Pensamento do dia, sábado, 20 de dezembro de 2014
"A aranha cria seu universo sem se atar a ele,
tece sua teia sem nela se enredar."
Trigueirinho.
Pois bem, o pensamento de hoje nos remete a um conceito
de domínio, diferente do que normalmente temos em mente.
As pessoas, no geral, quando querem dominar algo ou
alguém, interferem, restringem, limitam as ações, os movimentos, enfim tudo
aquilo que as contraria ou contraria suas ideologias.
O domínio em nossa sociedade é muito presente, se impõem,
não permite discussões, abrange a todos e cerca-se de leis amplamente
punitivas.
Nossa sociedade criou seu universo baseado em interesses
mesquinhos, escusos, dominadores, tendo por base o limite mínimo ou a pior
ignorância possível sobre o assunto. Desta forma, somos sempre nivelados por
baixo.
Com isto, nos enroscamos na teia e somos sugados pela
estrutura de domínio que a mantem.
Isto se deve ao fato de convivermos com níveis de
consciência muito heterogêneos e distintos, onde as discrepâncias são
extremamente acentuadas.
De forma isolada, o pensamento aborda um aspecto
importante, também, onde deveríamos viver e conviver em nosso mundo, tecendo
nossas intenções e ações, de forma não comprometedora, dando a liberdade do ir
e vir sem as interferências que normalmente temos exigido.
Por isso, que de forma coletiva, nos envolvemos e nos
enroscamos nas teias coletivas (sociedades), porque individualmente fazemos a
mesma coisa.
Uma postura correta nos remete a interferências menores,
menos acentuadas, ao passo que uma postura incorreta nos remete a
interferências mais acentuadas, mais punitivas, acentuando o sofrimento.
Um indivíduo livre, vive e deixa viver, ao passo que um
indivíduo preso, comprometido, vive nas mesmas circunstancias do seu
comprometimento e da ausência de liberdade que manifesta com os outros.
Podemos dizer que nosso meio ambiente é um reflexo puro e
fiel sobre o que temos feito.
Poucos pensam assim.
A maioria culpa as circunstancias que os envolve como se
não tivessem nada com isto, como se fosse obra do azar, do acaso, dos outros,
quando na realidade estas circunstancias são reflexos fieis do nosso
comportamento, da nossa postura, dos nossos pensamentos.
É preciso ater-se a isto, seguir esta Lei Divina e
mudarmos de postura, de comportamento, de ideais e ideais, alinhando-se com a
parte mais nobre e mais elevada do nosso ser.
Hilton
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