Pensamento
do dia 25 de junho de 2016.
Prazeres
e dores excessivas são graves fatores de desequilíbrio.
Trigueirinho.
Pois
bem, o pensamento nos indica um importante sinal de alerta.
Esta
colocação acentua que nos encontramos desequilibrados, portanto providencias
imediatas devem ser tomadas.
O
excesso, em geral, é um desequilíbrio.
Obviamente
para cada um, o excesso se coloca após um determinado ponto que ultrapassarmos.
De
forma geral, quanto mais tempo estivermos vivendo no desequilíbrio, mas
distante estará este ponto a ser alcançado, portanto, mais acentuado será o
desequilíbrio.
É
preciso retomar as diretrizes daquilo que nosso coração identifica como sendo
algo acima da nossa elástica tolerância.
Estamos
vivendo muito acima dos níveis normais de tolerância e de desequilíbrio que
deveríamos estar.
Nossos
corpos vem sendo corroídos ao longo das vidas, das eras, e aqui falamos dos
corpos não físicos, acentuando doenças cármicas passadas e presentes.
Quanto
mais nos distanciamos da vida espiritual, mas se acentua o desequilíbrio, pois
como já foi ensinado somos meia parte material e meia parte espiritual. As duas
partes sendo assistidas e atendidas geram o equilíbrio.
Nesta
possessiva dedicação ao corpo físico e as necessidades do plano da matéria,
trabalhamos somente uma parte do que somos, desequilibrando o conjunto.
Outro
aspecto a ser ressaltado é a vaidade, que pode ser atroz, pois estabelece
parâmetros do físico, do material, do que será perecível, priorizando o que não
precisaria ser priorizado e assim não equalizando em partes iguais o conjunto
corpo-espírito.
Enfim
a capacidade de compreender e a extensão da inteligência, quando se dinamiza o
conjunto, manterá o equilíbrio e nos levará para que erros menores sejam
cometidos e acertos maiores conduzam nossa vida material.
Reveja
seus conceitos sobre isso e mude o que tiver de mudar.
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