Decisões difíceis são desafios que precisam ser consolidados.
Tudo que aprendemos através de
informações (das mais variadas formas), precisa ser experimentado e vencido
para ser consagrado.
Os desafios ocorrem através de
experiências sucessivas. Se tivermos sucesso, segundo as diretrizes da alma, o
desafio não se repete, se não tivermos sucesso ele irá se repetir sob
circunstâncias parecidas, até que o sucesso ocorra.
Tais repetições podem ocorrer
numa mesma vida ou em vidas sucessivas, mas todas vão se referir ao mesmo
ensinamento. Por isso que a vida é tão repetitiva, por isso que vivemos
constantemente as mesmas circunstâncias.
As dificuldades das decisões,
pode ser um alerta sobre o despreparo para enfrenta-las, ou os medos acentuados
que precisam ser vencidos. Nem sempre estaremos despreparados, mas com medo,
geralmente sim.
Um pouco mais de atenção da
nossa parte, perceberíamos as semelhanças que se repetem, faríamos uma revisão
dos erros cometidos e poderíamos corrigir os novos passos a serem dados, mas
geralmente insistimos em fazer as coisas mediante critérios de 3os, não levando
em conta que cada um tem seu próprio grau de evolução.
Assim, achamos que o mesmo
remédio vai fazer o mesmo efeito que já fez para um, o mesmo caminho percorrido
pelo outro será melhor, a mesma tática usada por um dará certo para mim, as
decisões tomadas pelo outro se aplica a mim, a mesma vacina para um serve para
todos, as mesmas diretrizes que um já usou são as que devo usar.
Somos diferentes em todos os
aspectos, não só nas impressões digitais.
Temos níveis de consciência distintos, viemos de lugares diferentes, em
tempos distintos, com conhecimentos específicos, mas juntos e misturados o
aprendizado se espalhará para todos.
O mundo cármico caracteriza o maior
aprendizado que um ser poderia ter ao aprender pelos erros e acertos de todos.
Então o que nos falta?
Falta maior discernimento, menos
comparação e mais individualidade. Falta usar com mais assiduidade e critérios
os sentimentos positivos. Falta diminuir os ciúmes e a inveja. Falta aplicar a
generosidade, a gratidão e a verdade. Falta descobrir-se das máscaras e ser
mais sincero, autêntico e verdadeiro. Falta desejar o bem comum e não a
ganância. Falta descobrir-se para revelar o imenso potencial adormecido e por
fim o uso da fé para que os medos não impeçam de seguir adiante.
O que falta não é impossível,
não é inviável, não exige nada mais além do bom senso e da honestidade consigo
próprio. Todo o resto virá por acréscimo.









