segunda-feira, 30 de janeiro de 2017

A mágoa é uma clara indicação de que estamos cometendo erros.



Pensamento do dia 30 de janeiro de 2017

Aceitemos o convite, sempre aberto, da quietude; experimentemos sua singular doçura e atendamos à sua instrução silenciosa.
Paul Brunton.

Pois bem, nas instruções de ontem falamos da quietude e seus efeitos benéficos para compreendermos as razões de Deus e os desígnios da Vida.
Na medida que formos nos aprofundando nesta quietude, instruções podem chegar e nos dar o rumo, a direção e o caminho a seguir.
Hoje usamos um único argumento: a dedução.
Deduzimos que este é o caminho, quanto deveríamos ficar parado;
Deduzimos que estas são as ações, quando não deveríamos agir;
Deduzimos que esta é a postura correta, quando o destino, em verdade, exigiria o oposto;
Deduzimos que temos de avançar, quando o  momento pode exigir a retirada;
Deduzimos que temos de salvar alguém, quando na realidade não podemos interferir.

Quando seguimos os caminhos da dedução, cometemos erros graves, grosseiros e complicamos situações que poderiam ser resolvidas sem nenhum conflito. Mas, o ego sempre presente, interfere pelo orgulho, a vaidade, a ganancia e complica situações que não precisariam ser complicadas.
Chegamos ao cumulo de adotarmos ações “consideradas” nobres mas que no fundo chegam recheadas de orgulho e vaidade.

Podemos dizer que somos induzidos ao erro pelo fato de não usarmos a quietude e desprezarmos sua instrução silenciosa.
Na maioria das vezes, ações e movimentos são dispensáveis.
Outras vezes, ações coordenadas intuitivamente, poderiam ajudar pois não iriam contrariar os impulsos oriundos dos Planos Maiores.

Em mundos adiantados, não se toma as iniciativas como fazemos aqui, mas o próprio caminhar da vida ajeita o que está em provável conflito.
Os indivíduos simplesmente, mantem a disciplina, o respeito e a quietude e aguardam os ajustes dos rumos. Desta forma, não há conflitos.

Aqui não, julgamos sempre que temos de ser proativos, incisivos, ágeis, tomar providencias, agir sempre, contrariar tendências, não dando tempo para que a vida se ajuste a um novo movimento, uma nova energia, um novo impulso.
Como somos presos ao “velho”, nem percebemos que ”algo novo” pode estar se iniciando e que modificará, compulsoriamente, o que está sendo usado.

Mudanças são inexoráveis. Acontecem sempre.

Erramos pra caramba, pois não damos tempo ao tempo; não somos adeptos da quietude e não somos honestos com nossas conquistas espirituais.
Nos orgulhamos de saber um monte de coisas dos planos maiores, mas na hora de por em pratica voltamos aos velhos e ultrapassados estilos, posturas inaptas e improdutivas.
A mágoa é uma clara indicação de que estamos cometendo erros.

Os tempos atuais são tempos de imensos ajustes.
A Natureza tem uma participação super ativa, pois sofreu demais sob o julgo das decisões humanas.
Mais uma vez tenderemos a ser proativos, tomando decisões que seguirão caminhos contrários às mudanças previstas, ou seja, entraremos em choque frontal com algo cuja magnitude é extremamente acima das nossa limitadíssimas possibilidades.
A maioria não usará sua quietude para receber as instruções internas, silenciosas e fará movimentos contrários às tendências da Mãe Natureza.
Com isto, entraremos em choque frontal, pois contrariando, aceleramos. Com isto, mais movimentos e com maior intensidade irão se manifestar.
A postura humana, deduzida quase sempre pelo seu orgulho e vaidade, com a maestria do seu ego, criará uma linha de confronto desigual, pois a Natureza é soberana e será implacável.

É incrível como imensas cidades foram construídas em cima de falhas geológicas conhecidas, na base de vulcões, na beira dos oceanos, na passagem dos tornados, nas margens dos rios, enfim em áreas instáveis pois seguem os fluxos dos movimentos naturais da Terra, mas a preponderância foi e continua sendo a ganancia de se extrair e esgotar o que a Natureza havia reservado para todos.
Gigantescas obras (inúteis) de engenharia foram erguidas para o “domínio” das ações naturais. Chegamos a este nível de infantilidade espiritual.

domingo, 29 de janeiro de 2017

Quietude. Um estado a ser alcançado.



No centro de cada homem, de cada animal, de cada planta, de cada célula e de cada átomo há uma completa quietude.
Paul Brunton.

Pois bem, a quietude é um estado de evolução.
Nos movimentamos demais. Somos muito agitados, pois nos iludimos de que só progredimos através de movimentos.
O homem moderno, como nos intitulamos, na realidade perdeu aspectos que lhe faz uma falta incrível: a quietude, o silencio, o equilíbrio e os movimentos somente no que seria estritamente necessário.
Nos intitulamos proativos, atletas, agitados, confundindo movimentos com produtividade.
O homem agitado não é produtivo pois desperdiça muita energia no que faz. Poderia fazer a mesma coisa, de forma mais completa e correta, com pouca energia, se usasse o conhecimento.
Não aprendemos a usar a Lei da Economia. Desperdiçamos demais: tempo, recursos, movimentos, ações e consequentemente energia; somos exageradamente repetitivos, perfeccionistas a tal ponto que sempre ultrapassamos o ponto ideal.
Isto decorre da nossa tremenda insegurança em tudo que fazemos.
Como temos uma visão muito parcial do universo, das coisas, esta tremenda insegurança procede, pois temos decidido em cima de aparências e formas, sem uso do conhecimento real.

Tudo é vibração, energia, aglutinação, mas em níveis que desconhecemos, ou melhor dizendo, não conseguimos aprender pois não nos dedicamos de fato a estes estudos.
Nossos cientistas querem repetir em laboratório o que não é físico, o que não é possível de ser medido no plano da matéria e isto se aplica à origem de TODAS AS COISAS.

Quem sabe, viver em quietude possa nos remeter ao plano do espírito, ao plano onde tudo se origina, se forma, e toma as formas que conhecemos e convivemos .
Sempre foi e sempre será: “de dentro para fora” .
Não há inversão desta Lei:  não existe o “de fora para dentro”, portanto, para alcançarmos  certo nível de conhecimento mais elevado, precisamos nos concentrar na Fonte e na Origem.

Poucos se  coligam a estas conclusões, pois as ilusões nos tornou míopes, ou cegos. Ou não vemos ou vemos distorcido.
Chegamos ao cúmulo de achar que um ser humano não é filho de Deus, sem compreender que alguns ainda estão absolutamente carentes da sabedoria que foi cedida a todos, mas absorvida por poucos.

Enfim enquanto o homem não compreender as razões de Deus, pouco saberá se comportar na Terra ou fora dela. Tudo é uma questão simples de mais ou menos ignorância, ou, mais ou menos sabedoria.

A nova era promete mudanças profundas, neste aspecto, pois o homem que até o momento se voltou para sua manutenção e preservação, deixará isto de lado e se voltará para o conhecimento universal.
Poderia estar fazendo isto, agora, mas não conseguiu se desvencilhar do seu egoísmo, parando, portanto, num nível de consciência aquém do que já poderia ter alcançado.
Isto, além de bloqueá-lo, interrompeu certas sequencias que precisariam de um conjunto de vibração mais elevada, mais sútil, mais contínua, de toda a humanidade.

Cada um de nós pode reverter certas tendências negativas e aproximar-se das positivas, mas isto exigirá abdicar-se de práticas incorretas, mas consideradas normais pela humanidade. Portanto, esforços serão necessários.
Vá para “dentro” e as chaves para cada novo portal serão mostradas.
Hilton

sábado, 28 de janeiro de 2017

Diversão ou alegria?



Pensamento do dia 28 de janeiro de 2017

A prática de expandir o amor a todas as criaturas vivas produz estados elevados de alegria cósmica.
Paul Brunton.

Pois bem, um conselho simples, mas sábio.
No geral, as pessoas levam em conta as diferenças entre elas e entre as demais criaturas, para se posicionar.
Por julgarmos um animal como um ser inferior nos damos no direito de mata-lo e come-lo.
As formas de mata-los, também não são considerados, e a dor que estes sentem não nos afeta.
Vê-se na televisão a caça esportiva, a pesca esportiva, ou seja transformamos a morte de uma criatura em diversão.

Entre nós, o que efetivamente levamos em conta são as DIFERENÇAS. Sejam estas físicas, morais, intelectuais, raças, culturas, poder, posses, posição, são estas as diferenças consideradas em nossos relacionamentos.
Como há uma infinidade de “diferenças consideradas” no plano físico (mental, emocional e físico), nos desigualamos, ou seja, aparentemente somos todos diferentes.
Aos olhos de Deus, ao Cosmos, não há diferenças entre as criaturas, mas somente estágios distintos de níveis evolutivos e esta distinção deveria servir para aprendermos a Trabalhar, Doar, Ajudar, Acolher, Amar e ser ajudado, ser acolhido, ser amado.

Conforme Paul nos diz, expandir o amor a todas criaturas vivas produz estados elevados  de alegria cósmica.
Alegria não tem nada a ver com diversão. Diversão é um sentimento das fases iniciais do indivíduo na 3ª dimensão, ou seja, já deveríamos ter transcendido a diversão, trocando-a pela alegria.
A diversão é pontual, a alegria é abrangente.
A diversão normalmente é ofensiva e direta, a alegria é amorosa e envolvente.

Mas, com uma simples mudança de postura e intenções saíremos da diversão para a alegria. Obviamente o que estará por trás será o alcance do indivíduo a estados de evolução mais amplos e elevados.

Sentimos que a maioria das pessoas queixa-se da vida, dos afazeres, das obrigações. Isto mudará radicalmente após a transformação planetária, mas de antemão, um simples reposicionamento sobre a forma de encarar as coisas na prática do amor, aliviaria sensivelmente todos estes “encargos”

Supondo que incluíssemos a alegria em tudo que fizermos, já seria o suficiente para que energias positivas fluíssem das nossas atitudes e isto mudaria substancialmente o que hoje avaliamos como “encargos”.

Notoriamente, as pessoas alegres passam pelas mesmas dificuldades que todos passam, mas com índices bem baixos de sofrimento. Portanto o sofrimento é um estado de consciência que leva em consideração nosso estado emocional positivo ou negativo, ou em outras palavras, de acordo com o que tem sido preponderante em nosso coração: a alegria ou a tristeza.
 Hilton