sexta-feira, 17 de abril de 2026

Passos Atuais: 492 Parte: A crise mundial tem solução?

 A crise mundial tem solução?

De forma simples e direta — sem recorrer a previsões, profecias ou conhecimentos místicos — podemos afirmar que não.

Para muitos, especialmente os mais céticos, essa afirmação pode parecer exagerada ou improvável. No entanto, quando analisamos os princípios ensinados ao longo da história por grandes mestres e tradições espirituais da humanidade, a conclusão se torna mais clara: a crise global não tem solução para os moldes em que a humanidade vem conduzindo e se comportando a respeito.

A vida, em seus níveis mais elevados, tem como base o avanço evolutivo do ser. Nesse contexto, a reencarnação ocorre para atender a duas premissas fundamentais:

·       A 1a é o ajuste cármico: trata-se do processo de corrigir experiências passadas mal resolvidas ou incompletas — aquilo que chamamos de condicionantes cármicas —, ou seja, aprendizados que precisam ser assimilados e alinhados com relação às Leis Divinas.

·       A 2a é a evolução espiritual: o desenvolvimento da consciência. Nesse processo, o corpo físico e a vida material são apenas *instrumentos* — importantes, mas não centrais. Diferentemente do que muitos acreditam, não é na vida material que tudo acontece, mas sim por meio dela que a evolução se manifesta.

Assim, na Terra — entendida como um mundo de natureza cármica —, os reinos mineral, vegetal, animal e humano vem se desenvolvendo dentro da terceira dimensão. Nesse contexto, as Leis Divinas foram sendo gradualmente implantadas, considerando sua atuação seja no plano físico quanto no espiritual.

Ao longo de milhões de anos, essas leis se consolidaram de forma progressiva, permitindo que fossem compreendidas por meio das experiências vividas, tanto na existência física quanto no plano astral( após a morte). Esse aprendizado vem ocorrendo pelo método mais conhecido como tentativa e erro.

Dessa forma, as almas — individuais no reino humano e coletivas nos demais reinos — vão assimilando esses ensinamentos e, ao mesmo tempo, contribuindo para sua propagação entre todos os seres que habitam o planeta.

Ao focarmos no reino humano, percebe-se que o aprendizado baseado apenas em tentativa e erro — com o uso do livre-arbítrio — não estava trazendo os resultados esperados pelo Plano Superior. Diante disso, inicia-se uma nova etapa: a transmissão direta de ensinamentos por meio da encarnação de seres mais evoluídos. Isto se deu a muito tempo atrás.

Esses seres, oriundos de mundos mais avançados e já experientes nos desafios que a humanidade enfrenta, passam a orientar o desenvolvimento humano. É nesse contexto que surgem os sábios, profetas e mestres, responsáveis por transmitir princípios de uma sabedoria mais elevada, cósmica.

Entre eles, destaca-se de forma marcante Jesus, o Cristo, que sintetizou as bases essenciais para a evolução espiritual da humanidade. Por meio de ensinamentos simples e aplicáveis à vida cotidiana, ele traduziu essas leis em orientações práticas de comportamento, tornando o caminho evolutivo mais acessível a todos. Assim ocorreu com todas as religiões desde suas origens.

Dessa forma, a evolução humana deixa de depender apenas da tentativa e erro no uso do livre-arbítrio e passa a contar também com ensinamentos e exemplos de como viver corretamente.

Portanto, avançar para mundos mais evoluídos significa, ajustar-se a Leis fundamentais como: compaixão, amor, retidão, paciência, coragem e persistência, sustentadas pela .

Esse processo deveria adequar a transição de um mundo cármico para um estágio mais elevado de evolução. Em termos práticos, trata-se de aprimorar a própria vivência material por meio da aplicação consciente e correta das Leis Divinas — princípios que foram, ao longo do tempo, amplamente ensinados por diversos seres de elevada consciência e profundo saber cósmico.

 

O atributo da fé. O que é e como utilizá-lo:

Bem, temos uma capacidade cerebral, em média de 10% do todo. Fala-se que Einstein chegava a 12% para ter desenvolvido os conceitos físicos e matemáticos que apresentou, ou seja, temos uma capacidade extremamente limitada, assim compreender o Universo, ou as Leis Divinas em todo seu contexto original é absolutamente impossível.

Desta forma, temos que utilizar um outro atributo: o coração em sua forma mais pura, mais sincera e honesta que podemos conceber. Então, quando algum conhecimento nos chega trazido pela vida cotidiana, ou por alguém, ou por um livro, ou por um sonho, ou por uma ideia, ou por um insight, consulte seu coração.  -- Mesmo que não o compreenda, que tenha dificuldade em assimilá-lo, que não encontre meios de comparação, mas sente que é verdadeiro, acredite!  Neste momento você utilizará o atributo da fé – acreditar em algo que possa parecer impossível, improvável, materialmente inacessível, ou de certa forma incompreensível, segundo seus parâmetros, mas seu coração sentiu como uma verdade.

Ao aplicar essa “verdade” — percebida por meio do atributo da fé — na vida cotidiana, as próximas experiências passarão a dar sentido a esta verdade.

Com o tempo, aquilo que inicialmente parecia irreal, impossível ou incompreensível começa a se revelar de forma mais clara, prática e coerente, tornando-se algo naturalmente compreensível e integrado à sua vida cotidiana.

Dessa forma, utilizar a fé é, em um primeiro momento, acreditar naquilo que parece impossível ou improvável. Em seguida, a própria vida se encarrega de demonstrar, de maneira prática, que aquilo pode se tornar possível e real.

É por este contexto que se compreendem os milagres. Eles não surgem como eventos aleatórios, mas como consequência de transformações internas. 

Quando um incomodo deixa de fazer sentido em nossa trajetória — porque já aprendemos o que era necessário —, sua permanência se torna desnecessária e por milagre, o que nos atrapalha, doe, machuca ou incomoda, desaparece.

Assim, o milagre ocorre quando há alinhamento entre aprendizado, mudança interior e aplicação da fé. Nesse sentido, todos podem vivenciar esses momentos, à medida que utilizam, de forma sincera, o atributo da fé em sua própria jornada terrena.

Ocorrem muito mais milagres do que a gente imagina, mas distraídos e iludidos que somos, não percebemos.  

Chegamos até aqui por milagre, mas distraídos e iludidos, nem percebemos. 

Eventualmente perceberemos um milagre quando vira um fenômeno, quando se torna completamente atípico, espetacular, ou seja, precisa ser estrondoso para notarmos certas diferenças, mas rapidamente será esquecido. Isto mostra nossa profunda desatenção com as coisas de Deus, com nosso lado divino, com nossa metade espiritual. 

Esta é pouco lembrada, por isso a vida se torna cheia de emoções. Só assim, mesmo que seja por pouco tempo, nos lembramos de que somos metade matéria e metade espírito.

Viram como é simples, sensato e totalmente possível utilizar-se dos atributos da fé e ser merecedores de milagres? V

Voce não precisa ser um santo, mas merecedor por aspirar a progressão espiritual.

A , nesse contexto, não é passiva. Ela se fortalece quando há esforço, coerência e intenção real de mudanças. É essa combinação que torna possível viver transformações profundas, mudanças de contextos, curas fantásticas, novos caminhos - entre outras coisas - estes são os milagres e são inúmeros durante uma vida inteira!

 

Voltando ao tema da crise:

Bem, mas continuando nosso tema principal, podemos considerar que apesar dos imensos esforços, através de milhares de informações verbais (seres de Luz encarnados entre nós), escritas (livros sagrados), sonhadas (profecias em todos os tempos), intuídas( informações de pessoas com ampla lucidez moral) grande parte das pessoas permanece absorvida pelas demandas e ilusões do cotidiano, muitas vezes focada em crescer, dominar e obter benefícios essencialmente materiais, como se esses fossem os únicos objetivos da existência.

Assim a maior parte da humanidade encontra-se hoje ocupada, quase integralmente, com suas ilusões cotidianas, seja na riqueza ou na pobreza material, deixando de lado questões mais profundas mas essenciais. 

Esse distanciamento acaba obscurecendo a percepção das consequências do caminho, assim a humanidade avança sem plena consciência dos riscos e desafios que se acumulam.

Este gigantesco imbróglio que chegamos com guerras, armamentos de todos os tipos e modelos, ganância acirrada, corrupção sistêmica e extrema, competitividade em todos os níveis e para todas as idades e em todos os setores, só acentua as disputas, o separatismo de gênero, das famílias, com ideologias sangrentas, com política suja e avassaladora que deturpa a base de todas as sociedades.  

Em vez de promover equilíbrio, esse conjunto de fatores acumula tensões e agrava o rumo que seguimos, tornando essa trajetória cada vez mais pesada e difícil de sustentar.  

As piores armas, as mais difíceis de destruir, as que mais estragos podem causar, não são as atômicas, é o ódio que muitos carregam em seus corações. 

Este persiste, resiste e são alimentados por forças involutivas, pelas narrativas que cegam o bom senso e tornam tais indivíduos prisioneiros da própria ignorância.

Cegam, incapacitam, tornam pessoas acéfalas para serem os instrumentos de destruição por ideias fracassadas, arcaicas, com o objetivo de que permaneçam eternos prisioneiros.  Trata-se de uma armadilha antiga, que se repete ao longo da história. Em essência, revela a dificuldade humana em utilizar o livre-arbítrio com consciência, permitindo que padrões negativos se perpetuem e mantenham muitos, presos a ciclos de ignorância e conflito.                          

Não se alcança a paz por meio de um papel assinado ou acordos baseados apenas em interesses — especialmente quando os corações permanecem alinhados a sentimentos como o ódio. O coração com ódio jamais terá paz. Este coração terá de passar por inúmeras e significativas transformações que podem levar milênios em reencarnações muito difíceis, mas transformadoras, para voltarem a amar.  Ninguém se transforma de um dia para a noite. A paz nasce de uma transformação interna, construída passo a passo, até que o indivíduo seja capaz de substituir o ódio por compreensão e, finalmente, pelo amor.

Portanto, e finalmente, dependemos da boa vontade Divina; literalmente temos de entregar nosso destino (da humanidade) aos Céus para que a Interferência possa ocorrer e tudo possa mudar. Então podemos considerar que, nas mãos dos homens, a crise mundial não tem solução.

Mas, e sempre tem um “mas”. Podemos considerar que a solução da crise mundial está a caminho. Literalmente viajando pelo espaço sideral e assim acontecerá. Prever ações e movimentos a este respeito, provavelmente cairia em descrédito, seriam taxadas como sonhadoras e improváveis. Os milagres estão a caminho e serão muito mais concretos e reais do que agora se possa conceber.

Temos comentado a respeito, em informações anteriores e comentaremos mais em informações posteriores, portanto, se você chegou até aqui, creio que seu coração está mais aberto do que você sente que está. Assim, abra-se para a fé, tenha confiança de que tudo está sob controle, que não estamos sozinhos e que inúmeras providencias estão a caminho e serão *absurdamente surpreendentes*.

Use o atributo da fé, neste momento. Confie. Siga teu coração

Não seja tão racional e lógico e lembre-se o milagre vem com a transformação interior e com a mudança de comportamentos.

A Terra está na sua maior e mais estrondosa transição planetária, desde seu resfriamento. Deixará de ser um mundo de expiação.

Candidate-se a participar deste momento cósmico tão intenso e seguir adiante para aventurar-se por caminhos completamente desconhecidos, mas incríveis.

Tenha fé. Acredite. Confie de que algo muito melhor espera por você. O milagre da grande transformação modificará tudo o que conhecemos e sabemos. Face parte deste magnifico evento.

É um convite, não uma imposição. E aqui está o ponto central: aceitar ou não depende exclusivamente do seu livre-arbítrio.

Não seja cético. O ceticismo tira oportunidades incríveis que a vida insiste em nos apresentar.

Tenha fé. Acredite. Confie que algo muito melhor te espera.

A escolha é sua — e ela tem consequências reais.

O joio será separado do trigo. Esta é uma Lei Cósmica.

Seja autêntico. Em breve não necessitaremos mais da vida teatral que levamos. Não necessitaremos mais de sofrer nos bastidores. As máscaras serão retiradas e a verdadeira face iluminada, bela e autêntica será revelada.

Tenha fé!

sexta-feira, 10 de abril de 2026

Passos Atuais 491a Parte : Luta. Sem ela não há evolução.

 

*Luta. Sem ela não há evolução.*                          10.04.2026                            

                                                               

Bem, o homem sempre lutou por aquilo que é perecível, finito, passageiro e inconstante. Assim se retem quase que exclusivamente nas conquistas que podem ser usufruídas em vida material como sendo a única coisa necessária. Admite um prazo finito, poucos anos e raramente estende este prazo, estas lutas e suas conquistas para além da vida material, pois daí em diante considera imponderável, incerto e desconhecido.

Vive o momento presente sempre assombrado pelos erros e pelas faltas cometidas no passado. Usa um mecanismo pouco inteligente para fastar estas sombras e culpas do passado, que são as ilusões, onde considera que *iludir-se* no presente afasta o futuro desconhecido.

O ser humano da Terra é um elemento estranho, em relação a outros elementos do Universo por se dissociar de qualquer possibilidade de planejamento a longo prazo, além da sua vida física temporária. Com este posicionamento, torna-se um voraz consumidor do que consegue alcançar, do que consegue produzir, predando incansavelmente o que lhe chega às mãos. Induzido a raciocinar somente para a vida física, ilude-se de que não há continuísmo ou sucessão do processo de existir. É preguiçoso e apoia-se em crenças obsoletas transferindo ao *“criador”* ou ao *“deus bíblico”*, seus fracassos, seus medos, seus limites, suas benesses e até a própria ignorância, dada a sua preguiça e inercia na busca de razões e conhecimento que o alavancariam a tornar-se mais eficiente, inteligente e sábio na estrutura universal da vida.

Assim continua reencarnando em estágios sucessivos, cumprindo condicionantes cármicas quase idênticas às das vidas anteriores, com doses mínimas de estados evolutivos que o alavancariam para outras esferas de conhecimento, do saber e da evolução.

Assim, pode-se dizer e sentir que nos isolamos do resto do Universo, presos numa das etapas da 3a dimensão, reencarnando sucessivamente em ambientes semelhantes, próximos das mesmas condições, com os mesmos problemas e com as mesmas e frágeis soluções sem de fato e de direito, dar alguns saltos na evolução física-espiritual para qual fomos *“efetivamente”* criados.

Isto se tornou tão constante aqui na Terra que reencarnar tornou-se algo monótono dada a falta de novidades. Hoje nossa atenção se limita a lutar por conquistas materiais perecíveis, através de *intensa competividade* motivada por conquistas efêmeras, muitas vezes vazias, além de eventuais conquistas tecnológicas que tem servido para nos aprisionar cada vez mais na *“arte de fazer cada vez menos”*.

Bem, este comportamento foge das regras básicas da evolução universal, do contínuo vir a ser, da arte do aprimoramento, de novas conquistas, do novo e da novidade, assim, sem saber apelamos para que a *“Vida Maior”* atraísse por impulso próprio, dentro das Leis Universais, a *“grande transformação”*.

Não é à toa que estamos vivendo a última etapa da transição planetária do planeta Terra.

Independentemente de qualquer ação humana, a Terra está num estágio avançado da sua própria transformação, ou melhor dizendo, no seu ápice transformatório onde, na sequência evolutiva dos mundos, a fará deixar a consciência cármica para a consciência evolutiva. O planeta tem vida, passa por estágios e tem evoluções definidas.

Quando pensamos que nada acontece, cometemos erros de conceito quase irrecuperáveis.

Nós, do reino hominal, ou humano, seremos agraciados como parte integrante, mas não principal destes estados planetários transformatórios. Sem dúvida é uma benção estar aqui e fazer parte deste gigantesco processo que envolve um planeta.

 Mas, somos indivíduos distraídos, super iludidos, muito pré-ocupados com a vida cotidiana, com o dia a dia, com as efêmeras migalhas dos ganhos e benefícios da vida material, envolvidos em raciocínios imediatistas que jamais ousou considerar que a vida é cósmica e se modifica continuamente, independente das circunstâncias que estamos passando. Esteja vivo ou morto, a vida continua. Ora no plano físico, ora no plano astral, as sequências transformatórias são contínuas e constante e não depende da vontade humana, mas de Leis regiamente constituídas por um Ser Divino e Absoluto.

Assim, mude. Saia do mesmo, da mesmice, ouse questionar sua própria vida. Busque por informações, por ideias, por algo que *vá além do que você conhece*.

Não se apoie onde todo mundo se apoia, pois certamente isto *não se sustentará*. Não são os valores externos, mas os *internos* que te abrigará nos próximos eventos das transformações em curso.

Tudo está incerto. Tudo está revolto, *Nada mais ficará como está*. Pois bem, use isto como uma oportunidade para reavaliar conceitos que te obriga a raciocinar como uma pessoa limitada, finita, perecível e descartável.

É dentro de cada um que se encontra a *fortaleza que jamais se rompe* e que independe de fatores externos.

Confia, procure, ajuste-se...


terça-feira, 24 de março de 2026

Passos Atuais 490 parte: União - A energia incondicional dos tempos atuais.

 União – A energia incondicional dos tempos atuais.                                                                              

Bem, podemos dizer que estamos vivendo o tempo da desunião. De forma muito bem planejada e estabelecida segundo critérios muito inteligentes, as forças involutivas implantaram ao longo dos séculos da existência da humanidade, o processo da *desunião* entre os irmãos da raça humana.

A raça humana foi concebida e constituída para ser uma raça perfeita, unida, vibrante, poderosa e criadora e em que os indivíduos caminhassem juntos no processo da evolução física-espiritual. Isto não ocorreu pois desde o início a *desunião* foi implantada num processo “contas gotas”, uma vez que o livre arbítrio foi estabelecido como *recurso experimental*. O livre arbítrio, se bem estabelecido, segundo as diretrizes Divinas, onde as Leis deveriam ser seguidas e obedecidas, daria um impulso evolutivo muito rápido para os padrões cósmicos.

Se analisarmos a figura retórica de Adão e Eva, podemos considerar que o processo de escolha, atribuída ao 1º casal, implantava o livre arbítrio com a devida responsabilidade pelas escolhas e suas consequências. Assim, Adão e Eva pegam o fruto proibido, a única regra que não poderia ser quebrada e desobedecida e estabelecem o uso *indevido* do livre arbítrio. Isto, figurativamente, atribui a quebra dos parâmetros, permitindo que a energia da ganância e o egoísmo agissem no livre arbítrio e desse ao processo de escolhas, a possibilidade das escolhas erradas perante as Leis

Estabelece-se assim a condicionante cármica, em que as escolhas passam a ter as devidas consequências. Assim, no desenvolvimento ao longo do tempo, as escolhas passam a ser uma fonte de progresso evolutivo, se as Leis são obedecidas. Se contrariadas, geram os ciclos cármicos e a repetição das mesmas experiencias fracassadas, até seu sucesso pleno. Os ciclos reencarnatórios são estabelecidos e o futuro de cada um se *vincula-se* aos erros e acertos cometidos nas reencarnações passadas. É permitido, neste estágio inicial, que forças involutivas ingressem na Terra dando ao planeta, em seu primeiro ciclo de existência, o formato de *expiação e provas*, ou *planeta cármico*.

Assim o planeta como uma entidade viva em evolução, passa a abrigar indivíduos de várias origens, que necessitam destes ciclos cármicos evolutivos. De diversas partes do Cosmos, a Terra passa a receber os que decidiram por este sistema de evolução, em *expiação e provas*.

Assim ao longo das eras, aplica-se à raça humana pelas forças involutivas estabelecidas na superfície, a *desinformação*, onde segredos e mais segredos são apossados por religiões das mais variadas formas cujo único intuito é a *desunião*. Umbrais são criados e passam a abrigar estas forças involutivas que percorrem o Cosmos ao longo das eras de sua existência, como forma de *colaborar com as Ideias de Deus*.

Tais umbrais passam a ser moradias de parte dos mortos, ou desencarnados, em corpo astral, quando termina sua encarnação, para que possam reviver intensamente as experiencias fracassadas e refazê-las nas encarnações futuras até que a experiencia seja concluída em alinhamento com as *Leis em vigor desta 3ª dimensão*. Assim ciclos repetitivos reencarnatórios passam a acontecer desde os primórdios da vida humana até o presente.

A perda da memória das vidas passadas é um recurso importante. Se lembrássemos de tudo o que já vivemos, não teríamos equilíbrio emocional para seguir adiante. Ao longo das existências, passamos por diversas experiências — como amar, odiar, ganhar, perder, ferir e ajudar — e, por meio delas, vamos aprendendo a distinguir o certo do errado. Esse processo, dentro das leis do Criador, permite que a evolução física e espiritual aconteça de forma gradual e suportável.

Nestes aspectos a vida reencarnatória mostra nossos erros, nossas fraquezas, nossos acertos, nossas convicções e definem o destino de cada vida a ser vivida nos diversos tempos da evolução. Concluída esta importante etapa na aquisição dos conhecimentos reais e verdadeiros, poderemos sair do mundo de *expiação e provas*, ou *mundo cármico* e passar a reencarnar em mundos evoluídos, onde as Leis, a vida, as atribuições e conquistas atingem um novo patamar que *nada tem a ver* com o que conhecemos nesta etapa.

Portanto, dar atenção e compreender este roteiro, colocado aqui de forma suscinta, mas compreensível para todos, traz a oportunidade de vivermos de forma inteligente e progressiva.

As forças involutivas, no uso de duas importantes ferramentas, a *desunião* e a *ilusão*, dado o livre arbítrio, tem conseguido manter grande parte da população terrena distraída, pré-ocupada e iludida tomando como principal e quase única atribuição necessária, todo o foco da sua existência nas conquistas efêmeras, finitas e extremamente pobres, que são as conquistas materiais, somente.

Vejam como nos encontramos hoje, no âmbito mundial, desunidos, separados, focados em opções políticas, de gênero, ideológicas, fronteiriças, partidárias, racistas, dando no extremismo das ações a frutífera *desunião* entre irmãos que somos na própria constituição e origem.

Recentemente, na pandemia, estrategicamente criada em laboratório, obteve-se a acentuação da desunião, da separação atingindo o cerne daquilo que foi divinamente implantado que é a familia.  Assim vivemos hoje, quase completamente, destituídos do sadio e amoroso ambiente familiar pleno, para que o amor pudesse ser definitivamente “enterrado”. Para completar medicamentos de cunho e origem duvidosa, nos enfraquecem, nos atrapalham e hipnotizam, atrapalhando ainda mais nossas qualificações de poder pensar e agir livremente, no livre arbítrio.

Mas reações vem ocorrendo e num momento profundamente importante que é este *final da transição planetária*, onde forças e indivíduos dos céus e dos cosmos, onde podemos dizer anjos e o extraterrestres evoluídos, vem em auxílio da população terrena enfraquecida, iludida, desanimada, lutando por ideologias caóticas, separatistas e completamente fracassadas.

Assim num processo descomunal, onde o armagedon, ou seja, a luta entre as forças evolutivas e involutivas, encerrará este Ciclo Cármico de trevas e desilusões, tornará a Terra parte da Confederação Universal, onde mundos evoluídos se complementam, interagem, evoluem e em uníssono obedecem às regras divinas, num processo contínuo e constante de evolução, segundo as Ideias de Deus.

Não queira viver as regras que foram forjadas com sangue suor e lágrimas em suas ideias, que contrariam, basicamente, a Lei do Amor. Estas estão fora de uso, ultrapassadas, maltrapilhas, pois são involutivas, separatistas, ideologicamente desregradas das Leis Universais. Viva as regras estabelecidas pelo seu coração, pelo profundo da sua alma, pela sua boa intenção, pelos seus mais elevados conceitos da vida. Não seja pré-conceituoso, pré-ocupado, adote a *união*, saia da ilusão, pense em sua vida como algo que continua além da morte do corpo físico, na eternidade e no processo evolutivo atrelado à Lei do Amor. Qualquer postura além dessa será passageira, dolorosa, repetitiva e frustrante. Reencarnar para fazer o mesmo do mesmo é algo *burramente* constituído, perda de tempo, frustrante e isto torna a vida sem graça, sem sentido, sem objetivos a não ser no máximo pensar numa *velhice confortável* (mais uma das inúmeras *ilusões* que incutiram para completar nossas fraquezas)!!!!!.

Estamos sem tempo para desperdiçar. O mundo está em revolução, convulsionando, em um processo extremamente radical de expulsão das forças involutivas, da desunião, do desamor, para a solução total das dores. Não fique ultrapassado, não perca tempo, estamos sem tempo, saia daquilo que te amarra, se liberte, se desapegue, siga seu coração, use seu bom senso e seja extremamente rigoroso no uso das suas atribuições e posturas. A cada passo que dá, que o faz sentir-se feliz, passa a ser o passo certo. É você que tem de ser feliz e não as ideologias que te iludem. Não se *venda* para o irrecuperável.

 Não use as *ideias dos outros*, use suas ideias com seus ideais mais elevados. Só assim serás intuído e guiado para a Nova Era na Nova Terra.

O tempo urge e o desanimo se faz presente, então ore, ore com fervor e dedique-se a algo que não somente o faça passar o tempo, mas procure usar o seu tempo dentro dos limites que condizem com suas possibilidades, para assimilar o máximo que anima seu coração e sua alma. Estude, se instrua, busque continuamente ideias que justifique estar aqui e continuar além daqui.

As oportunidades evolutivas vêm e vão. Às vezes podem levar meses, anos, séculos, para retornarem, assim agarre-as quando perceber que atendem seu coração. Instrua-se, colique-se a quem possa te ajudar neste desenvolvimento intelectual. Siga seus impulsos internos e não adie o que será inevitável saber. Quando atendemos somente as diretrizes da razão e da racionalidade, o coração sofre, entre em colapso, infarta. A ilusão de uma vida física poderosa, dominadora desmorona, *imediatamente* assim que morremos. Daí em diante será uma revisão detalhada e exaustiva, nos seus mínimos detalhes de  uma vida física iludida e fracassada, ou seja, extremamente frustrante.

Reaja, o tempo urge, as mudanças serão extremas, serão inusitadas, serão espetaculares, assim prepare-se para assimilá-las o quanto antes.

Confia, ore, entregue-se à superioridade divina. Tudo à nossa volta será reformulado. Nada ficará como está.

A seguir um estudo feito por trigueirinho – Glossário Esotérico -Editora Irdin, que define com precisão e maestria iluminada, o conceito da União.

União:  Decorre do amor-sabedoria, o Segundo Raio. Por ser essa energia a essência do sistema solar, a união é a meta de tudo o que nele existe, desde átomos e seres até o próprio Logos. É no reino humano que a união começa a plenificar-se, já que o ser, nesse reino, se tomou autoconsciente. A princípio a busca da união é canalizada pelo indivíduo para situações externas e para os semelhantes; pouco a pouco vai sendo transferida para ideais, depois para o mundo das ideias e, por fim, para o centro da consciência. É dentro de si que chega à união de modo puro. Por isso, na ascese, buscar a união significa permitir a fusão da vida visível na invisível, integrar conscientemente matéria e espírito. Todavia, esse processo individual é tão-só reflexo de outro, maior, planetário e cósmico. Ao ser humano é dada a impressão de que está amando, mas na verdade está sendo vivido pela energia de amor: no início em proporções reduzidas, mas tendo como destino a plenitude.

A união pode, ademais, ser compreendida como síntese da energia da vontade: a vontade humana vai sendo absorvida na vontade da alma, a da alma vai-se transformando na vontade da mônada, e esta reflete a vontade cósmica cada vez com maior perfeição. A mônada atrai a vontade da alma e a alma, por sua vez, atrai a vontade humana. Assim, as várias expressões da vontade fazem-se uma só. É difícil para a alma, nas primeiras fases, despojar-se do apego às criaturas, entendendo-se por criaturas não só pessoas, mas tudo o que é criado. Porém, ela vai deixando de amar por si mesma e passa a amar amplamente, em total dependência da vontade da mônada.

No processo gradual de união, a alma aprende a dar de si e também a deixar-se tomar pelo espírito. Vai sendo purificada, vai-se afastando das coisas criadas e acercando da fonte da criação. A certa altura, a mônada não mais envia consolações à alma, mas aridez, e é essa aridez que lhe dá forças para estar diante da sua luz sem se cegar. Tal estado é para ser assumido também pela personalidade. Nele a alma aprende a buscar a vida do espírito de maneira diferente: antes era estimulada por expectativas, até mesmo espirituais, como as de elevação e salvação. Agora, pela experiência e purificação na aridez, renuncia a toda e qualquer busca fundamentada nas próprias aptidões: sabe que para entrar num estado de atenção concentrada e tranquila na direção do espírito, suas faculdades são inúteis. Assim se libera da antiga "sensibilidade" e ama - sem depender de qualquer sentimento. Todavia, não chega a isso por si; é a mônada que lhe vem ao encontro de forma definitiva, ciente de que ela, a alma, já pode suportar sua luz.

Antes dessa união, resquícios de autocomiseração ainda existem na alma, e ela tem até a impressão de que "se perdeu". Sentindo-se perdida, dispõe-se a fazer qualquer coisa para cumprir a vontade superior - é quando começa a verdadeira e profunda união. Daí em diante, a alma é conduzida por um conhecimento supra-humano e supra anímico; comunga dos atributos do Logos planetário e frui as correntes de energia divina. Então já não existe a busca de união em nível algum.

No passado, todo esse processo de união ocupava uma série de encarnações; tomou-se hoje mais sintético, pois agora vários níveis de consciência do indivíduo são transformados concomitantemente. Um ser que ainda se esteja purificando das paixões, por exemplo, pode ao mesmo tempo ter a alma sendo liberta de apegos mais profundos.

sexta-feira, 20 de março de 2026

Passos Atuais 489 Parte. Cerimonia - Serra do Roncador - Mãe Terra.

 

Cerimonia - Serra do Roncador - Mãe Terra.

Compartilho uma experiencia ocorrida na madrugada de 20.03.2026, conforme convite anunciado dias antes ao Grupo H&F.

Condutor: Ashtar Sheran

Objetivo conhecido: Coligação com a Mãe Natureza – Mãe Terra

Ashtar Sheran: Hierarquia diretamente vinculada à Transição Planetária, tomou-se conhecida no passado como Arcanjo Miguel. Trabalha na transmigração das forças involutivas da aura da Terra. É uma das Hierarquias que alimentam a chama do despertar do Novo Homem e a unificação com ela é requisito para elevar a qualidade vibratória do mundo terrestre. Cada indivíduo absorve sua irradiação na medida da própria abertura. A dedicação total ao cumprimento do Plano Evolutivo é a marca dos que são tocados por essa energia de amor e poder; deixa no coração do homem a lembrança da sua origem cósmica, para onde o impulsiona a retomar. A energia de Ashtar Sheran ajuda, assim, o processo de ascensão dos seres e, para grande parte da humanidade resgatável que se dirige a outros pontos do cosmos, é foco de atração e ponte para o contato com os mundos que os aguardam. Está a serviço de galáxias longínquas, que se relacionam com a nossa, com o sistema solar e o planeta, velando por seu desenvolvimento. (Glossário Esotérico - Editora Irdin).

Descrição suscinta da cerimônia:

Eu me encontrava em uma gruta na Serra do Roncador - Mato Grosso - Brasil, uma região localizada entre os rios Araguaia, das Mortes e Xingu, com várias pessoas.

A Serra do Roncador é um local místico e bastante conhecido, marcado pelo desaparecimento de Percy Fawcett, que buscava vestígios de uma cidade perdida associada à Atlântida — fato que deu origem a diversas lendas e especulações. Considerado local místico, continua manifestando muitas aparições de OVNIS.

 

   



                                            

Na gruta, várias pessoas estavam reunidas em corpo etérico, junto a diferentes seres cósmicos. Estávamos em uma arquibancada oval, voltados para o centro, onde havia um espelho d’água iluminado com as cores do arco-íris.

A cerimônia começou e, nesse espelho formou-se, em água, o nosso sistema solar. Em alguns momentos, aparecia também a Via Láctea, permitindo perceber o quanto o nosso sistema solar é pequeno dentro da galáxia.

Depois, a Terra ali exposta passou a ser o foco. Ao fixar o olhar em um ponto específico, era possível dar um zoom e observar detalhes. Mais do que ver, era possível sentir o local — sons, cheiros e sensações. 

Me foquei no Parque Nacional Yosemite – Estados Unidos (boas lembranças) e senti o frescor do ambiente, o som da água corrente, o cheiro da natureza e até o ruído de pequenos galhos caindo. A experiência mostrava o quanto a capacidade humana é profunda, embora pouco explorada por estarmos presos a ilusões.

Em seguida, foram apresentadas cenas ao redor de vários vulcões da Terra, inclusive submarinos. Ao pé destes vulcões, ocorria a mesma cerimônia, com seis pessoas em círculo ao redor de espelhos d’água, semelhantes ao da gruta, onde a imagem da Terra girava lentamente, enquanto o Sol emitia grandes ondas carregadas de partículas e energia.

Essas seis pessoas representavam a união das raças humanas — oriental e ocidental — com diferentes cores: branca, preta, parda, amarela, vermelha e uma figura em cristal, caracterizando um estado sutil e elevado.


A figura em cristal representava seres cósmicos — ou seja, indivíduos de origem extraterrestre, provenientes de mundos mais evoluídos. Segundo essa compreensão, esses seres estariam encarnados entre nós com a missão de contribuir nas tarefas ligadas à atual transição planetária em curso.

Assim, pela Hierarquia de Ashtar Sheran, contatávamos a Mãe Natureza, na sua força mais expressiva que são as forças vulcânicas.

Creio que oportunamente, saberemos com mais detalhes o desenrolar deste expressivo e especial contato - do Reino Humano daqui e de fora com a Mãe Natureza da Terra.

Gratidão.

 

sexta-feira, 13 de março de 2026

Passos Atuais 488 Parte - Padrão de vida...Standard of Living.

Padrão de vida – comentários com texto esotérico sobre este impulso

Tema que hoje assume grande relevância, especialmente diante da evidente inversão de valores pela qual a humanidade vem passando.

No estágio evolutivo atual da humanidade terrestre — ainda marcado, em grande parte, por um *nível médio de consciência baixo e muito limitado* — os critérios utilizados para avaliar o *padrão de vida* tornaram-se distorcidos. O que a sociedade global estabelece como referência para medir o valor ou a qualidade de vida de um indivíduo se baseia em parâmetros superficiais, materialistas e pouco verdadeiros.

Criou-se uma escala de valores em que a aparência de prosperidade, o acúmulo de bens ou a posição social definem, de forma equivocada, a condição e o êxito de cada habitante do planeta. Esse modelo, porém, ignora aspectos essenciais da existência humana, como o *desenvolvimento interior, a consciência ética, a capacidade de servir e o equilíbrio espiritual*.

Sob uma perspectiva mais profunda, o *padrão de vida* não se estabelece pela quantidade de recursos acumulados, mas pela qualidade da consciência, pelo grau de harmonia interior e pela capacidade de viver de acordo com princípios superiores.

Consequentemente, o que hoje é aceito como *padrão de vida elevado* não corresponde, de fato, a um estado de verdadeira evolução ou plenitude do ser.

Esta avaliação errônea produz uma *cadeia de erros* na hierarquia de comando desta sociedade, que privilegia e empondera quem tem poder, domínio e riqueza material, mas que não necessariamente tem o dom e a capacidade de comandar com maestria e sabedoria o que precisa ser comandado.

Assim e sucessivamente, o *padrão de vida* da humanidade, nos seus aspectos reais e verdadeiros, vem diminuindo consideravelmente. A escala encontra-se em patamares tão baixos que podemos perceber que uma *grande tormenta* se aproxima. De certa forma, sim, esta é uma afirmação que pode ser considerada, a *grande tormenta* se aproxima, dada a transição planetária em curso.

No entanto, considerá-la ruim é um erro. Estamos às portas de uma radical transformação global. Devemos considerar que todas as transformações encerram um ciclo para que outro comece. Considerando a Lei dos Ciclos, em breve estaremos na fase ascendente deste ciclo, fase em que o novo e as novidades surgem para que um novo ciclo, ou um novo estilo de vida aconteça na superfície do planeta.

Devemos perguntar a nós mesmos se aspiramos a um aumento no chamado *padrão de vida* apenas em seus aspectos materiais — como uma nova posição social, um lugar mais elevado em alguma estrutura de poder ou um status financeiro mais alto — ou se buscamos um desenvolvimento interior mais profundo, mais próximo das leis superiores e das diretrizes divinas que regem a vida.

Pode parecer surpreendente, mas experiências acumuladas ao longo de inúmeras encarnações passadas tem nos conduzido para uma pergunta que sempre se repete: *qual o padrão de vida que almejo? *

Temos no texto abaixo as orientações precisas para alcançarmos um status verdadeiro e promissor para um *padrão de vida adequado*. Portanto, adotada estas regras como forma de conduta, atenderemos os anseios mais elevados da nossa alma e do nosso coração.

Texto referente:    PADRÃO DE VIDA - Expressão normalmente compreendida sob ângulo social e psicológico, mas que possui conotações mais abrangentes. Do ponto de vista esotérico, o padrão de vida de um indivíduo ou de um grupo não é determinado pelos bens materiais que possuem, pelos cargos que ocupam, por sua capacidade de aquisição, mas pela vibração que emitem. É fruto do nível onde a consciência se polariza, de seus objetivos e sintonias, do que reconhece como propósito de sua existência. Resultará em um conjunto de princípios e normas eleitas pelo indivíduo ou pelo grupo como linhas-mestras. Será tanto mais elevado e harmonioso quanto mais alicerçado estiver no serviço e em metas impessoais. Será dinâmico se houver renúncia de hábitos e de tendências. Para a Terra ser renovada, é necessário transformação profunda no padrão de vida da humanidade. (Glossário Esotérico- Trigueirinho - Editora Irdin)

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Standard of LivingComments with Esoteric Text on This Impulse

A topic that is highly relevant today, especially given the evident inversion of values ​​that humanity has been experiencing.

In the current evolutionary stage of humanity on Earth — still largely marked by a *low and very limited average level of consciousness* — the criteria used to assess the *standard of living* have become distorted. What global society establishes as a reference to measure the value or quality of life of an individual is based on superficial, materialistic, and untrue parameters.

A scale of values ​​has been created in which the appearance of prosperity, the accumulation of goods, or social position mistakenly define the condition and success of each inhabitant of the planet. This model, however, ignores essential aspects of human existence, such as *inner development, ethical awareness, the capacity to serve, and spiritual balance*.

From a deeper perspective, the *standard of living* is not established by the quantity of accumulated resources, but by the quality of consciousness, the degree of inner harmony, and the capacity to live according to higher principles.

Consequently, what is accepted today as a *high standard of living* does not, in fact, correspond to a state of true evolution or fullness of being.

This erroneous assessment produces a *chain of errors* in the command hierarchy of this society, which privileges and empowers those who have power, dominion, and material wealth, but who do not necessarily have the gift and ability to command with mastery and wisdom what needs to be commanded.

Thus, and successively, the *standard of living* of humanity, in its real and true aspects, has been decreasing considerably. The scale is at such low levels that we can perceive that a *great storm* is approaching. In a way, yes, this is a statement that can be considered, the *great storm* is approaching, given the ongoing planetary transition.

However, considering it bad is a mistake. We are on the verge of a radical global transformation. We must consider that all transformations close one cycle so that another can begin. Considering the Law of Cycles, we will soon be in the ascending phase of this cycle, a phase in which the new and the novelties emerge so that a new cycle, or a new lifestyle, can take place on the surface of the planet.

We must ask ourselves if we aspire to an increase in the so-called *standard of living* only in its material aspects — such as a new social position, a higher place in some power structure, or a higher financial status — or if we seek a deeper inner development, closer to the higher laws and divine guidelines that govern life.

It may seem surprising, but experiences accumulated over countless past incarnations have led us to a question that always repeats itself: *what standard of living do I aspire to?*

In the text below, we have precise guidance to achieve a true and promising status for an *adequate standard of living*. Therefore, by adopting these rules as a form of conduct, we will fulfill the highest desires of our soul and our heart.

Referring to the text:  STANDARD OF LIVING - An expression normally understood from a social and psychological angle, but which has more comprehensive connotations. From an esoteric point of view, the standard of living of an individual or a group is not determined by the material goods they possess, the positions they hold, or their purchasing power, but by the vibration they emit. It is the result of the level where consciousness is polarized, of its objectives and affinities, of what it recognizes as the purpose of its existence. It will result in a set of principles and norms chosen by the individual or group as guiding lines. It will be all the more elevated and harmonious the more it is based on service and impersonal goals. It will be dynamic if there is a renunciation of habits and tendencies. For the Earth to be renewed, a profound transformation in the standard of living of humanity is necessary. (Esoteric Glossary - Trigueirinho - Irdin Publisher)

quarta-feira, 4 de março de 2026

Passos Atuais 487 Parte. O que é ser desalmado?...What does it mean to be heartless?.

 O que é ser desalmado?                      04.03.2026

A expressão “desalmado” é utilizada para definir alguém que age sem compaixão, sensibilidade ou empatia. No entanto, sob uma perspectiva espiritualista, essa definição é apenas simbólica, pois ninguém pode viver ou existir sem uma alma.

A alma é um dos corpos que constituem o ser humano. Trata-se de um corpo sutil elevado, princípio consciente e independente que sustenta a vida e orienta a experiência encarnada. Ela não se confunde com o corpo físico, que é apenas o *instrumento temporário utilizado em cada existência*.

A alma segue metas evolutivas próprias. Antes de cada encarnação, estabelece um conjunto de experiências e aprendizados necessários. O corpo físico, por sua vez, é o veículo através do qual essas metas devem ser vivenciadas no plano material.

Uma mesma alma sustenta diferentes corpos ao longo de sucessivas reencarnações. Em cada existência, utiliza um novo instrumento físico para cumprir etapas específicas de seu desenvolvimento, avançando gradualmente em seu processo evolutivo. Daí temos experiencias numa diversidade de situações: sexo masculino ou feminino; rico ou pobre; país A, B ou C; planeta Terra ou outro condizente; branco ou de cor; com corpo perfeito ou atípico; na familia A, B ou C; etc.

Portanto, ninguém é literalmente *desalmado*. O que pode ocorrer é que a alma não esteja plenamente manifesta na personalidade, resultando em atitudes que revelam ausência de compaixão, sensibilidade e empatia. Ainda assim, a alma permanece presente, conduzindo, em nível mais profundo, mas mais distante, o percurso evolutivo do ser.

Podemos, para fins de esclarecimento, considerar os principais corpos que constituem o ser humano, organizados do mais sutil ao mais denso:

Espiritual – anímico – astral – mental – emocional – físico.

Esses níveis compõem nossa integridade. Embora existam corpos ainda mais sutis, não vem ao caso para esta explicação.

O espiritual representa o núcleo mais elevado da consciência, vinculado às metas evolutivas.
O anímico refere-se ao corpo da alma, que faz a ponte entre o espiritual e os demais corpos.
O astral é o corpo “físico” na desencarnação. Deixamos o físico e ocupamos o astral ao desencarnar, portanto, a vida continua.
O mental gera o pensamento, manifesta a personalidade e a elaboração racional.
O emocional emite sentimentos e reações afetivas, ou adversas.
O físico é o instrumento material por meio do qual a experiência se concretiza, reunindo as sensações dos demais corpos acima mencionados..

Os corpos que se relacionam mais diretamente no cotidiano são o mental, o emocional e o físico. Eles formam o eixo ativo da vida encarnada. Daí a dificuldade em muitos não aceitarem os demais corpos.

Diariamente, pensamentos (mental) influenciam emoções (emocional), que por sua vez repercutem no corpo (físico). Da mesma forma, estados físicos alteram emoções e condicionam pensamentos. Essa inter-relação é contínua e dinâmica.

Os corpos mais sutis — espiritual, anímico e astral — permanecem em segundo plano na maior parte do tempo, mas não estão ausentes. Manifestam-se em momentos específicos: intuições profundas, experiências espirituais, percepções ampliadas, premonições ou circunstâncias marcantes ao longo das vidas sucessivas.

Assim, compreender essa estrutura ajuda a perceber que o *ser humano não é apenas matéria nem apenas emoção ou pensamento*. É um conjunto integrado de *corpos* que interagem constantemente, cada qual cumprindo sua função no processo evolutivo.

Após essas singelas explicações, podemos compreender que a existência humana envolve uma estrutura complexa e integrada. O corpo físico não se mantém vivo por si mesmo; ele é sustentado pelo princípio anímico-espiritual que lhe dá *vitalidade e direção*.

A desencarnação ocorre quando essa ligação se desfaz — isto é, quando a alma se retira do corpo físico, rompendo o vínculo que o mantinha *animado*. Fala-se de um “cordão” que une a alma ao corpo, cuja ruptura marca o término da experiência naquela existência, com aquele corpo.

Desta forma, podemos considerar que um *desalmado não é uma pessoa sem alma*, mas uma pessoa cuja alma mostra *desinteresse* em assisti-lo, convenientemente. Figurativamente podemos considerar que no desalmado a *alma se mantem distante*, longe de impulsionar o indivíduo segundo as diretrizes divinas e a evolução a ele destinada.

Um *desalmado* passa a ceder sua mente, suas ações e decisões para estas forças involutivas e geralmente tornam-se um *símbolo* da ganância, da luxuria, da opressão. O *poder* deixa de ser instrumento de responsabilidade e passa a ser meio de dominação. Torna-se poderoso passa a agir com frieza extrema, desprovido de qualquer compaixão, de qualquer empatia, atuando em profunda psicopatia em consonância com as forças negativas que o dominarão.

O *poder* é o foco principal das forças involutivas, pois poderosas se tornam abrangentes, dominadoras, influenciadoras, escravizando populações que desconhecem sua própria origem divina, seu potencial elevado e seu destino evolutivo. A riqueza material é uma consequência, mas o *poder precisa ser supremo*, imposto de forma ferrenha ou diluído em inúmeras possibilidades de ilusões que pessoas com desconhecimento de seu potencial, de sua origem e de suas capacidades, se amedrontam e se deixam dominar, seja por imposição direta ou por meios mais sutis: manipulação psicológica, sedução ideológica, criação de ilusões coletivas.

Por outro lado, quando há *alinhamento entre personalidade e alma*, o poder deixa de ser por dominação e passa a ser expressão de responsabilidade, serviço e construção consciente.

No *desalmado* a alma perde o interesse  e a personalidade se torna intempestiva, marcante.

*A lei evolutiva respeita o livre-arbítrio*: quanto mais o indivíduo insiste em determinadas escolhas, mais experimenta as consequências delas. Em termos evolutivos, ninguém está condenado permanentemente. Mesmo aquele que desceu aos níveis mais densos e baixos, continua inserido na dinâmica maior da evolução. A diferença está no tempo e no grau de sofrimento necessário para que a consciência desperte novamente.

Será que isso um contrassenso divino?

Claro que não, pois sem este *choque final*, sem este impacto sobre a humanidade, bem poucos sairiam da ilusão que os mantem inertes, confusos, iludidos e quase acéfalos. *O mal sempre trabalha para o bem*. É um excelente colaborador para que as experiencias se tornam marcantes, conclusivas e o aprendizado se consolide. Quem passa por isto e tem sucesso, jamais retornará para um mundo cármico, confuso e estonteante como tem sido até agora,

Podemos considerar que neste final de ciclo (em referência ao texto sobre a Lei dos Ciclos), na sua fase descendente, muito próximo do seu ponto de *novo início* a Terra, dominada por estas forças involutivas com muito poder e riqueza, percebeu que o grande *armagedon* começou.

Aqui um adendo: *armagedon* não é uma guerra final, não é uma destruição do planeta, mas uma luta titânica entre o bem e o mal, entre as forças evolutivas com as forças involutivas. De certa forma, a humanidade encontra-se no meio desta luta gigantesca por força da *transição planetária*, onde o *joio será separado do trigo*. Ela acontece internamente, dentro de nós, no coração, por isso de nos sentirmos acuados, esquisitos, intensos, confusos.

As forças involutivas, poderosas por estarem no poder, vinham dominando com certa facilidade uma *população* desatenta, enfraquecida, iludida por fantasias de que a *vida material é a vida principal* e a ela toda a dedicação deveria ser dada.

Colaborando para esta desatenção, doutrinas e religiões, também *na estrutura de poder destas forças involutivas com indivíduos desalmados*, criaram *paradigmas e conceitos* para que um *aprisionamento mental* em massa ocorresse.  Criaram um deus poderoso, vingativo, punitivo, que agia egoisticamente. Criou-se dogmas, conceitos e preconceitos que desnortearam, nos deixaram confusos, utilizando linguagens retóricas, incompreensíveis, distanciando-nos da *Verdade*.

Simbolicamente colocaram deus no trono, no alto, distante, incomunicável, inalcançável que exercia a punição como forma de reinar seu reino. O medo, as restrições dogmáticas e a punição pelos pecados, nos manteve encabrestados e com as rédeas curtas, assim nos conduziram por *caminhos secundários e atalhos que escondiam a verdade*, que ocultavam as paisagens, que mostravam a dor, o sofrimento, a dificuldade; e no cansaço nos tornavam submissos, quietos e cordatos com o que quer que fosse *imposto*.

*Esta ilusão desmedida, incomensurável está sendo desfeita*.  

Bem, inevitavelmente teremos um processo de rescaldo e mudanças profundas.

Estamos vivendo o tempo em que as *máscaras* estão caindo e tudo será revelado. Assim é preciso para que as desilusões ocorram e as pessoas normais, não as desalmadas, se recuperem e possam ser impulsionadas para os aspectos *evolutivos da vida*.

Esse tempo de exposição não existe para condenar indiscriminadamente, mas para separar níveis de consciência. Pessoas comuns — com falhas e limitações, mas abertas ao aprendizado — podem utilizar esse choque como impulso de crescimento. Já aquelas profundamente identificadas com padrões de dominação e manipulação tendem a resistir ou a endurecer ainda mais.

Não há mais tempo de se *perder tempo*. Ajuste-se, alinhe-se com o que considera mais nobre, mas elevado, mais útil. *Lembre-se do seu livre arbítrio*. É preciso que deseje intensamente, que vença a preguiça, que estude, que se dedique, informe-se e *aplique* o que considera digno, justo e verdadeiro.

*Conhecimento sem aplicação não transforma. Intenção sem disciplina não produz resultado*.

*O tempo não retorna, por isso todo o tempo que nos resta é essencial*.

*Tudo mudará. Nada ficará como esta*. Esta observação vem sendo feita constantemente.

Aqui cabe outra observação importantíssima, para relembrar. Somos constituídos de *duas metades*; a material e a espiritual, assim quando procuramos enfatizar somente a vida material, no máximo estamos cuidando de *50%* do que somos. 

Devemos nos tratar como *indivíduos completos*, perfeitos, uteis, dignos, divinos, percorrendo um trajeto de evolução ao longo de várias reencarnações. Em cada uma delas, conquistas devem incorporar-se ao nosso longo portfólio evolutivo. 

Este conceito deve fazer parte do cotidiano da vida para que as *duas metades* possam ser igualmente atendidas.

O equilíbrio entre essas duas metades não é automático — é *construído por escolha diária*.

Como comentamos em orientações anteriores, 2026 será um ano revelador, de grandes emoções, será surpreendente, de *tirar o folego* dado o armagedon em curso.

As máscaras estão caindo, a verdade está sendo revelada, no entanto *novidades* excelentes, evolutivas, divinas e universais serão também reveladas para que a nova era seja implantada e assim conhecermos o *Deus verdadeiro*, o *Deus Divino* e suas Leis sejam interpretadas corretamente, onde a harmonia, o respeito, a compaixão e o equilíbrio se deem nas duas partes da nossa constituição, a material e a espiritual.

*Somente na harmonia das duas metades que me torno único*.

Voltaremos a coloca-Lo novamente em nosso coração. Sentiremos essa Presença dentro de nós — não externa, não inacessível, mas íntima e atuante. Ela deixa de ser apenas crença e torna-se experiência interior. Quando isso acontece, a *espiritualidade deixa de ser teoria e passa a orientar pensamentos, decisões e atitudes*.

É tempo de revisar posturas, paradigmas, conceitos. É tempo de eliminar travas e controles que nos aprisionam. 

*Dediquem-se ao que é essencial*. Num mundo cármico não se tira férias, tudo acontece de forma intensa e concomitante.

*Esta encarnação pode ser considerada ímpar no contexto das oportunidades, assim não a menospreze*.

Por isso:

Não banalize o tempo que tem.
Não subestime as provas que enfrenta.
Não adie ajustes que reconhece como necessários.

O momento presente é a única oportunidade de transformação.
Se é tempo de revisão, então revise com honestidade.
Se é tempo de decisão, então decida com firmeza.

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What does it mean to be heartless? 04.03.2026

The expression "heartless" is used to define someone who acts without compassion, sensitivity, or empathy. However, from a spiritual perspective, this definition is only symbolic, as no one can live or exist without a soul.

The soul is one of the bodies that constitute the human being. It is a subtle, elevated body, a conscious and independent principle that sustains life and guides the incarnate experience. It is not to be confused with the physical body, which is only the *temporary instrument used in each existence*.

The soul follows its own evolutionary goals. Before each incarnation, it establishes a set of necessary experiences and learnings. The physical body, in turn, is the vehicle through which these goals must be experienced on the material plane.

The same soul sustains different bodies throughout successive reincarnations. In each existence, it uses a new physical instrument to fulfill specific stages of its development, gradually advancing in its evolutionary process. Hence, we have experiences in a variety of situations: male or female; rich or poor; country A, B, or C; planet Earth or another suitable one; white or of color; with a perfect or atypical body; in family A, B, or C; etc.

Therefore, no one is literally *soulless*. What can happen is that the soul is not fully manifested in the personality, resulting in attitudes that reveal an absence of compassion, sensitivity, and empathy. Even so, the soul remains present, guiding, at a deeper but more distant level, the evolutionary path of the being.

For the sake of clarification, we can consider the main bodies that constitute the human being, organized from the most subtle to the most dense:

Spiritual – psychic – astral – mental – emotional – physical.

These levels make up our integrity. Although there are even more subtle bodies, they are not relevant to this explanation.

The spiritual represents the highest core of consciousness, linked to evolutionary goals.

The psychic body refers to the soul's body, which bridges the spiritual and the other bodies.

The astral body is the "physical" body at the time of death. We leave the physical body and occupy the astral body upon death; therefore, life continues.

The mental body generates thought, manifests personality, and rational elaboration.

The emotional body emits feelings and affective, or adverse, reactions.

The physical body is the material instrument through which experience is realized, bringing together the sensations of the other bodies mentioned above.

The bodies that interact most directly in daily life are the mental, emotional, and physical. They form the active axis of incarnate life. Hence the difficulty many have in accepting the other bodies.

Daily, thoughts (mental) influence emotions (emotional), which in turn reverberate in the body (physical). Similarly, physical states alter emotions and condition thoughts. This interrelationship is continuous and dynamic.

The more subtle bodies—spiritual, psychic, and astral—remain in the background most of the time, but they are not absent. They manifest themselves at specific moments: profound intuitions, spiritual experiences, expanded perceptions, premonitions, or significant circumstances throughout successive lives.

Thus, understanding this structure helps to realize that the *human being is not just matter, nor just emotion or thought*. It is an integrated set of *bodies* that constantly interact, each fulfilling its function in the evolutionary process.

After these simple explanations, we can understand that human existence involves a complex and integrated structure. The physical body does not sustain itself; it is sustained by the animic-spiritual principle that gives it *vitality and direction*.

Disincarnation occurs when this connection is broken—that is, when the soul withdraws from the physical body, severing the bond that kept it *animated*. There is talk of a "cord" that unites the soul to the body, the rupture of which marks the end of the experience in that existence, with that body.

In this way, we can consider that a *soulless person* is not a person without a soul*, but a person whose soul shows *disinterest* in assisting them appropriately. Figuratively, we can consider that in the soulless person, the *soul remains distant*, far from propelling the individual according to divine guidelines and the evolution destined for them.

A *soulless person* begins to yield their mind, their actions, and decisions to these involutive forces and generally becomes a *symbol* of greed, lust, and oppression. Power ceases to be an instrument of responsibility and becomes a means of domination. Once powerful, one acts with extreme coldness, devoid of any compassion or empathy, acting in profound psychopathy in accordance with the negative forces that will dominate them.

Power is the main focus of involutionary forces, because powerful forces become all-encompassing, dominating, influential, enslaving populations that are unaware of their own divine origin, their elevated potential, and their evolutionary destiny. Material wealth is a consequence, but power needs to be supreme, imposed fiercely or diluted in countless possibilities of illusions that frighten people unaware of their potential, their origin, and their capabilities, and allow themselves to be dominated, whether by direct imposition or by more subtle means: psychological manipulation, ideological seduction, creation of collective illusions.

On the other hand, when there is *alignment between personality and soul*, power ceases to be about domination and becomes an expression of responsibility, service, and conscious construction.

In the *soulless*, the soul loses interest and the personality becomes impulsive and striking.

*The evolutionary law respects free will*: the more an individual insists on certain choices, the more they experience the consequences of them. In evolutionary terms, no one is permanently condemned. Even those who have descended to the densest and lowest levels remain part of the greater dynamic of evolution. The difference lies in the time and degree of suffering necessary for consciousness to awaken again.

Is this a divine contradiction?

Of course not, because without this *final shock*, without this impact on humanity, very few would escape the illusion that keeps them inert, confused, deluded, and almost mindless. *Evil always works for good*. It is an excellent collaborator in making experiences memorable, conclusive, and consolidating learning. Those who go through this and succeed will never return to a karmic, confusing, and bewildering world as it has been until now.

We can consider that at the end of this cycle (referring to the text on the Law of Cycles), in its descending phase, very close to its point of *new beginning*, the Earth, dominated by these involutionary forces with much power and wealth, realized that the great *armageddon* had begun.

Here's an addendum: *armageddon* is not a final war, it is not a destruction of the planet, but a titanic struggle between good and evil, between evolutionary forces and involutionary forces. In a way, humanity finds itself in the middle of this gigantic struggle due to the *planetary transition*, where the *chaff will be separated from the wheat*. It happens internally, within us, in the heart, which is why we feel cornered, strange, intense, confused.

The involutionary forces, powerful because they were in power, had been dominating with relative ease an inattentive, weakened *population*, deluded by fantasies that *material life is the most important life* and that all dedication should be given to it.

Contributing to this inattention, doctrines and religions, also *within the power structure of these involutionary forces with soulless individuals*, created *paradigms and concepts* so that a mass *mental imprisonment* could occur. They created a powerful, vengeful, punitive god who acted selfishly. Dogmas, concepts, and prejudices were created that disoriented us, left us confused, using rhetorical, incomprehensible language, distancing us from the *Truth*.

Symbolically, they placed god on the throne, high up, distant, incommunicable, unreachable, who exercised punishment as a way of ruling his kingdom. Fear, dogmatic restrictions, and punishment for sins kept us bridled and on a tight leash, leading us down *secondary paths and shortcuts that hid the truth*, concealing the landscapes, revealing pain, suffering, and hardship; and in our exhaustion, they made us submissive, quiet, and compliant with whatever was *imposed*.

*This immeasurable, boundless illusion is being undone*.

Well, inevitably, we will have a process of aftermath and profound changes.

We are living in a time when the *masks* are falling and everything will be revealed. This is necessary so that disillusionment can occur and normal people, not the heartless ones, can recover and be propelled towards the *evolutionary aspects of life*.

This time of exposure does not exist to condemn indiscriminately, but to separate levels of consciousness. Ordinary people — with flaws and limitations, but open to learning — can use this shock as a boost for growth. Those deeply identified with patterns of domination and manipulation, however, tend to resist or harden even further.

There is no more time to *waste time*. Adjust yourself, align yourself with what you consider most noble, most elevated, most useful. *Remember your free will*. You need to desire intensely, overcome laziness, study, dedicate yourself, inform yourself and *apply* what you consider worthy, just and true.

*Knowledge without application does not transform. Intention without discipline produces no results.*

*Time does not return, therefore all the time we have left is essential.*

*Everything will change. Nothing will remain as it is.* This observation has been made constantly.

Here is another very important observation to remember. We are made up of *two halves*; the material and the spiritual, so when we seek to emphasize only material life, at most we are taking care of *50%* of what we are. We must treat ourselves as *complete individuals*, perfect, useful, worthy, divine, traveling a path of evolution throughout several reincarnations. In each of them, achievements must be incorporated into our long evolutionary portfolio. This concept must be part of daily life so that *both halves* can be equally attended to.

The balance between these two halves is not automatic — it is *built by daily choice*.

As we mentioned in previous guidelines, 2026 will be a revealing year, full of great emotions, it will be surprising, breathtaking given the ongoing Armageddon.

The masks are falling, the truth is being revealed, however, excellent, evolutionary, divine and universal news will also be revealed so that the new era can be implemented and thus we can know the true God, the Divine God, and His Laws will be interpreted correctly, where harmony, respect, compassion and balance occur in both parts of our constitution, the material and the spiritual.

Only in the harmony of the two halves do I become one.

We will place Him back in our hearts. We will feel this Presence within us — not external, not inaccessible, but intimate and active. It ceases to be just belief and becomes an inner experience. When this happens, spirituality ceases to be theory and begins to guide thoughts, decisions and attitudes.

It's time to review attitudes, paradigms, and concepts. It's time to eliminate the blocks and controls that imprison us. *Dedicate yourselves to what is essential*. In a karmic world, there are no vacations; everything happens intensely and simultaneously.

*This incarnation can be considered unique in the context of opportunities, so don't underestimate it*.

Therefore:

Don't trivialize the time you have.

Don't underestimate the trials you face.

Don't postpone adjustments you recognize as necessary.

The present moment is the only opportunity for transformation.

If it's time for review, then review honestly.

If it's time for decision, then decide firmly.