segunda-feira, 28 de setembro de 2015

É preciso aquietar-se.

Pensamento do dia 28 de setembro de 2015

Abram-se às possibilidades e ajam como suas almas indicarem; não cubram a Terra com preocupação.
Dorothy Maclean

Pois bem, o momento atual, por mais preocupados que estejamos, já tem um rumo e uma direção definida.
A Terra e a humanidade caminham para uma solução de todos os problemas.
A Terra tem um destino, assim como todos nós e o destino está sendo rigorosamente cumprido.
O destino terreno poderia ser percorrido com mais ou com menos problemas, com mais ou com menos dores, segundo nosso ponto de vista.
Como desacompanhamos a evolução sistemática dos reinos, inclusive do nosso reino, ficou tudo mais difícil.
A incompreensão é um dos principais fatores que geram os aspectos negativos desta virada cíclica, pelo fato da humanidade considerar que sua vida é a única que importa, num ambiente polvilhado de vidas.
Ficamos por demais “senhores e donos” da Natureza e a moldamos segundo nossos princípios, nossas ideias, nossos objetivos, desrespeitando que existe uma regência divina que a tudo e a todos conduz.
Hoje vemos que os ajustes no processo da virada cíclica vem acompanhado de inúmeras modificações radicais.

Nos mundos adiantados, o destino planetário segue seu curso sem interferências, transcorrendo muitas vezes com leves percepções dos seus habitantes, pois estes encontram-se em grande sintonia com as mudanças cíclicas que ocorrem durante uma vida planetária.
Estamos tão confusos e tão desconcertados destes processos, que muitos terão de trocar de planeta para continuarem suas experiências cármicas, pois não conseguem diminui-las, mas pelo contrário, aumenta-las em todos os aspectos.

Muitos duvidam deste processo e desta rotina da vida, sim rotina, pois bastaria analisarmos o próprio processo da humanidade, que veríamos a imensa quantidade de transformações que já ocorreram. Se tais transformações foram traumáticas, com sucessivas guerras, disputas, corridas, concorrências e competitividade entre pessoas e países é porque temos vivido fora dos padrões das Leis Regentes, mas pelo livre arbítrio tivemos a liberdade de assim fazer.

As grandes preocupações do momento, quanto à sobrevivência, não dependem mais das nossas ações e dos nossos falsos compromissos que nunca foram cumpridos. Criou-se vários organizações internacionais, das quais ninguém respeita ou respeitou, por vir cercadas de interesses próprios de algumas nações e povos que, monetariamente, conduzem tais decisões, como se fosse possível adiar o inadiável.

Parte da população anda preocupada com o “caminhar da carruagem”. Acontece que não somos mais seus condutores e seus cavalos seguem um caminho que foi previamente traçado e definido. Nos resta, portanto, aproveitar este finalzinho de viagem para nos alinharmos com as coisas espirituais.
Somos agora meros passageiros nesta carruagem que percorre um caminho que desconhecemos, sem possibilidade de novas paradas e sem possibilidade de descermos.
Nos concentrarmos na única coisa que podemos fazer, é o máximo que teremos e não será pouca coisa, pois para aquele que já percebeu que o caminho é imutável, poderá dedicar-se à única coisa necessária, sua introspecção interior.
Por séculos, dirigimos esta carruagem e escolhemos os piores caminhos, os mais difíceis, os mais penosos e dolorosos, sacrificando todos, passageiros e condutores, cavalos e a própria carruagem, com a responsabilidade de conduzi-la ao lugar reservado pelo Pai.
Perdemos as rédeas e hoje somos guiados por um destino inexorável que cumprirá a rota traçada. Teremos de sair dos terrenos íngremes, alagadiços, que queimam pela chama do egoísmo incontrolável e pelos fortes ventos da profunda ignorância que vivemos.

É preciso aquietar-se, é preciso concentrar-se no que é importante, no que é eterno, pois todo o resto será mutável.

Quem vê nestas informações algo negativo, está distorcido do processo para qual vem sendo chamado, pois negativo seria continuarmos nesta carruagem correndo loucamente por caminhos perigosos e distorcidos da realidade da Vida.


Vamos refletir.

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