vida e portanto, usando da Lei da Economia, energias desta natureza não são desperdiçadas.
Estamos na fase de muitas e grande mudanças.
Não basta termos vontade de aderir, temos de ter fé nesta adesão, pois o que está mudando, nosso ego e nosso intelecto nunca tiveram acesso e não sabem identificar o que é.
Não basta uma mudança de postura, pois exige-se mudanças internas profundas, superação de preconceitos, de ideias preconcebidas, exige-se extrema ousadia, coragem e muita abnegação, recheada de fé.

O tempo voa, se acelera, se encurta e a humanidade ainda se preocupa com questões das quais não tem nenhuma chance em resolve-las. As questões mundiais, no plano que nos encontramos, são insolúveis, portanto serão das “esferas superiores” que as soluções virão.
A introspeção, ou voltar-se para dentro, para o Eu Interno, poderá fazer com que administremos melhor o pouco tempo que nos resta e possamos ter os insights necessários para nos alinharmos com o que é necessário.
Realinhe-se.

(3) Vislumbre: "É um estado de refinada ternura, de um amor que jorra de um centro interno e se irradia para todas as direções. Se outros seres humanos ou animais se põem em contato com você nesse momento, tornam-se receptáculo desse amor sem exceções, pois então nenhum inimigo é reconhecido, não há desafetos e é impossível considerar quem quer que seja repulsivo".
PB.

Pois bem, eis uma descrição do vislumbre. Só quem sentiu saberá identificar esta  magnifica sensação.
Todos tem acesso ao vislumbre mas a maioria está tão ocupada com suas preocupações que não percebe quando este ocorre.
Não há preparo para um vislumbre, mas simples disciplina com relação às nossas preocupações.
Pior é que pensamos nelas como se pudéssemos modifica-las. Tudo que fazemos e demandamos no intuito de corrigir algo errado, provem do nosso Ser Interno e não das ações recheadas de raciocínio e intelecto.
No entanto, todas as mazelas e confusões provem da personalidade e do ego que busca em primeiro lugar, julgar e agir no julgamento, portanto, errar.
Quando começarmos a disciplinar nossas emoções, nossas preocupações e nossas ações, começaremos a conquistar um equilíbrio mínimo necessário para o vislumbre.
Um vislumbre não ocorre em alguém tenso, preocupado, com medo, aflito, desalinhado ou expressando sentimentos que não condizem com a neutralidade.
O indivíduo neutro, equilibrado e distante das situações ao seu redor começa a ficar apto a ter vislumbres, portanto é uma mera questão de disciplina.

A vida promove situações que precisam de alinhamentos. Nada ocorre por acaso, por azar, por desleixo, mas simplesmente porque forças cármicas estão envolvidas e precisam ser equilibradas ou anuladas.
Tudo que julgamos estar errado, está absolutamente certo porque provem da Inteligência Divina.
Simplesmente não compreendemos ou não temos ainda a inteligência necessária para compreender.
Quando não compreendemos como e porque algo ocorre é porque estamos defasados do mínimo necessário no campo da abertura espiritual. Quando compreendemos e temos de resolver, permitir que o Ser Interno se manifeste é essencial para que novos erros não aconteçam.
Portanto, dada a situação atual da humanidade dá para compreender porque erramos tanto.

Realinhe-se.
Hilton