Pensamento de
Sri Aurobindo.
A maior parte
das pessoas que não tem conhecimento é propensa a dar opinião; elas tem suas ideias
e não as querem mudadas ou sua fixidez perturbada.
Sri.
Pois
bem, as opiniões provem do lado esquerdo do cérebro, do consciente esquerdo,
portanto estão propensas a enormes influencias emocionais, mentais, além das fortes
limitações pela falta de conhecimento.
Isto
tem levado a humanidade a uma série imensa de conflitos que nos indispõem uns
contra os outros.
Milhares
morrem por divergências de opiniões, os reinos da Natureza são destruídos por divergências
de opiniões, o sistema monetário se acumula em poucos por divergências de opiniões,
ou seja, por divergências de opiniões aliado ao fato da ausência da parcela do conhecimento universal, da qual já deveríamos
ter alcançado, criamos um sistema completamente caótico e desalinhado com os princípios
básicos da harmonia, da serenidade e do amor.
Nada
impede de você manifestar o seu ponto de vista sobre determinadas coisas e
situações, desde que você esteja aberto e receptivo para muda-lo no momento que
você percebe que esta manifestação precisa ser corrigida, ajustada ou alinhada
com novos princípios e novos conceitos.
Ai
enfrentamos outras barreiras, o orgulho, a vaidade e a prepotência.
Por
isso que nos é recomendado abrir mão de tudo o que aprendemos, de o que
consideramos como uma verdade, pois no momento seguinte, poderemos ser intuídos
ou reposicionados com conceitos e com verdades mais amplas e mais profundas.
Os
autoconvocados e pelo simples interesse que vocês estão tendo nestas
argumentações, poderá faze-los se autoconvocarem, exige que nos reposicionemos.
Temos de estar dispostos a mudar conceitos, opiniões e pontos de vista, pois os
impulsos, nesta fase tão acelerada que estamos vivendo, são muito dinâmicos,
velozes e hoje topam com um cérebro lento, acostumado a pouquíssimas reflexões
e consequentemente pouquíssimas mudanças.
Sempre
pensaram por nós.
A
sociedade vem sendo comandada por indivíduos “cabeças”.
Pra
mim isto soa mais como “cabeção” do que indivíduos inteligentes, pois nivelam
todos por baixo e ditam continuamente regras de condutas, de comportamentos que
comprime a expansão dos limites que teríamos, continuamente, de superar.
Somos,
de certa forma, doutrinados a nos robotizarmos em cima de conceitos arcaicos, absurdamente
desatualizados, pois o cidadão que pensa não é útil a um sistema dominante.
Esta
tem sido a postura mundial de todos os governos, sem nenhuma exceção.
Desta
forma, revoltar-se contra isto é contraproducente e altamente perigoso. Nesta
fase não há mais como externar nada, portanto, o que temos de fazer é uma
revolução interna, lá dentro, onde a fé e todos os seus princípios é o que
precisa se expandir.
A
busca é crucial. Não poder ser parada, seja porque motivos for. Não se
alimente, mas continue alimentando suas necessidades internas.
A
reflexão fixa os novos conceitos além de nos aquietar.
A
insatisfação precisa ser bem vinda pois nos tira do marasmo e da estagnação em
cima dos conceitos antigos.
O
amor pelo novo, pela novidade tem de ser a força do seu progresso.
A
manifestação externa, pacifica, precisa estar em evidencia.
Uma
mudança de postura e de conduta de vida, neste momento tão importante, precisa
estar em evidencia, pois precisamos nos autoconvocar para o que virá. Precisamos
provar que somos indivíduos aptos para o continuísmo do progresso evolutivo planetário
e não mais retroagir para refazer.
Enfim,
revejam prioridades, condutas, posturas, opiniões, pontos de vista, conceitos,
dogmas, sejam neutros em tudo.
Temos
pouco tempo para tantas mudanças. Levamos vidas passadas sem mudarmos nada. Que
esta vida não seja mais uma igual às anteriores.
Não
deixe nada para amanhã. Faça hoje.
Hilton
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