Pensamento do dia, quinta-feira, 29 de janeiro de 2015
"Ao persistirmos na fé, seremos ajudados a
encontrar o verdadeiro sentido na vida."
Frei Luciano.
Pois bem, a fé é uma força que provem da nossa parte mais
elevada, mais sutil e mais verdadeira.
Não há barreiras intransponíveis para o poder de um ato
de fé.
Então porque achamos que ela não funciona ou não funciona
quando queremos, ou quando achamos que precisamos dela?
Infelizmente não temos ainda o devido discernimento para
usa-la no seu potencial e de forma adequada.
No geral, utilizamos a fé para conquistas eminentemente
materiais, ou seja, para conquistas amorosas, profissionais, pessoais, etc.,
sendo que na maioria das vezes leva-se em conta uma visão muito distorcida e
muito explicita no egoísmo do ser, do ter e do poder.
Digamos que se pudéssemos mensurar a fé, numa escala de 0
a 1000, nestes aspectos que temos procurado utiliza-la, não passaria de 0,5,
então vejam o potencial que deixamos de utilizar.
Este limite tem sido imposto pela alma e pela mônada,
pois no geral comprometeríamos ainda mais nossas já imensas condicionantes
cármicas, se utilizássemos esta força tão poderosa sem a devida integridade
física e espiritual.
É comum apelarmos para a fé na cura de uma doença ou de
um incomodo no corpo físico. Isto é licito e verdadeiro, mas a fé leva em conta
a possibilidade daquela doença ou incomodo estar anulando um carma em aberto,
então seu poder de interferência passa a ser relativo e equilibrado.
Compreendemos isto? A maioria não e ainda acha que sofre
injustamente.
Este poder relativo torna-se fundamental, na medida em
que neste exercício de fé for alargando nossa mente para compreendermos o
porquê e para que esta doença ou este incomodo deve acontecer. Ora, este passo
é fundamental para que o tempo da doença possa ser abreviado ou cesse, assim
como o incomodo diminua ou passe, ou simplesmente, a desencarnação aconteça.
No exercício da fé, mesmo que seja no grau de 0,5
(segundo nossa escala-exemplo), expandimos a consciência, a inteligência e o
poder de compreensão.
Vejam, a doença ou o incomodo existem para fazermos exatamente
esta expansão de consciência, então na fé podemos evitar estes sinais de alerta
(dor e sofrimento) e fazermos esta expansão de forma tranquila, ponderada e
crescente.
Quanto a sociedade, o poder público, as nações
economizariam e poderiam tornar nossa vida mais confortável se vivêssemos na
fé?
Mas temos vivido exatamente na falta de fé, onde quase
tudo se transforma em entraves, dificuldades, doenças, barreiras, pois na
medida que vamos vivendo fora das Leis e fora das nossas metas evolutivas,
estas barreiras vão aumentando.
Desta forma, podemos assim mensurar o nosso grau de
desalinhamento com as metas evolutivas, na medida em que o grau de dificuldade
para viver for aumentando.
Vejam, isto se aplica para uma pessoa, para uma
comunidade, para um país, para um planeta.
Hoje nosso nível tecnológico e de desenvolvimento, em
relação ao passado, tem crescido substancialmente.
Podemos avaliar que vivemos muito melhor do que no
passado?
Creio que não, pois as dificuldades ainda não muito
grandes, os caminhos incertos, as expectativas se mantem e os medos estão muito
acentuados.
Digamos que temos repetido os mesmos erros com incrível
aprimoramento tecnológico.
Desta forma, a fé continua pairando no lado
"esquecido" da mente, ao passo que o consumo e a materialidade tem
ocupado o restante.
Enquanto não resolvermos este problema, a vida não tem
solução.
O Brasil tem vivido com a falta de recursos hídricos, por
uma série de motivos, além das mudanças climáticas, mas a falta de fé, no
aspecto social da vida em comum, da economia, na forma adequada da sua utilização
e na forma adequada para aonde deveria ser empregada, contribuiu para que
alertas (dor e sofrimento) fossem acionados "automaticamente",
segundo as Leis vigentes, com o intuito de nos disciplinar e de nos unir em
tornos de objetivos comuns, onde a distribuição correta e equilibrada, além do
seu uso correto poderá ser praticado, digamos, na “marra”.
Será que precisaríamos chegar a isto? Claro que não, mas
nossa forma inadequada de viver, em especial distante da fé e de seus
aspectos evolutivos, tornaram nossa vida um "poço de problemas".
O pensamento nos indica o verdadeiro caminho, pois o
indivíduo na fé é guiado, intuído, disciplinado, coerente, com incrível bom
senso e ele rapidamente percebe que nada deve faltar na vida vivida em
consonância com as Leis.
Reflitam sobre isto, pois a atitude de cada um,
independente da atitude dos demais, tem um poder alavancador muito poderoso e
muito abrangente.
Ainda não implodimos o mundo, face a fé e as atitudes de
uns poucos seres humanos, que aliados às grandes estruturas internas e externas
de ajuda ao planeta, tem sustentado no limite, a nossa precária manutenção.
Quem teve tempo e assistiu a palestra de Trigueirinho
nesta segunda deve se lembrar que a oração dos 3 pastores para N. Sra. de
Fátima, aliada a esta grande estrutura espiritual de ajuda ao planeta, acabou
por cessar a 1a guerra mundial. Infelizmente a lição não foi aprendida.
Faça a tua parte, independente dos demais, pois tua
evolução, tua fé e teu alinhamento poderá dar a grande contribuição que muitos
precisam.
Hilton
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