Pensamento do dia 13 de maio
de 2017.
Transformar-se não é
ajoelhar-se, chorar, pedir perdão e continuar, todavia, com as mesmas
faltas.
Quem trabalha e quem no amor
se desenvolve, avança.
Transformar-se é
cumprir a Lei. Poucos temem a Justiça, pois no fundo crêem que,
orando e dando pão aos seus irmãos, o céu como recompensa os terá como
moradores.
Na verdade, dar aos que
não têm é obrigação natural dos que possuem - não existe nisso o mérito
que se crê. Com essa prática cumpre-se a Lei, mas não são prêmios o que se
recebe em troca. Ao se compreender determinadas Leis, pode-se então conhecer
novas, para aplica-las também.
É isso que leva o
indivíduo a transformar-se, e não a sua expectativa por resultados ou seus
pedidos de perdão.
"A quem entrega sem
pedir é dado sem que peça."
Trigueirinho.
Pois
bem, a maioria do bem que fazemos valorizamos como sendo algo excepcional.
Na
verdade neste mundo tão conturbado isto até faz certo sentido, pois a prática
dos absurdos domina as mentes terrenas, mas em relação às Leis, não.
Esta
postura acentua o orgulho e a soberba, onde corremos o sério risco de nós
valorizarmos. Valorizar-se é algo que não muda nada.
É
preciso compreender as Leis e pratica-las com o máximo de retidão
possível.
O
orgulho e a vaidade são posturas traiçoeiras, pois nos envolve de tal forma que
podemos nos convencer de alguma superioridade sobre os outros.
O
pensamento é claro com relação a estes aspectos ilusórios, onde transformamos
as obrigações em atitudes excepcionais.
Hilyon
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