Pensamento
do dia 12.11.15
O
sagrado está em todos, ainda que oculto.
Trigueirinho.
Pois
bem, esta posição meio enigmática de ocultar o sagrado tem suas razões.
O que é
sagrado deve ser conquistado.
Não pode
ser cedido e para alcançarmos temos de ter o respectivo padrão vibratório da
informação sagrada, em questão.
Forças
involutivas não alcançam o sagrado, mas conseguem desvirtuá-lo através de nós,
que cedemos de forma muito fácil e pouco inteligente a esta forças negativas.
O
sagrado segue regras, Leis e energias bem singulares, digamos que especiais,
pois não se retém sob nenhuma hipótese ou barreira, portanto quando não
alcançamos o sagrado é porque ainda não vibramos no padrão energético
necessário.
Somos
muito distraídos.
Lemos
mal, assimilamos mal, misturamos coisas elevadas com coisas supérfluas,
interpretamos segundo nossas conveniências, não damos a devida atenção, ou
seja, somos muito fracos para levar adiante aquilo que é imprescindível para
nossa continuidade como seres espirituais.
Estes
defeitos, que foram se acumulando ao longo de vidas e vidas vividas,
indevidamente, no livre arbítrio, criaram estigmas que são difíceis de serem
superados.
Hoje
temos de nos esforçar continuamente, constantemente e a menor distração
rompe-se horas, dias ou quem sabe anos de trabalhos na tentativa do equilíbrio.
O
conceito de “prioridade” é primordial, fundamental, para concentrarmos nossa
atenção na única coisa necessária – a vida espiritual.
A vida
material foi criada para vivermos a vida espiritual e não o contrário.
Sem
compreender isto, nada evolui dentro de mim.
O
sofrimento é um importante “instrumento” que deveria nos levar a compreender
estes aspectos, mas temos dado nomes como sorte, azar, bem, mal, que nos
confunde ao interpretamos estes sinais de alerta.
Quando
sofremos, uma sirene toca, internamente, para voltarmos a nos focar no que é
essencial. Para alguns este essencial é dinheiro, para outros posição social,
para outros alimentos, para outros família, para outros política e poder, para
outros guerras, para outros futebol, enfim, nossas distrações são tantas que
nos perdemos neste mar de ignorância.
A vida
espiritualmente equilibrada não sente estes argumentos que citamos acima, pois
caíram numa escala superior de prioridades, desta forma podemos estar passando
por um revés sem perceber e sem sentir.
Raríssimas
são as pessoas nesta condição. Digamos que uma mão as contaria no meio de toda
a população terrestre.
Portanto,
temos de trabalhar intensamente para nos reequilibrarmos toda vez que nos
sentimos fora do “eixo”.
É um
luta árdua, continua, constante e não se pode vacilar. Se um dia você não está
bem, o outro lute para estar bem. A compensação acaba funcionando, ainda que
precariamente, mas funciona.
Aprimorar-se
nas informações, na busca, na reflexão, no conhecimento, é um Trabalho
primordial para ajustarmos o que se desajusta.
Portanto,
nesta escala a prioridade sobre o que nos condicionamos a conquistar é
fundamental.
Nesta
constante, você se acostuma e acaba compensando certas quedas que forem
ocorrendo e na medida que você se sente mais positivo que negativo, você
cresce.
O sagrado
é oculto até o descobrirmos, portanto a luta é para descobrirmos.
Vamos
refletir sobre isto.
Hilton
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