Pensamento do
dia 25 de outubro de 2016.
Se com muitas
palavras o homem propala sua pretensa sabedoria, ao vislumbrar o verdadeiro
saber optará pelo silêncio.
Trigueirinho.
Pois
bem, nossa vaidade não tem permitido nosso silencio.
No
geral os homens de comando, a maioria incultos acabam gerando intensos
impulsos para mostrar seus “conceitos”, “sabedoria”, raciocínio, de uma forma tão
intensa, que impõem o que sabe e para isto usa artifícios muito negativos.
Outro
argumento muito utilizado é o uso continuo da mentira para que uma pretensa
sabedoria seja “obedecida” e com isto, interesses sejam atendidos.
O
Brasil em especial, vem vivendo este último aspecto de forma intensa e muito
envolvente.
Como
tinha sido anunciado há tempos, as máscaras cairão.
Não
estamos nos referindo somente a argumentos políticos, mas inúmeros outros
continuam tendo a mentira como a base de mandos e desmandos, gerando
comportamentos estranhos das pessoas comuns, não permitindo que pensem por si
próprio e decidam o que querem.
Cada
vez mais, mais leis e punições são consideradas regras para que as reações de
cada um e do conjunto atendem inúmeros interesses escusos.
Não
temos acesso a muitas verdades, conhecimentos, informações, história, que
poderiam mudar completamente nosso comportamento atual.
Procuram
fantasiar o mundo, situações, conflitos, clima, movimentos de toda espécie,
sempre como algo normal, controlado e sob domínio das “autoridades”.
Esta
máscara está caindo e ao nos inteirarmos da realidade dos fatos que vem
envolvendo nosso planeta, chocará.
Mas,
nada nos impede de irmos buscar.
Ficamos
tão acostumados a que alguém pense, decida e até aja por nós, que perdemos esta
disposição.
Isto
precisa, urgentemente, de ser retomado. Os tempos são de mudanças, são atípicos,
anormais, veloz, imputará mudanças que já nos envolvemos sem perceber.
Precisamos
sair da “zona de conforto”, das preocupações básicas somente para o conforto e as
distrações que temos comprado a custos elevados, pois colocaram que são
essenciais para nosso lazer.
Precisamos
começar a admitir que podemos ser saudáveis com poucas coisas, com coisas
simples, naturais, muito baratas.
Espiritualmente,
precisamos saber quem somos e para aonde vamos. Não é mais possível, admitirmos
que viveremos 50, 60, 80 anos para fazer sempre as mesmas coisas, termos os
mesmos desejos para no fim, no ápice, quem sabe, morrer em paz. Não há paz
quando não cumprimos nossos verdadeiros objetivos na vida.
Deixamos
de lado a dinâmica da vida, o verdadeiro objetivo, as verdadeiras conquistas,
enfim a evolução prevista que nos condicionou a encarnarmos neste planeta,
neste corpo, neste pais, neste momento.
Se
não fizermos isto, ninguém fará.
Somos
nós que temos de sair do marasmo, das coisas comuns, deste chatíssimo dia a dia
e expandirmos esta busca para muito além da atmosfera terrestre.
A
sabedoria foi sempre oculta, mas não para ser ocultada, mas para respeitar
estados de ignorância profundos que nossa civilização tem mesclado na encarnação
de almas que para cá se dirigem, onde muitas vem com elevados compromissos cármicos
em outros mundos.
Por
que somos arredios a isto ou às novidades?
Simples,
isto nos tira da zona de conforto, daquilo que é conhecido e nos obriga a nos
movimentarmos.
Sempre
quando isto acontece, cognitivamente, rejeitamos.
Expulsamos
as informações do nosso cérebro que deveriam nos movimentar na busca por
soluções ou por respostas das dúvidas suscitadas.
Isto
dá trabalho.
É
mais fácil aceitarmos as negativas de “pessoas escusas presas a forças
negativas”, que ridicularizam
tais informações, pois como não há argumentos contrários, levar ao ridículo tem sido a única forma
encontrada que atende nossa preguiça e nosso marasmo.
Este
efeito, nos dias de hoje é fatal, pois os movimentos tem sido tão intensos que não
há tempo suficiente para assimilarmos em condições normais.
É
preciso muita boa vontade, muita convicção e auto motivação para vencermos o que
tem sido “ridicularizado” e “desmentido” pelas “autoridades” que fantasiam
exatamente do que jeito que queremos escutar para não saímos da zona de
conforto.
O
pensamento cita uma regra importante, a regra do respeito ao próximo, mas não
impede ou impõem que nos mantemos omissos e ignorantes.
Se
superarmos nossa zona de conforto e encararmos esta busca através de todos os
esforços necessários, abrindo mão desta ilusão de um futuro próximo brilhante, magnifico
e tranquilo, aqui na Terra, provavelmente teremos boas chances de retomarmos
nosso processo evolutivo, de voltarmos à lucidez e colaborar, que é o
objetivo desta retomada, neste plano de transição planetária em ato.
Reavalie
sobre seu atual posicionamento em relação à vida e ao seu futuro, mas estenda
um pouco mais, vá além do corpo físico.
Hilton
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