Pensamento
do dia, domingo, 5 de junho de 2016
"Chegou
a hora da humanidade despertar do seu sonho concreto para entrar em níveis
menos densos."
Trigueirinho.
Pois
bem, nossos sonhos são concretos.
O
tema “concreto” tem várias intepretações, mas uma delas é de que se trata de
uma substancia utilizada por eras na construção civil.
Concreto:
massa que torna-se rígida, resistente à compressão, tem elevado poder de dureza
e mantem nossas estruturas arquitetônicas de pé, até o momento em que alguém o
destrói ou um grande evento da Natureza o derruba.
Devido
a sua rigidez não permite, quando seca, alterações e se manterá na mesma forma
e no mesmo local por eras, se algo inusitado não acontecer.
De
certa forma, assim tem sido nossos sonhos “concretos”, que se estanca, se
consolida e permanece numa única posição e ali fica.
Isto
é passado a muito tempo.
Há
milênios que deveríamos ter abandonado nossos sonhos “concretos”.
Isto
nos fez parar no tempo, no espaço, nos níveis alcançados, mantendo nossa
inteligência estagnada numa determinada posição e esta não evoluiu.
Da
mesma forma ocorreu com nossa espiritualidade.
Assim
como em nossos sonhos “concretos”, que nos faz estagnar num determinado nível
de consciência, deixamos de acompanhar os movimentos de expansão que
ocorrem, sem cessar, por todo o Universo.
Tudo
pulsa e em cada pulso tudo muda no plano material.
O
Universo, nosso sistema solar, o Sol, a Terra, também pulsa, mas a raça humana
continuou vibrando nos pulsos anteriores, atrasando-se, consideravelmente, em
relação aos pulsos atuais.
Decorrentes
desta estagnação, impedimos em termos evolutivos, que os reinos inferiores como
o reino vegetal, animal e mineral, também deixassem de se atualizar.
Criamos
assim uma cadeia, não de ascenção, mas de estagnação, que no efeito cascata,
impediu que todos os seres vivos da superfície terrestre fossem se atualizando
no tempo.
Isto
impediu e vem nos impedindo de acompanharmos os níveis da expansão universal,
consequentemente, tivemos de ser deixados para trás e com isto nos
isolamos das demais estruturas da vida cósmica.
Mesmo
assim, a “ficha não caiu” e continuamos sonhando alto com as coisas concretas e
materiais da vida física, como se só isto existisse ou tivesse importância.
Isto,
ao longo do tempo, foi criando inúmeras ilusões e fantasias, detendo amplo
domínio da população terrestre, que por consequência, impediu o restante do
planeta de evoluir.
Hoje
ainda mantemos nossos sonhos ridículos de: termos mais, sermos mais
e podermos mais, no plano material da vida.
Obs.:
falar que tais são sonhos infantis seria uma ofensa às nossas crianças, pois os
sonhos destes pequenos seres humanos possuem muito mais liberdade que os
adultos, cristalizados e corrompidos por desejos egoístas e gananciosos.
O
pensamento de forma clara nos conclama a sermos menos densos, a sonharmos com
coisas mais sutis, subjetivas, impalpáveis num primeiro momento, pois entramos
numa fase de mudanças cíclicas monumentais, onde uma ampla seleção será feita e
cada um se auto classificará, para habilitar-se a uma nova raça na nova Terra,
que será habitada novamente, por indivíduos que tiveram a coragem de abandonar
suas ilusões e fantasias.
O
rumo e a direção de todos os planetas, estrelas, luas, etc., em todas as
galáxias, de todos os universos, é a sutilização.
A
expansão da vida é a sua própria sutilização. É tornar-se menos densa, mais
entrosada a cada dimensão, a cada nível de consciência alcançado.
Isto
é, verdadeiramente, ganhar maturidade.
Somos
absurdamente imaturos, ignorantes para a época que estamos vivendo, pois nos
densificamos de tal forma que até hoje continuamos mais matéria do que
espirito, quando deveríamos estar exatamente na inversão desta posição, ou
seja, sermos mais espirito do que matéria.
É
dever de cada um, aliviar-se desta densidade, desta materialização.
Temos
de sonhar não concretamente, mas subjetivamente, pois assim quebraremos as
ilusões.
A
maioria ainda não acredita nas forças divinas, entende que somente o palpável,
o concreto, o ter e o poder que pode alavancar, quando na verdade esta posição
finca cada vez mais fundo nossos pés num solo denso, ilusório e completamente
fragilizado pelas novas circunstâncias.
Com
isto perde-se tempo, muito tempo e um tempo que não volta mais.
Estamos
no limiar das grandes desestruturações.
Tudo
ao nosso redor, literalmente, irá mudar. Conceitos, preconceitos, paradigmas,
suposições, medidas, parâmetros, além da solidez da vida que levamos, pois a
reconstrução, assim como ocorreu ao longo das eras aqui na Terra ciclicamente,
já está em andamento e na velocidade que sequer podemos imaginar.
Reveja
sua postura.
Reavalie
seus conceitos.
Reformule
suas prioridades.
Foque-se
aonde teu coração indica.
Não
perca mais tempo, pois não há mais tempo.
Reveja
suas intenções.
Não
se densifique, mas pelo contrário, se sutilize.
Escolha
pelo coração e não pela mente, suas prioridades.
Lembre-se
da imensa responsabilidade que carregamos com nossos filhos e com os demais
reinos deste planeta.
Não
pense mais em si próprio, isto é contagioso e cruel.
Enfim
reflita e não tenha medo de mudar, pois o caminho que iremos percorrer no ápice
dos movimentos será solitário.
Hilton
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