segunda-feira, 27 de julho de 2020

Passos Atuais 196a Parte. Um novo ritmo.


Para penetrar mundos espirituais é preciso flexibilidade, desapego e entrega.
Figueira.

Pois bem, penetrar mundos espirituais é voltar-se para realidades ainda desconhecidas. Voltar-se para novas realidade é sair das ilusões.

O contexto desta transposição exige, com certeza, ampla flexibilidade, grande desapego e entrega.
A flexibilidade lhe permitirá ser cético com relação ao que os cinco sentidos (olfato, tato, paladar, audição e visão) lhe indicam.
Normalmente limitamo-nos à percepção destes 5 sentidos. Estas percepções constituem uma possibilidade muito limitante para a ilimitada capacidade humana.

O homem provem, nos primórdios da civilização humana, de graus de liberdade e percepções bem maiores que as temos agora. No começo da civilização material no planeta, bem antes do homo sapiens, tínhamos graus de liberdade e percepção  incríveis se comparados com os atuais. Estes foram se decompondo pelo seu mau uso ou pelo  não uso das capacidades originais.
Nos vários recomeços aqui na Terra, fomos perdendo estas capacidades originais na medida que o livre arbítrio foi sendo utilizado em sintonia com a Lei do Egoísmo.

A partir de certa etapa nesses recomeços, estas capacidades começaram a se limitar para uso em indivíduos carmicamente comprometidos ou indivíduos em missões especificas para o desenvolvimento da raça humana, tornando-os brilhantes descobridores das técnicas da sobrevivência, da adaptabilidade e do conforto. Isto acabou por consolidar, na maioria, o medo primordial da morte. 
É conveniente salientar que homens brilhantes, brilharam por suas capacidades além dos 5 sentidos.

O medo da morte foi necessária na etapa do povoamento da superfície e da sua preservação. Foi a era do materialismo para consolidar ciclos de experiencias necessárias.
Esta época passou, mas mantivemos até hoje a mesma estrutura e a mesma postura da fase em que o materialismo foi imperativo. 
Os tempos atuais são tempos que já deveríamos ter avançado na desmaterialização.
Desmaterializar-se não significa sumir do plano material mas voltar-se para as coisas sutis, para a espiritualidade, para os mundos paralelos, para as demais dimensões. Perceber o universo em volta de si.

O desapego faz parte do processo como algo essencial, pois apegar-se como nos apegamos só retém o que preciso ser liberto, solto. As novidades, o novo, provém da libertação do passado, do que cumpriu sua tarefa e deve ser superado. Reter nos atrasa, nos segura em padrões desatualizados que não servem mais para o homem evolutivo.

A entrega é algo que deve acontecer em ato continuo, constante, permanente.
Não sabendo entregar não sabemos perder, pois a perda é um processo natural da renovação na vida universal, e assim acumulamos, e acumulados no afogamos em modos de vida completamente desatualizados do ritmo planetário.
A Vida é um processo de transformações que ocorrem nas vidas vividas.

Sendo assim o ser humano precisa mudar sua postura, suas ideologias, seus conceitos e na prática da entrega, ofertar-se para que novos ritmos, novas energias e novos conceitos preencham o vazio que vem se formando em sua consciência. Este vazio na consciência é perigoso, traumático e pode enlouquecer. Por origem divina temos a absoluta necessidade de renovar.

Atribua para si um novo ritmo, desapegue-se dos seus temores e renovarás. (mensagem de Sto. Agostinho para este texto).











sexta-feira, 24 de julho de 2020

Passos Atuais 195a Parte. Observe, pondere e estabilize.


Tudo foi criado para que cada energia possa chegar à sua expressão perfeita.
Figueira.

Pois bem, este pensamento condensa o princípio básico da evolução.
Tudo que fazemos não é perfeito, mas caminha para a perfeição. É um processo que se desenvolve em todos os mundos,  em todos os níveis de consciência, em todos os planos da vida, em todo o Cosmos.
Nada do que se faz é completo e perfeito, mas caminha para que alcance estados de perfeição e de pureza.
Aqui na 3ª dimensão utiliza-se o processo da repetição. Fazemos a mesma coisa diversas vezes, em diversas situações, com formatos semelhantes  para que, em cada situação que se repete possamos aperfeiçoar o que foi feito anteriormente.

A vida material tem uma dinâmica muito intensa decorrente da necessidade de repetirmos ações que já fizemos. Isto se deve ao fato de que não damos a devida atenção ao que fazemos. Temos repetido atitudes desnecessariamente.

Quando equilibrados prestamos a atenção, pensamos mais, raciocinamos com coerência e ponderamos melhor as possibilidades e seus desdobramentos. Assim poderemos fazer menos e com mais espaço, entre um e outro acontecimento.
O que se tem feito no geral são ações automáticas, imediatas, apressadas e descabidas de reflexões, e na maioria das vezes repete-se o que já se fez.
É preciso perceber que o que serve para um não necessariamente servirá para outro ou para todos. 
Somos indivíduos distintos.
Somos pessoas exclusivas, atípicas e únicas em todo o Universo. Isto define características, destino, necessidades e trajetória evolutiva, únicas.
Portanto, ao idealizarmos uma ação é preciso deter-se na observação, ponderação, reflexão para que as energias desprendidas possam preencher a necessidade de forma positiva.

Usando a energia da palavra, do movimento, do pensamento, corretamente, estaremos utilizando adequadamente as energias da Fonte. Da outra forma, expressando-se inadequadamente, torna-se um desperdício que,  na maioria das vezes, desencadeia conflitos e novos carmas na relação social que vivemos.

Atuando neste processo da reflexão antes da ação ou da palavra, com certeza iremos nos movimentar menos e falar menos. Percebe-se que na maioria das vezes nossas manifestações são inúteis, imprecisas e tendenciosas. Aquietando-nos ganharíamos tempo, diminuiríamos os desgastes físico e mental, seríamos ponderados e mediadores de conflitos, dado o fato de que na maioria das vezes as manifestações geram contrapartidas absolutamente inapropriadas.

A humanidade do futuro se manifestará de forma conveniente e tranquila, pois saberá empregar  padrões energéticos adequados e impulsionadores de caráter evolutivo. Terá consciência do uso correto e estritamente necessário das energias a serem empregadas, ao passo que quem as receberá será abastecido do necessário. A harmonia será grande, encerrando definitivamente a competitividade que será trocada pela colaboração imparcial do que for necessário.
O desperdício será pequeno, o conforto na convivência será grande, sem disputas, sem ciúmes, sem invejas, estabelecendo-se padrões de harmonia que hoje, sequer, sonhamos em ter.

Usar agora estas padrões elevados é licito, possível e necessário para quem almeja continuar sua trajetória evolutiva.
Basta observar sem olhares críticos; refletir antes de nos manifestar, ponderar as possibilidades positivas ou negativas destas manifestações; falar o essencial; silenciar quando pode gerar conflitos e desgastes; comentar sem depreciar ou constranger; respeitar as necessidades de cada um e manter as intenções alinhadas com o coração.

É comum tentar “corrigir” alguém sem perceber que os “erros” neste alguém são reflexos dos nossos próprios erros; os desvios de comportamento de alguém, são reflexos dos desvios do nosso próprio comportamento. Na realidade nos espelhamos nas outras pessoas, claro que não exatamente nas mesmas manifestações, mas de forma assemelhada, então o que vemos de errado estaremos praticando.
A vida é inteligente, honesta e pura. Nos dá todas as ferramentas para consertamos ou alinharmos o que é preciso. O processo da observação e da reflexão é para isto, é para ajustarmos o que está desajustado.

Olhar a vida com pureza, com harmonia, com sabedoria expressa o sentimento da alma e ajusta o que está desajustado. (Mensagem de Jiddu Krishnamurti para este texto)



















segunda-feira, 20 de julho de 2020

Passos Atuais 194a Parte. Diminua suas lamentações, pondere seus infortúnios.


Nenhum caminho é melhor que o outro; dirija-te pois sem vacilações, àquele que te é dado trilhar.
Figueira.

Pois bem, geralmente nos aborrecemos com a vida que estamos levando. Sempre achamos que a vida dos outros é melhor.
Esta insatisfação ocorre em todos, é comum, mas não é correta.
Um dos erros que cometemos, ao avaliar esta condição, é o fato de que sempre desejamos o que não temos e o que temos nunca parece ser o ideal.
Geralmente damos mais atenção ao que os outros tem, em detrimento do que temos. Quando desviamos a atenção para desejar o que não temos, perdemos a atenção no que temos, nas suas possibilidades, no seu potencial, no seu desdobramento e deixamos de compreender que o que temos é o ideal para aquele momento, para aquela circunstância.
Esta insatisfação que se repete continuamente, é intensa e persistente ao longo da encarnação.

Se abundante ou escasso, o que temos gera regras de conduta para que o caminho evolutivo possa ser percorrido adequadamente.  No entanto, o descontentamento implica em diversos desgastes de energias e de tempo, imprescindíveis para cumprirmos as metas estabelecidas para aquela vida,  onde o desenvolvimento cármico e o ascensional ou evolutivo precisa se amparar no que foi destinado.

Temos portanto, segundo as regras e as Leis da vida, o suficiente para ascendermos desde que a atenção e as energias sejam canalizadas para esta finalidade, evoluindo no conjunto mente- espirito.
Aqueles que fisicamente tem pouco, podem ser compensados com oportunidades mais intensas no plano espiritual.
Aqueles que tem abundancia no plano material deveriam estar muito focados nas atividades do desenvolvimento espiritual, pois pouco lhes faltará para sobreviver.
O meio termo, ter o suficiente, adeque-se a uma possibilidade de equilíbrio entre matéria e espirito que alinha as duas fases do desenvolvimento material e espiritual.

No entanto, o que vemos na maioria dos indivíduos são atividades intensas no plano material com foco no ser, no ter e no poder, desvirtuando-se da ascenção espiritual. Isto vem ocorrendo ao longo dos séculos nas três situações acima descritas.
Esta desatenção é um devaneio, um conjunto de ilusões que tem por base a distração que leva a exaustão do tempo produtivo e a uma queima desnecessárias de reencarnações que se tornam inúteis, por serem repetitivas.
Luta-se pelo banal, pelo trivial, pelo luxo, pelo acumulo, mesmo sabendo-se que daqui nada será levado.

Perceber a finalidade da existência no plano material, passou a ser uma dádiva, uma benção, algo absolutamente incomum, pois a maioria mantem-se exemplarmente focada no crescimento da posse, da propriedade e do luxo ( considerando as características distintas do que é posse, propriedade e luxo nas diversas classes sociais).

Quando descobrirmos que viemos aqui para aprender e evoluir, para sutilizar-se, para desmaterializar-se, teremos outra visão sobre a vida material, sobre a infinitude, sobre a sucessão de  acontecimentos que nos aguarda.
Temos de descobrir que estamos aqui de passagem, que somos viajantes siderais, que percorremos mundo, dimensões, níveis de consciência, que estamos ganhando conhecimento.

No entanto percebe-se que a ilusão geral  tem sido intensa e poderosa, e tem levado a raça humana a lutar, irracionalmente, por conquistas efêmeras, pequenas, eminentemente perecíveis e involutivas. Apegar-se a sentimentos mesquinhos, egoístas e rancorosos nos faz desistir de coisas importantíssimas, nos puxa para trás, nos leva a duelos em batalhas irracionais onde forças involutivas usam e abusam do domínio que tem mantido sobre todos.
A mágoa é um destes sentimentos que iludem, que limita as  conquistas e que faz perder o que se ganhou. Ocupa todo o espaço do coração e dilacera linhas de contato com a alma.

Por outro lado, o individuo que mantem-se atento no que lhe foi reservado pela alma, irá descobrir que possui oportunidades fantásticas, possui desafios que consagrará ensinamentos, possui aspectos que o fará alargar a visão sobre a vida e sobre si mesmo. Ele compreenderá melhor a razão da sua existência e isto lhe trará menos tormento e mais equilíbrio.   
Extrairá dos seu momentos, da sua situação, o lado bom  e benéfico dos acontecimentos. Terá mais chances para perceber uma linha de comunicação com os Planos Maiores. No final irá perceber que será conduzido em alinhamento com as diretrizes deste Plano. Se sentirá pleno e pouca coisa o incomodará.

Diminua suas lamentações, pondere seus infortúnios, preste atenção, observe, foque-se em detalhes e verá a luz em coisas e situações que alguns momentos atrás parecia um desastre.

Somos testados o tempo todo e as respostas manifestadas pelos sentimentos definirá o próximo passo.( manifestação de São Tomás de Aquino para este texto)












quinta-feira, 16 de julho de 2020

Passos Atuais 193a Parte. A pureza do teu olhar.


É a pureza do teu olhar que te revelará o campo de serviço que te cabe.
Figueira.

Pois bem, este pensamento deveria ser recitado por todos, todos os dias.
Um estado de pureza é um “estado de ser” muito harmonizado com o que há de mais nobre e elevado naquele momento. Este estado de pureza varia de acordo com o momento que nos encontramos, maior quando estamos equilibrados, centrados, confiantes e menor quando nos encontramos medrosos, temerários, agitados.
Considerando estes aspectos é muito importante considerar como nos encontramos (equilibrado ou agitado),  no momento que iremos nos posicionar sobre algo que temos de realizar, decidir ou opinar.

Campo de serviço pode ser considerado o dia a dia, o cotidiano.
Durante o cotidiano estamos fazendo várias escolhas, dando diversas opiniões e estamos gerando inúmeras influencias. Serão em cima destas opções que poderemos manifestar algo positivo ou negativo, gerando consequências boas ou ruins nos seus desdobramentos.

Tentar manter um estado de pureza é o mesmo que afastar-se das influencias negativas que circula o mundo, dado o elevado grau de concentração do psiquismo negativo.
Sinceramente não é uma tarefa fácil exigindo atenção, persistência nos desejos elevados, e resistência às tentações da quebra de postura. Mas é viável e se amplia na medida que praticamos esta postura equilibrada.

Atuar no cotidiano com intenções elevadas, afasta inúmeros confrontos que nos atrapalha, pois não há razão para que uma tarefa seja atrapalhada quando estamos alinhados  e equilibrados.

Muitos veem como tarefa elevada uma única atividade, a de se ajudar alguém, o que não é verdade. Precisamos evoluir, precisamos ganhar conhecimento e firmar sabedoria. Precisamos nos conhecer melhor, saber um pouco mais sobre nossa origem e nosso destino, como Ser, como alma, como pessoa. Nos conhecendo melhor iremos compreender as características que me trouxeram a este mundo, neste momento planetário, nestas situações e com estas características para sobreviver.
Com maior clareza nestes aspectos, poderei desdobrar-me em atividades de ajuda, que deixam de ser meras interferências, para serem impulsos que darão ótimas oportunidades às  minhas intenções de ajudar alguém. Sob esta ótica, estarei na verdade, exercendo um  grau maior de pureza, associado não só a boas intenções mas a posturas inteligentes que me posicionará melhor sobre uma decisão, um acontecimento, um evento, enfim terei discernimento com uma visão mais ampla e mais realista.

O campo de serviço é aonde se a dá a atividade necessária aquele momento, ou seja, em qualquer lugar físico ou não físico. Poderá ser uma atividade pessoal ou uma coletiva.
Poderei exercer uma atividade da qual ganharei conhecimento ou uma atividade da qual utilizarei meu conhecimento. A boa vontade e o empenho são determinantes, quaisquer que sejam as condições do campo de serviço.
Deve ficar claro que sempre realizarei uma pequena parte do serviço a ser desempenhado, o restante será realizado por seres ou impulsos que nos acompanham.
Também deve ficar claro que os dois lados, ou seja, as forças evolutivas e as involutivas agem no exercício de influencias, portanto depende muito das minhas intenções para que uma ou outra se manifeste.

Um estado de pureza alavanca sabedoria, experiencia e ativa a estrutura espiritual da qual fazemos parte. Ative-a e faça parte do grande conceito cósmico.  (Mensagem de Pietro Ubaldi para este texto).











domingo, 12 de julho de 2020

Passos Atuais 192a Parte. Como se não existisse.


O homem forte rompe obstáculos; o homem plenificado pelo espírito  atravessa-os como se não existissem.
Figueira.

Pois bem, a postura que domina as atitudes no plano material é a do homem forte, o que rompe obstáculos.
Mas, sua fortaleza não é plena e infinita e, a qualquer momento, o obstáculo será maior do que sua capacidade de rompê-la.
Esta condição é essencial, a perda da capacidade de romper é imprescindível para que o homem saia das suas limitadas possibilidades. Enquanto se encontra nela, o homem saberá avaliar, já sentiu, ou já passou por experiencias semelhantes, mas a partir do momento em que entra numa nova configuração, num novo estado de ser e viver, em algo inusitado, sua capacidade de avaliação torna-se desnecessária, pois os limites se estendem para possibilidades infinitas
Dai em diante, entra a fé, entra a possibilidade de ser assistido, acompanhado, conduzido, a viver o novo, a novidade, o inusitado.
                                                                                                               
Temos vivido desde os tempos remotos na base da força, da explosão, do confronto, onde o intelecto e a personalidade dominavam as ações. Na fase seguinte, a que aliás está iniciando, mesmo antes da conclusão da transição planetária em curso, a possibilidade do homem em se plenificar pelo espírito, é real e factível.  
Digamos que se trata de estados preparatórios e de avaliações que medirá aquele que se adaptará a estas novas condições para a sobrevivência dos novos tempos.

Há muitos exemplos entre nós de pessoas abnegadas que usaram estruturas descomunais, sem serem percebidas, realizando Tarefas que intelectualmente seriam consideradas impossíveis. Extraíram do nada ( sob a ótica do plano material), possibilidades incríveis, vencendo barreiras, desesperos, aflições e ausências do mínimo necessário para que tais Tarefas fossem cumpridas.
Gandhi venceu uma guerra sem pegar em armas; Jesus mudou o caminho da humanidade com palavras, com parábolas que traziam a energia Crística; assim homens e mulheres santas reagiram a forças incríveis que estavam ousando assumir, para a grande derrota da raça humana da Terra.

As barreiras, os desafios, os incômodos são necessários. Sem eles a humanidade não cresceria, não descobriria o próprio potencial, mas a fase da força, dos rompimentos de obstáculos e do domínio, encerra-se no plano da superfície física do planeta na transição em curso.
Aquele que tem, na sua expectativa de vida, continuar a fazer o caminho evolutivo, precisa reconsiderar com vontade e convicção a forma que encara suas dificuldades, como se posicionará perante as barreiras, como administrará suas perdas, pois as barreiras que nos espera serão aquelas em que, somente o homem plenificado pelo espirito as atravessará.

Confie, tenha fé, e busque o que a matéria não te supre mais. ( mensagem de Padre Pio, para este texto)











quinta-feira, 9 de julho de 2020

191a. Parte. Transforme-se na proatividade.


Tudo, realmente tudo pode transformar-se.
Figueira.

Pois bem, mediante tal afirmação, resta-nos saber como fazer a transformação.

Nenhuma transformação é tranquila, serena, delicada, pois estamos na 3ª dimensão,  aquela em que as mudanças ocorrem de forma explosiva.
A história do mundo é cheia de conquistas no plano material, mas todas foram impactantes, necessárias de aceitação, trabalho, dedicação e aceitas aos poucos. A consolidação dos avanços tecnológicos na humanidade, sempre se deu após vencermos vários preconceitos, tabus, lendas.
De certa forma, as principais conquistas se deram em guerras, se deram no desenvolvimento da arte de matar e não ser morto. Isto ocorreu pela influencia direta da polaridade masculina no desenvolvimento da humanidade para o plano material.
Sendo assim tais avanços conquistados na arte da guerra, surgiram carregadas de egoísmo, com muita negatividade, ganancia e sentimentos de vingança. Com o tempo foram se adaptando ao uso doméstico, familiar, social, a partir de estágios em que estes avanços foram sendo utilizados de forma a contribuir com o que faltava para todos.
No entanto, guardam certa negatividade e nas mãos erradas deflagram violência e dor. Podemos usar uma torradeira para torrar o pão ou matar.

Mas, por princípio da Lei do Amor, tudo se transforma e assim vem acontecendo com tudo o que existe na Natureza. No entanto, a humanidade vem permitindo que isto aconteça de forma muito lenta e gradual, fora da sintonia e da velocidade do destino do planeta. Este choque de ideais e sincronia levam a ajustes mais extremos, mais impactantes, mas permitidos na 3ª dimensão, e assim será na Terra.

Toda transformação exige muito empenho, muita energia, muita ousadia. Neste ponto a maior parte dos seres humanos não acompanha as etapas da transformação, ficando inertes, passivos e preguiçosos. Com esta característica passiva presente, a dor entra em campo e mantem um mínimo de energia para as mudanças, ainda que lento, mas mantem ritmos de mudanças.

O ser humano precisa compreender que tudo depende dele, tudo depende da sua vontade e da sua disposição. No livre arbítrio, somos donos destes processos que transformam, impulsionados pelas condicionantes cármicas ativas e presentes no destino daquela encarnação.
Não precisamos ser passivos e aceitar o que a “vida” reserva, podemos ser proativos, liderar as mudanças, empenhar-se, ousar e deixar fluir os impulsos da alma, dando vazão ao fluxo dos carmas necessários, mas usando-os como força motriz para conquistas evolutivas.
De certa forma as crianças agem assim antes de se cristalizarem, movem-se por uma intensa curiosidade, pesquisam, experimentam, são ousadas, e os medos ainda distantes, não as impedem de descobrir o mundo que as cerca.

Outro exemplo que pode se aplicar: Uma câncer se manifesta. Posso administra-lo de forma passiva, recuada, com muitas lamentações ou usá-lo como um impulso energético que acelera as transformações mentais e espirituais que preciso. Neste caso posso até vence-lo, se me tornar útil ao meio que me cerca, mas se não vence-lo fisicamente ele me dará a grande vitória de sair de uma encarnação liberto dos carmas e potencializado com as aspirações elevadas que surgirão inexoravelmente, com a doença (Lei das Compensações).  

A transformação ocorre de duas maneiras: a voluntária e a forçada.
A forçada se dá com as condicionantes cármicas pendentes, onde as mudanças ocorrem, somos pegos despreparados e “atropelados”. Não desavisados, mas despreparados pelo comodismo em não querer transformar-se.
A voluntária manifesta-se na medida do empenho e ocorre como um alinhamento. Encontra colaboração, expectativas positivas e transforma o que precisa ser transformado, gerando um alento, um alivio, um ganho na vida. A paz manifesta-se em pequenos momentos, mas suficientes para aliviar as enormes pressões que sofremos no mundo cármico.

Portanto, é uma simples questão de postura: ou trabalho com fervor e vontade na minha transformação, voluntariamente, ou, na mesma transformação de forma forçada. Uma não doe, mas a outra doe.
O fator tempo não é predominante, ou seja, podemos conquistar um conjunto de transformações numa vida ou em 10 vidas, no entanto, se em 10, serão 10 repetidas em vários formatos.

“Seja proativo, faça acontecer, dedique-se, além da sobrevivência, pois será neste além que encontrarás o que tanto desejas.”  (palavras da Santa Madre Teresa para este texto)












segunda-feira, 6 de julho de 2020

Passos Atuais 190a Parte. A imaginação.


Para ler este texto, fica uma sugestão:
Lê-lo ao som do Coral de Figueira do tema: Blanca Essência.
Encontra-se disponível na internet.

Uma consciência apegada a coisas e imagens terrenas não pode comportar a imensidão de sua realidade interna.
Figueira.

Pois bem, na continuidade das instruções que temos recebido, esta particularmente tem um peso e um significado monumental.
Como vivemos num ambiente muito ruim, muito pesado e negativo, onde o sofrimento dá o tom da vida, sair com a imaginação deste ambiente é fundamental.
Esta ferramenta, a imaginação, é a boia da sobrevivência que recebemos ao entrar num mundo cármico, para que aspirações e desejos elevados possam se manifestar fora do ambiente cármico.

Podemos dizer que, tecnicamente, o mundo vem desabando ao longo do tempo, pois para cada 1 das conquistas obtida, 10 conquistas anteriores são destruídas, ou seja, não há como repor a imensa destruição material que ocorre no planeta.
Se falarmos de um único assunto, a energia por exemplo, vemos a abundancia da destruição florestal. Agora a petrolífera e a radioativa que ao serem produzidas deixam  um rastro de destruição e poluição, impossíveis de se reverterem sem uma interferência externa ao planeta.
Se citarmos o plástico e outros materiais que não se decompõem com facilidade, vemos nossos oceanos chegando a estágios de irreversibilidade no lixo acumulado.
Da mesma forma ocorre com a mente humana, onde a energia do egoísmo que provoca a ganancia, o ciúmes, o ódio, as guerras internas  e externas, chegaram a níveis insuportáveis
Analisando o meio ambiente físico e mental, os níveis estão intoleráveis, deixando pessoas às portas do desespero e da intolerância suprema. Dai decorre os desastres provocados pela mente humana e os desastres provenientes da reação planetária a estas ações humanas.

Bem, um dos fatores para que isto ocorra é o não uso deste grande atributo que possuímos: a imaginação.
Usamos muito pouco este artificio essencial que pode diminuir ou mesmo tirar um individuo da sua imensa prostração.
A imaginação  é uma ferramenta da alma, do coração, provem de fontes magnificas e altamente elevadas. Ela inspira o indivíduo, o faz crer em possibilidades que sua mente e sua personalidade jamais ousariam ir.
A imaginação transforma o indivíduo, auxilia na compensação das falhas do caráter, enquadra a personalidade, alimenta a mente para que se aventure em “locais e contatos” que materialmente, seria impossível de se dar.
A imaginação conforta, nos leva a lugares imprevisíveis, conserta, cria, descobre.
A imaginação traz lucidez sobre inúmeros fatos da vida universal ou multiversal que em hipótese nenhuma alcançaríamos com o corpo físico. 
Com a imaginação a mente passa a navegar por proximidade, a estágios de consciência que iremos alcançar no futuro, mostrando a harmonia, a sintonia e o caráter elevado da vida que se dará em algum momento.

Sem duvida nenhuma é um alento para com estes estados de sofrimento que hoje nos envolve, onde a desesperança  se torna real e o vir a ser tenebroso.
A imaginação como fonte inspiradora ajuda a criar, conceber e aperfeiçoar aquilo que se mostra adequado e necessário para o bem comum. Os grandes inventores, os homens e mulheres santas, os grandes gênios da humanidade foram indivíduos que imaginavam continuamente, viviam, flutuavam nas suas imaginações dando alento ao seus espíritos inovadores, descobrindo possibilidades para fazer acontecer.

Mas há de se considerar que no livre arbítrio, a imaginação funciona dos dois lados, ou seja, para o bem e para o mal, pois não poderia haver equilíbrio se só um dos lados crescesse.

Estamos no momento em que a imaginação se tornou mais importante do que viver, essencialmente, a realidade do mundo físico.
O mundo físico, desde o final do século 20 se tornou inconsertável. Por mais que que se queira, a falta de coesão na raça humana, divida entre ideias, pensamentos, sistemas, sociedades, tendências, movimentos, alcançou níveis irreversíveis. Não há a menor esperança de que algo mude ou mudará para melhor. Não há a menor possibilidade de que algo neste sentido possa mudar e isto está muito claro pelo crescimento gigantesco que houve da presença de forças extraterrestres e divinas (aliadas entre si), em nos ajudar.
Sim, quem precisa de ajuda é a raça humana que comprometeu os demais reinos com seus imensos desvios de conduta. A Terra segue seu caminho na sua escalada evolutiva, gerando movimentos maiores ou menores no seu processo de transformação. Infelizmente levamos o planeta a escolher os movimentos mais intensos na transformação da transição planetária em curso.

Desta forma, aumentar os níveis da imaginação passa a ser um salto, no mínimo, mais confortável do que viver a dura realidade que se apresenta na superfície terrestre, além de proporcionar inúmeros “contatos” que nos dará o alento necessário para que o cumprimento do carma coletivo ocorra, com um nível de compreensão e de aceitação adequados.

Os contatos entram no campo da nossa imaginação, nos estimula, nos conforta, nos liberta, explica e exemplifica, mostra o lado lindo da vida universal, revela o que nos espera e por quem somos esperados. 
Na imaginação não temos destinos alterados, o que seria contrario às Leis da transformação em curso, mas cria os alentos e fortifica os laços do individuo com sua alma, com sua essência, trazendo-o à originalidade da sua criação.
Com isto diminui-se a pressão da vida cotidiana, a esperança volta a ocupar o seu lugar essencial, a visão se torna promissora e algo mágico ocorre. 
Este é ,sem dúvida, essencial para este momento que o mundo atravessa, revelando que “não estamos sozinhos”.
A fé e a imaginação são energias da mesma fonte, são inspiradoras, motivam o continuísmo da vida até a conclusão do estágio que nos encontramos.

Porque se desgastar tanto com o irrecuperável, com o irreversível? É preciso dividir melhor a atenção, os esforços e a dedicação com a imaginação.

Quando sonhamos vivemos, na realidade, um outro mundo real. Pode ser bom ou ruim, mas vivemos de fato. No entanto ao acordarmos, as imagens são destorcidas pelo fato de que nos acostumamos a distorcer a vida cotidiana que chamamos de vida material, por vive-la a maior parte do tempo em confronto com a Lei do Amor e a Lei da Preservação.

Não será exagero dizer que estamos vivendo um sonho ruim, um pesadelo na vida material, e com a imaginação o sonho real, a vida real em sintonia com as Leis que regem os multiversos.

Vamos passar alguns momentos na Vida Real, na imaginação, sonhar com o mundo que desejamos, com a sintonia e o rumo que o coração e a alma desejam. Com certeza serão os únicos momentos de lucidez nesta vida tão conturbada.
Pratique, procure ser assim e você redescobrirá sua Blanca Essência.






sexta-feira, 3 de julho de 2020

Passos Atuais 189a Parte. A vida é bela.


A necessidade da alma ou a do espírito têm de prevalecer sobre os pequenos caprichos da personalidade.
Figueira.

Pois bem, nos tornamos caprichosos quanto aos anseios da personalidade. Como a personalidade se restringe às necessidades e desejos da mente para o plano material, basicamente nosso empenho se dá para as conquistas materiais.
Em geral o ser humano tem vivido na busca do conforto, do luxo, da abundancia das coisas materiais. Isto tem tomado quase tudo seu tempo, em detrimento da busca do que não é perecível, não morre e não termina.
É uma troca altamente desvantajosa e por assim dizer, bem rudimentar. Esta troca tem feito com que repitamos as mesmas coisas em todas as vidas.
Em cada nascimento repete-se as mesmas diretrizes da vida anterior, os mesmos conceitos, os mesmos aprendizados, tornando uma sucessão de vidas enfadonha e cansativa. Não era para ser assim; perdemos nos ciclos passados a oportunidade de darmos alguns saltos no modelo de desenvolvimento atual, fazendo com que, a cada nova reencarnação tenho de começar do zero. Poderia ser possível, se tivéssemos em outro estágio no plano da consciência,  abreviar etapas vividas anteriormente, onde o sucesso nas experiencias passadas tenha sido positivo e completo.
Poderíamos ter uma infância mais produtiva, mais focada na criatividade e não na repetição como hoje acontece.

Hoje temos uma infância marcada por uma perda de tempo enorme num processo de aprendizado incoerente, ultrapassado e enfadonho. Começaremos a despertar alguma coisa para o lado espiritual, se estimulado pelos pais e familiares, em idades próximas da fase adulta, com muita “sorte”, normalmente marcada por comportamentos controversos que fogem da rotina dos demais adolescentes. Os pais, na tentativa de “consertarem” o que julgam estar errado, acabam por levar estes adolescentes ao encontro de pessoas com certa sensibilidade que acabam por descobrir qualidades que precisam despertar.
A outra possibilidade, bem pior, é colocar estes jovens para tratamento psiquiátrico, entupindo-os de remédios que os tornaram apáticos e omissos às manifestações da alma.

Na fase adulta, a liberdade se torna maior, mas o esforço também para encontrar o caminho a tanto desejado, que estimulará o desenvolvimento espiritual, dando ao jovem adulto a oportunidade tão aguardada. Neste caminho sua consciência irá despertar e o libertará da vala comum para outra vida enfadonha e com as mesmices das anteriores.
Felizmente temos pais compreensivos que percebem que a infelicidade de um jovem não está restrita a desejos meramente materiais, mas em encontrar o grande caminho da libertação interior de onde poderão realizar, muito bem acompanhados, Tarefas espirituais que comprometeram-se a fazer ao reencarnarem.

Estas Tarefas trarão a paz interior, o aquietamento, tornando-o normal aos olhos do Plano Maior. Continuará sua luta pela vida e sobrevivência, pelas conquistas no plano da matéria, mas de outra forma, com menos pressão e com mais inteligência. Sentirá a “força” que o acompanha, diminuirá seus medos e suas preocupações serão menos intensas, pois o crescimento interior segue o plano traçado pela alma deste jovem.
Terá de conviver com seus carmas, como todos, pois isto é inexorável, mas compreenderá mais rapidamente que os impasses cármicos existem para que aperfeiçoe seu próprio crescimento e sua libertação.

Desta forma, é importante compreender o pensamento proposto como tema, para que de tempos em tempos reavaliemos as situações que nos encontramos e possamos corrigir o rumo e a direção que caminhamos.

A vida é bela, a vida tem um significado maravilhoso, é recheada de oportunidades, mas cabe a cada um enxerga-la desta forma.
Sempre, tudo que está ruim poderá piorar,  assim como, tudo que está ótimo poderá ser ainda melhor. Depende de como nos posicionamos perante o destino traçado.

A vida é bela.






Obs.: Cabe a recomendação de um filme italiano, que ilustra, em parte, o conceito aqui exposto:  A Vida É Bela – Wikipédia,  pt.wikipedia.org › wiki › A_Vida_É_Bela
A Vida É Bela (em italiano: La vita è bella - [la ˈviːta ɛ ˈbɛlla]) é um filme italiano de 1997 do gênero comédia dramática.
Roteiro‎: ‎Roberto Benigni‎; ‎Vincenzo Cerami
Produção‎: ‎Gianluigi Braschi‎; ‎Elda Ferri
     

segunda-feira, 29 de junho de 2020

Passos Atuais 188.a Parte. Conquiste o inusitado.


Não deixes o erro deitar raízes em teu coração.
Figueira.

Pois bem, considerando que desconhecemos nossa origem, considerando que desconhecemos para aonde vamos, considerando que utilizamos um % muito pequeno da nossa capacidade plena, considerando que vivemos num meio ambiente agressivo e insalubre, considerando que a preguiça domina a maior parte das ações necessárias, considerando que a agressividade domina o meio ambiente que nos encontramos, pela competitividade e pela ignorância, considerando que somos muito preconceituosos e considerando que somos altamente influenciáveis pelas ilusões, temos grandes chances de cometer mais erros do que acertos.
Na realidade vivemos para suprir a ignorância sobre nossa existência, pois ao descobrirmos o que somos, para aonde vamos e porque viemos, a vida mostrará um outro sentido e nossa existência será plenamente justificável.

Há um ditado muito usado por todos: errar é humano, mas persistir no erro é burrice. Pois bem, deveríamos integrar este ditado como um impulso contínuo para a vida. Ele por si só define, que será no aprimoramento dos sentimentos, que iremos errar menos e não persistir nestes erros. As oportunidades para isso são ditadas pela vida que repete-se continuadamente em torno dos erros cometidos.
Muitas vezes  na mesma reencarnação os mesmos problemas tornam-se repetitivos. Sinal claro que de as experiencias realizadas em torno daqueles erros foram mal sucedidas. Isto deveria bastar para que atitudes e sentimentos fossem modificados durante o transcurso desta vida.
Mas o que vai contra isso? Orgulho e vaidade. Estes dois sentimentos são derivados do egoísmo. Estes dois sentimentos provem da intensa competitividade que enfrentamos no transcorrer da vida material.
Bem, há 2 posturas que se pode adotar com relação a isto. Uma delas é rever a postura anterior, refletir bastante, buscar informações, escolher melhor os sentimentos a serem empregados na repetição das ações, para que, provavelmente, nos levará ao sucesso da mesma experiencia que se repete; outra será empregar os mesmos esforços anteriores, sofrer e fazer sofrer.

O orgulho e a vaidade provem das mágoas. A mágoa é um sentimento marcante, decisivo, produz marcas, feridas e cicatrizes que levam muito tempo para serem curadas, pois as mágoas auto alimentam-se.
É preciso grandes esforços, é preciso o emprego de muita energia para vencermos as mágoas. Ela se torna a origem de sentimentos negativos secundários que se espalham pela mente, através da personalidade, que revê momentos negativos de vidas anteriores. Vejam como é forte.

Muito bem, exercido certo controle sobre estes sentimentos, e sem dúvida será uma luta contínua e constante, resta aprimorar-se na busca intensa pela informação, analisando-as com o coração. Com certeza uma boa dose de fé será essencial, pois pensamos muito “dentro da caixinha” e comparamos. Só que haverá informações que não tem “termos de comparação”, são inusitadas, sendo necessário que o coração se manifeste. A mente poderá, a princípio, lutar contra, pois sofre forte influencia da personalidade que só compara o que já aconteceu com o que está acontecendo, mas o coração é forte o suficiente para vencer esta postura retrograda e comparativa.

Vencida estas etapas, que exigirá esforços de controle sobre os sentimentos negativos, nos libertaremos para “fora da caixinha”, expandindo assim a consciência com ampla possibilidades de que contatos aconteçam.    
Cabe lembrar que este conceito de “contatos” ocorre em ambas as direções, ou seja, na direção retrógrada e na direção evolutiva. Mais uma vez o equilíbrio, o controle dos sentimentos negativos e a vontade de crescer interiormente, despertará o coração para que este nos conduza para a direção evolutiva.

Podemos dizer que controlamos nossa vida e as direcionamos para aonde julgamos conveniente, ou seja, para enriquecer o aprendizado e a evolução, ou retroagir para a ignorância alimentando os sentimentos negativos.
Tudo é uma questão de escolha. E qualquer que seja a escolha, para o caminho evolutivo ou para o caminho retrógrado, seremos ajudados por forças positivas ou por forças negativas.

Escolha com sabedoria.
Equilibre-se.
Conquiste o inusitado.









sexta-feira, 26 de junho de 2020

Passos Atuais 187a Parte. Quais os sentimentos que utilizou naquela ação?


A base da ascenção está no querer. Para fortalece-lo é necessário afirmar o Bem.
Figueira.

Pois bem, para tudo na vida há regras. Regras são leis que definem conceitos e procedimentos a serem assumidos por alguém que respeita estas leis.
Tais conceitos e procedimentos são amplos e não são fechados, pois para cada etapa da ascenção do indivíduo, na Lei em questão, os conceitos e procedimentos se ampliam e se completam. Um exemplo claro deste processo ocorre nas Parábolas de Jesus, onde informações e exemplos foram colocados de forma que nunca se contrariam e se aplicam em cada etapa da ascenção espiritual do indivíduo. Serve para todas as etapas que o Plano Maior lhe reservou para ascender.
Portanto, um individuo de condições evolutivas limitadas entenderá a parábola, materializando suas escolhas, ao passo que um individuo com uma formação mais espiritualizada, entenderá a parábola na sua forma mais sutil, mais espiritual, desmaterializando suas escolhas.
Desta forma, atende a todos em todos os níveis de consciência.

Ao desejarmos ascender, subir em níveis espirituais, se sutilizar, ampliar as escolhas e filtrá-los para que alcancem níveis evolutivos mais amplos, devemos seguir regras, onde conceitos e parâmetros se aplicam.
Parte destas regras e parâmetros vem de posturas externas e a outra parte de escolhas internas. Desta forma, um equilíbrio ocorre entre procedimentos externos e internos nas escolhas feitas.

Sendo assim, em cada ação o individuo precisa avaliar quais os sentimentos que está utilizando para a tomada de decisões.
Se está utilizando sentimentos negativos (em geral da mente), tais como mágoas, ódios, raivas, vinganças, frustrações, etc., provavelmente aplicará posturas contrarias à Lei em curso.
Se está utilizando sentimentos positivos (em geral do coração), tais como compaixão, amor, ternura, desapego, etc., provavelmente aplicará posturas alinhadas com a Lei em curso.
Podemos sintetizar, inclusive, de uma forma mais simples: quando fizer algo que lhe faz sentir bem, bem provável que utilizou decisões vindas do coração; se fizer algo que gere arrependimento, se sente incomodado, mantem ativamente seu pensamento naquela ação, bem provável que utilizou decisões mentais, vindas da personalidade e não do coração.

Portanto, regrinhas bem simples, desde que utilizadas com ampla honestidade interna, indica se há ou não necessidade de reparar o que está feito.

Querer evoluir, querer ascender, com a pratica de se utilizar o coração, consequentemente os bons sentimentos, é uma forma de faze-lo no Bem, consolidando nossa ascenção em alinhamento com a Lei em curso.