terça-feira, 22 de setembro de 2015

A Terra tem o suficiente para prover a todos, mas pelo livre arbítrio, deixou a nosso critério esta distribuição.

Pensamento do dia 22 de setembro de 2015.

O padrão e a manifestação de um lilás são lindos; o padrão e a manifestação de um ser humano, mais ainda.
Dorothy Maclean.

Pois bem, Dorothy nos conta a verdade, a realidade do que somos, no conjunto dos corpos dos quais somos compostos.
Esta é a visão de um Ser evoluído (extraplanetário) que nos olha, onde os defeitos atuais ele compreende que são passageiros, superáveis.
Ao passo que nos olhamos como seres imperfeitos, onde os defeitos atuais parecem incrustados e não querem sair.
Desta forma, medimos e avaliamos nossos semelhantes, desprezando a origem divina e sacra da qual procedemos.
Com isto, discriminamos indivíduos da nossa pequena comunidade chamada Terra. Esta discriminação sempre existiu e ao invés de diminuir com o tempo dado que a capacidade de compreender e evoluir deveria acontecer, ao contrário, vem piorando, vem se aprofundando, onde temos  julgado crianças que vivem numa condição estarrecedora, cuja luta pela sobrevivência é cruel.
Da mesma forma, julgamos e discriminamos pessoas de sexo diferentes, onde em países as mulheres são meros objetos, sem direitos e presença humana, assim como diferenças religiosas tornam-se motivos de guerras e conversões compulsórias.
A ignorância, que tem sido o instrumento de controle das forças involutivas, tem agido eficazmente, dando amplo domínio e soberania a interesses financeiros, monetaristas e políticos para as sociedades em geral.

Mesmo os que tem tido acesso a tantas informações, tornam-se duros e rígidos em admitir estas condições, relutando muitas vezes em abandonar o status que consideram ideal, mesmo que as discriminações continuem dominando.
Enquanto um ser humano não conseguir enxergar a manifestação do “lilás” no seu semelhante, jamais poderemos viver em condições humanitárias e físicas iguais para todos.
A Terra tem o suficiente para prover a todos, mas pelo livre arbítrio, deixou a nosso critério esta distribuição.
Fracassamos completamente neste aspecto.
A ganancia e o egoísmo dominou os povos que tiveram as responsabilidades de distribuir o que é de todos, retendo o que deveria circular.
Podemos considerar isto em grande escala e em pequena escala, pois o indivíduo isoladamente, também retém o que poderia circular.
Ora, quando acumulamos, estagnamos e o que fica estagnado impede o que virá, o novo, a novidade, o evolutivo.
Hoje podemos dizer que não existe mais nenhuma solução para este problema, que remonta às nossa origens.

No entanto, esta retenção indevida, assim como a extração desigual, mudou o clima planetário e hoje temos locais com acumulo de calor, de frio, de tempestades, de secas, enfim a Natureza responde com igual intensidade a forma que a manipulamos.
Extraímos vorazmente o que deveria ser preservado. Poluímos as aguas, fonte da vida. Poluímos o ar, fonte da manutenção da vida.
Agora nos resta arcar com as consequências e estas estão vindo com uma intensidade sem igual.

Mesmo às portas dos monumentais movimentos, pouca gente se toca com estas possibilidades e mantem-se no seu ritmo, como se isto não fizesse parte do seu mundo.
Estamos no mesmo mundo que vai mudar radicalmente sua estrutura e geografia superficial.

É tempo de nos enxergamos como seres humanos num mesmo planeta e num mesmo momento. Este conceito de povo europeu, povo asiático, povo africano, povo brasileiro, povo indígena é algo que sempre foi incoerente, mas agora mais do que nunca tornou-se uma aberração no conceito da vida humana terrestre.
Grandes movimentos migratórios irão acontecer por todo o planeta, por uma simples questão que a vida ficará inviável em muitas regiões, até seu ápice final, onde ficará inviável em todo o solo planetário.
Muito bem, e o que acontecerá conosco.
Critérios já existem para esta situação, pois um povo de um planeta não some simplesmente.

Não vamos mudar esta situação global final, mas temos como mudar nossa situação pessoal.
Temos como dar a chance de nos alinharmos com os critérios evolutivos definidos pelo Criador para a humanidade da Terra, recado este trazido pelo filho Homem de Deus.
Temos falado muito aqui de posições,  posturas, realinhamentos, novos conceitos, quebra de preconceitos, universalidade da vida e tantas outras informações, mas de nada adianta se não nos convencermos.
Parece que os acontecimentos extraordinários que vem se alterando em questão de meses ainda não foram suficientes para que certas mudanças internas em cada um possam acontecer.
Enfim é preciso dar uma parada em tudo que se esta fazendo e repensar sobre a vida e o que esperamos dela.
Creio que muita coisa importante poderemos começar a enxergar.
Os que não tiverem tempo, não percam tempo com isto.


Hilton

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