Pensamento do dia,
segunda-feira, 5 de janeiro de 2015
"Nossa energia é
gerada em nossas intenções e pensamentos."
Frei Luciano
"La nostra energia
si manifesta nelle nostre intenzioni e pensieri."
Frei Luciano
Pois bem, vejam que
complementando o texto de ontem, o de hoje nos explica sobre nossas energias.
Tudo que faço, cada
movimento que realizo, cada pensamento que expresso, gero uma energia.
Aliás somos energia pura,
onde no plano material os átomos que compõem nosso corpo vibra numa determinada
velocidade e frequência. Quando desencarnamos e nossa centelha divina começa a
habitar o corpo astral e temos neste corpo mais sutil, uma vibração atômica
diferente que vibra numa outra velocidade e frequência.
Assim somos compostos de
determinado padrão energético com determinado padrão atômico, vibrando em
escalas diferentes tanto na velocidade como na frequência, dependendo do plano
que nos encontramos, seja no material, no astral, no anímico, no
espiritual, no monádico, etc..
A energia vibrando, emana,
expande padrões que são aceitos ou rejeitados, dependendo da sintonia e da
frequência que estamos emanando e que são expandidos.
A Natureza e seus reinos,
animal, vegetal e mineral, vibram cada uma num padrão definido pelo Alto, pois
não possuem alma individualizada, portanto, vibram coletivamente, assim o reino
mineral vibra numa determinada escala, o vegetal em outra e o animal em outra.
Somente nos, seres
humanos, podemos nos diferenciar, entre nós, nos padrões vibratórios.
Por opção, nos
distanciamos dos padrões corretos e adequados, que deveríamos estar vibrando,
pois nos atrasamos, nos distraímos, erramos muito e deixamos de acompanhar a
evolução das espécies, como assim ocorreu nos reinos abaixo do nosso, uma vez
que continuam sendo conduzidos.
Hoje, estamos distantes da
onde deveríamos estar. Nossa vibração é densa, pesada, cheias de vícios e
cacoetes, de épocas que não condizem com o momento atual.
Num determinado momento,
tínhamos a necessidade da carne em nossa alimentação, hoje o fazemos pelos
“prazeres da mesa” e assim de “prazeres” em “prazeres”, seja na alimentação,
nas atitudes, nos sentimentos, na postura, nos pensamentos, nas ações,
continuamos completamente defasados e pior, INSENSIVEIS ao modelo de vibração
que deveríamos estar vibrando, bem como às vibrações que deveríamos estar
acolhendo.
Poucos sentem a presença
dos Irmãos intraterrenos e extraterrestres , do plano astral, das mudanças que
ocorrem nos movimentos dos fluxos de energias que circulam no planeta, dos
movimentos solares, planetários, inclusive os da própria raça, muitos
continuando a agir em função das decisões do estomago e dos prazeres, sendo que
muitos destes prazeres ainda são jurássicos.
O desejo de matar seus
“inimigos” ou de se proteger dos “inimigos”, nada mais são do que o da época
dos dinossauros. A inveja, o ciúmes, a ganancia, o egoísmo e tantos outros que
já deveriam ter entrado em estado de hibernação, continuam atuantes e vibrando
contrariamente aos demais padrões dos reinos da Terra.
Por isso que temos
caminhado na contramão, mantendo o “conceito” da pátria amada, da bandeira
nacional, das fronteiras, dos desvios, da corrupção, do extermínio de pessoas,
da concorrência, das competições, no nível das doenças e epidemias, ou seja, há
tanto para se colocar aqui o que não deveríamos mais VIBRAR, que centenas de
páginas poderiam ser escritas a respeito.
Desta forma, hoje vibramos
de forma lenta, descompassada e desintonizada com o ritmo vibracional correto
que deveríamos estar emanando neste final de ciclo e do início de um novo.
De certa forma, estamos
cegos, tateando sobre o que fazemos, caindo e tropeçando o tempo todo, pois não
conseguimos nos desviar dos “obstáculos”.
Em mundos adiantados, em
planetas sagrados, a sintonia é tão profunda e tão harmônica, que podemos dizer
que todos vivem num eterno presente e sem obstáculos.
Mas, chegaremos lá.
Estamos às portas da principal mudança do ritmo de vida que temos levado por
milhares de séculos.
Mas, parece que poucos se
sensibilizaram com isto.
Julgam que isto é lenda.
Não possuem a menor
preocupação com a vida que vem levando, ainda se conformando que é assim mesmo.
É triste, muito triste,
pois estamos na eminencia da principal mudança deste ritmo que há milhares de
séculos temos suportado e ainda isto não tocou muita gente.
Muitos não tem tempo.
Muitos estão por demais
ocupados nos seus afazeres retrógados.
Muitos estão distraídos e
lentos, vendo o que acontece.
Muitos estão tão dinâmicos
e concentrados em juntar quinquilharias que não veem motivos para desviarem-se
das suas posses e domínios.
Muitos estão indiferentes,
julgando inclusive que sempre foi assim.
Muitos não são carolas,
religiosos, pois a vida pratica não permite (eu sou meu deus).
Muitos estão assustados,
retraídos, não gostam de correr riscos, como se pudessem se isentar dos
movimentos planetários e universais, parecendo que não estão inseridos no mesmo
contexto de todos os outros.
Muitos adoram jogar e isto
nada mais é do que outra aposta.
Muitos se julgam
“coerentes” com a vida e não acreditam no que está por vir, mesmo que a vida
tem lhes mostrado que ninguém possui o menor domínio sobre as coisas, inclusive
sobre a própria morte.
Muitos não se deixam
influenciar, são estanques, pois não conseguem perceber a dinâmica das mudanças
da vida e apoiam-se em certas informações contraditórias e completamente
equivocadas.
Enfim, somos muitos há
estarmos distantes das oportunidades que sempre ocorreram antes dos grandes
movimentos e das grandes mudanças. Na seara de Deus não há radicalização, não
há sobressaltos, não há atropelos, pois tudo ocorre numa dinâmica programada e
sempre anunciada, desta forma, somos nós, que não entendemos Seus recados, pois
temos nos mantido aquém do “modelo de pessoa” que deveríamos ser neste momento.
Obviamente, Deus sabendo
disto, envia seus mensageiros e tivemos tantos ao longos destes últimos dois
mil anos, que com certeza todos os habitantes da Terra, em suas várias crenças,
tiverem as mesmas oportunidades.
Enfim, cada dia o tempo se
encurta e os prazos diminuem para interagirmos com os “chamados”.
Continuamos vibrando
desordenamente, descompassadamente, com os fluxos das energias
predominantes no planeta.
É interessante, como as
crianças, em especial as bem novinhas, nascem num fluxo vibracional bem
alinhado com o momento atual do planeta, mas ao longo do tempo, acabam
assimilando o descompasso e a desordem familiar, entrando no mesmo ritmo
equivocado da maioria. Seus pais e familiares, por vez, não atentam para as
demais responsabilidades que possuem, além dos cuidados com o corpo material e
mental daquela criança e ajudam na desordem e na desorganização vibracional
daquele novo ser encarnado.
Vejam como tudo que Deus
nos entrega, desalinhamos, pois estamos desalinhados.
Reflitam.
Hilton
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