Pensamento do dia 22 de outubro de 2014
Poucos momentos de silêncio e de autêntica entrega
podem equilibrar muito do que ocorre no mundo.
Trigueirinho.
Pois bem, recebemos a informação sobre o silencio, a
entrega e o equilíbrio.
De forma geral o mundo vem vivendo princípios de coisas
faltando.
No plano material vemos a água doce sumindo de várias
regiões do mundo. Os alimentos começam a ficar escassos e isto deve se acentuar
face às intempéries da Natureza e da proliferação das formas erradas de seu
manuseio, entre elas os transgênicos, que mal sabemos quais são os
inconvenientes na alimentação do homem e dos animais que os ingerem.
As doenças vem se acentuando e tem se manifestado de
formas mais agressivas e constantes.
Os vírus, entre eles o ebola, assim como o HIV, entre
outros, vem se proliferando e encontram uma sociedade completamente
despreparada para contê-los. Demais formas virais estão saindo da hibernação,
umas inclusive do período jurássico, face ao descongelamento de áreas que
deveriam estar cobertas, cujo controle e anulação serão impossíveis de
contê-los.
O processo de mutação viral encontra-se nas energias
negativas que temos liberado, gerando reações químicas desconhecidas que
fortalecem estas mutações. De certa forma podemos dizer que a Natureza tenta
por si só corrigir o que está em desacordo com seus sistemas, com sua origem e
com seu equilíbrio.
Não respeitamos isto, mas pelo contrário temos violado o
que deveria ser preservado.
Nosso único conhecimento se prende a poucas e
incongruentes estatísticas, deixando de reconhecer que cada indivíduo possui
em si um universo próprio.
Enfim temos visto crescer as dificuldades de conviver com
certas situações consideradas incontroláveis.
Se entrarmos no mérito da política e da energia
monetária, vê-se de forma bem previsível o grande desastre que está por vir.
O homem em si, é um laboratório perfeito e completo que
gera ações e reações químicas, físicas e energéticas, que se manifestam em
função das suas tendências positivas ou negativas aos olhos da alma.
Quanto mais desorganizados fisicamente e psicologicamente
formos, mais suscetíveis seremos de liberar ações e reações químicas, físicas e
energéticas descontroladas. Portanto, estas reações da Natureza que nos privará
de coisas essenciais, nada mais são do que manifestação daquilo que há séculos
temos feito. Por isso que a transição planetária será violenta como tem sido
descrito nas informações recebidas.
Muito bem, o silencio e a entrega são os únicos atos que
podemos ter nos momentos atuais. Deveríamos deixar de tentar corrigir e
modificar o que é imutável sob o aspecto material, pois na ignorância, como tem
sido feito até agora, quanto mais se mexe mais se desorganiza e destrói.
Estes aspectos virais não serão controlados com vacinas e
outras químicas na base da tentativa e erro, pois isto tem dado um efeito
contrário, ou seja, tem gerado reações cada vez mais poderosas dos vírus que
vem se acentuando, pois o berço deste descontrole é o ambiente psicológico e
emocional, alimentado pela ignorância e a estupidez de acharmos que estamos
sozinhos neste mundo.
O equilíbrio que temos de ter, na composição do que
somos, como matéria e espírito é a única coisa que pode atenuar o que já está
acontecendo.
Outras providencias só irá acentuar aspectos contrários
ao que estamos lutando.
Em outras palavras, a oração, como tem sido apregoado em
todas as aparições de Maria, é o que nos resta fazer, pois a energia da oração
tende a nos equilibrar, a nos silenciar e a nos auxiliar na entrega, para que
efeitos positivos possam acontecer.
Como já foi dito estamos na fase das atribulações (vide
descrição do dicionário, abaixo), face ao final do ciclo terrestre.
s.f. Evento ou situação aborrecida, desagradável;
aflição, tormento, adversidade: passou por numerosas tribulações.
Sensação de tristeza, de aborrecimento, ocasionada por um
dissabor ou por um desgosto; dor, infelicidade, amargura.
pl. atribulações.
(Etm. atribular + ção)
É preciso muita firmeza de propósito, muito equilíbrio,
muita convicção interna e muita fé para enfrentarmos o que vem pela frente.
Hilton
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