Pensamento do dia 07 de janeiro de 2015.
Estar em silêncio e em paz diante do outro permite que o
real tenha espaço para emergir.
Frei Luciano.
Pois bem, nossa postura perante o próximo, tem um
significado e uma importância fundamental.
Normalmente somos críticos.
Toda critica leva em conta, unicamente, meus parâmetros e
minhas referências. Ora, meus parâmetros e minhas referências são minhas, podem
servir a mim, mas com certeza engloba e lá se encontra minhas limitações, meus
preconceitos, meus medos, minhas ilusões, minhas frustrações, etc.
Veja que não citamos aqui meu conhecimento, meus dons, meus
bons sentimentos, meu lado elevado, etc., pois estes de caráter positivo nunca
se transformam em críticas. No máximo, podem virar conselhos, indicações,
alertas, mas jamais serão críticas.
Desta forma, o silencio e a paz, perante alguém é uma
manifestação positiva do comportamento adequado.
Todo ensinamento que frutifica, só ocorre quando o indivíduo
sente a necessidade. Sem esta premissa, podemos “martelar” a cabeça de alguém
que nada ocorrerá, ou se ocorrer será revolta e repúdio pelo que você está
fazendo.
Nas informações somos sempre alertados para a necessidade
incansável da Busca. Busca pelo conhecimento, pelas informações, pelo novo, pois
a Busca nos torna submissos para o aprendizado.
O indivíduo que não Busca, que não se esforça, que não
pratica o sacrifico nas suas conquistas, não consegue absorver o
ensinamento. A energia do ensinamento pode até alcançar esta pessoa, mas não se
retém, se esvai como água entre os dedos e com o tempo seca até as últimas
gotinhas.
O sacrifício, neste aspecto, gera as condições para o
acolhimento da energia do ensinamento, como se fosse um solo fértil para a nova
semente plantada.
Por isso temos insistido, de certa forma aporrinhando a
paciência de vocês, para que exerçam de alguma forma a “energia do sacrifício”,
pois sem ela, num planeta cármico, o conhecimento em solo “infértil” se perde.
A reflexão sobre a informação conhecida, se transforma no
adubo correto para que a semente do conhecimento possa eclodir e frutificar,
pois consolida pequenos parâmetros que ficaram intrínsecos ao que foi
aprendido.
Daí outra insistência quanto à reflexão das informações,
para consolidar o que estava “entre linhas”, numa forma de energia mais sutil,
mais imperceptível a princípio, mas que contem complementos essenciais para a
correta compreensão do teor da informação enviada.
Vejam que temos de ser excelentes observadores, perspicazes
e nos prendermos aos detalhes para assimilar corretamente o recado enviado.
Porque?
Porque Deus só quer complicar?
Porque Ele não facilita nossa vida?
Somos tão ocupados? Temos tanto para fazer?
Na realidade quando nos tornamos estas pessoas atenciosas,
prestativas, dedicadas, com grande atenção e dedicação para conquistar o que
temos por direito, entramos nos padrões elevados da energia da misericórdia, da
energia do merecimento e da fé, onde tudo nos será dado e em abundância.
Com esta postura nós abrimos, derrubamos as barreiras, os
preconceitos, verdadeiramente nos entregamos de corpo, mente e alma para
receber do Pai, o que temos por direito.
No nível de consciência que nos encontramos todas as
conquistas exigem grandes esforços. Assim acontece no plano material e assim
acontece no plano espiritual.
Você tem de “ralar” com afinco para que as coisas aconteçam.
Nos planetas sagrados, tudo muda e o evoluir vem
naturalmente, sem esforços, pois o nível de consciência em questão é muito
superior ao que nos encontramos.
Enfim, lembrem-se sempre destas informações e não queiram
“contornar”, pois seremos os únicos prejudicados.
A vida atual é um imenso desafio e cada um de nós está
repleto de condicionantes cármicas que temos a obrigação de tolerar, de superar
e resolver, por isso não é à toa que nossas ligações e nossos vínculos são os
que hoje temos, compulsoriamente, de reconhecer e conviver com eles.
Hilton
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