domingo, 8 de novembro de 2015

Pensamento do dia, sábado, 7 de novembro de 2015 ,

"És parte de um corpo de luz e nele hás de ocupar tua posição."
Trigueirinho.

Comentários:
Hoje não falaremos sobre o pensamento, mas a forma que escreveram no exercício que alguns fizeram para expressar-se no seguinte tema:

“”Caminha rumo à estrela que te guia.
Trigueirinho.

Pois bem, ...........................................................................
.............................................................................................
.............................................................................................””

Todos os textos foram lidos e aos poucos irei repassando, sem identificação.
O que se escreve sempre tem muita sinergia com o que se está sentindo naquele momento.
Todos vez que escrevemos algo com esta natureza mais elevada, mais sincera e mais profunda, precisamos estar em equilíbrio, com certa ausência de desejos e manifestações do corpo emocional, manifestações estas que sabemos avaliar muito bem se são tendenciosas ou equilibradas.
O que importa é a energia que o texto emana, pois somos o espelho do que expressamos.

Para radicalizar, imagine tentarmos escrever um texto com esta configuração, num estádio de futebol assistindo uma partida de futebol entre dois “times rivais”. Nas competições as energias predominantes são as mesmas que conduzem as guerras: o ódio e o medo.
Com certeza este texto será fortalecido e apoiado nestas duas energias – ódio e medo.

Imagine estarmos assistindo um filme onde as emoções vão aos extremos vivendo seus personagens, pois sabemos que um sucesso de bilheteria apoia-se na “adrenalina” que consegue gerar, ou seja, puro desequilíbrio. Com certeza será um texto extremamente alegre, ou extremamente triste, ou com muita ansiedade, aflição, angustia, raivas, etc. Portanto desequilibrado.

No geral tem sido assim que temos nos expressado na maioria das vezes, face a um processo continuo e constante de desequilíbrio.
Ora, como somos o espelho do que expressamos, temos mantido energias conflitantes sob a forma que temos nos expressado.

Percebe-se que alguns refletiram bastante sobre o texto escrito. Outros muito pouco, mais com a ânsia de uma “lição de casa”, outros colocaram o coração acima da razão, outros a razão acima do coração, outros telegrafaram, ou seja encurtaram o que poderia ser expressões bem legais e muitos não se manifestaram. Talvez pela falta de tempo ou com algum tipo de medo de uma auto avaliação.

Sim, sempre será uma auto avaliação, pois é assim que a vida nos conduz e assim que refletimos o que somos, como estamos e como temos nos conduzido.

Um texto precisa ser sempre a expressão da sua verdade, por isso que jamais será um texto autentico e verdadeiro no conceito do âmbito universal, pois cada um se encontra num certo nível de consciência, da verdade e da evolução. No entanto pode ser uma excelente referência, desde que a expressão da verdade e a energia do amor esteja presente no texto redigido.
As palavras precisam sempre expressar a energia de quem as escreve.
Como sabemos somos primeiro energia para depois ser matéria, então tudo se forma na energia e é autentica, depois se materializa e sofre as devidas interferências.
Escrever um texto ou pronunciar palavras deveria ser uma manifestação do coração e não da razão, mas tem sido da razão influenciada pelas aparências e pelo desejo de ser o que não é. Isto tem transformado um texto e as palavras que pronunciamos em algo não autentico.
Isto ficou tão forte e poderoso, que os tempos atuais exigem protocolos, autenticações, testemunhas, contratos, etc., e ficou tão poderoso que as entrelinhas são propositalmente redigidas para darem a dúbia interpretação, ou seja, sacramentamos a mentira em todos os seus aspectos nefastos, assassinos e destruidores.

Não se faz um texto autentico sem reflexões, sem equilíbrio, de forma telegráfica, pois o que importa são as energias ali contidas e partindo do princípio que devem ser elevadas, temos que usar a expressão máxima da verdade e do nosso nível evolutivo mais autêntico.
Um texto pode assumir um caráter pessoal, onde apontamos certos objetivos a serem perseguidos. Este apelo chama energias do alto, pois de certa forma damos permissão para que “ajudas” aconteçam.
Um texto pode expressar algo que eu quero fazer pela coletividade. Neste aspecto apelo para que Seres, estruturas, energias se voltem para me ajudar nos objetivos ali propostos. Se foram condizentes com as reais necessidades do meio, estes acontecem.
Um texto pode conter ódio, raiva, vinganças. Energias negras se coligam para saciarem-se e aprofundarem-se no coração de quem as está expressando, aprisionando o indivíduo.

Como é preciso expressar-se por textos e palavras, pois temos absoluta necessidade desta forma de comunicação nesta 3ª dimensão, aprimorar-se faz parte do processo evolutivo.

Como recomendação de nossos Instrutores, reavaliem o que escreveram, tentem identificar como enquadra-lo nestes contextos.
Se descobrirem falhas, estudem para sana-las.
Se ficarem contentes, aprimorem-se ainda mais para que a energia do amor, manifeste-se de forma mais presente.
Se não escreveram, reavaliem-se de que forma seus compromissos condizem com os apelos do seu coração.

Hilton

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