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Pensamento do dia 12 de junho de
2015.
"Se te achas merecedor de mais do que a vida te oferece, não reconheces o valor do que te é dado." |
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Trigueirinho
Pois bem, entramos numa das situações mais comuns que acontece com todos. Porque não tenho mais do que tenho hoje.? Porque tantas coisas que imagino serem necessárias, não tenho? Porque falta aquilo que julgo essencial? Principalmente para nós, que já alcançamos certos esclarecimentos sobre o funcionamento da vida material com a espiritual, a necessidade de compreender certas ausências materiais, emocionais e mesmo afetivas, já deveríam ter sido superadas Quanto mais temos mais iremos nos prender ao desnecessário, ao transitório, ao mutável, ao finito, ou naquilo que já está em processo acelerado de transformação. A gente esquece que estamos aqui, nesta escola terrena para aprender, principalmente conceitos sobre a vida, sobre a espiritualidade e sobre suas funcionalidades, portanto, movimentos contrários aos nossos desejos materiais são absolutamente comuns. A vida material também segue ciclos, assim como o planeta e o universo. Em cada ciclo temos altos e baixos. Terminado um ciclo, outro se inicia, ou seja de 7 em 7 anos, transformações ocorrem na vida de todos, isto é inexorável Neste ciclo de 7 anos, sequência de informações e experiências desenvolvem-se para aprendermos. Se relutamos, oferecemos resistências, o ciclo se completa, mas nossas experiencias nao. Ao iniciarmos o próximo ciclo, carregamos situações mal resolvidas dos ciclos anteriores e aí a vida fica confusa, como tem acontecido para a maioria. Do 0 aos 7 anos, um ciclo, dos 7 aos 14 outro, dos 14 aos 21 outro e assim sucessivamente, vamos vivendo ciclos contínuos, com experiências e informações que se acentuam e se tornam mais complexas, de acordo com o destino que você escolheu. Portanto, teoricamente, deveríamos nos concentrar nos períodos dos ciclos, preparando-se para o seguinte, pois poderemos ter ciclos onde tudo pode mudar radicalmente. Contentatar-se com o que se tem e com o que se é, não significa abandonar suas aspirações, mas significa você viver melhor e com mais atenção no presente. Se reconhecessemos que estamos aqui de passagem, quem sabe tudo seria diferente e quem sabe deixaríamos de acumular tanto, nos tornando mais produtivos e mais evolutivos para o bem comum. No bem comum, a paz e a sensação de satisfação acontece. No bem pessoal e egoísta, a insatisfação e a desarmonia nos atormenta. Avalie o que tem, o que já conquistou e não nos referimos somente aos bens materiais, mas olhe para sua consciencia e veja como ela se expandiu. Certos bens materiais, certas posses e propriedades, ou certos titulos e cargos, que talvez estejam nos nossos desejos, nem sempre será possível possui los, pois poderiam nos conduzir para um retrocesso ou para experiências que fracassariamos, portanto a alma que tem uma visão muito mais ampla e conjuntural do que a nossa mente, impede de termos estas possibilidades. Isto precisa ser aceito e bem vindo, pois do contrário vira ansiedades e sofrimentos. Precisamos acreditar que a Vida tem inteligência, tem percepção para ceder ou reter o que de melhor poderá nos envolver. Sem dúvida isto é uma questão de fé. Hilton |
Informações que se desdobram para conhecimento mais amplo sobre a existencia.
domingo, 14 de junho de 2015
Sei reconhecer o que sou e o que tenho?
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