Pensamento do dia16 de outubro de
2015.
Sábio é quem acolhe a quietude e,
silenciando sua natureza terrena, se aproxima do espírito.
Trigueirinho.
Pois
bem, o indivíduo que se desperta para trabalhar sua espiritualidade, deve mudar
de postura. A quietude, a reflexão, o silencio, em especial o silencio mental,
devem fazer parte dos seus esforços para o equilíbrio.
Apaziguando
seus corpos externos, o mental, emocional e físico, começa dar chances para que
seus corpos internos, o astral, anímico e espiritual, possam acessá-lo com mais
frequência.
Vejam, carregamos
aquele estigma de que Deus interfere diretamente sobre todos nós.
Claro
que não, se assim fosse, perderíamos a liberdade e em especial o livre
arbítrio. Deus indica o caminho aos nosso corpos internos e estes por sua vez
influenciam o corpos externos.
Nesta
sucessão de comandos, quando nos focamos somente na vida material, na
vida externa, bloqueamos o acesso aos nossos corpos internos, permanecendo
isolados e ao sabor das emoções, da personalidade e da racionalidade (que muito
pouco ou quase nada conhece sobre a Vida).
A maioria
procede assim, isola-se de seus corpos internos e com isto navega ao sabor das tendências
do mundo das formas, do mundo material. Isto acentua terrivelmente as
influencias, mais negativas do que positivas do meio em que vivemos.
Este
artificio foi criado pelas forças involutivas que soube agir com muita
perspicaz sobre nosso mental e em especial sobre nosso emocional. Criou os
preconceitos, as ilusões e por fim os medos. Ao completar este quadro mental ilusório,
preconceituoso e amedrontador, nos dominou e com isto vem dominando os caminhos
da natureza humana na superfície terrestre.
No livre
arbítrio, nos deixamos levar, amolecemos, cedemos e nos entregamos aos
preconceitos, à ilusão e aos medos.
Por isso
que a maioria tem medo de morrer, não admite a vida externa ao nosso planeta e
apegou-se completamente aos desejos do ser mais, ter mais e poder mais.
Quando
temos mais, somos mais e podemos mais, no plano material, a vida torna-se
excessivamente lenta, pois fica muito pesada, compromissada, pegajosa e nos acorrenta
ao egoísmo e a ganancia. Para romper este envoltório poderá levar séculos
de profundas ausências e muitas dificuldades.
A
postura correta é da leveza, do descompromisso, da abertura, da entrega de si,
da fluidez, onde alinhando-se com as Leis Regentes, cuja base é amor altruísta,
você se aproxima do seu espírito (corpos internos), consequentemente, abreviando
seu contato com o Criador (pelos corpos internos).
O
momento atual é ímpar para que esta possibilidade se acentue em quem quiser.
Todos,
sem exceção, num determinado momento da vida material, neste final de ciclo, ficará
sem nada, pois todas as estruturas materiais, societárias, empresarias,
politicas, financeiras, armamentistas, etc., enfim todas as organizações sejam para
que fim foram criadas, irão entrar em colapso total. Este tem sido um panorama
bem claro para quem já abriu os olhos.
O plano
astral, onde vamos após morrer, sofrerá as mesmas consequências, pois ali ainda
existem níveis ilusórios intensos, portanto, estas carências acontecerão também.
Desta
forma, seremos ajudados a nos desapegar do mundo das formas, do mundo das
ilusões, restando portanto os aspectos emocionais que precisarão ser adequados
e controlados pela ausência das ilusões.
O mundo
material desprovido das Instituições que conhecemos, o mundo emocional sem os
apoios materiais que hoje tanto precisa, o mundo mental onde a razão e a
racionalidade não se aplicam mais, nos tornará indivíduos com uma única
possibilidade, apoiarmo-nos no mundo espiritual.
Portanto,
vencendo os medos, seremos indivíduos aptos a espiritualizar-se.
Pois
bem, conhecer e estudar com antecedência estas possibilidades nos prepara
melhor e com isto podemos acelerar este processo, administrando com dignidade os
momentos de caos.
Portanto,
como diz o pensamento, sábio é quem acolhe o espirito.
Hilton