Pensamento
do dia, segunda-feira, 30 de novembro de 2015
"A
fé no Desconhecido deve calar a busca por respostas externas."
Trigueirinho.
Pois
bem, o Desconhecido é desconhecido, portanto, por uma questão de fé devemos
crer e basta.
Para
muitos isto é utopia, absurdo, incoerente, portanto, não faz sentido e não
fazendo não devem fazê-lo.
Aqueles
que veem nisto coerência e fé, encara este pensamento como um alerta
importante, pois a maioria do nosso tempo tem sido gasto à procura de respostas
externas para tudo que está acontecendo.
Temos
sido alertados, por diversas vezes, que nesta etapa final do ciclo terreno,
parâmetros, paradigmas, consensos, estatísticas, dados comparativos, etc., não
servem para nos dar respostas.
Não
existe modelos matemáticos, físicos ou quânticos, que podem supor, avaliar,
sugerir, definir as situações que nos esperam, numa virada cíclica planetária.
A
NASA e demais Instituições desta natureza jamais poderão simular eventos desta
natureza, portanto o homem da superfície estará afeto ao desconhecido.
Por
outro lado, nos distanciamos demais das nossas intuições, do nosso ser interno,
da nossa espiritualidade e hoje somos radicalmente racionais e personalíssimos,
portanto, submissos ao que passou, ao conhecido, ou seja, à situações que não
se compara ao que virá.
Externamente
não há o que fazer, no entanto, internamente as atividades deveriam estar na
sua velocidade máxima.
Infelizmente,
continuamos na contramão das necessidades, alavancando cada vez mais atividades
externas, finitas e perecíveis, em troca da única coisa que poderemos “levar”.
Não
há respostas externas. Nosso intelecto não alcança o que está por vir.
Sendo
assim como posso me tranquilizar?
Na
tua fé, na palavra “confia”, na tua intuição, na voz do teu coração.
É
preciso sutilizar-se ao invés de materializar-se.
Quanto
mais denso ficamos, mais nos distanciamos do que nos aguarda.
A
humanidade está na contramão dos fatos e das evidencias, pois não consegue
avaliar com a sua ilógica e irracionalidade o momento atual.
Enfim,
vamos refletir, vamos escutar nosso coração pois resta muito a fazer, mas
bem pouco no mundo das formas.
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