terça-feira, 25 de agosto de 2015

Mas uma informação importante.

Pensamento do dia 25 de agosto de 2015

Quanto mais a Graça é negada, mais apreciada é quando finalmente concedida.
Paul Brunton.

Pois bem, negamos a Graça o tempo todo.
Pacientemente e harmonicamente, Ela nos aguarda para que possamos recebe-La.
Pouquíssimos se dão conta de que a Graça é essencial, sem ela não sobreviveríamos nos planos físicos da matéria e nem evoluíramos nos aspectos espirituais.
Mas, não temos tempo, somos por demais ocupados para algo tão essencial, pois desconhecemos sua atuação e sua real necessidade e pouco nos esforçamos para conhece-La.
Ora, isto é coisa de religioso, de carola, de espirita, de evangélico e tantos outros apelidos que se dá para quem não tem a menor percepção sobre o mundo oculto, aliás o verdadeiro e não o ilusório que vivemos no plano material. Aliás, este termo “oculto” se usa até o revelarmos, pois depois torna-se tão claro como todo o resto.
No entanto, nos casos imprescindíveis a Graça acontece sutilmente, não se deixa perceber, age discretamente e resolve situações complexas da nossa vida, que sem ela não teríamos solução e estaríamos impedidos de continuar os ciclos das experiências previstas e necessárias.
Respeita o livre arbítrio, mas por interferência da alma, que analisa fatores intrínsecos da nossa espiritualidade não manifestada, a Graça atende.
Somos beneficiados, aí, justificamos como sendo “a sorte”, “a coincidência”, “a competência”, “o acaso” e tantos outros apelidos e formatos de expressões muito pobres, que no fundo “justifica” o que não conseguimos entender.

Estudar a ação da Graça é permiti-La que sua atuação seja continua, constante, incida sempre que nossa atual capacidade, extrapole a condição de solução.
Precisamos expandir o que somos, o que compreendemos, o que pretendemos ser, o que aceitamos, mas voltados e focados nos aspectos evolutivos. A superação das dificuldades materiais, torna-se a seguir, consequências deste ajuste espiritual.
Quem acredita nisto?
Pouquíssimos. Os demais, a maioria da população acha por bem, continuar investindo somente nos aspectos materiais da vida, mesmo tendo sido avisados que isto é perecível, finito e num final de ciclo, se desmantelará.

Na Graça, encontramos o processo da procriação das raças, dos reinos, da criação de mundos, da transformação de mundos, da criação e extinção de universos (com “s” mesmo), enfim é algo tão abrangente que dificilmente iremos compreender todas as suas extensões.

A Graça age por intermédio de Seres, de Hierarquias, de Devas, de Anjos e mais um imenso contingente de indivíduos que se oferecem e estão à altura de aplica-La com absoluta isenção.
Um feto, no útero materno, se desenvolve através de Devas que ajudam o seu desenvolvimento, de acordo com as características do DNA e do destino definido.
Raras são as mães que tem possibilidades desta percepção e de colaborar de uma forma mais intensa com a formação do filho que está sendo gerado. A maioria o faz de forma passiva, assistindo somente o desenrolar desta formação. Em outros mundos isto é completamente diferente, a formação se dá através de uma sintonia participativa do casal, respeitando todas as Leis envolvidas.
Nossa alienação e ignorância nestes processos, tem nos impedido de acompanhar o “grande milagre da criação”.

Quando destruímos a fauna, a flora e o reino animal, nos separamos ainda mais destes momentos divinos. Na nossa concepção, parece que um filhote de um animal não precisa ter o mesmo valor que um filho nosso. Grande engano e perversa ignorância, pois são posturas como estas que tem nos impedido de compreender o verdadeiro sentido da vida.


Vamos refletir.

Hilton

Nenhum comentário:

Postar um comentário