Pensamento do dia 23 de setembro
de 2015.
O amor é uma realidade firme, que
cria uma ponte sobre a qual um pode passar.
Dorothy
Maclean.
Pois bem,
Dorothy vai nos preenchendo de informações valiosas.
Indica
que a ponte é estreita mas o requisito para passa-la está ao alcance de todos.
Ainda
não sabemos amar verdadeiramente, mas quando começarmos a gostar de alguém,
incondicionalmente, ou seja, sem trocas, exigências, condicionantes,
discriminações, entramos neste processo chamado amor.
Para muitos
vai ser um bicho de 7 cabeças, mas é possível, viável e simples. Basta uma
simples mudança de conceitos e posturas desatualizadas.
O amor
tolera a ignorância, a incompreensão, o desalinhamento e principalmente nossas
opiniões.
Muitas
vezes deixamos de gostar de alguém pelo fato deste alguém divergir das opiniões
que acreditamos.
Ora,
acreditamos nestas opiniões agora, pois ao evoluirmos um pouquinho mais, com
certeza iremos mudar nossas próprias opiniões.
Como
temos sido informados a verdade altera-se para cada nível de consciência e para
cada estágio evolutivo, portanto ao radicalizarmos opiniões e com isso
deixarmos de gostar de alguém, estamos cometendo um erro extremamente
grosseiro.
Gostar
de alguém, seja de que reino for, não só o humano, entramos no caminho para
compreender melhor. No entanto este gostar precisa ser isento do que citamos,
as divergências.
Somos
todos diferentes. Não há um único ser humano no universo igual a outro,
portanto, a tolerância é algo fundamental neste processo de aprendizado do
amor.
Notem
como irmãos dos mesmos pais, tem grandes diferenças, no entanto, um pai e uma
mãe tem ampla facilidade em gostar de todos os seus filhos.
Deveríamos
ser assim com todos e não só com nossos filhos, gostar de todos apesar das diferenças.
Como
vivemos numa sociedade absurdamente discriminatória, ao ponto de classificar
cidadãos em classes sociais, em riqueza material, em escolaridade, em raças, em
países, nos acostumamos muito mais a odiar do que gostar.
Hoje
estamos odiando crianças que pela absolta falta de oportunidades e da imensa incompetência
do estado e da sociedade, marginalizam-se para sobreviverem no mundo caótico
que criamos.
Deus nos
entregou um planeta lindo, com abundancia, com tudo o que precisamos, rico em
tudo aquilo que necessitamos, além das belezas da sua constituição.
Arrasamos,
destruímos, poluímos, cerceamos, inibimos seu desenvolvimento sadio e confortável,
em troca da ganancia e do poder.
Deu no
que deu.
Vivemos
hoje na sujeira, na poluição, na radiação, na discriminação, continuando a
destruir o que resta deste presente incrível que veio do Céu.
Não
satisfeitos, continuamos a arrasar os demais reinos, como se fossem perpétuos,
sem levar em consideração as gerações, que em tempos normais, poderia nos
suceder.
Profunda
ignorância e desamor nos levou a estes estados caóticos de sobrevivência.
Muito
bem, vamos nos concentrar em nossa relação somente, pois o coletivo já
ultrapassou nossa pífia capacidade de solução.
Se cada
um desse esta pequena contribuição, cada um criará sua própria ponte para uma
realidade firme, apoiada na Lei do Amor.
Este
estado amoroso que podemos ter, individualmente, com certeza atrairá pessoas
que podem ter como referência esta nova postura de ser e de agir.
Então
mudanças de comportamento podem trazer novos reflexos a todos.
Um ser
orante entra nesta sintonia e sua forma silenciosa e oculta de fazer, tem sustentado
o pouquíssimo tempo que nos resta nesta situação caótica.
Para
refletirmos.
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