O texto a seguir foi extraído do Glossário Esotérico – 9ª edição – página 237– Editora Irdin. O texto original está grafado em itálico. Comentários serão feitos no texto, no campo Obs. As palavras grifadas foram acrescidas ao texto original.
Em geral, a lei da reencarnação decorre da lei do carma, que faz a
alma retornar ao plano físico para equilibrar atos passados, e da lei da
evolução, que a faz cumprir etapas precisas de formação e desenvolvimento.
Enquanto a alma necessita de experiências na matéria, a lei da
reencarnação lhe é compulsória. Com o passar das encarnações, eleva-se e, ao
destacar-se da consciência coletiva, torna-se menos suscetível às influências
do mundo externo . À medida que um ser se liberta de vínculos materiais,
adquire maior flexibilidade no relacionamento com a lei da reencarnação. Quanto
menos apegos tiver, mais útil será ao Plano Evolutivo. Assim, pode encarnar com
propósitos bem definidos e abrangentes, como, por exemplo, o de colaborar na
elevação do nível de consciência do planeta.
O momento da transição planetária é uma dessas oportunidades, é ímpar
por ser possível que inúmeros fatores decorrentes dos seus movimentos intensos,
podem sanar várias pendencias cármicas que se acumularam por centenas e
centenas de reencarnações difíceis. A maioria da população terrena não
considera este aspecto, pelo fato de não reconhecer as reencarnações e assim não
admitir quantos sofrimentos gerou e quantos sofrimentos passou em vidas
passadas.
A cada transição planetária que ocorre em intervalos aproximados
de 1000 anos, a oportunidade surge. Entre essas oportunidades a vida
reencarnatória segue no ritmo que fartamente conhecemos.
Outro aspecto destacável no texto refere-se aos apegos, ou seja,
quantos menores forem, maiores serão as oportunidades evolutivas e de
entrosamento com a rede de Serviço universal.
- os
apegos não interferem nas decisões pessoais;
- sentir-se
livre para aprender o que não está escrito;
- sentir-se
protegido e acolhido em todos os momentos;
- sentir-se
livre das influências sociais;
- conversar
com o coração;
- manter-se
equilibrado nos desequilíbrios do ambiente;
- assistir
a sofrimentos e não interferir;
- colaborar
segundo as vias internas e obedecer à intuição;
- não
sofrer com o que quer que seja.
A princípio tais definições podem parecer estranhas e até egoístas,
mas ao praticá-las perceberemos que estas posturas serão sempre a melhor opção.
Delas irá decorrer um exemplo a ser seguido. Assim procedem as ajudas divinas
que recebemos.






