Pois bem, o texto a seguir, ATLÂNTIDA, mostra grande semelhança
no modo de vida deste antigo continente com a modo de vida global, atual. Assim,
conhecendo-se o passado podemos prever o futuro e as transformações que ocorrerão,
agora em âmbito global. Vivemos num eterno vir a ser, assim mudanças cíclicas
produzem as oportunidades de evolução de todas as formas de vida em um planeta.
O texto a seguir foi extraído do Glossário Esotérico – 9ª
edição – página 33 – Editora Irdin. O texto original está grafado em
itálico. Comentários serão feitos no texto, no campo Obs. As palavras
grifadas foram acrescidas ao texto original.
ATLÂNTIDA Continente
que submergiu em épocas remotas; ocupava parte do Oceano Atlântico e certas
terras ainda hoje existentes. Acolheu a Raça atlante, fase da evolução da
humanidade anterior à da presente Raça ária. No período atlante, o ser humano
formou o corpo emocional
Obs. Parte de nós são
descendentes diretos da Raça Atlante, os demais possuem origens distintas em seus
mundos de origem.
Nesta Raça, ganhamos o corpo emocional. Fato importantíssimo no
ciclo de evolução e de experiencias, que deu ênfase para o uso direto do Livre
Arbítrio e a estimulação da capacidade de tomar decisões. Até então, éramos
conduzidos por “deuses” ou seres denominados “Engenheiros do Espaço”, que
conduzem o desenvolvimento de almas individualizadas nos mundos pelo Cosmos. A
partir do corpo emocional, certa libertação ocorre e o homem ariano (homem
atual), passa a ter domínio e responsabilidade na maior parte das suas
decisões.
Após o apogeu dessa civilização, muitos indivíduos começaram a
usar as forças psíquicas com fins egoístas. Ao desse modo praticar o que é
chamado magia negra, atraíram uma série de cataclismos, apresentados pela
cultura esotérica como reações da Natureza e das energias evolutivas para
libertar a humanidade dos obstáculos ao seu desenvolvimento superior.
Obs. Sim, prevalece a Lei da causa e efeito, assim numa ação violenta
teremos uma reação violenta. Liberta-se as Forças Involutivas que continuam
agindo sobre os homens, causando os efeitos que conhecemos. Ganhamos a
possibilidade de comparar o certo do errado e assim desprende-se uma fase com
amplas possibilidades de evolução.
É nos escritos de Platão que a Atlântida aparece pela primeira vez
na literatura hoje conhecida. Com base nos dados de TIMEU E CRÍTIAS, obra na
qual Platão se refere a esse continente, diz-se que os atlantes foram
antecessores dos egípcios; no entanto, a civilização atlante floresceu em
período bem mais remoto que os registrados na história atual.
Obs. Sabe-se que os egípcios possuíam amplo conhecimento e controle de
diversas leis da natureza, entre elas a da gravidade, parcialmente. É
impossível imaginar milhares de artesãos com um cinzel e um martelo tecendo
figuras complexas em todas as cidades egípcias, assim como a construção de
monumentos gigantescos, mas o homem atual não admite ser inferior ao que já se
passou.
Houve na Atlântida um poderoso império que se estendia por vastas
regiões. Os reis obedeciam às leis universais evolutivas, permanecendo, segundo
relata Platão, "unidos ao princípio divino" com o qual eram
aparentados, dado que não tinham origem terrestre, mas provinham de outras
esferas de vida. Seus pensamentos eram amplos, suas decisões cheias de bondade,
discernimento e flexibilidade. Durante sua permanência na Terra, fizeram uso de
bens preciosos sem a eles se apegar. Tinham grande controle sobre si e viviam
corretamente, pois valorizavam a conquista de virtudes e a obediência à Lei.
Platão diz que esses reis eram clarividentes, cultivavam bom relacionamento com
quase todos e colocavam as riquezas em plano secundário. Com esse
comportamento, e com o "princípio divino sempre crescente neles",
viam os bens materiais crescerem também, sem se deixarem influenciar por isso e
sem perderem de vista a meta para a qual se orientavam. Contudo, a certa altura
o princípio divino começou a "diminuir nesses reis, por causa do repetido
cruzamento com numerosos elementos mortais", da própria Terra. Mesmo
provindo do cosmos, esse princípio acabou por mesclar-se demais com vibrações
terrestres. Estas preponderaram com o tempo e os reis tomaram-se então
incapazes de viver na prosperidade material sem com ela se envolverem. Caíram
no estado normal de quase todos os humanos.
Obs. É interessante comentar que todo o Universo está em provas,
portanto, deuses, ou seres extraterrestres, ao aportarem num mundo cármico
viveram sob suas influencias e seus
sucessores, na mesclagem da procriação fez com que alguns “caíssem” seduzidos
pelo poder e pela magia negra, valorizando o material acima do espiritual.
Claro que este aspecto se encontra no destino maior da humanidade e as provas
vieram.
Outros clarividentes da época passaram a denunciar suas
perversões, e foram por isso perseguidos e exterminados. Eliminados os sábios e
os homens de visão, os atlantes foram perdendo oportunidades preciosas de
crescimento interior. Um dos deuses da época, que tinha o poder de conhecer
todos os fatos, percebeu o caminho miserável que estava diante daquela Raça,
outrora próspera. Os homens esqueciam-se de uma lei básica: “
- Os
bens materiais chegam naturalmente aos desapegados que os usam sem
envolvimento, mas dominam e escravizam os que tentam consegui-los a todo
custo".
Aquela Raça não escapou a essa lei imutável e, de excelente,
passou a fraquíssima, incapaz de moderação diante do que quer que fosse. Vieram
os grandes dilúvios. Platão relata que as regiões brandas e prósperas dos
tempos antigos se transformaram numa carcaça nua. As planícies anteriormente
cobertas por tapetes de relva e de flores, as montanhas antes revestidas de
vastas florestas perderam a expressão original, perderam a beleza. As árvores
gigantescas deixaram de existir, e a vegetação rasteira das grandes montanhas
só podia alimentar abelhas. Alguns homens aprenderam então que:
- "mais
vale morrer em Deus que reinar sobre a Terra de um extremo a outro, pois
de que serve ao homem possuir o mundo Inteiro se em sua alma sofre de
escravidão?"
Diante da força atrativa de tudo o que é densamente material, a Lei
ensina:
- "Se
não fizerdes o direito como se fosse esquerdo, o de cima como se estivesse
embaixo, e o anterior como se fosse posterior, não conhecereis o reino
verdadeiro".
Souberam ainda:
- "A
medida de que servirdes servirá para medir-vos. Como tiverdes julgado, assim
vos julgarão".
Essas são leis eternas. Seres que encarnaram na antiga Atlântida e
se encontram no governo de grandes potências modernas usam hoje, novamente,
a magia negra para tentar manter a estabilidade econômica de seus países, porém
já sem êxito. Como no passado, o jogo não está sendo bem-sucedido, e esses
países serão, segundo certas previsões, os primeiros a submergir durante o
próximo holocausto, agravado pelo comportamento da própria humanidade.
Obs. O texto acima retrata com muita similaridade a fase atual da vida
humana, com disputas, competições, mentiras, vaidades, escravidão, e a luta
desesperada pelo ser, pelo ter e pelo poder, assim temos caminhado e muitos já
percebem que nos encontramos “num beco sem saída”.
No entanto, como na Atlântida, o joio foi separado do trigo e
assim será com a atual raça ariana, denominado 5ª Raça, mas em seu final. A
nova Raça humana, a 6ª Raça, necessitará de um novo ambiente e um novo formato de
vida, onde o emocional voltará a hibernar, o livre arbítrio deixa de ser
preponderante, a intuição substituirá a personalidade e um novo código genético
passará a operar no corpo humano.
Podemos participar ativamente deste processo no momento em que
projetamos em nosso estilo de vida a obediência às Leis, o desenvolvimento da
parte espiritual e no controle dos medos. Isto norteará um alinhamento com toda
a “ajuda” que já se faz presente.
Neste eterno vir a ser, ciclos considerados “menores” são substituídos
por ciclos “maiores”, e assim será. Caberá a cada um autoconvocar-se para o
novo ciclo “maior”.
Confia! Estarei sempre em ti. (mensagem de
Maria para este texto)