sexta-feira, 30 de janeiro de 2015

Este conjunto te leva ao equilíbrio e somente neste conjunto você poderá se curar.

Pensamento do dia, sexta-feira, 30 de janeiro de 2015

"Se quisermos conhecer a estabilidade da alma, que abracemos o silêncio e a humildade."
Frei Luciano.

Pois bem, podemos dizer que não conhecemos a estabilidade.
Somos pessoas muito instáveis, pois mudamos de humor em segundos e dezenas de vezes durante o dia. Somente pelo fato de nos “aborrecermos”, prova nossa instabilidade.
A maioria das pessoas são contidas, ou administram de forma razoável suas “instabilidades” diárias.
Se imaginássemos um pêndulo exatamente no centro do nosso corpo, ou seja dividindo o rosto e o resto em duas partes iguais, que podemos chamar de meridianos, este pêndulo oscilaria loucamente o dia inteiro. Ora para o lado esquerdo, ora para a direito.
Se definíssemos que o lado direito seria para aspectos positivos e o lado esquerdo para aspectos negativos, esta oscilação definira bem o nosso mau humor ou o nosso bom humor em cada momento.
Vivemos nesta constante oscilação durante o dia e durante a noite, pois nossos sonhos também não são tranquilos.
A definição de uma pessoa equilibrada é quando este pêndulo se encontra exatamente no alinhamento dois meridianos, estabilizado, parado ou com pequenas oscilações.
Na realidade, temos nossos momentos de equilíbrio, mas são mínimos.
No equilíbrio, somos intuídos, somos incentivados pelo nosso anjo da guarda, pelos nossos Instrutores, nossa alma se comunica e nesta condição sempre tomamos as melhores decisões.
Portanto, vejam que são poucas e raras as decisões acertadas que tomamos.
Uma decisão acertada não gera carma e não implica em envolvimentos com ninguém.
O respeito, a compreensão e a lucidez atinge o máximo que podemos alcançar.
No geral temos tomado as decisões quando nosso pêndulo está oscilando disparadamente. Muitas vezes nos extremos, onde com certeza as decisões poderão ter fortes implicações carmáticas, além do que, com certeza, induziremos outros a erros ou graves erros.

Esta oscilação continua do pendulo do equilíbrio, desgasta, envelhece e corrói nosso metabolismo físico, acionando os alertas do corpo (dor e sofrimento).
Nossas doenças são provenientes do desequilíbrio, das oscilações ininterruptas deste pêndulo, que ao acionar continuamente as defesas do organismo, estas se esgotam e ficamos à mercê de vírus, bactérias e desgastes enormes dos órgãos que regulam nossa vida física.
Todas as doenças tem fundo emocional, desta forma quem tem procurado viver o máximo possível, dentro do equilíbrio ou das poucas oscilações, normalmente é sadio.
O carma em aberto aparece de outra forma, através de barreiras a serem superadas, mas mantem o corpo e a mente sadios.
No geral as pessoas são desequilibradas e doentes. Administram seus desequilíbrios e suas doenças, mas com o passar dos anos, podem entrar em colapso. Um AVC, um enfarto, uma anemia, a falência de órgãos, doenças pulmonares, coluna, etc., tudo isto é proveniente dos nossos desequilíbrios  que acentuaram as condicionantes cármicas para serem sanadas junto com a dor e o sofrimento.

Um câncer se manifesta em condições de absoluto desequilíbrio, ou seja, quando o desequilíbrio atingiu certa irreversibilidade e os controles foram perdidos.
Digamos que o extremo aconteceu. Não podemos generalizar, mas a maioria dos casos, certas pendencias cármicas poderiam ser resolvidas sem o câncer.
Pessoas também se curam do câncer. Neste caso, o equilíbrio voltou e demais compensações ocorreram, onde a alma se convenceu de que aquele corpo poderia seguir seu curso sem esta doença.
Neste caso a recuperação do equilíbrio foi fortalecida por uma sequência de atitudes coerentes e dignas da Busca continua e constante, acentuada pela fé do indivíduo.
No geral, desconsideramos estes parâmetros, pois nos julgamos sempre equilibrados. Nosso orgulho e prepotência não permite que nos curemos, na busca pelo equilíbrio.
O equilíbrio não é um simples exercício, mas um aprimoramento da sua consciência, da sua forma de viver, da sua espiritualidade, da tua fé, da tua entrega e da realização das Tarefas que lhes chega às mãos.
Este conjunto te leva ao equilíbrio e somente neste conjunto você poderá se curar.

Hoje é comum pessoas fazerem exercícios, inúmeras dietas (da maça, da berinjela, da abobrinha, do não sei o que), mas isto é irrelevante se o todo o conjunto não foi trabalhado.
Fazer yoga, ficar zen, acupuntura, massagens, cremes, cremes e mais cremes, pilates, isolamento, trocentos chás de trocentas ervas e mais uma infinidade de coisas, objetos, enfeites, defumadores e coisas do gênero, simplesmente não funcionam isoladamente.
Aliás, estes paliativos (ilusórios, se isoladamente) podem ser úteis se a Busca pelo equilíbrio levar em consideração todos os aspectos citados, senão, muito dinheiro e muita perda de tempo acontece.  

A fé e a oração, dão um “show de bola” em todos estes paliativos. Na oração que pode ser, com ou sem estes paliativos, estes podem se tornar apoios que podem nos ajudar na concentração necessária, mas teoricamente não precisamos de nada disto, pois somos completos e únicos por natureza.

Caros amigos, não tenham dúvidas que passaremos momentos em que tudo faltará e neste momento alguns irão redescobrir o imenso potencial que tem e a enorme capacidade que Deus colocou no momento em que fomos criados.
Acredito que não precisaríamos a chegar nestes extremos, mas parece que outras formas de comunicações empregadas teve efeito nulo.

Enfim, atentem para esta questão do equilíbrio, da calma, da persistência, da não interferência desnecessária. Usem e abusem da oração, da reflexão, da entrega.
Fiquem disponíveis, pois para cada Tarefa realizada com sucesso, damos passos gigantes em nossa evolução.
Aceitem estas ajudas sutis. Comuniquem-se. Sejam contatados e deem vazão às suas intuições. Isto é inerente ao nosso ser, todos tem.

Fiquem atentos!
Hilton


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