segunda-feira, 18 de dezembro de 2017

Rede de Serviços - Parte 2

Os membros de uma rede de serviço são pessoas das mais diversas procedências, e não importa se têm limitações. A energia espiritual os chama para tarefas que os ajudarão a transcender o ego humano. Por isso, uma rede de serviço é uma força potente que dissolve resistências ao que é desconhecido e inesperado.

  Não servem ao Plano Evolutivo os que, embora virtuosos, mantêm suas qualidades ocultas; tampouco são de valia os que assumem tarefas externas sem cuidar da evolução interior.

A vida interna e a externa devem estar conjugadas, em perfeita harmonia. Assim, aos grupos de serviço são trazidos tanto estímulos à interiorização e ao estudo espiritual quanto situações que os levam a uma atuação prática de socorro.

Cada grupo de serviço tem tarefas específicas a cumprir, mas forma com os demais um todo harmonioso que auxilia a humanidade a chegar ao estado de consciência fraterno a ela predestinado. Esses grupos, mesmo com suas singularidades, devem ser compreendidos como pétalas de uma flor de rara beleza. Não são criados para entrar em disputas, discussões ou polêmicas, mas para dar vida a um grande e único propósito.

As redes de serviço proporcionam-te o clima espiritual propício para conheceres tua essência divina.  Servindo a Deus em teus semelhantes, gradualmente  perceberás a ti mesmo como parte do Infinito — assim te sentirás íntegro.
Figueira.


Pois bem, pertencer a uma Rede Serviços não é ser candidato, passar por provas, ser aprovado e ficar, é uma atualização continua e constante na escala espiritual, dos valores, da abnegação, da fé, da convicção.
É um esforço continuo, com extrema dinâmica e perpetuidade no eterno vir a ser.
É um aprimoramento constante, continuo, abandonando sempre o que conheceu, o que praticou, o que fez.
Daí a grande dificuldade das pessoas que tem a aspiração de pertencerem a uma Rede de Serviços, pois na conjuntura humana, assim que conquistamos algo, estacionamos, paralisamos e usufruímos.
Exercer esta dinâmica exige grandes esforços, estudos, aprofundamentos.
Nunca estaremos sozinhos, as “ajudas” sempre acontecem, mas no momento em que esmorecemos, diminuímos nossos esforços e interesses alguma prova virá para nos desequilibrar ou melhor aumentar nosso desequilíbrio face ao comodismo que entramos.
“Aos grupos de serviço são trazidos tanto estímulos à interiorização e ao estudo espiritual quanto situações que os levam a uma atuação prática de socorro”. Devemos perceber estes estímulos e se auto motivar, pois a vida cotidiana exercerá sempre uma força contraria e intensa que nos desestimula para esta interiorização. As forças involutivas não querem alguém que possa decidir, mas decidir por nós.

Uma Rede de Serviços é altamente evolutiva, pois por si só, alinha-se com as Leis, com os desígnios mais elevados que convergem para este Planeta, para esta humanidade.

Uma Rede de Serviços nos contata o tempo todo alinhando os impulsos com as necessidades do momento. As manifestações internas sempre serão mais intensas do que as manifestações externas, por isso que uma Rede pouco aparece aos olhos humanos, pois suas atividades provem de impulsos internos e não limita-se a ações externas.
Hilton

quinta-feira, 14 de dezembro de 2017

Rede de Serviço - Parte 1

Comentários:
Iniciaremos nesta nova série, algumas explicações sobre “Rede de Serviço”.
O opúsculo chama-se Rede de Serviços, selecionados em Figueira através dos livros Niskalkat e O Visitante, de Trigueirinho.
Esta leitura é indicado parta aqueles que já mantem sem seu coração, a determinação ao Serviço,  à Entrega e ao Caminho. Para os demais, será pura perda de tempo.
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A evolução da humanidade e a formação de grupos dedicados ao serviço altruísta estão sendo especialmente estimuladas.
Esses grupos compõem redes de serviço e são lampejos de almas cujo fogo interior alenta o mundo e ilumina o caminho espiritual.
O caos difunde-se progressivamente na face externa do mundo, mas os seres humanos têm dado passos evolutivos nos níveis profundos da consciência — níveis incólumes às forças da destruição e onde a unidade é conseguida. Para avançar nessa senda, é necessário gratidão pelos impulsos e pela luz que vêm desses níveis profundos.

Para participares de um grupo de serviço voluntário e chegares à ampliação de consciência que ele estimula, tens de amorosamente dedicar-te aos assuntos práticos, mas compreendendo que o grupo transcende sua expressão humana e formal e que se baseia na reunião de almas.
Um grupo de serviço é pioneiro dos tempos futuros, em que haverá mais colaboração entre os homens. Sua ação é nutrida não só pela boa vontade de seus membros, mas principalmente pelas suas raízes espirituais. E a essência espiritual que dá ao grupo a força de suprir as necessidades do mundo e as da vida interior e imaterial. Pelo vínculo com o espírito, o grupo desenvolve seu trabalho em vários níveis e forma com os grupos semelhantes uma rede luminosa.
Um grupo de serviço estimula seus membros a expressar qualidades que um dia serão normais em toda a humanidade, e mantem-se em sintonia que o fará agir em coesão com os demais, porque a necessidade de cooperação aumentará progressivamente.
Sempre foi pedido aos que ingressam na senda do serviço permanecer firmes na própria Luz interna. A plena adesão a essa forma básica é essencial para o trabalho harmonioso em um grupo espiritualizado. A atenção aos níveis superiores de consciência integra o próprio ser e, consequentemente, o grupo.

Ao seguirem esta indicação, seus membros tornam-se sementes dos tempos vindouros.
São, nas palavras de Cristo, “ o sal na Terra”.
Figueira.
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Pois bem, 2018 será um ano intenso para todos, em especial para a Rede de Serviços, sendo assim é imperioso que aqueles que se ofertam para esta Rede, o façam com ampla boa vontade,  grande discernimento e disponibilizem o tempo que for necessário.

domingo, 10 de dezembro de 2017

São tempos de decisão.

A era da Mãe do Mundo uma época verdadeiramente mais luminosa.

Como sabemos, quando o mundo atinge um grau de obscuridade muito grande, o Universo Divino envia um Seu representante para conduzir a humanidade de volta à luz.
Nos últimos dois milênios, temos sido preparados para o contato com a vida divina por meio das Aparições de Maria, a mãe de Jesus, elevada consciência que exprime o aspecto feminino da Criação. Para citar algumas, mais conhecidas: Guadalupe (México), 1531; Lourdes (França), 1858; Fátima (Portugal), 1917. Nos últimos 32 anos, Maria tem aparecido para seis videntes em Medjugorje (ex-lugoslávia). Todas essas Aparições foram, e ainda são, de repercussão mundial.
O chamado da vida divina transcende fronteiras culturais e religiosas. Na série de livros Agni Yoga (Fundação Cultural Avatar), por exemplo, Mestre
Morya anunciou que estaríamos agora ingressando na Era da Mãe do Mundo, uma época mais luminosa. O capítulo 12 do Apocalipse nos traz a imagem da Senhora vestida de Sol e coroada de estrelas.
Como grupo de serviço e oração, coube-nos participar diretamente desse processo desde 2007. Conforme descrito no site www.divinamadre.org, essa grande Consciência conhecida como Maria tem-nos contatado por intermédio de três videntes. Em 2011, teve início uma série de Aparições públicas que ainda agora prosseguem ocorrendo. Em maio de 2013, na Sua primeira Aparição pública, Ela disse, por intermédio dos videntes: "Reconheçam que a Virgem Maria, a Mãe de todos os povos, é quem em Amor e Obediência está vindo ao seu encontro".
Essas instruções atuais de Maria são universais e dirigem-se a todos nós, independentemente de convicções ou crenças. Convocam nossa consciência a posicionar-se positivamente no presente momento planetário. Chamam-nos a nos doar em oração e ajuda à humanidade:
"O mundo vive sem paz e será apenas com a força imperiosa de suas orações que vocês mudarão o curso dos acontecimentos. Se vocês, no amor e na devoção, unem-se a Meu Imaculado Coração, a Paz poderá se estabelecer, por mais uma vez, no coração de todos os seres." (Mensagem de 12.6.13)
Meu Coração chega à Terra, Meus amados, para recordar-lhes os Planos de Deus; para retirar seus corações da ilusão, do conflito, da competição e da falta de amor, e para dizer-lhes que o único caminho para Deus é o caminho do perdão, da unidade e do amor fraterno, capaz de superar qualquer diferença entre os seres". (Mensagem de 26.5.13)
Sobre Suas várias manifestações, Ela esclareceu: "As diferentes faces, por meio das quais Minha Consciência tem guiado este mundo, ao longo da história, são diferentes manifestações para as diferentes necessidades da humanidade nos diferentes tempos. Essas faces guardavam, cada uma delas, uma série de símbolos e mensagens para que cada um de Meus filhos encontrasse neles próprios o que necessitavam". "(...) Devem compreender, amados filhos, que sou a mesma de Nazaré e a mesma de cada uma das manifestações; a que chega para acompanhá-los nessa síntese como a Mulher vestida de Sol; a que unirá, por meio de Seu Amor, todos os povos, todas as raças e todas as religiões", (Mensagem de 12.4.13).
Trigueirinho.

Pois bem, estamos na era da Mãe do Mundo.
Supreendentemente poucos acreditam nesta possibilidade porque não conseguem se focar no aspecto único, o da eterna sobrevivência da alma.
De forma geral o ser humano ainda não entendeu o que veio fazer aqui. Está confuso, assustado, carente, acuado sem definição do rumo e da direção a seguir.
Espera o tempo todo que algo ou alguém, indique o que fazer, como fazer e quando fazer.
Apoia-se em conselhos falsos, obscuros, tendenciosos porque perdeu o discernimento de decidir-se sobre si mesmo.
Digamos que perdeu completamente o domínio de si próprio e da sua origem.
Está tomado por impulsos emocionais e necessidades ilusórias que chegam às raias da loucura.
O ser humano não percebeu que é dono da sua própria vida, pois não sabe o que está fazendo ou o que veio fazer aqui.
Esta loucura provem das imensas ilusões que vive, onde o irreal e ilusório passou a assumir a “realidade”. Nem mesmo convencido de que não levará nada deste mundo, ainda assim luta desesperadamente como se assim fosse.
Luta arduamente, gasta seu precioso tempo e corrompe seu principais valores na ânsia de ser, de ter e de poder num único aspecto, o físico.
As aparências assumiram a ilusão de que são imprescindíveis e com esta postura perdemos a chance de alcançar os verdadeiros valores e objetivos da vida física-espiritual.
A perda da consciência para as aparências da vida física, nos desnorteou, por isso da imperiosa necessidade da presença da Mãe do Mundo. Mesmo assim, poucos conseguem sentir esta verdadeira necessidade e com certeza a última chance no planeta Terra.
Não que as chances terminem, pois temos a imortalidade da alma para conquistar os verdadeiros objetivos definidos pelo destino da mesma, mas aqui na Terra cessa neste ciclo, esta possibilidade.
Temos pouco tempo e uma única chance da retomada para o caminho original, verdadeiro, físico-espiritual, depois disso será o recomeço de tudo, novamente.
A Mãe do Mundo, Maria de Nazaré, Nossas Senhoras de tantas religiões, é uma única Consciência, a Consciência Crística na polaridade feminina que concentra as diretrizes do ciclo evolutivo de todos os seres do Universo. Este desdobramento desta Consciência única acontece face nossa limitada capacidade de compreender certos conceitos devido nossa pouca inteligência e das grandes divergências religiosas que vivemos aqui.  
No entanto, no atributo da fé, podemos superar esta condição limitada da nossa inteligência, simplesmente acreditando.
Enfim é um momento de rara beleza, de forças incríveis, de muita Luz, mas nada será modificado sem nosso consentimento, pois o atributo do livre arbítrio persistirá até o momento derradeiro.
São tempos de rever nossa postura, nossos objetivos, nossas ideologias e conceitos, pois tudo está em movimento, só que nos tempos atuais, muito mais acelerado, tendo em vista a expansão evolutiva do nosso planeta.

Que assim seja.
Hilton

quinta-feira, 7 de dezembro de 2017

Seja útil.

A Virgem Maria retorna para nos guiar à verdadeira paz.

 Neste novo ciclo de Aparições da Virgem Maria, que vem ocorrendo em várias cidades da América do Sul, inclusive no Brasil, ouvimos por diversas vezes a Virgem se referir em Suas mensagens sobre uma situação bem real e concreta do planeta. Uma situação grave. Mas, ao mesmo tempo, Nossa Senhora manifesta-Se sobre a situação das pessoas, das almas com as quais Ela trata diretamente. As duas situações estão pedindo muito cuidado, muita oração. Tanto a situação do planeta e da humanidade em si, como a das almas.
A vida de oração é fundamental para essas situações. Se nós simplesmente oramos, isso produz uma ação nos planos internos, sutis, e também nos planos externos. Todas as situações do planeta, da vida das pessoas, das almas, podem ser resolvidas ou encaminhadas em uma vida de oração.
Esse é um pedido recorrente da Virgem, mas parece que nos dedicamos muito pouco a essa grande necessidade das almas, das pessoas. Algumas precisam despertar, outras, se reencontrar. Já outras, quando se reencontram e veem uma luz, necessitam ter um caminho indicado. Nós, individualmente, como seres humanos, não temos capacidade para fazer esse tipo de trabalho. Podemos orar. A oração faz esse trabalho.
Quando oramos somos um instrumento para que alguma coisa se crie. Quando a oração é feita, criada, ela sai e vai agir. A oração pode ser usada por seres que estão em outras dimensões, em outras concepções de vida, e pode ser usada como instrumento de trabalho em outros planos. Um trabalho que as consciências de luz, os anjos e arcanjos encarregam-se de fazer.
 Há orações de todos os níveis. Há oração em que pedimos coisas, há oração em que colaboramos conscientemente com alguma situação. Há também aquela oração que todos podemos fazer, que é orar por orar. Entregar essa oração, orar por orar e ofertá-la. Na fé vamos saber que essa oferta de oração será usada pelas forças inteligentes, por correntes superiores de energia, para o que for mais necessário neste momento, seja neste planeta ou em outro ponto do Universo; seja para uma alma ou para toda a humanidade, São situações que nós desconhecemos. Segundo o que estamos entendendo, nosso papel é orar, orar realmente, Orar com o coração, orar entregando aquela oração para que o Universo faça dela o que for melhor.
Se respondermos a esse importante chamado de Maria, provavelmente iremos compreender melhor a situação planetária e a da humanidade. Assim ajudaremos muito mais. Na verdade, não temos ideia de  qual é realmente a situação planetária ou a sua gravidade. Não temos possibilidade de saber claramente sobre a situação dos nossos irmãos humanos, mas podemos decidir ajudar. Podemos decidir atender ao chamado de uma consciência, de uma Entidade Universal, a Mãe Divina, que vem cuidando disso como prioridade aqui na Terra.
Durante uma Aparição podemos, como seres ali presentes, aprender a nos voltar para o lado sutil, imaterial da vida. A Virgem transmite Sua mensagem e ouvimos Sua voz por um intermediário, um vidente. Nossa Senhora não se materializa para todos, mas videntes a descrevem, e suas visões coincidem entre si.  Como não há projeção física, isso produz uma abertura interna que nos permite sermos transportados a outras dimensões com nossa consciência, onde as coisas  acontecem de outra forma. Isso vem transformando profundamente as pessoas.
Trigueirinho.

Pois bem, como foi dito estamos numa outra fase.
Em fases anteriores as Aparições eram raras, muito especiais e ocorriam em intervalos bem distantes. Isto acontecia porque estávamos mais soltos para a pratica do discernimento e do livre arbítrio, uma vez que sucessivas experiências precisavam ocorrer em indivíduos, grupos, países, dependendo das origens de cada um, que aqui são chamadas de raças.
Este espaçamento entre as Aparições tinha um caráter de menor interferência e maior liberdade nos indivíduos, entre os povos e entre as nações.
Na medida que o progresso material foi se sofisticando e a pratica da violência foi aumentando, envolvendo cada vez mais e mais pessoas, as Aparições foram se intensificando para que novas Instruções fossem passadas.
Hoje as Aparições tem sido continuas, semanais face a urgência dos tempos.
Não se trata mais de disciplinar ou alertar sobre determinadas regras ou procedimentos, pois estamos no final de um ciclo planetário, mas trata-se de adotar premissas e alinhamentos intuitivos para passarmos por estes momentos tão confusos e perturbadores.
Regras, modelos de disciplina, condutas, foi o tempo em que estas instruções e aprendizados tinham este foco.
Vivemos hoje algo mais intenso, mais profundo, muito mais desconhecido, desta forma, as Aparições, as orações e a intuição tornam-se as poucas coisas que restam para nos apoiarmos, uma vez que parâmetros e paradigmas conhecidos estão se desmoronando.
Podemos dizer que as Aparições e as orações são as únicas coisas que restam para que certo equilíbrio ainda permaneça em nossa vida.
Poucos se dedicam a estas instruções ou creem nelas, mas estes poucos tem sido a chave do ponto do equilíbrio que ainda resta para a humanidade.
Um trabalho que as consciências de luz, os anjos e arcanjos encarregam-se de fazer. Na realidade este “Trabalho” ocorre em níveis que desconhecemos, pois quando fala-se em ciclo planetário, fala-se de todos os reinos que aqui habitam, sejam os conhecidos ou desconhecidos.
O homem é muito pretensioso e quando fala-se em Divindades, Mundos Internos, Plano Maior, Deus, parece que a raça humana é a única a ser atendida. As demais ficam num segundo plano. Isto não é verdade, pois a premissa básica é a irmandade entre todos.
A ausência da vidência foi uma das perdas que sofremos pela ausência da prática deste atributo, ao longo do tempo. Assim como na evolução das espécies tudo foi se adaptando.
Um peixe ganhou pernas, mas perdeu as nadadeiras; perdemos a vidência pela falta de uso, pela falta de atenção e contato com os mundos internos, uma vez que o foco fixou-se somente no plano da matéria.
No futuro haverá uma reconquista destes atributos perdidos, pois o novo homem viverá em contato com vários planos, mundos e dimensões. Imagine o grau de conhecimento que poderá adquirir.

Portanto, é recomendável que se volte para a oração, para as Aparições, onde instruções são fornecidas, Leis são reveladas e podem ser compreendidas e assim sermos, no mínimo, mais úteis do que temos sido.
Hilton

terça-feira, 5 de dezembro de 2017

Seja ousado.

A oração verdadeira é um instrumento de serviço ao mundo.

No Universo em permanente transformação, pouco a pouco a consciência humana vai expandindo-se e descobrindo novas formas de expressar-se. Com o poder inerente ao impulso que lhe chega do Alto, ela rompe as estruturas que a inércia perpetua na vida material. E assim é com todas as coisas, com todos os seres e em todos os reinos: cada qual, em seu ritmo e  à sua maneira, vai renovando e adquirindo horizontes de percepção mais amplos.
A oração também não está isenta dessa expansão. A oração, sob diferentes enfoques, tem acompanhado o crescimento espiritual do ser humano por meio do tempo: pede-lhe redimensionamento e revitalização, como linguagem viva entre nós e Deus.
A certa altura, chega o momento de liberar a oração das tendências emocionais e mentais com que se encontra revestida; chega o momento de clareá-la, de retirar dela todo o conteúdo utilitarista, de calar os pedidos e súplicas ditados pela vontade humana de ajudar a si e a outrem sem saber qual é o verdadeiro bem para cada pessoa.
E, muitos são os que precisam transcender essa longa etapa baseada em reivindicações e em boas intenções que, mesmo quando aparentemente positivas terminam interferindo de modo indevido na vida de outrem, a quem se quer beneficiar com a oração.
Segundo o ensinamento esotérico, a oração suplicante é um tipo de controle individualista com finalidades impulsionadas pelo livre-arbítrio, sempre condicionado pela limitação mental. Diferente é o movimento da consciência que busca deslocar-se para áreas sutis — de aspiração pura — e quer encontrar seu ponto de referência além da própria alma. Nesse mundo interior o livre-arbítrio não vigora, pois reina a vontade do espírito.
Na realidade, a oração projeta-se no mundo como pacificação de desejos e de pensamentos, e também como cessação de ações supérfluas. Mesmo sem o saber e sem nada direcionar, a pessoa em oração abnegada estimula transformações nos demais, irradia clareza e lucidez para a aura planetária. A oração é, pois, instrumento de serviço ao mundo e, para ser eficaz, deve nascer da humildade.
Aderindo a um impulso ascensional, muitos almejam compreensão menos teórica de realidades sutis e profundas de si mesmo. Essa transferência da atenção para os níveis sutis e internos amplia sobremaneira a consciência e reflete-se, por exemplo, na natureza da oração, transformando-a, elevando-a. A oração, então, se transforma na incumbência de codificar a nova comunicação entre Criador e criatura. A oração torna-se um diálogo entre a pessoa e o Silêncio Absoluto, alicerçada na Fé e sem objetivos outros que a união, como uma gota d'água a cair no mar.
O despojamento das características humanas e a  focalização em um estado interior de crescente esvaziamento, onde se possa encontrar repouso n'Aquele que tudo vê, tudo pode e tudo conhece, é o passo que para muitos hoje se anuncia na vida de oração. A única aspiração que neles permanecerá é a de o poder do espírito prevalecer sobre a matéria, agir sobre a alma despertada para que sirva cada vez mais altruísta  incondicionalmente em prol da Evolução.
A oração leva a pessoa a descobrir e a compreender melhor o que de fato sustém a vida.
Trigueirinho.

Pois bem, fala-se no texto de um outro expoente da oração: a oração da entrega.
De certa forma é uma mudança tão radical do que se vem praticando a milênios, que num primeiro momento pode ser inaceitável.
O ser humano está completamente desatualizado em relação às Leis e em relação às circunstancias da Terra.
A Terra está, praticamente, entrando no auge da sua transformação, enquanto que a raça humana segue  modelos muito anteriores a esta etapa atual do Planeta.
Podemos dizer que estamos absolutamente despreparados para nossa maior e a mais magnifica “aventura” de todas as vidas vividas até agora. Poucos tem alguma noção, poucos tem algum conhecimento e mesmo assim são incrédulos, pois não conseguem expressar os imensos impulsos que do Alto vem para a Terra.
A oração, nesta forma desprendida, nesta forma ousada, em que nada se pede e nada se deseja é essencial para tentarmos compreender um pouco mais do que se passa na Planeta.
A nova humanidade, na nova era, da nova Terra, como diz o texto, “tem a incumbência de codificar a nova comunicação entre Criador e criatura”. Será algo tão inusitado que o que se pratica hoje, será como se nunca tivesse existido.
O despojamento de certas características humanas, como a personalidade, o ego, a emoção, o livre arbítrio e todas as confusões que são por estes gerados, desaparece. Por isso que se fala da nova era, da nova humanidade.
Estamos numa época de escolhas, escolhas que jamais fizemos em toda a nossa existência como alma. Pode ser assustador, mas será mágico, belo, riquíssimo e irá aflorar detalhes que sequer imaginamos que tínhamos.
Coragem, ousadia, atenção, muita convicção será preciso, assim como teremos de largar tudo que nos retém, que nos detém, que nos remete ao passado, ao arcaico.
Viver o presente em ativa transformação é essencial.
Mudar os valores, os costumes, os parâmetros e focar no DESCONHECIDO é supreendemente essencial.

Revigore-se e ouse.
Hilton

sexta-feira, 1 de dezembro de 2017

A prática do trabalho de cura planetária.

Existe um trabalho de cura  planetária a ser colocado em prática.

 Há algum tempo, estava passando uns dias em uma grande cidade, onde o rumor de fundo é constante e as pessoas andam pelas ruas preocupadas. A certa altura comecei a sentir algo estranho, como se houvesse um peso sobre mim, provocando certa pressão.
A princípio não entendi a origem nem o significado daquilo. Essa sensação durou alguns dias até que, em certo momento, procurei interiorizar-me. A pressão aumentava, entretanto prossegui na concentração até sentir meu centro interno — que não é um lugar, mas um "ponto" na consciência, onde se fica quieto, em silêncio. Ali permaneci. Por fim, comecei a ter clareza sobre o que estava acontecendo. Vi que a pressão vinha de fora, não era provocada por coisas  minhas. Decorre do estado psíquico coletivo, de uma condição geral, era algo que "estava no ar".
"Fazer o que, diante disso?" perguntei-me. O que estava a me pressionar era a situação planetária — a situação dos povos e nações, algo que não dizia respeito a um lugar específico, mas ao planeta todo.
No quarto em que me encontrava entravam os tons do crepúsculo, enquanto a cidade, longe de se acalmar, emitia rumores ainda mais fortes. De repente, percebi que havia uma forma de ser útil nessa situação. Vi que o amor pelos que me cercavam naquela cidade, pelos que ali se locomoviam em inúmeras direções, a ligação com a essência eterna presente em todos, trazia-me nova força e clareza.
Ali, em serena quietude, tive a impressão de que não era por vias materiais que os problemas do mundo seriam transformados. Dos níveis concretos, a solução não viria, porque esses níveis e suas construções mentais, emocionais e físicas estão aí para serem transformados por energias provindas do Alto, que têm função saneadora.
Conhecia pessoas que não conseguiram sair de estados de angústia enquanto insistiram em resolvê-los concentrando-se apenas nos níveis materiais da existência. Voltados para o mundo denso, não podiam afastar-se da situação caótica em que o planeta se encontra; porém, tão logo começaram a coligar-se com fatos sutis
amplos, foram entrando em harmonia.
Desde o princípio da Terra houve seres humanos conscientes desses níveis superiores; seres dedicados ao trabalho de colocar a mente, o coração. Uma comunidade espiritual que ainda sobrevive no Monte Athos, na Grécia, na época do seu apogeu tinha aproximadamente 2.000 membros. Então, esse grupo equilibrava o planeta inteiro com sua contemplação profunda. A inconsciência daqueles tempos era transformada pela concentração desses monges na vida além da matéria, na vida Maior, espiritual.
O que me estava sendo sugerido na experiência daquela tarde era colocar em prática esse trabalho de cura planetária. Na realidade, hoje são necessárias muitas hostes angélicas e milhares de homens para construir canais em proporção e com força suficiente para reduzir as graves adversidades mundiais.
Quem se dispuser a servir o planeta, sobretudo nos planos internos, saberá o que fazer. A forma de servir revela-se com simplicidade e, quando percebemos, já estamos dentro dela. Seja realizada de maneira solitária, seja em conjunto com outros, a sintonia com níveis de existência espiritual superiores tem enorme força de transformação.
Trigueirinho.

Pois bem, esta experiência aqui retratada, mostra que vivemos um problema que transcende os aspectos materiais da vida.
Poderíamos reorganizar o mundo que mesmo assim ele voltaria a se desorganizar, pelo fato de que a raça humana não atingiu os estágios evolutivos programados no seu arquétipo, para este final de ciclo.
Não atingimos padrões vibratórios e estados mentais onde o simples bom senso comum seria suficiente para organizar o mundo e prosseguirmos com os processos naturais e evolutivos. Hoje leis e mais leis são criadas para disciplinar o obvio, o natural, o correto.
A preservação da vida, do meio ambiente, dos reinos, em nosso planeta não faz parte do bom senso atual, mantendo-se nos estados de ignorância e da ganancia que aflora em muitos, ou seja há um estado psíquico coletivo auto destruidor.
A angustia predomina e esta característica decorre deste psiquismo destruidor.

Aderir a um Serviço colaborativo por quem quer que seja, precisa ser um ato consciente recheado de imensa boa vontade, disposição, fé e disponibilidade. Poucos tem se disponibilizado para estes Serviços pois é algo que não se mensura, não se vê resultados e não se sabe com Quem se lida.
De certa forma, o desconhecimento destas informações a respeito da grave situação global, pode ser uma forma de auto proteção e quem sabe uma maneira de se viver de forma mais focada nos aspectos e objetivos da matéria. O conhecimento desta informações aumenta substancialmente as responsabilidades e os compromissos, pois a omissão é algo grave e que não deve ser praticado.
Decisões a estes respeito precisam ser tomadas e cada um deve refletir bastante para que ao tomar conhecimento destas informações não seja omisso, indiferente ou presunçoso.

É um momento delicado e cada um tem sua responsabilidade.
Ao contrario do que alguns pensam, Deus não interfere e deixa sempre a vida seguir seu curso, pois o aprendizado deve partir da necessidade e da adesão de cada um. Temos a eternidade para aprender, portanto, elevar-se ou galgar estágios mais elevados será sempre uma decisão pessoal. Poderá ser nesta vida, na próxima, na seguinte, aqui, lá ou em algum canto qualquer do Universo.
É importante termos ciência de que neste estágio evolutivo somos nós que decidimos.

Fique atento.
Hilton

quarta-feira, 29 de novembro de 2017

O místico autentico.

O místico de hoje compartilha com todos as graças que recebe.

O misticismo é uma fase da evolução humana, e por ela todos, mais cedo ou mais tarde, temos de passar. E um dos processos de aproximação à alma, núcleo profundo e elevado do ser.
A certa altura da evolução, somos atraídos pela alma. A união com esse núcleo é, então, aos poucos desejada, e a atenção da personalidade se volta para ele. E aí que começa o misticismo. Sentimentos, pensamentos e ações interagem e se juntam em busca de algo maior.
No processo do misticismo, a alma vai se revelando cada vez mais à personalidade. Procura influir de forma que seja percebida, para que o eu externo possa seguir suas indicações e colaborar com o trabalho que ela está fazendo. Desse modo, os anseios profundos do místico revestem-se das coisas que ela mais ama.
O verdadeiro místico não procura consolo nem paz para si mesmo. A medida que ascende, compartilha o seu estado de alegria e bem-estar, Verte sobre a vida planetária o que lhe vem do mundo interior, embora nem sempre tenha consciência de estar fazendo isso. Se sua busca é de união superior, tudo o que lhe sucede reverte em ações benéficas.
            O verdadeiro místico não retém as graças que recebe. Mesmo que viva uma experiência profunda e importante para si, entrega-a ao Alto com desapego e a deixa fluir sem alimentar desejo de continuá-la. Sua principal função é a de irradiar para todos o que está desenvolvendo em si.
O verdadeiro místico deve permanecer tranquilo, neutro e impassível. Assim, por seu intermédio a alma pode canalizar energias. É importante frisar que ele trabalha de maneira efetiva também na vida externa, e pode-se ver que sua atuação é bem mais convincente e forte do que a das pessoas comuns.
Há casos em que o místico nem mesmo sabe que é místico. Atravessa longos períodos sem ter sinal  algum da vida interior. Mas persevera, sem nada ver, nada saber e nada sentir dos planos sutis. Mantém-se paciente, voltado para a alma. É observador e sabe valorizar o que de positivo vai acontecendo em sua vida, sem se esquecer de que a maior parte da sua atenção deve estar nos fatos interiores, ainda que deles não tenha indícios conscientes,
 Tal místico não despreza solicitações externas e está pronto a servir, sem perder sua sintonia com o mundo interior. Sua necessidade é a de ir para dentro de si, e precisa aprender a fazer isso sem deixar de realizar o que lhe cabe no plano material. Esses são os místicos práticos, cujas presenças representam uma grande força para o mundo.
 O místico prático tem de sintetizar sua experiência nos diferentes planos de consciência, fundi-los. Este é um dos seus trabalhos de hoje: manifestar algo que reúna sentimento, mente e alma. O resultado já não é tão pessoal, mas muito mais abrangente. É uma  expressão universal, receptiva e intuitiva. Os místicos  práticos não se submetem ao tempo material do mesmo modo que as pessoas comuns. Eles veem-se num eterno agora e, assim, mais próximos da realidade.
Os que vivem essa espécie de misticismo têm nesta época sua evolução acelerada. Apesar de tudo  o que se observa na sociedade, há muitas forças positivas introduzindo-se na Terra. Compete aos místicos práticos abrirem-se a essas novas energias e irradiá-las sem se darem a perceber,
Aspectos ainda virgens estão para ser descobertos no interior dos seres.
Trigueirinho.

Pois bem, o misticismo é inevitável na senda da evolução. Atualmente, deveríamos ter muitos místicos práticos, autênticos, mas o que temos são muitos embusteiros que fazem-se passar por místicos para atender suas ganancias e sua arrogância.
O místico tem absoluta convicção e não cede jamais aos infortúnios da vida, às dúvidas e as inúmeras provocações que recebe de muitos. Mantem-se fiel e centrado no que vem do Alto e vai com isso aprendendo a discernir de forma mais acertada, suas escolhas.
Recebe provocações, criticas contumazes e raramente ficará isento pois de certa forma, sendo místico autentico, vibra em uma sintonia que não o faz passar  desapercebido.
Se autentico faz a ponte entre o céu e a terra, acentuando o caráter evolutivo de toda uma raça.
O místico e o misticismo ocorreu em todos os tempos da raça humana e continuará sendo um elo importante entre dois mundos distintos.
O místico, como diz o texto e traduzindo mais informalmente, não vive no “mundo da lua”, mas cede a devaneios próprios da sua coligação, pois quando se “desliga” dos ambientes densos, irá buscar nos ambientes sutis o que for necessário para o bem comum.
É observador e esta é uma característica fundamental no místico autentico, pois tem como uma das suas funções “soltar” certos impulsos na medida da necessidade.
Não deve ter medo de exercer suas Tarefas, mesmo que duvidas pairam, pois sendo autentico será bem intencionado e certas correções de rumo serão feitas por “quem” o acompanha.
“Este é um dos seus trabalhos de hoje: manifestar algo que reúna sentimento, mente e alma.” Esta Tarefa é árdua pois a mente vem se desestabilizando sintomaticamente e rapidamente. O ser humano vem perdendo seu eixo, seu centro, seu equilíbrio e cada vez mais irá agir por impulsos sentimentais comandada por  uma mente distorcida da realidade Divina.

O papel do místico autentico nos tempos finais será essencial, para manter a sintonia e receber as orientações que virão, num lugar em que todos os parâmetros, paradigmas, conceitos e referencias deixarão de existir.
Hilton

segunda-feira, 27 de novembro de 2017

Ser sempre igual. Uma postura fora da realidade.

Com humildade podemos ser ajudados no caminho espiritual.

No passado, as mudanças de etapa no caminho espiritual eram marcadas por cerimônias externas. Nas pirâmides e nos templos, o ser humano vivia de maneira consciente a etapa da senda em que se encontrava, bem como sua passagem para outra. Esses ritos eram conduzidos por sacerdotes.
Com o tempo, esse processo foi sendo levado para os níveis internos da existência. Hoje já não existem instrutores que nos possam indicar o momento de mudar de etapa e os cuidados que devemos ter para avançar com segurança. É dentro de nós mesmos que vamos encontrar essas indicações.
Se no plano externo buscarmos orientação de alguém, poderemos ter alguma desilusão. Hoje, cabe-nos manifestar uma vida superior, mas não há quem nos mostre externamente os detalhes de como fazer isso.
No caminho espiritual, precisamos estar atentos e observar-nos com rigor. E necessário extremo cuidado com palavras e pensamentos. Por aparentarem-se triviais, costumamos não dar a eles o correto valor. Se soubéssemos quão importante é o controle do que se diz e pensa, mudaríamos de atitude. Palavras e pensamentos enredam-nos em uma trama cármica de causa e efeito. É premente reconhecermos isso e nos depurarmos como personalidade,
Essa depuração tem por base o conflito, porque as tendências emocionais e mentais divergem muito do caminho superior. Grande é a ajuda espiritual que recebemos do Alto para atravessar essas etapas e suportar o que nos é trazido por meio dos fatos da vida.
            Mas a certa altura, começamos a progredir deixando certas lutas para trás; optamos por entregar-nos a uma guiança interior. Isso assinala uma nova etapa, fase de maior união com nosso ser interior.
Alcançamos esse ponto quando nos voltamos integral e decididamente para a meta interior, permitindo que nossa alma guie nossos passos. A clareza da  nossa definição é suficiente para fazer-nos avançar. Estamos resolvidos: a meta interior espiritual torna-se a nossa prioridade na vida.
Ainda que não saibamos o que isso representa em sua totalidade, já aprendemos que tudo está dentro de nós. Se permanecemos firmes nessa meta, todo o resto é secundário. É o momento de orar, de vigiar e de nos entregar nesse caminho.  É bom lembrar que o mundo circundante se encarrega de nos apresentar as provas em que teremos de confirmar nossa intenção. Oração, cânticos e mantras devem ser usados como apoio a todo esse processo de abertura e de elevação da consciência.
Mas uma ressalva deve ser feita: é a humildade que nos mostra quando de fato podemos deixar de pensar no caminho, quando podemos ficar apenas sintonizados com a meta para que a ascensão vá por si. Esquecer o caminho só é possível depois de a humildade e a entrega estarem bem vivas em nós.
Todo o planeta está em um ritmo de evolução  mais acelerado. São imprevisíveis as transformações  que podem ocorrer em nós, se estivermos permeados pela humildade e pela entrega. Reflitamos sobre isso,  pois quando é chegado o momento a humildade nos  diz: "Como você nada sabe, esqueça o caminho, entregue-se e deixe-se levar"
Enquanto pensarmos que somos muito evoluídos, que alcançamos algum grau elevado, ainda temos muito o que trabalhar. Mas a humildade dissolve o orgulho pelos passos que já demos. Desvela-nos um caminho de silêncio, de anonimato, e então as coisas passam a suceder bem rapidamente.
Trigueirinho.

Pois bem estamos sendo alertados sobre as mudanças que ocorrem no caminho espiritual.
Ninguém pode evitar o caminho espiritual, pois, aliás, só estamos aqui para percorre-lo. Não há outro motivo para estarmos aqui.
Infelizmente a maioria acha que não, acha que veio até este mundo para constituir familia, riqueza e prosperá-lo. Ora, a Terra não precisa da nossa prosperidade, alias somos os “algozes do planeta” na nossa prosperidade.
O dia em que todos tiverem esta consciência, não viveremos contra o planeta mas a favor dele e de nós mesmos, e em comunhão cresceremos igualmente.
Mas poucos percebem que o tempo passa e as mudanças acontecem independente da nossa vontade. Digamos que o relógio cósmico segue seu ritmo e ou acompanhamos ou lutamos contra, obviamente uma luta perdida.
A cada momento que este relógio anuncia mudanças, ou estamos preparados ou despreparados. Preparados acompanhamos, despreparados sofremos.
Como diz o texto, esta avaliação ocorre dentro de nós, mas precisamos estar atentos, preparados para que mudanças internas sejam processadas para identificarmos e acompanharmos as mudanças externas.
A informação, quando compreendida e assimilada, facilita sua aplicação na vida em curso.
“A meta interior espiritual torna-se a nossa prioridade na vida” : compreender o significado desta Lei é compreender o significado da nossa existência.

Temos passado, estamos passando e iremos passar por inúmeras transformações. A maioria não atenta para isto e luta desesperadamente para ser sempre igual. Não ser sempre igual acaba, erroneamente, como sendo uma perda de identidade. Ficamos desesperados quando perdemos o RG, pois nos acostumamos a manter nossa “eterna identidade” como sendo algo inexorável. A Vida inteligente, no entanto, muda continuamente nossa posição, convívio, sexo, pessoas, ambientes, países, quando reencarnamos, exatamente para variarmos os ciclos das experiências evolutivas em diversas circunstancias.
Desta forma, temos de aderir aos padrões de mudanças que a Vida oportunamente nos impõem, e dela extrair o máximo do aprendizado oferecido, sem se importar com esta questão de identidade.
O tempo está muito rápido. Temos de fazer em uma única reencarnação o que, no passado, fazíamos em várias.

A crítica, a rebeldia, o desanimo e o medo são posturas que detonam, pois transformam-se numa revolta aos desígnios que a Vida lhe impôs, com a finalidade essencial de lhe mostrar novas informações, novos caminhos, novas opções, novos aprendizados. Digamos que, superados estes aspectos, entregamos o caminho atual para um novo caminho, desconhecido, amplo, completo, audacioso.

Deixe de se identificar; não existe marca registrada no nosso destino; somos um eterno vir a ser.  
Hilton

quinta-feira, 23 de novembro de 2017

As bençãos da leitura espiritual.

As bênçãos que a leitura espiritual pode nos trazer.

O hábito da leitura é importante para o desenvolvimento humano e espiritual. Dedicarmo-nos a um tema que não seja óbvio, que exija esforço, põe em atividade células que estavam adormecidas. E há temas que mobilizam áreas cerebrais necessitadas de descondicionarem-se. Elas então se renovam, começam a ter vida, e nisso é que a leitura muito contribui para o desenvolvimento humano.
Mas a leitura pode influir também de outros modos, bem mais profundos. Quando um livro apresenta ensinamentos espirituais autênticos, em geral traz informações a respeito das leis que regem níveis de consciência superiores, muitos dos quais ainda não alcançamos. Tal tipo de livro leva-nos ao contato com essas leis superiores e seus ensinamentos, e evoca em nós uma energia mais elevada. Isso pode ajudar-nos a reconhecer um próximo passo de crescimento, evolutivo, e estimular-nos a transcender os aspectos materiais, emocionais e mentais que temos arraigados.
Sobretudo hoje, a leitura espiritual tem corno meta facilitar a comunhão com a vida além do mundo material. Predispõe o leitor à revelação de realidades sutis e pode acrescentar-lhe informações sobre as perspectivas evolutivas da humanidade. Essa ampliação é parte da necessidade atual.
Por meio de um livro, as ideias adquirem as formas adequadas ao tempo. A mesma verdade, dita hoje, pode parecer completamente diferente da que foi dita no passado. E quem é pouco observador até encontra contradições entre o ensinamento espiritual antigo e o presente. Mas se olhar mais de perto verá que no ensinamento autêntico não há contradições. Há, sim, adaptações no modo de apresentá-lo — e, é claro, ampliações.
É interessante notar: o que há três mil anos era tido como amplo, oculto e avançado demais, hoje parece normal, porque a consciência planetária se expandiu. O planeta atraiu novas energias e comporta o que antes não comportava. Assim, uma verdade filosófica sem condições de acolhimento no passado já pode implantar-se.
A respeito de um novo conhecimento, transmitido por meio das obras atuais, precisamos permanecer o mais desimpedidos possível. O ensinamento espiritual ora disponível na consciência da Terra é muito mais vasto do que tudo o que já foi escrito.
Estamos chegando a um gênero de conhecimento que não cabe em palavras. No caminho progressivo da instrução espiritual, o ensinamento tende a transmitir-se nos planos internos da vida. Por isso os livros espirituais atualizados trazem um conteúdo mínimo e estimulam o leitor a entrar em sintonia com a própria fonte de conhecimento. Impulsionam-no a buscar a alma, a conectar-se com o espírito.
Ao ler um livro desses estamos tratando da saúde, mudando a vibração do cérebro, aumentando a capacidade da memória, purificando o pensamento. Além disso a leitura nos liga à fonte do livro, à essência que não foi escrita, à energia que o sustenta. Mas para esse aprofundamento é importante buscarmos o conhecimento em si, e não meramente um livro ou um autor.
Escritores e livros são instrumentos pelos quais devemos cultivar desprendimento. O que foi manifestado na palavra é a mínima parte do ensinamento. Não nos limitemos, portanto.
E justamente o que não foi dito e o que não foi escrito que nos levará a penetrar o conhecimento que nenhum livro e nenhum autor nos pode dar.
Trigueirinho.

Pois bem, de forma clara Trigueirinho coloca a possibilidade da ascenção espiritual, da evolução que uma simples leitura do livro correto, pode nos levar.
Áreas do cérebro passam a ser estimuladas pela energia contida nos escritos corretos, ampliando nossa forma de pensar, deduzir e de ser.
O livro correto apoia-se nas Leis vigentes e deve esclarecer de forma mais simples “a que” e “aonde” se aplicam, ou seja, nos instruem para obedecermos em, caráter evolutivo, a Lei que ali se aplica.
Compreender uma Lei e obedece-la não é tão simples e a partir de determinados estágios desta Lei, impulsos internos precisam acontecer para que nossa mente às compreenda. A leitura do livro correto nos traz estes impulsos. Pode além disto corrigir distorções que vínhamos praticando face a incompreensão destas ampliações necessárias.
O homem em geral, adota padrões de conduta em relação aos outros homens. Quando algo dá errado e na maioria das vezes dá errado, acaba prevalecendo as atitudes incorretas. Estas se espalham, começam a ser toleradas, aceitas e vira regra. Em geral estas regras são retrogradas e involutivas. Por exemplo ainda matamos e justifica-se.
Pode até começar certo, mas pela desatualização passa a ser errado.
Como diz o texto as explicações e posturas do passado serviram e foram úteis para aquela época; para a atual não servem mais, não se aplicam, tornaram-se involutivas, mas percebe-se que a maioria continua seguindo-as face aos preconceitos e uma ilusão de que são imutáveis.  
Evoluir é sempre “um vir a ser”. Possui uma dinâmica veloz, ágil, imediata e se não acompanharmos estaremos praticando comportamentos retrógrados, equivocados e involutivos.
“Ao ler um livro desses estamos tratando da saúde, mudando a vibração do cérebro, aumentando a capacidade da memória, purificando o pensamento.”
Vejam como as consequências positivas são incríveis.
Cabe esclarecer que não se fala neste texto de áudios livros, de palestras, exposições verbais, mas de leitura, pois o texto guarda padrões de energias intrínsecas, ocultas e poderosas que para cada leitor(a) ativará regiões do cérebro aptos a se desenvolverem.
Como a maioria “não tem tempo” ou está a “perder tempo”, muitas oportunidades passam na vida e retornarão somente na vida seguinte ou a posterior.
O dia que conseguirmos administrar melhor nosso tempo, iremos perceber quantas coisas inúteis temos feito.

O livro correto, outro aspecto fundamental e essencial: A maioria dos livros de autoajuda, atende impulsos internos retrógrados, ultrapassados, meramente emocionais que não atendem as características internas dos indivíduos. São genéricos e possuem fortes impulsos comerciais. Podem, a princípio, preencher uma vazio, mas como não se apoiam em valores eternos, ficam ultrapassados em muito pouco tempo.
Um livro para ser “adotado”, precisa ser estudado, precisa atender as razões do coração, precisa ter “alma”, portanto não é simples e não é fácil de ser encontrado, mas aqueles que tem o discernimento da busca e a ausência da preguiça, serão encontrados pelo livro.
O livro correto desperta a alma, “a” traz de volta ao conjunto corpo-mente, literalmente vira a página do curso que se está vivendo, portanto exige esforços e amplos desejos internos de ser encontrado por ele.

Por fim, jamais desista.
Hilton.

terça-feira, 21 de novembro de 2017

Quando uma etapa se encerra.

No decorrer da vida deve-se perceber quando uma etapa se encerra

Um dos motivos pelos quais a vida nova não se implantou ainda na Terra é o fato de os homens não saberem estar sem lutas, sem conflitos, sem caprichos e desejos. Uma pérola sagrada não tem seu verdadeiro valor reconhecido se aquele a quem ela é entregue não está desperto.
Antes que a nova vida possa emergir de modo mais pleno no planeta ou em um ser, são necessárias algumas condições como:
  • amar acima de tudo a Luz, tendo esse amor como alento, alegria, paz e preenchimento;
  • ter olhos abertos para reconhecer a tarefa que cabe à consciência, cumprindo-a sem restrições;
  • não fugir das tribulações, mas estar diante deIas com paciência e fé;
  • nutrir laços com o núcleo interior que existe em cada ser, núcleo de energia ígnea, como fogo ardente capaz de dissipar tenazes resistências, de erguer o ser e acender nele o ardor da persistência.
Muitos indivíduos que vivem nesta época trazem uma energia que desvela novos rumos.
Manifestam disponibilidade para assumir tarefas que intimidariam outros, pelas dificuldades que podem apresentar. Esses seres são fundamentais na atual situação planetária; com os caminhos abertos por pioneiros anteriores, aproxima-se o momento da concretização de uma nova vida e essa energia desbravadora poderá ser canalizada para setores mais amplos e profundos do Plano Evolutivo — o Plano de Deus.
A humanidade deve atingir padrões de conduta mais elevados. Para tanto, vem sendo preparada há milênios. E em meio ao caos externo que se expande atualmente, é possível perceber algo diferente, essencial para que caminhos corretos possam ser trilhados. Algo que a rotina tenta tornar corriqueira, mas que não perecerá. Esse algo, humilde e silencioso, é o fogo que trará o novo dia.
Sábios são os que encontram a si mesmos e, do seu mais profundo centro, obtêm os sinais de que necessitam. Não querem atingir ponto algum nem permanecer onde estão. Não interrompem sua jornada, mas não têm ansiedade por chegar ao final dela.
Todos têm uma meta a atingir, passos a dar, degraus a galgar; e uma inquietude leva hoje as consciências a buscarem algo que vá ao encontro de suas necessidades internas. E mesmo que forças materiais tentem envolver os indivíduos, muitos já sabem que não é por meio delas que encontrarão a paz.
Por isso, é necessário perceber quando uma etapa realmente se encerra no próprio ser, desencadeando a transferência da energia para um plano mais interno. E um momento delicado que requer silêncio, entrega e ausência de expectativas. Esse salto interior só pode ser dado pelo próprio ser.
A clareza de intenções e a determinação para prosseguir de modo firme e com alegria devem estar presentes. Sublime é a conjuntura interna que apoia os seres abertos ao serviço incondicional pelos seus semelhantes, pela Natureza e pelo planeta. A gratidão transforma-os em tochas ardentes, irradiadoras de luz.
O coração dos pioneiros transborda quando tocado pela luz e aqueles que já superaram as ilusões sabem que, assim como a luz vem, ela se vai e se recolhe. Na presença da luz, que o ser mergulhe no mar de sabedoria, amor e poder. Na sua ausência, que procure estar disponível para que, quando ela voltar, encontre as portas abertas.
Trigueirinho.

Pois bem, o texto anuncia como uma das premissas, amar a Luz. Podemos considerar que a Luz condensa o conhecimento.
De certa forma, há necessidade de se obter um conhecimento mínimo para que mudanças como as anunciadas façam sentido para alguém.
Infelizmente, a maioria sequer imagina mudanças, desta forma para esta maioria pensar nas mudanças que vem sendo anunciadas não faz o menor sentido.

“ter olhos abertos para reconhecer a tarefa que cabe à consciência, cumprindo-a sem restrições” : eis outro aspecto que leva em conta os olhos internos, uma consciência liberta de inúmeras posições cristalizadas, dedicação a metas e circunstancias não materiais, total obediência, atitudes que poucos compreendem como sendo positiva.

não fugir das tribulações, mas estar diante deIas com paciência e fé”: as tribulações dos momentos atuais são decorrentes do grande desalinhamento que vivemos em relação às Leis, ou seja, poucos conseguem viver corretamente nas Leis, pois o egoísmo e a competitividade prevalece em todos os aspectos da vida material.
A principio pode parecer impossível viver sem o egoísmo e a competitividade. Mera ilusão, como tantas outras, da mesma forma que hoje viver sem um celular pode parecer impossível, mas as gerações passadas provaram que não.

Utilizar-se do fogo ardente como meio de se dissipar dúvidas, insegurança, medos. Podemos atribuir a este fogo ardente a palavra fé.

A paz não é uma meta, mas consequência de metas atingidas, portanto a persistência e a luta por metas definidas trará a paz.
Hilton