segunda-feira, 17 de outubro de 2016

Teremos a coragem de abandonar nossa sobrecarga interior?

Pensamento de Sri Aurobindo.

Mesmo uma fé cega e ignorante é melhor que a dúvida cética que vira as costas às nossas possibilidades espirituais.
Sri.

Pois bem, a dúvida que nos impede de progredir, o ceticismo que nos bloqueia, são barreiras cruéis, pois nos retém em determinados estágios que vão se defasando ao longo do tempo.
O Universo e a Vida universal, pulsam de acordo com os mesmo movimentos do coração: sístole e diástole.
Imagine se nosso metabolismo fisiológico não acompanhasse estes dois movimentos contínuos do coração, com certeza entraríamos em colapso.
Assim acontece com nossa evolução, se não acompanhamos este pulsar de energias que são emanadas das Fontes originarias da vida, vamos descompensando e nos enfraquecendo até entrarmos em colapso.
Muitas pessoas estão próximas deste colapso, pois, de certa forma, pararam no tempo e no espaço de tão focadas que ficaram na energia do egoísmo e na desatualização dos ritmos pulsantes do universo.

Somos uma humanidade carente  e doente, pois de forma geral, a raça humana manteve-se presa a conceitos e preconceitos que datam de muitos séculos atrás.
Além do mais, a ilusão tem sido a nossa mantenedora na sobrevivência, onde tudo se resume a conquistas no plano da matéria, somente.
Por outro lado, devido a nossa baixa vibração, fomos atraindo ao longo das eras, seres externos onde a curiosidade e a exploração também foram fontes da manutenção da ignorância. Criamos inúmeros deuses, impressionados que ficamos, com determinadas tecnologias de fora do planeta, onde a  manipulação do ser humano terrestre foi habilmente conduzida.
Tem sido assim até hoje, onde certas elites de indivíduos poderosos, manipulam as populações dos continentes, criando situações para atender seus interesses, ou destruindo esperanças de um mundo melhor.
Mas se por um lado tivemos experiências ruins, por outro lado inúmeras oportunidades foram ofertadas pelo Plano Maior.
Sempre tem de haver um equilíbrio, ou seja, oportunidades ruins podem ser compensadas com boas oportunidades. Precisamos das mesmas ofertas (boas e ruins) para o livre arbítrio funcionar.

Bom, se por um lado falhamos nas nossas opções, por outro ficamos sendo assistidos por inúmeros Seres e Energias que agora precisam consertar este estrago causado pelo livre arbítrio da qual não tivemos o devido discernimento para usá-lo corretamente.

Muitas doutrinas surgiram nos tempos atuais, onde cada igreja tem seu dono e suas ideologias, como se pudéssemos separar as “ideias” de Deus. De certa forma, isto tem sua utilidade, pois tem recuperado inúmeros cidadãos que próximos do colapso que mencionamos, encontraram certo alento, mesmo que os objetivos sejam restritos às suas ilusões.  
O cético, dito ateu, se torna mais arredio e com isto perde certas “janelas” de impulsos muito fortes que poderiam ajuda-los a recuperarem o que foi perdido, nos ciclos contínuos do Planeta.

Enfim, neste momento de transição em curso, cada opção que fizermos torna-se crucial para os futuros milênios.
É preciso foco continuo nos movimentos planetários, nos apelos do nosso coração, nos sentimentos mais elevados, pois não temos mais tempo para escolher o passado, o ultrapassado, o conhecido. Temos de partir para o desconhecido, o nunca vivido, o salto no escuro (pela nossa falta de visão e sensibilidade), pois não há mais tempo para recuperarmos tudo o que não conseguimos, até hoje, assimilar.
Teremos de abdicar, de descartar muitos movimentos que nos prende às ilusões, ao mundo da matéria, pois o momento é da separação do joio do trigo.


A coragem de abandonar o que nos sobrecarrega, interiormente, neste momento, tornou-se essencial.

Hilton

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