Pensamento
do dia, quarta-feira, 10 de junho de 2015
"Aprende
a dizer não ao que te desvia do caminho."
Trigueirinho.
Pois
bem, somos educados.
Nossa
educação, em certos momentos, impõem determinadas posturas que conflitam com
nossas vontades e com nossa ardência interior (cerne da espiritualidade
pessoal).
Educadamente
temos trocado as energias de elevação, pela formalidade das aparências retrogradas.
Digamos
que assim ficamos “bem na fita”,
perante os outros e a sociedade, mas perdemos oportunidades que estão passando
e não retornam mais neste Ciclo Terreno.
Estas
situações tem sido o principal motivo das “graves
preocupações”, se assim posso colocar, dos nossos
incríveis Colaboradores, pois seus recados tem se perdido como areia nova no
deserto.
O
pensamento cita o desvio no caminho, mas creio que podemos ir mais além, quando
só temos olhos e ouvidos para as aparências, face o momento atual final deste
longo e difícil caminho reencarnatório que viemos percorrendo ao longo dos
séculos.
Muitos
correm o risco de retroceder, no nível astral, aos primórdios da nossa jornada
no Livre Arbítrio, com a Lei do Egoísmo, repetindo tudo o que vivemos, mais uma
vez. Só de pensar nesta possibilidade, dá arrepios.
Falo
do plano astral, pois o que foi aprendido e o que evoluímos não retrocede
jamais, mas poderá manter-se em estado hibernatório, para completarmos,
novamente, o mesmo ciclo.
Sabemos
que esta preocupação atinge pouquíssimas pessoas, que, aparentemente, mantem-se
confortáveis, não sei como, em manter-se essencialmente com foco no plano
material.
É
comum vermos movimentos evolutivos, movimentos verdadeiros que são inspirados
na Lei do Amor, entre pouquíssimas pessoas, pois a maioria vem lutando
arduamente por tudo aquilo que será, inexoravelmente, reconstruído em outras
bases e sob outras Leis.
Mas,
muitos afirmam, ninguém tem certeza disto, portanto, preciso defender o meu!!!!
Acho
que basta levantar a cabeça, tirar os olhos da ponta do dedão do pé e olhar o
vem que ocorrendo no planeta, nos países, nos oceanos, nas plantações, nas
estruturas sociais, econômicas e políticas, na posição do planeta em relação ao
Sol e olhar com um pouco mais de profundidade na vida e na relação humana da
nossa raça, que veremos que o caos não vai chegar, ele já chegou e está entre
nós.
Portanto,
não há muitas dificuldades para tentar perceber ou entender o que já acontece a
“olhos vistos”.
Segue
uma foto “chocante” do quem vem
acontecendo no mundo, não se trata de cristãos, judeus, muçulmanos, mas de pessoas. Isto
é mais comum do que imaginamos. A vida tornou-se descartável.
Nesta
última reunião, conversamos bastante sobre nos focarmos um pouco mais, no
planeta como um todo, admirando suas belezas, particularidades, movimentos,
pois hoje na televisão existem vários programas que cultivam estes aspectos,
assim como devemos apreciar as belezas externas do nosso universo, onde o
Hubble tem sido nossos olhos fora das fronteiras da atmosfera.
Por
incrível que pareça, nossa televisão tem também controles divinos que ressaltam
impulsos evolutivos.
A
tua intenção te levará para o alinhamento com estes programas com impulsos
elevados. Nem tudo é desarmonia e devemos considerar que a própria desarmonia
possui uma harmonia de mudanças e de criação.
Vejam,
tudo o que é matéria no Universo se forma em meio ao caos. São explosões
solares que criam mundos. São colisões entre planetas e meteoros que criam as
eras planetárias, são erupções vulcânicas que criam o solo fértil, são
movimentos solares que mudam superfícies, são movimentos das marés que invadem
e recuam, que fertiliza a superfície e gera vida, enfim são movimentos
intensos, espetaculares, de dimensões inimagináveis que gera a “vida criativa”, em qualquer lugar.
Como
é no macro cosmos, é no micro cosmos, portanto através de mudanças pessoais,
também mudamos.
Vamos
refletir sobre isto, vamos dizer não para aquilo que nosso coração recusa,
independente das aparências e das cobranças da sociedade, vamos nos focar nas
coisas eternas, vamos nos desapegar daquilo que será transformado.
Fica
aqui o recado.
Hilton

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