domingo, 23 de outubro de 2016

O momento presente.

Sois guardiães do porvir; o futuro não vos pertence, mas tampouco podeis dele descuidar.
Trigueirinho

Faremos certa alternância entre os pensamentos de Trigueirinho e de Sri Aurobindo, conforme nossos Instrutores.

Pois bem, o futuro não nos pertence, ou seja, não sabemos como, aonde e em que condições iremos realiza-lo, mas temos de nos preparar da melhor forma que pudermos.
Entendo como a “melhor forma” realizarmos tudo o que está ao nosso alcance, e entregar.
A entrega é um ato de fé, de confiança, de um amor sublime e intenso a Quem nos criou.
A preparação sim, esta exige esforço, abnegação, dedicação em tudo aquilo que nosso coração sente como necessário.
O que tem atrapalhado são as nossas ilusões, que concentram nossos esforços somente naquilo que é perecível, pequeno, finito e nunca consegue nos atender em plenitude.

Estamos, no que tem sido considerado pela maioria, como “fins dos tempos”.
Se for assim, posso dizer por mim, graças a Deus, pois continuar neste mundo tão caótico, patético e perturbador tem sido devastador para um futuro que posso imaginar.

Somos guardiões do porvir (por vir), portanto temos a obrigação de manter as esperanças, a chama da fé, os portais que liberam energias de alta intensidade que serão a base dos novos tempos, da nova civilização.
Assim tem sido ao longo das eras. Grupos pequenos de pessoas tem sido os guardiões do porvir. São estas, que por várias vezes na história do planeta, mantiveram a chama acesa em momentos críticos, onde a raça humana da Terra correu o risco de desaparecer, perder o seu continuísmo, dado as condições fracassadas da nossa existência e das nossas inter-relações.

“Pessoas como vocês que tem focado suas mais elevadas intenções neste porvir, justificaram ações complexas de ajuda e de acolhimento que envolveram muitas civilizações de outros mundos, outras constelações para que um amplo plano de resgate pudesse ser elaborado e que já está em ato.” ( de um Instrutor)

Sei que ainda não sentimos como deveríamos sentir, pois ficamos tão enraizados nas ilusões e na matéria densa, que perdemos as sensibilidades que nos mostraria com clareza o que já está em ato.
Isto será possível muito em breve, pois o embate das forças de luz com as forças das trevas está próxima do seu ápice.
Muitos de nós irão assistir, mas outros serão recolhidos, pois esta luta dantesca irá separar o joio do trigo.
A Terra ainda abriga os que são chamados “anjos caídos”. Oportunamente isto poderá ser melhor esclarecido, pois exige noções e conhecimentos que a maioria ainda não possui para compreender, por isso que a questão da fé é crucial, pois temos de crer mesmo sem entender.

A maioria das pessoas foram privadas de vários conhecimentos, que hoje poderiam estar ajudando a compreender tantas coisas que estão ocorrendo no mundo inteiro. Tais conhecimentos viraram segredos trancados e manipulados por doutrinas, religiões, sistemas políticos, que impuseram seu domínio apoiando-se na ignorância e na ausência dos conhecimentos (trazidos das estrelas) que deveriam estar circulando entre todos.
Isto, aliado à nossa preguiça e nossa capacidade de aceitação pelo comodismo, fomos manipulados e adornados por deuses e deusas que nos conduziam segundo interesses escusos e obscuros.
Ainda é o que prevalece, por isso da necessidade de que movimentos mundiais aconteçam para que alguns possam ter a chance de se redimirem das suas ilusões.

Enfim, temos de dar ampla atenção ao porvir (por vir), pois a continuidade do plano humano depende, neste momento, destas imensas ajudas que já nos rodeiam.
Muitos estão desesperançosos, tristes, solitários, depressivos, pois na medida que nos aproximamos dos momentos finais, o coração aperta ainda mais. Esta sensação é relativamente comum, pois sempre fomos imediatistas e só confiamos no que nossos olhos veem, ou melhor dizendo nas ilusões.
A hora é da verdade e não da ilusão, portanto os véus da ilusão irão cair, as máscaras irão se desfazer e isto já está em ato, pois as mentiras estão sendo desfeitas e a verdade aparecerá.
As nossas instituições, a nossa sociedade, as nossas políticas, os nossos sistemas de governos, enfim os sistemas constituídos com base no egoísmo (ou lei da oferta e procura, competitividade, concorrência, monarquia, socialismo, democracia, imperialismo, ditadura, etc.), além da falta de ecumenismo,  já estão revelando suas verdadeiras intenções obscuras e nefastas.

Portanto, nesta fase de transição, as sensações não serão boas, mas isto é passageiro e tudo voltará para movimentos harmônicos, serenos, onde o respeito à vida irá preponderar.
A nova Terra será sagrada e em seu solo tudo que toca-lo irá se consagrar.

Por isso desta importante mensagem, pois somos os guardiões deste “por vir”.
Hilton

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