Pensamento
do dia 23 de fevereiro de 2016.
É
preciso passar pela escola do discernimento para, finalmente, optar-se pela não
interferência.
Trigueirinho.
Pois
bem discernir (ver distintamente, discriminar, distinguir, conhecer) o
cerne da questão.
Geralmente
somos partidários, analisamos pela metade, confundimos, somos míopes em
muitas circunstâncias, desconhecemos o assunto, enfim não usamos o
discernimento para identificar com clareza o que se passa, o que acontece, o
que devo fazer, a quem devo recorrer, o que devo buscar, a que se refere, enfim
de forma incompleta julgo e interfira no que não entendi.
Posturas
como esta tem feito com que interfiramos indevidamente ou julgamos o que não
compreendemos.
A
escola da vida tem nos colocado em várias situações difíceis, onde muitas
vezes são as contrapartidas destas interferências nefastas ou estes
julgamentos em bases erradas e distorcidas da realidade.
O
discernimento exige conhecimento, muita paciência, excelente
bom senso, calma, equilíbrio e por último uma boa dose de intuição, para não
cometermos erros absurdos que temos cometido ao longo das vidas e das eras.
Guerras,
mutilações, destruição, mortes, tem sido o resultado deste erros
grosseiros que a humanidade comete face a ignorância ou ausência do
conhecimento face a perda das oportunidades que surgem.
Tais
oportunidades também são cíclicas e quando ocorrem envolvem muitas pessoas,
intelectuais, cientistas, religiosos, enfim pessoas com certo
destaque que podem explorar de forma mais didática e lúdica, certas
informações.
Temos
desprezado tantas coisas, tantas informações, tanto conhecimento, ou
simplesmente desviado para ludibriar ou fazer-se soberano em informações
e conhecimento que nos foram cedidos gratuitamente, com o objetivo de todos
evoluírem.
Quanto
segredos importantes encontram-se escondidos por governos, religiões,
pessoas, cientistas, geólogos, vulcanólogos e demais especialistas
que poderiam nos dar orientações específicas para este conturbado final de
ciclo.
Há
pouco discernimento, sejam de governantes como de governados e assim temos nos
mantido na ignorância dos fatos e dos acontecimentos, iludindo-se com um
ambiente que não reflete a centésima parte da realidade.
Vamos
refletir e discernir sobre estas informações, quem sabe mudando certas posturas
e procedimentos que possam ser mais compatíveis com o momento atual e com
o ato da não interferência.
Hilton
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