segunda-feira, 1 de maio de 2017

Quem aspira ao futuro abandona todo e qualquer traço do passado em seu temperamento.



Pensamento do dia 28 de abril de 2...

Abandonando as próprias recordações começa-se a buscar a consciência da nova Terra com mais liberdade. Começamos a encontrar, então, um princípio de unidade; vemos o mundo velho em todos os continentes, e o mundo novo nascendo em toda parte, independente das condições existentes nos países e além de toda e qualquer fronteira. O mundo novo difere do velho pela consciência, e não por aparências. Idade, condições, nacionalidade, tudo isso perde a importância.

E como já vimos, mas cabe-nos repetir, o domínio do medo é um verdadeiro limiar para a nova consciência. Quem aspira ao futuro abandona todo e qualquer traço do passado em seu temperamento, porque reconhece  a sobrecarga que representa. E o medo teve origem no passado remoto do homem, e o acompanha até hoje.
HPB.

Pois bem, como já havíamos comentado, tudo começa nos planos superiores da consciência, no etérico, para depois materializar-se. A nova Terra já é um fato nestes planos elevados, portanto, falta materializar-se na superfície material do planeta.
O que conhecemos como nações, países, continentes, fronteiras, nacionalidade, idade, aparências, deixa de existir, ou melhor dizendo, apaga-se estas ilusões que criou esta separatividade e desavenças.
O que vivemos hoje, nada tem a ver com o que viveremos num futuro próximo.
Nem todos estarão presentes, mas os que estiverem, simplesmente deixarão de recordar o que foi presenciado neste mar de horrores em que hoje flutuamos em toscas jangadas.

O texto é claro, o mundo novo difere do velho (atual) pela consciência, ou seja, os que para aqui retornarem estarão num patamar acima da consciência atual. Nos livraremos do livre arbítrio e dos demais apegos e medos que hoje atormentam nossa vida.
As premissas, as Leis, as condições, a geografia, tudo muda e nada do que existe hoje permanecerá para não corrermos o risco de referirmo-nos ao passado (o atual presente) e entrarmos numa eventual queda ilusória.
Isto é importante, pois quem retornar irá pertencer a um novo meio ambiente e em condições absolutamente favoráveis para um novo estilo e uma nova forma de se viver.

O medo: a grande barreira que tem impedido as pessoas de voltarem-se para o seu eu interno, mantem em primeira instancia a ignorância sobre a vida na sua essência real. Tudo que poderia aflorar, vários impulsos de ascenção, estão guardados a 7 chaves, pois suas revelações deixaria cair por terra inúmeros conceitos que hoje temos utilizado para sobreviver. As religiões tornaram-se monótonas e repetitivas pois sua estrutura está completamente comprometida com forças involutivas  
Somos prisioneiros deste estado de ignorância fecundo que alimenta os medos, criaram grilhões que não se arrebentam pelas vias normais , impedindo-nos de usufruir livremente as experiências previstas pela alma.
Sem iniciativa, sem criatividade, sem  ousadia, nada muda na vida de alguém.

Buscar informações, aprofundar-se, refletir, meditar a respeito da vida, nos candidata a conhecer o que tais segredos guardam.
Os livros podem estar escondidos, mas a mente apta terá acesso não pelo meio físico, mas espiritual.

Não seja ocioso. Não perca tempo. Aprofunde-se no que lhe interessou, pois ao “arranharmos” um novo conceito, este se desdobra e se multiplica, preenchendo nossas necessidades por novos conhecimentos. São tempos de revelações, pois o homem precisa se tornar novo homem, para candidatar-se à nova era, na nova Terra.
Hilton

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