Pensamento
do dia 17 de junho de 2015.
Uma
grande festa acontece no céu toda vez que um ser retorna à casa do Pai.
Trigueirinho.
Pois
bem, parece que fala-se aqui de um tema infantil.
Imagine
você, sendo pai ou mãe, perde seu filho ou filha e por um longo tempo vive as
aflições desta separação. Se você tivesse a possibilidade de assisti-lo, sem
interferir, provavelmente esta aflição seria ainda maior, pois com certeza iria
ver seus erros sua insegurança, suas indecisões, suas “quedas”.
Pois é
desta forma que nossos Tutores espirituais nos veem, onde com grande amor e
compaixão, “torcem” para que os percebamos e sigamos os conselhos sutis que nos
enviam.
Isto
ficou muito claro para mim, na missa que assistimos neste domingo, fechando o
último ato da Vigília em Oração pelas “crianças” deslocadas de seu
objetivo reencarnatório, por não terem superado os traumas sofridos.
A igreja
estava lotada de crianças e tutores, além das presenças divinas. Obviamente o
espaço astral é diferente do espaço físico, pois dimensões diferentes atuam de
formas diferentes, mas sem dúvida havia grande expectativa para que estas almas
jovens consolidassem sua recuperação.
No
transcorrer da cerimonia, via-se muitas almas ainda temerosas e indecisas para
se aproximarem da imensa Luz Crística que foi gerada na consagração do corpo e
do sangue de Jesus (hóstia e o vinho).
Num
impulso final, enviado por Maria, peguei a Giovana, filha da Samanta e do
Fabiano e percorremos toda a igreja, no ato da comunhão, como forma de atrair e
incentivar os indecisos a nos acompanharem para a Luz. Foi um momento muito
especial, pois muitas almas decidirem nos seguir. No trajeto já se percebia a
mudança no semblante destas “crianças” que se sentiram amparadas e conduzidas
por outra criança – Giovana, para a retomada da continuidade evolutiva.
Portanto,
sem interferir no livre arbítrio, o impulso final foi dado e muitos responderam
ao chamado.
Com
certeza uma grande festa no céu aconteceu, pois todos aqueles que amam esta
almas jovens, viram que a transformação necessária ocorreu.
Nós como
Grupo de Serviço, fizemos muito pouco, foi agradável, foi tranquilo, não
desperdiçamos nada na nossa vida para atender ações tão sublimes e fundamentais
para tantos.
O
Serviço é sempre assim. O sacrifico, na minha opinião, é inexistente, mas os
resultados são incrivelmente maravilhosos.
A
sensação de paz, de harmonia e de coligação que todos devem ter sentido, não
tem preço.
Pois são
ações como estas que fazem nossa vida valer a pena, mesmo que o sacrifício de
se viver no livre arbítrio, como ontem falamos, seja difícil e duro de encarar.
Enfim
meus amigos, procurem dar um sentido positivo para a vida. Vamos, sempre que
necessário e oportuno colaborar para que as festas no céu sejam cada vez mais
constantes e presentes.
Que
assim seja.
Hilton
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