domingo, 10 de maio de 2020

Passos Atuais 173a Parte. Deus não faz surpresas.


Não duvides. O que está anunciado se cumprirá.
Figueira.

Pois bem, Deus não faz surpresas.
É importante termos em mente que a possibilidade de sermos surpreendidos não existe. Pode até fazer parte das nossas ilusões, mas o que está programado para acontecer é anunciado com tempo suficiente para nos prepararmos e mudarmos o que precisa mudar para o que foi anunciado.
Então, porque nos sentimos surpreendidos?

Esta é uma questão importante, que leva em conta o desprezo e a falta de preparo para sequência da vida, que sempre será natural.
Toda mudança que ocorre num reino, numa pessoa, num planeta, é absolutamente natural, ou seja, segue princípios rígidos e regras imutáveis das Leis divinas em curso. O que muda neste processo é em que grau de tranquilidade ou de conturbação estas mudanças ocorrerão.
Toda mudança ocorre com milhares de anos de anunciação, com milhares de anos de indícios, de avisos de desconfortos, em especial para a raça humana que adora não sair do lugar.
Nada é repentino, nada é abrupto, tudo ocorre numa cadencia e numa sequência lógica e matemática.

Os seres humanos se prepararam muito pouco para as mudanças anunciadas. A maioria se distrai,  se ilude, se deixa levar, justamente por manter o foco somente no que é visível, palpável e absolutamente rotineiro.
Não temos conseguido ler corretamente os ciclos de mudanças gravadas na nossa própria história e pouco temos compreendido seus sinais. Exemplo claro disto é a infantil interpretação sobre símbolos clássicos, como as pirâmides, sejam do Egito como as demais, as ruinas Maya, inúmeros materiais deixados por civilizações antigas, os cânions, as mudanças no curso natural dos rios, os eclipses solares e lunares, enfim inúmeros fenômenos que acontecem poderiam ser reveladores de processos em curso, se estivéssemos preparados.

Nossa astrologia e astronomia estão séculos defasados da realidade atual, propiciando leituras incorretas, enfadonhas, de um passado que já foi, já aconteceu e nada tem a ver com o momento atual.
Pouca atenção damos para as profecias e raramente temos algum tipo de interpretação, que possa ao menos se aproximar do que está acontecendo no planeta. Usamos e abusamos da palavra mistério, mas de fato é uma defasagem entre o curso da Terra e curso da humanidade.
Pouca atenção demos para homens e mulheres sábias, ao longo dos séculos, que vieram aqui para nos trazer Luz, conhecimento e harmonia que nos prepararia para a fase atual. Podemos dizer que o atual conhecimento da humanidade sequer esbarrou para a preparação dos tempos atuais.  

Enfim, isto se deve ao distanciamento da nossa contraparte espiritual, do lado sutil, do lado universal, por trocarmos a realidade pelas ilusões da vida. Temos mantido, nesta troca, um estado de cegueira interna que nos afastou destes conhecimentos que, agora, são essenciais.

Sendo assim, o que poderíamos acompanhar, colaborar e assumir, neste processo de transição planetária, nos deixa alheios a um estado de mudanças tão intenso e tão envolvente que poucos de nós, ao longo das diversas encarnações, já conseguiu presenciar. Provavelmente ninguém viu e viveu o que viveremos e veremos, seja em que plano (físico ou astral) for.

Bem, diante deste fato e dos atos em curso, o que poderemos fazer?
No plano material nada, mas podemos colaborar muito com o plano do eu interno. Podemos abraçar esta causa e mudar uma série de posturas, conceitos, ideias que não mais condizem com as expectativas que temos.

O que cada um tem de mudar pertence a cada um, mas ao avaliar certas possibilidades, facilitaremos o processo de atualização para os tempos atuais.
Para facilitar, alguns questionamentos que podem ajudar:
  • Avaliar o que não condiz mais com o que sabe, com o que aprendeu, e praticar;
  • Perceber o que o coração pede;
  • Perceber o que o coração não aceita;
  • Perceber o que a mente luta para mudar;
  • Avaliar sentimentos e externar os que condizem com seu momento;
  • Rever conceitos e preconceitos;
  • Abrir-se a informações novas;
  • Manter-se integro;
  • Falar o necessário e procurar manter-se em silencio;
  • Por fim, confiar...






sexta-feira, 8 de maio de 2020

Passos Atuais 172a Parte. Transcendência.



O fraco teme a morte. O forte a enfrenta. O sábio a transcende.
Figueira.

Pois bem, o tema em questão aborda um posicionamento correto que devemos ter em relação aos acontecimentos da vida.
A morte é um acontecimento inexorável, independente da nossa vontade e ocorre no exato momento em que a alma decide por bem, terminar esta relação com o corpo físico .
Geralmente temos 3 datas e estas se sucedem na medida dos nossos Serviços ao plano que nos encontramos. Isto ocorre porque não há muito sentido em retirar alguém que vem cumprindo suas Tarefas, por exemplo, na 1ª data. Formar um novo elemento que dê continuidade pode ser muito longo.
No entanto, há exceções, no caso em que a alma percebe que o comprometimento cármico vem se intensificando cada vez mais. Nesta situação a 1ª data poderá ser antecipada, do momento previsto, para que tal individuo não se comprometa ainda mais do que já está. Hoje esta possibilidade tem sido intensa no plano físico, face os incontáveis desvios que vem acontecendo com a raça humana. É um ato de compaixão.

Mas, a vida é sempre cheia de desafios e desafetos.
Os desafios são barreiras que devemos transpor, os desafetos são ajustes de relacionamentos conturbados que mereceu nova chance de reconciliação.
Ser forte ou ser fraco, percebem, não é a postura mais inteligente. De um lado cedemos facilmente e nos entregamos prostrados, e de outro lado lutamos ferozmente esgotando forças e energias em um claro desperdício de oportunidades.
A transcendência  (dicionário:  elevar-se sobre ou ir além dos limites de; situar-se para lá de; superar-se por ir além de suas limitações) é o caminho correto. Transcender nos obriga a usarmos o limite da capacidade adquirida tentando ir além desta, face ao desafio imposto.

O indivíduo que transcende, transcende a si próprio, auto desafiou-se a encontrar saídas elevadas, segundo o nível evolutivo que se encontra. Dificilmente será compreendido, mas isto não tem a menor importância, pois o que fazemos neste aspecto, faz-se por si próprio.

Estar consciente para este aspecto exige grande discernimento, paciência e tolerância, pois os atos raramente são compreendidos por quem nos observa.
É um desafio e este desafio só ocorre com equilíbrio e convicção no que aprendeu.

Isto poderá ter algumas consequências. Um exemplo dado no passado e extremo em conceito de sacrifício, foi o de Jesus no Cristo Cósmico com o ato de crucificação. Nada o abalou e suas convicções como Libertador, mesmo que quisessem dobrá-lo com a dor física extrema,  não ocorreu.
Nos mostrou, neste aspecto, que o desafio de transcender em silencio é perturbador, mas  é a postura que devemos empregar.
Hoje talvez não se use a chibata, a crucificação, mas a tortura do assédio moral são intensos para quem, no seu ato de transcender, desafia as regras da sociedade.

Transcender no silencio é prudente e mais produtivo, pois seremos menos questionados sobre o que acreditamos. Diz-se que há liberdade de expressão, mas na verdade é uma liberdade que, atendendo interesses, é aceita, caso contrário exige-se punição.

O sábio é prudente, recolhido, não se expõem a não ser que a Tarefa que o envolve assim exija, mas em geral, concentra-se na busca, nas ajudas que recebe e na doação.
É insatisfeito, mas não desequilibrado pois nunca se contenta com o que já recebeu. Percebeu que sua expansão jamais terminará e assim luta arduamente para que conquiste cada vez mais. Tem consciência da contribuição que dá, na medida que sua consciência vá se expandindo, exalando paz, aonde lutas acontecem.
Trabalha no silencio, mas sabe se manifestar quando percebe que pode contribuir.
Não se aliena, mas respeita.
Se recolhe mas participa quando sente que pode contribuir.
Sabe que precisa estar no limite das suas convicções para provar sua capacidade de receber.
Controla seus medos,  concentra-se na sua coragem e na entrega, pois não lhe resta dúvidas sobre as ”Companhias” que lhe cerca.
Não perde tempo e não toma tempo. Aprendeu que o tempo é precioso para que as ilusões o distraia.
Mantem respeito a tudo e a  todos, pois sabe que num mundo de expiação a meta é aprender sob todas as circunstancias, as boas, as ruins e as miseráveis.
Tenta fazer da sua vida, um rol de oportunidades onde Plano Maior possa se manifestar.
Ora constantemente e mantem-se coligado e a disposição.

Não nascemos sábios, mas poderemos nos tornar sábios.







segunda-feira, 4 de maio de 2020

Passos Atuais 171a Parte. O "toque".


Abençoados são os toques do mundo interior.
Figueira.

Pois bem, somos “tocados” constantemente.

De forma sutil, leve, mas com certa persistência, somos “tocados” pelo nossos Instrutores. O objetivo deste “toque” é nos dar disposição para seguirmos as indicações e estabelecer o aprendizado que o destino nos reservou.

O destino de cada um, no ato de encarnar, condensa todo o ciclo de experiencias e das novidades, ou seja, daquilo que é novo e inusitado, que temos aptidão em receber.

É algo meio automático e aparece no tempo previsto ao longo da vida material. Portanto se devo aprender algo novo aos 27 anos, o ambiente que me encontro será ajustado para que esta oportunidade ocorra. Isto, claro se repete ao longo da vida, com tudo o que foi reservado para minha aprendizagem.
No entanto, o que tenho de aprender e não aprendi por estar distraído, pode passar para a vida seguinte.

Há certos aprendizados, dito essenciais pela alma, em que situações podem repetir-se uma ou mais vezes, mas em algum momento esta oportunidade encerra.
O que não foi aprendido será um bloqueio para a sequência dos aprendizados sucessivos.

As possibilidades do aprendizado nunca cessam, mas, geralmente, o que poderíamos aprender em uma vida, temos levado 2 ou 3. Há casos em que o ritmo é tão lento que a reencarnação pode ser suspensa até que o ambiente da Terra ou de outro lugar semelhante, ofereça melhores condições.

Temos sido orientados para ficarmos atentos, olhar as situações e os acontecimentos como oportunidades de aprendizado, observar detalhadamente tudo que acontece conosco e ao nosso redor e olhar sempre com “bons olhos”.

Tal postura atrai e evoca energias positivas. Estas dinamizam impulsos e a curiosidade passa a ser estimulada para aspectos evolutivos dos acontecimentos.

Observar sempre, prestar atenção aos detalhes, buscar oportunidades e estimular o olhar positivo sobre os acontecimentos. Esta postura simplifica nosso aprendizado e estimula nossa atenção, dando possibilidades de que ao sermos “tocados” pelo Instrutor, responderemos.








sexta-feira, 1 de maio de 2020

Passos Atuais 170a Parte. Inversão de posições.


Tua vida externa é apenas uma base material para a elevação da consciência.
Figueira.

Pois bem, temos uma inversão de posições.
Achamos que alma nos serve, quando deveríamos servir a alma.
Este erro de conceito e de postura gera um mundo inteiro de ilusões.

Deveríamos estar à disposição da alma, escutá-la, dar atenção, clamar pela sua presença, mas fazemos o inverso, focamos na personalidade e esta se distrai completamente no mundo das ilusões.

Estas ilusões criadas por desejos e vontades que tem atendido, em sua maioria, o que julgamos ser essencial no mundo material, aprisiona e encapsula a mente que perde assim o contato essencial com a alma.
Este afastamento é perigoso, traiçoeiro, comprometedor pois ressalta sentimentos gananciosos e egoístas, face a acirrada competitividade existente no planeta.

Infelizmente somos ainda jurássicos, lutando por espaço, posse, território, como na pré história, onde as necessidades eram questão de sobrevivência. Hoje o mundo mudou, mas não mudamos, continuamos lutando pelos mesmos argumentos, somente com mais sofisticação e tecnologia.  

Não conseguimos evoluir o suficiente para diminuirmos esta relação explosiva com a personalidade. Poderíamos ter trocado por uma relação harmoniosa, evolutiva e saudável com a alma. Esta seria preponderante e traria com ela conhecimentos universais que faria da raça humana um raça incrível, evolutiva e universal.

Esta formidável estagnação em um único estágio evolutivo, o jurássico, nos enfraqueceu a tal ponto que tornou a reversão impossível.

Mas, por obra do destino, estamos num planeta em transformação, um planeta onde a próxima meta será a evolução e não mais a expiação.
Com certeza esta engenharia universal  havia previsto que não conseguiríamos sair do estagio jurássico. Foi intenso, poderoso e nos deu um DNA arrebatador, com a inclusão predominante da competitividade, que por sua vez, atraiu a energia e a Lei do Egoísmo.

Este imbróglio teve começo e tem fim. Nada no universo permanece como está. O processo de mutação é incrível, inexorável e faz parte da evolução.
Escolhemos o caminho mais explosivo, desafiador e contundente, mas escolhido está.

Mas tudo é aprendizado e faz parte do ciclo de experiencias que cada um escolhe. A raça humana escolheu a mais intensa, então assim será.
No entanto, podemos aproveitar o tempo que nos resta numa tentativa de aproximação com a alma.
É preciso longa persistência, boa vontade, convicção, mas a alma, por sua vez, ao sentir nosso coração aberto induz esta aproximação.

A nova Terra abrigará somente aqueles que derem, em si, este impulso. A alma terá o contato direto com a mente
A mente será abrangente, focará no necessário, terá amplitude, seremos seguros (o medo perderá o comando), a evolução será a única meta para existirmos e em contrapartida a Terra dará o que o que for necessário, sem esta luta insana pela sobrevivência.
Precisamos chegar lá. Todo cuidado é pouco, pois a vida atual ainda concentra inúmeras armadilhas nos desejos e na ilusões.
Precisamos romper esta corrente imaginária que nos aprisiona para sobreviver no plano da matéria. A vida acontece em todos os planos, em todas as dimensões, em todos os lugares, obedecendo as circunstâncias do plano que nos encontramos.

São tempos de libertação, portanto liberte-se e siga a voz do seu coração.






terça-feira, 28 de abril de 2020

Passos Atuais 169a Parte. Um sonho: possibilidades, indicações, oportunidades


Pois bem amigos, compartilho com vocês um sonho que tive nesta madrugada.
Foi pitoresco, foi intenso, foi alegre mas com um fundo de tristeza e nostalgia.
Traduzi como “esperança” neste mundo confuso, onde as 2ª s intenções, ganancias e mentiras ronda por cima dos fatos e acontecimentos que tem gerado dores, sofrimentos e mortes. Está difícil identificarmos intenções que realmente tocam nosso coração, mas nele acredito, que possa conceituar minhas verdades.

É um sonho, mas para mim foi uma  fotografia doce e alegre, pois acordei com esperança em mais um momento de poucas esperanças.
No sonho acontece separações, mas quem não se separa? Uns morrem, outros nascem no processo da renovação da vida. É de geração em geração que o homem renova suas esperanças e desencadeia a ampliação dos  conhecimentos e oportunidades que as incorpora, na medida que as vidas se sucedem.

O sonho aponta para uma solução radical, mas quem sabe esta possa ser a única, face aos extremos que estamos vivendo.
No novo mundo sonhado, as flores cantam, a natureza interage e a inocência se desperta em todos.
Se foi só um sonho foi incrivelmente belo, se puder ser uma realidade será fantástico, sob o meu ponto de vista, mas independente da possibilidade, renovei-me.

Os sonhos são figurativos e tem a finalidade de mostrar algum aspecto novo de um acontecimento que passou ou do que está por vir.

Foi meu sonho, mas compartilho na intenção de que outros possam completa-lo e assim poderemos ter uma sinalização mais ampla, mais intensa e, quem sabe,  um caminho, que se não for igual, poderá com certeza indicar possibilidades para estes momentos da transição planetária em curso.

O sonho: 
Estava aflito em minha casa. Sai para a rua e via tudo cinzento. Pessoas se movimentavam rápido e o medo era transparente.
Algo no ar indicava um momento muito tenso e de forte comoção.
Tudo era cinza, não conseguia ver nenhuma outra cor, em mim, nas pessoas, nas casas. Um detalhe interessante é que o tom de cinza era exatamente igual em todos os lugares, não havia outra tonalidade a não ser o único tom que via.
As arvores estavam completamente sem folhas. Parecia que estávamos vivendo um outono intenso e muito longo. A sensação era de que o inverno seria terrível. Havia um desconforto muito grande na caminhada que dei fora de casa, mas precisei sair, havia algo fora de casa  que me chamava.
Vi algumas mães segurando seu bebes apertados contra o peito, de mãos dadas com crianças, andando com certa fragilidade e temendo algo que desconheciam.
O clima externo e a sensação interna eram horríveis.

Ao continuar caminhando vi uma densa nuvem chegando. Uma névoa forte e branca foi envolvendo todo o local e a sensação era de que todo o planeta estava envolvido nesta densa névoa branca. Via-se alguns metros à frente, portanto caminhar era possível, mas distinguir o que tinha alguns metros depois não dava.
Senti que deveríamos ir para o campo aberto, a cidade não era o local que deveríamos ficar.
Peguei a Rose e fomos para o alto da serra, na Serra do Mar. (no sonho o deslocamento é instantâneo – que bom se fosse assim!)
Neste campo, no alto da serra, a neblina se dissipava um pouco mais.
A neblina densa concentrava nos lugares mais densos, como nas cidades.

Em seguida vi uma grande nave, com o formato de um charuto se aproximar. Era gigantesca e na medida que se aproximava seu tamanho ficava ainda maior. Pousou a algumas dezenas de metros da gente. Estávamos atônitos, surpresos. A Rose mais assustada segurava minha mão que até machucava.
A porta se abriu e ficamos parados olhando o que iria aparecer.

Sentimos muitas passos por trás e ao olharmos muita gente vinha se aproximando do ponto que estávamos. Muitas pessoas, muitas famílias, muitas crianças e jovens, além de animais domésticos, todos a pé.
Aproximaram-se de nós e pararam olhando aquela imensa nave ali estacionada com uma porta e uma rampa, imensas, abertas. O fluxo de pessoas era muito grande, mas o silencio permanecia, a não ser por manifestações das crianças com comentários bem descontraídos sobre o que estavam vendo. Os adultos quietos e atônitos permaneciam com os olhos presos no que viam.

Ninguém apareceu do interior da nave, mas sentíamos o convite para entrar. Vinha por meios internos, intenso, reforçando o convite para termos acesso ao seu interior.
Após algum tempo de imobilidade, algumas pessoas seguiram em frente. Segui também pois o convite, sob o meu ponto de vista, era irrecusável.
Poucas pessoas entraram. Lá dentro era tudo branco, mas não machucava os olhos. Completamente vazio, mostrava um ambiente gigantesco, com um pé direito altíssimo. Vi que no piso e na parede próxima de onde me encontrava, pequenos detalhes em recortes, marcavam uma possibilidade de paredes se desdobrarem formando ambientes, se necessário fosse. Repete-se os detalhes de sonhos anteriores.

Vi boa parte do grupo H&F e recebemos a incumbência de acompanhar e dar assistência a muitas pessoas que se encontravam fora da nave.
O medo era intenso e tivemos muito trabalho em “acordar” estas pessoas para superarem o susto e aceitarem o convite. Muitas famílias vinham acompanhadas com muitos bebes, crianças e jovens, que claramente não eram da mesma família;  estavam trazendo de outras famílias.
Víamos algumas pessoas e famílias, retornado para o lado mais denso da neblina. Com certeza não superaram o medo do desconhecido.
Era um trabalho intenso, pois “acordar” estas pessoas era difícil, mas estávamos conseguindo e sentíamos que ao nos aproximarmos, pequenos círculos de luz as rodeavam , dando uma certa paz e um maior poder de decisão sobre o que deveriam fazer.

Senti que estava preparado para aquilo, e via em vocês (grupo) disposição em proceder da mesma forma.
Pedi, aliás implorei para ver em que mundo esta nave iria. Muito rapidamente, vi um mundo que se assemelhava à natureza da Terra, mas as flores cantavam.
Acordei.

Não queria, não sai da cama, relutei em abrir os olhos, mas não teve jeito, o sonho terminou.

Bem, cada um pode interpretar o sonho do seu jeito.
Evidentemente está na minha versão e no meu modo de conceber as coisas que aprendi.
Algumas coisas me chamaram a atenção e dou a minha interpretação:

O cinza num único tom: entendo que esta falta de variação da tonalidade pode representar um fator comum para todos, ou seja que estávamos vivendo a mesma situação em todo o planeta. Possivelmente nesta escala mundial algo de “fora” poderia ser necessário. Não me refiro especificamente a esta pandemia ( na tonalidade cinza), mas creio que ela pode ser o começo de outras situações em escala mundial. Sei que num mundo de oportunidades, como a Terra, por ser um planeta de expiação, nada pode ser abrupto, pois o livre arbítrio precisa de tempo para que as decisões de cada um possam ocorrer, portanto há certa lógica num crescimento paulatino das oportunidades.

As mães com seu filhos no colo apertando-as contra o peito ou segurando-as com força: creio que não se trata somente da energia da maternidade, mas tratava-se do medo da transformação, pois como estamos vivendo conflitos a tanto tempo, por tantas vidas e eras, de certa forma nos acostumamos com este modo anormal de se viver nas Leis de Deus.

As arvores sem folhas, um outono intenso, com possibilidades de um inverno terrível: creio que mostra a aproximação (outono) de algo incontrolável (inverno), da qual o nível de dificuldades possa ser insuportável. A falta de folhas nas árvores, tudo num mesmo tom cinza mostrava algo desagradável com a mãe natureza, e ela como “mãe”, nos avisava de um fato que se aproximava.

A névoa branca: creio que a névoa é um fenômeno que nos permite, no sonho, o exercício da fé, ou seja, um determinado veículo foi produzido para que possamos percorrer um caminho sem atentar para outros fatores que poderiam tirar nossa atenção e nos desviar de uma meta absolutamente necessária para chegar a um determinado local. Creio que sem a névoa, o medo de ver as coisas que não gostamos, poderia nos paralisar definitivamente e perdermos a chance de atingirmos um determinado objetivo. Portanto foi essencial, mas ao mesmo tempo ameno e suave para que seguíssemos sem tanto pavor.

O alto da serra: mais uma vez a natureza exposta, sem os contrastes das construções humanas, que tem representado tantas dores e conflitos, nos leva para um ambiente em que o poder de decisão poderia ser mais genuíno, sem influencias de posses, de dores, de apegos, que certamente trariam influências negativas nestas decisões. Vejam que no sonho não há interferência nas decisões, pois fomos colocado num ambiente neutro.

A nave: A nave representa um solução inusitada, incrível, original, algo em que o alcance da Providência Divina manifesta-se pelo milagre, vem dos céus, vem da originalidade de soluções ainda completamente incompatíveis na mente humana para uma solução de âmbito mundial.

O interior da nave: algo ainda inconcebível para a maioria das pessoas, mostra um formato original, novo, em que o conceito sobre “as necessidades” situa-se em outra escala de valores. O vazio é algo que deveríamos ter dentro de nós. Nos entupimos até a boca de tantas necessidades ilusórias que não cabe mais nada, e com isto perdemos boa parte do vazio para ser preenchido. Deveríamos manter este vazio interno para que pudesse ser preenchido e esvaziado continuamente.

A porta aberta com a rampa de acesso: ao longo da vida inúmeras portas se abrem com suarampa de acesso. A maioria delas desprezamos, viramos as costas, pois nos apegamos demais ao orgulho, à vaidade e a falta de tempo. Teve momentos em que estas portas foram essenciais para o despertar da consciência e esta recusa teve um preço muito alto, revertendo para que várias vezes uma vida, um destino e um carma, semelhantes, se repetissem. Creio que esta porta, nesta situação inusitada, represente a última oportunidade para sairmos de um mundo de expiação, da velha Terra, dos velhos conceitos, portanto, mostra uma decisão que mudará para sempre o trajeto evolutivo de quem resolveu percorre-lo.

Poucas pessoas entraram na nave: outro aspecto importante. Percebe-se que a maioria, independente de seu preparo, ainda circula em torno dos seu apegos e tem medo da novidade, do desconhecido.  A ousadia e a coragem são essenciais para as próximas tomadas de decisão. Sem estes dois atributos, além da fé, provavelmente ficaremos no mundo das repetições.

O grupo: mostra, no sonho, a principal Tarefa da qual temos nos preparado. Conduzir é preciso e para isso preparar-se é preciso. Terminamos a fase das instruções. Estamos na fase do reforço das instruções como a fase derradeira para as ações. O tempo urge e a oportunidade também passará, portanto é tempo de não se perder tempo. Focar-se no que é essencial, no que é espiritual e eterno tem que ser a premissa básica daqueles que se dispõem a esta Tarefa de conduzir. Não há tempo para vacilos, superficialidade, indecisões.
Para os novos, no grupo, novos podem ser somente uma simples sensação, mas são antigos em formação para a Tarefa em questão, onde em vidas passadas tiveram muito aprendizado que se despertará na medida que a pressão aumentar.

Muitas famílias trazendo não familiares: vê-se, através do sonho, o acesso a diversificação, onde cada pessoa pode ser agregada à grande familia terrena. Naquele  momento fomos irmãos, familiares e de certa forma, unidos em torno de algo comum e necessário a todos. Deixamos isto de lado quando não conseguimos superar, há muito tempo atrás, a separação das aldeias, face a acirrada competitividade que assolou este planeta. Criamos fronteiras e estas continuam mantidas. Mesmo com um problema comum a todos os seres humanos continuamos nesta escala irracional de divisões e separações. No sonho, isto foi superado pela necessidade que mostrou-se insuperável, dando lances de bom senso para que pais que não suportaram os seus medos internos, ousassem ceder seus filhos. Este fato que se repetiu no sonho, já aconteceu em inúmeros momentos de conflitos da humanidade.
Outro destaque que se dá no sonho é para a descontração das crianças, onde a inocência e a ausência de medos as leva para o desconhecido como parte da grande aventura da vida.

Famílias retornando para a neblina: bem, vê-se que no sonho o livre arbítrio prevalece e prevalecerá até o final dos tempos, e cada um terá o seu poder de decisão preservado. Nada se perde e muitas vezes a solução em cada um será refazer o mesmo caminho. Na seara de Deus o tempo não existe, portanto, a cada um será dada infinitas oportunidades.

Acordei: Foi o momento mais chato, pois viver um sonho é viver uma realidade intensa, creio que mais intensa do que aquela que vivemos despertos.
Creio que todo sonho intenso acontece no momento oportuno e serve para que nossa atenção se concentre em coisas que ainda possam atrapalhar certas decisões a serem tomadas. Portanto sempre ocorre como uma oportunidade de fixar certos pontos duvidosos ou superar inseguranças desnecessárias.

Viver e aprender é entregar-se continuamente ao desconhecido, o resto são meras repetições cármicas que de novo nada trazem.
O desconhecido só pode ser encarado com a ajuda permanente da fé e esta por sua vez apoia-se na coligação, ou melhor dizendo, na oração.
Orei em gratidão ao sonho e espero que possa fazer algum sentido para todos que compartilho.

Grato.

segunda-feira, 27 de abril de 2020

Passos Atuais 168a Parte. Finalidade da minha existência material.

Tua vida externa é apenas uma base material para a elevação da consciência.
Figueira.

Pois bem, normalmente concentramos todos os nossos esforços e energias para realizações na vida material.
Certas conquistas acontecem e nos deixam feliz e outras não acontecem e nos deixam triste, mas a meta da plenitude com a vida material tem sido o único objetivo de muitos.
Na maioria das vezes não nos preparamos para que o objetivo determinado, seja material ou espiritual, seja alcançado.
O objetivo pode, no momento que conquistamos, ser bem menor do que o imaginávamos. Isto ocorre porque foi na busca, com inúmeras dificuldades, dúvidas, idas e vindas, barreiras, que o crescimento interior ocorreu.  

Na realidade, na busca pelo objetivo determinado, crescemos tanto que ele se tornou pequeno.
É na busca, na luta, na dedicação e na fé determinada em alcançar o que pretendemos, que encontra-se a realização.

Quando limitamos nossos objetivos para aquilo que é obvio, necessário para sobreviver, ou atender desejos duvidosos para saciar ganancia e egoísmo, a busca e a  luta para alcança-los tornam-se um acelerador de quedas espirituais.
Muitos se perdem neste caminho quando almejam somente o que é perecível,  tem começo, meio e fim e se desgasta no seu uso.

No entanto, na Terra, ainda temos de dividir nossa atenção para estes dois lados, o perecível e o eterno. Quando dividimos nossa atenção em condições de igualdade, compreenderemos que o perecível começara e terminará, enquanto que o eterno se acrescerá. Esta postura gera o equilíbrio de duas forças antagônicas, a primeira voltada e dominada pelo ego e a segunda voltada e dominada pelo espirito.
Necessitamos, na vida material, pelo menos por enquanto, este antagonismo para que o equilíbrio se restabeleça. Sem ele não poderia haver livre arbítrio e sem o livre arbítrio não aprenderíamos a controlar nossas aspirações e a conviver uns com os outros.

O erro que ocorreu neste equilíbrio perfeito, foi o fato de termos uma tendência muito forte e intensa para o lado perecível da vida. Isto fez com que focássemos e utilizássemos quase toda nossa energia para somente um dos lados, desequilibrando as forças antagônicas.

Temos de reconquistar este equilíbrio perdido. É preciso que certas compensações sejam feitas, no plano da espiritualidade, para que as forças antagônicas passem a atuar na exata proporção que as mantem em condições de igualdade.

O momento atual exige maior concentração da nossa atenção e empenho, no plano espiritual. Temos de compensar este desequilíbrio. Por isso a incrível falta de paz que vivemos.
A Terra, por outro lado, está facilitando este equilíbrio, uma vez que as perdas materiais estão ocorrendo independente da disposição.

É preciso, neste exato momento, questionar-se como estamos impotentes para algo tão pequeno, sutil e quase invisível, que de repente nos afronta com tamanha força e expressão que nos isola e nos faz questionar todos os valores, poderes, recursos, conceitos que não serviram perante um ser que vive em condições microscópicas, onde arsenais incríveis, exércitos super treinados, ciência da qual nos orgulhávamos, estão perdidos e atônitos com a capacidade de transtornos causados por esta vida minúscula no planeta.

Creio que acharemos uma solução, creio que sairemos desta condição, mas é importante  percebermos que somos muito incompletos e impotentes para diversas situações possíveis do plano perecível.
É preciso voltar-se para o eu interno, aprender muito mais sobre nós mesmos, pensar mais sobre nossa origem, nosso destino aqui neste planeta, avaliar os apoios e se tais apoios são suficientes, questionar se os objetivos que determinamos em alcançar são os que realmente precisamos.

Como diz o pensamento “tua vida externa é apenas uma base material para a elevação da consciência”; mas será que estou trabalhando e focando na elevação da minha consciência?
Os meus ganhos e conquistas materiais elevou suficientemente minha consciência ou me aprisionou em desejos e mais desejos?
Estou em paz?
Se não, porque?
O que espero de mim para o meu futuro: Saúde? Riqueza? Beleza? Bens materiais? Conforto? Férias? Filhos?
É preciso agregar a isto algo mais, algo que não se apalpa, que não se vê, que não se sente no corpo, pois é uma expressão do coração. Sem o conforto e a satisfação interna, nada do que é externo fará sentido. Trará uma ilusória sensação de bem estar, mas em pouco tempo desmorona.

Temos de aplicar estes movimentos da consciência, buscar continuamente o fortalecimento da nossa parte interna com o eu interno para que se restabeleça o equilíbrio entre as forças antagônicas, só assim encontraremos determinado conforto para aguentar a tremenda pressão que vem chegando na transição planetária em curso. 

sábado, 25 de abril de 2020

Passos Atuais 167a Parte. Pense, mude, transforme-se, renasça, Eu estarei ao vosso lado. Mostrei-lhe que a ressureição existe, pois extraia dela as forças que necessita. (mensagem de Jesus)


Quanto mais brilhante a luz interna de alguém, maior o seu potencial para inspirar os outros nas tarefas universais para estes tempos.
Figueira.

Pois bem, os tempos mostram que as adversidades tornam-se oportunidades.
Talvez seja difícil pensarmos desta forma pois somos imediatistas e limitados a umas poucas percepções, sensações e horizontes voltados quase que exclusivamente à vida material e a vida atual deste corpo físico.

Abrindo horizontes mais longos e com boa imaginação poderemos começar a perceber a gama de oportunidades dos tempos atuais.

Sabemos que esta etapa da transição é uma fase em que decisões, cada um terá de tomar.
Sabemos que são decisões incomuns. Algumas já tomadas num passado distante por poucos, mas é um fato de que decisões desta natureza incomum, tudo ao redor voltava-se contra a decisão a tomar.

Como se repetiu, em textos anteriores, o medo nos aprisiona e a dificuldade em fazer algo fora do comum acentua a insegurança.
Voltar-se para o eu interno, para a fé, é algo irrefutável e será daqui para frente o único apoio que teremos.

Os apoios no plano material estão se desmanchando, os parâmetros que tomávamos como referencia mostram-se ineficazes, o conhecimento adquirido mostram-se insuficientes, as atitudes conhecidas para resolver e sanear questões importantes tem sido duvidosas, portanto é o imponderável que pode manter a vida ou originar a morte.

O câncer, a pandemia, são doenças que originam-se e proliferam-se num único “veículo” – o carma coletivo produzido pela degradação humana.  
Lembro-me a alguns anos atrás, comentários de Trigueirinho sobre os vírus da SARS e o Ebola, que dizia:  o carma coletivo, incrivelmente, vem confrontando as Leis de Deus em curso no planeta. Esta condição dá origem ao “veículo que pode dar vida” a vírus muito resistentes e violentos. Este “veículo” que o faz proliferar-se provem da consciência humana coletiva, na degradação.

Nos afastamos muito da nossa origem, das nossas virtudes e do potencial espiritual que temos para a sequência evolutiva necessária.
Hoje poucos se atentam ao seu lado espiritual e quando o fazem voltam-se para atender somente interesses materiais.

O carma coletivo gerado pela consciência coletiva é o que faz este vírus, assim como outras doenças como o câncer, por exemplo, ter o “veículo” necessário para viver e proliferar. Portanto, um esforço hercúleo deveria ser feito por parte da humanidade para que este “veículo” originador e condutor pudesse ser interrompido para que vírus e outros males que adoecem o corpo, cessassem seu meio de proliferação.
É claro que o carma individual pode aceitar ou rejeitar a hipótese do corpo adoecer, pois estas são decisões internas de cada um, mas numa proliferação viral, por exemplo, podemos contrair e gerar carma positivo.

Quanto maior o estado de sofrimento da população terrena, causadas pela degradação e desigualdade, mais poderoso e mais fértil será este “veículo” como meio adequado para a evolução de formas de vida que nos necessitam como hospedeiro.

O que temos feito até o presente, na esdrúxula tentativa de conter estes processos, continua dentro do campo das ilusões e dos medos, gerando mais caos, mais desarmonia, que irá trazer consequências nefastas para um futuro muito próximo, em que, da economia  à ciência, tudo estará comprometido. É um deleite para as forças involutivas que convocam com abundancia os formadores de opinião do caos. Estes vem se proliferando na mesma proporção do vírus.

Não há o que se fazer coletivamente, mas individualmente pode se fazer muito.
Temos de brilhar interiormente, exaltar a luz que provem da alma e ilumina o coração, temos de ser confiantes, temos de crer e ter fé, temos de orar, orar e orar.
A imaginação tem de ser positiva, temos de diminuir as ilusões e solidificar as esperanças no milagre.
Temos de acreditar nestas ajudas internas e externas à Terra; confiar, pois em todos os momentos de caos que a humanidade já passou, milagres aconteceram e a vida se restabeleceu.
Creio que desta vez a vida será restabelecida em outras bases, outras Leis, outras intenções dada a condição de transição planetária em que encerra-se o período da Terra como planeta de expiação.

Não apoiar-se em falsas esperanças e ilusões de que algo está sob controle da raça humana, pois nada está e nunca esteve.

Vivemos um momento impar em todos os sentidos, inclusive para os sentidos espirituais que podem libertar-se e manifestarem-se, saírem de um longo período de hibernação pela absoluta falta de estímulos.
Creio ser esta a intenção do Criador, pois sabemos que evoluir é aprofundar-se em conhecimentos universais e eternos.

É preciso acreditar que tudo tem uma origem divina, uma motivação primordial, um alcance eterno, um saneamento essencial para que o novo e o inusitado apareçam.
Estamos numa fase difícil, talvez ainda não seja a pior, mas com certeza teve um alcance destacado. Talvez esta seja uma preparação para aprendermos que do caos nascem as oportunidades e é preciso grande e insistente disposição para enxerga-las.

Nosso trabalho é importantíssimo. Temos de nos estimular com estes aspectos positivos para estimularmos os que tem sensibilidade para o lado positivo de uma crise.
A esperança e a mudança só ocorrem quando algo muda dentro de mim, senão estas não se manifestam.
A oportunidade nos é dada e geralmente vem do caos, mas o impulso inicial é nosso.

O tempo é importante nesta fase da transição, pois de nada adiante arrefecermos ou nos entregarmos ao caos o que de mais valioso temos, a vida.
Algo tem de mudar e isto só será percebido quando buscarmos oportunidades, não mais no meio físico.

Pense, mude, transforme-se, renasça, Eu estarei ao vosso lado. Mostrei-lhe que a ressureição existe, pois extraia dela as forças que necessita. (mensagem de Jesus)