Pensamento
do dia, quinta-feira, 18 de junho de 2015
"Sê
igual diante do pequeno e do grande."
Trigueirinho.
Pois
bem, o texto nos traz um recado importante sobre a paridade.
Digamos
que para Deus, tudo é grande, tem a mesma importância e terá Dele sempre a
mesma atenção.
Dentre
os trilhões de sistemas planetários no universo, imagine se Ele classificasse,
por grau de importância ou de pequeno e grande, sua atenção.
Provavelmente
seríamos os últimos de uma fila gigantesca.
A
Terra, um pequeno mundinho, de um pequeno sistema solar, numa das menores
galáxias que conhecemos, neste conceito de pequeno e grande, nos colocaria no
fim da fila.
Mas
sabemos que Ele é onisciente, onipresente e onipotente, ou seja consegue
atender e dar a mesma atenção a todos os mundos existentes, seja em que
Universo estiverem, seja no Universo material e no imaterial.
Por
imagem e semelhança à Ele, deveríamos nos comportar da mesma forma.
De
maneira geral, temos classificado nossa atenção na Lei do Egoísmo, ou seja, o
que tem mais, pode mais e acumula mais poder, tem nossa atenção, os demais,
quando sobrar tempo e tempo nunca sobra.
Assim
tem sido nossa sociedade, que habilmente, utiliza a mídia para “resolver” o que
nunca resolve em relação aos menos afortunados.
Todos
nós, que temos sido divinamente despertados com estas preciosas e
importantíssimas informações, deveríamos “vibrar” diferentemente da forma que
nossas sociedades “vibram”.
Precisamos
dar a mesma atenção ao pequeno e ao grande.
Ao
pequeno, doarmos para que a carência e as necessidades sejam supridas, quando
demonstra interesse em aprender, e com o grande, abrirmo-nos para recebermos o
aprendizado que irá complementar e fortalecer o que precisamos.
O
pequeno é o indivíduo carente de espiritualidade e o grande é o indivíduo
esbanjando espiritualidade. Todos dois devem ter a mesma prioridade.
O
que recebemos temos de doar: conhecimento, experiência, poder, consciência,
clareza, discernimento, inteligência, intuição, informação e oportunamente
aspectos que atendam as necessidade materiais. Desta forma, estaremos criando
novos vazios, novos espaços, para receber mais e informações mais completas,
mais complexas e mais elevadas.
A
liberação de “espaços, para que se tornem vazios, para serem novamente
preenchidos”, deveriam fazer parte da nossa rotina diária.
Por
exemplo, na fase primaria da educação aprendemos as regras básicas da
aritmética, na fase secundaria a matemática e na fase superior iremos explorar
os conceitos complexos da física, da matemática para conhecer melhor os
mistérios do Universo.
A
postura de cada um, neste equilíbrio entre o pequeno e o grande precisa ser a
mesma, ou seja, sempre seremos carentes e sempre poderemos suprir.
Vamos
rever nossa postura em relação a estes conceitos.
Hilton
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