sexta-feira, 6 de novembro de 2015

Pai, Filho e Espírito Santo

Pensamento do dia  06/11/2015.

Teu único bem é a vida do espírito, infinita, eterna e imutável.
Trigueirinho.

Pois bem, que maravilha se todos pensassem assim.
Teríamos longevidade em todos os aspectos da vida espiritual e da material também, pois nossas ações iriam prever a sequência da eternidade dos movimentos.

No entanto, aceitamos a vida finita, muito curta por sinal e com isto veio a irresponsabilidade.
Primeiro consigo mesmo, ou seja, realizamos ações, pensamentos, movimentos que sabidamente sabemos que são errados e prejudiciais. Como levamos em conta o tempo de existência física, parece que morrendo tudo termina.
Segundo, mantenho a irresponsabilidade em quase todos os aspectos da vida, com os semelhantes, com os reinos da natureza, com o planeta, apoderando-se, devorando e consumindo freneticamente o que me foi divinamente emprestado para usar com sabedoria, consciência e responsabilidade.
Levando a vida como temos levado, infringimos continuamente Leis Universais e imutáveis, assumindo grandes responsabilidades que, obviamente, não irão cessar na desencarnação.
De certa forma, somos protegidos pela ignorância, de certas responsabilidades, mas ao mesmo tempo deixamos de progredir no nível da consciência, o que pode ser uma perda incomensurável.
Tem um fato curioso que pode esclarecer: a Terra já pertenceu a várias civilizações antes da atual, ocupando grandes continentes que naquela época tinha uma formação geológica bem diferente da atual. Em várias destas civilizações remotas, não existia a dor do parto. Esta começa a acontecer quando a humanidade começa a usar o sexo desenfreadamente para satisfações pessoais e onde a energia do amor começou a ficar mais distante.
Nestas épocas antiguíssimas, a necessidade da procriação para povoar a Terra e a base do amor nos ensinamentos sobre a procriação, prevaleciam, inclusive sem nenhum problema na consanguinidade, casamento entre pessoas muito próximas no grau de parentesco, inclusive não existia a hereditariedade nos nascimentos.
Isto começa a mudar quando desalinhamos os ensinamentos iniciais quanto ao conhecimento destas Leis Universais. Nesta sequência, perdemos estes ensinamentos que foram trocados por adorações a deuses criados pela fantasia alucinada de pessoas que assumiam certas lideranças. No entanto, o livre arbítrio sempre prevaleceu.

Da mesma forma, após a início da era cristã, assumimos novas e maiores responsabilidades pelos ensinamentos que Jesus o Cristo, nos deixou e nos libertou, se assim podemos dizer, do julgo da ignorância sobre os verdadeiros conceitos da criação e de seu Criador, da qual Ele chamava de Pai, revelando as 3 primeiras Leis básicas:
·         Amor Sabedoria  (Pai)
·         Poder e Vontade  (Filho)
·         Inteligência Criativa (Espírito Santo)
ou
·         Pai, Filho e Espírito Santo.

Da mesma forma, ao lermos e assimilarmos estas informações, guardadas as devidas proporções, aumentamos ainda mais nossas responsabilidades na medida que formos superando estados de ignorância que permaneciam em nossa consciência.

Da mesma forma, podemos dizer que quando eu, que venho me submetendo a tantas descobertas, insisto em errar, meu erro será maior do que o erro de quem não tem esta oportunidade.

Quando pensarmos efetivamente, realmente, sinceramente, honestamente de que somos um espírito com vida eterna, realizando ciclos de experiências  e de aprendizado na vida material, conquistando conhecimento, descobrindo o próprio potencial interior e que habitamos este lugar imenso chamado universo, com certeza nossa consciência e nossas ações serão dignas da nossa origem. A visão será tão ampla e intensa que a vida por si só se encaixará na forma correta de se viver momento a momento.

Quando temos um único bem a preservar, “a vida do espírito, infinita, eterna e imutável”, podemos dizer que o restante acontecerá alinhadamente com este conceito e esta origem. Não há esforços a serem feitos.

Vamos refletir com muita firmeza e dedicação sobre este importante conceito, real e verdadeiro, em nosso mundo tão ilusório.

 Hilton

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