segunda-feira, 22 de fevereiro de 2016

Seremos pegos de “calça curta”!

Pensamento do 22 de fevereiro de 2016

"No mundo das puras energias, tudo procede da Fonte Maior e para Ela retorna. "
Trigueirinho.

Pois bem, o pensamento retrata um aspecto importante, onde tudo da Fonte provem e tudo para a Fonte retorna.
Aqui na Terra, trabalhamos com inúmeros padrões de energias cujo objetivo é o processo das suas purificações.
Deveríamos nos purificar e purificarmos as energias que nos envolvem.
Este processo de purificação, ao contrário do que muita gente imagina, não é do tipo, banho de ervas, ingestão de chás, posturas yogas, carolices religiosas, exercícios de relaxamento, etc., mas um trabalho intenso de informação, estudo, aprofundamento e pratica do conhecimento adquirido.
É impressionante como muitas informações e estudos viram “nada” quando não se pratica, não se aplica, não se incorpora na vida, no cotidiano, nas ações normais e naturais do nosso dia a dia.
Talvez queiramos preservar, não sei o que, ou temos preguiça de mudar o que acostumamos a não fazer, perdendo-se tantas informações que poderiam mudar nossa sistemática de vida, de costumes, de regras, gerando intenso processos de purificação dos nossos corpos, dos nossos padrões e das energias que utilizamos para sobreviver.
Viver igual a todos tem sido uma regra sistematicamente instruída por forças involutivas, pois fica muito mais fácil e simples controlar padrões que todos preferem utilizar. Então, controlando estes padrões que todos usam, controla-se todos.

É difícil alguém mudar suas manias, suas preferencias e as rotinas que a maioria tem empregado na vida. Esta padronização nívela as energias usuais no seu ritmo mais denso e mais lento, não purificando-as para o retorno à Fonte e consequente extinguindo-se a renovação que tanto precisamos.

É urgente certas mudanças consideradas imprescindíveis, ainda mais quando nos encontramos no ritmo frenético do final de ciclo, onde tudo acelera-se e as confusões no plano material ficam intensificadas pelo fato de sua extinção.
Mas, aparentemente, isto é folclore, coisa de profeta, coisa de quem não tem o que fazer ou se ocupar, pois continuamos no mesmo ritmo que continua atendendo as forças involutivas, que controla a maioria dos cidadãos e das sociedades.

Seremos pegos de “calça curta”, como diz um antigo ditado popular, desprovido das atualizações energéticas que o momento exige, com corpos (físico, mental e emocional) vibrando num ritmo muito aquém do que deveriam vibrar.
Estamos densos, lentos, pesados, extremamente iludidos e preocupados com coisas e situações cujo grau de importância está próximo de zero.
Os cidadãos deveriam estar unidos e coesos ao processo da transição planetária e não mais com outras distrações, pois como tudo deve mudar, tudo que estamos fazendo também irá mudar.

Enfim, creio que nada deve mudar até os momentos intensos da transição, pois a maioria não conseguiu perceber o ambiente que estamos vivendo e os riscos que corremos se continuarmos neste grau de competitividade e de ganancia que a população terrestre vem vivendo.
O risco de um conflito nuclear, no ritmo atual é uma mera questão de tempo, pois o acesso a estes processos vem se difundindo num ritmo alucinante, com intensas probabilidades de cair nas mesmas de pessoas sem nenhum senso de responsabilidade.

Vamos refletir e avaliar como nos enquadramos nestes aspectos e o que poderemos mudar.


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