segunda-feira, 6 de julho de 2015

Muita atenção a esta informação.

Pensamento do dia, domingo, 5 de julho de 2015

"Mesmo as melhores pessoas tendem a ignorar a sublimidade da vida e a prender-se à mesquinhez."
Trigueirinho.

Pois bem, é difícil tirarmos o foco das coisas materiais.
O dia a dia nos envolve de tal forma, que parece que se não dedicarmos, não 100%, mas 120% do nosso tempo e da nossa atenção, não sobreviveremos.
Pura ilusão.
Esta é mais uma ilusão que temos caído desde que surgimos aqui na Terra, há alguns milhões de anos atrás.
Esta ilusão, assim como muitas outras, tem sido o principal desafio para atingirmos nossa cota de evolução no mundo das formas.
Então porque não superamos esta ilusão?
Pelos medos, medo de perder as posses, medo de perder a vida, medo de não se dar bem, medo da dor, enfim uma imensa gama de medos nos mantem acorrentados a esta ilusão.
Nos esquecemos que a fé, no fundo é um “ato de superação”.
Quando você supera seus medos, nada o retém ou tem possibilidade de o reter, pois somos, por natureza divina e consequentemente material, soberano do nosso destino e da nossa evolução.
As forças involutivas, sabendo disto, usam o único artifício que podem nos atingir, nossos medos, criando as ilusões.
Portanto, uma pessoa retrograda, que se distancia dos aspectos que a leva a evoluir espiritualmente, que não acredita, que não aceita estes critérios de fé, que se mantem distante destas “esquisitices”, que não consegue superar seus preconceitos, que é craque em arrumar as desculpas para adiar o inevitável, nada mais é do que uma pessoa presa aos seus medos.
Claro que dificilmente ela irá admitir, sempre irá mascarar esta situação e postergará o que no fundo, bem fundo, ela sabe que é inevitável.
Estas pessoas tem a seu favor o tempo. Não sei bem se isto pode ser considerado a seu favor, pois adiar o inevitável não é uma decisão lógica e inteligente, mas a maioria tem feito isto.
Mas, cedem às forças involutivas, mantem e aumentam suas restrições, alimentam seus medos, retraem-se ou escondem-se com manifestações às vezes agressivas. Se sentem incomodadas e mascaram sentimentos que sabiamente às tem chamado para a razão da sua existência.
Como diz o pensamento, tornam-se mesquinhas, aprofundam-se no egoísmo, no ser, no ter e no poder e vivem desconfortavelmente nas “doces ilusões da materialidade”.

Mas, estamos num final de ciclo, num momento de decisão, num momento em que todos terão de optar em continuar ou retroceder.
Continuar exige coragem e não medo, exige que você desbrave de peito aberto e coração ao alto, seu desligamento de tudo aquilo que materialmente o tem prendido ao longo de milhares de encarnações, portanto, é um momento de decisão que talvez seja o mais importante desde a sua constituição divina, pois agora como alma individualizada, você decidirá sobre o continuísmo da vida espiritual e material sob outras circunstancias, ou retrocederá para certos momentos e reviverá novamente o que já foi vivido.

Não despreze este alerta, pois nova oportunidade virá, mas milhões de anos serão refeitos sob as mesmas circunstancias atuais.
Guardada as devidas proporções, podemos citar um exemplo, quando um anjo celestial anuncia a Maria o nascimento do Libertador, Jesus.
Maria com sua intensa fé, oferece-se ao maior sacrifico que uma mãe pode passar, a entrega de seu filho às dores do mundo.
De certa forma, podemos dizer que recebemos a “anunciação” da necessidade da superação dos medos e da entrega do que somos e do que conquistamos.

Teremos uma ajudazinha, pois como isto será compulsório, todos se submeterão a perder tudo o que materialmente foi conquistado, portanto, será a forma como iremos nos submeter ao que virá e que contará para: ou o continuísmo da evolução sob outras circunstâncias e Leis; ou a permanência no que conhecemos sob a regência das mesmas Leis (entre elas, o egoísmo e o livre arbítrio).

Vamos refletir.


Hilton

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