Pensamento do dia 05 de maio de
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“É necessário conscientizar profundamente
o futuro. O trabalho não termina nas Tarefas predestinadas, mas continua infinitamente.
A revelação do Infinito é a mais bela aspiração”
HPB
“ A próxima raça será
caracterizada pelo desenvolvimento espiritual, pela aquisição do sexto sentido,
ou seja, clarividência astral, e pelas tendências humanitárias. Povoará o
continente Zâtha, cuja emersão
ocorrerá onde hoje se encontra a América do Norte, que terá sido desfeita por
terremotos e fogos vulcânicos”, segundo HPB.
“ Já a última raça será
caracterizada pelo completo desenvolvimento espiritual, pela aquisição do
sétimo sentido, ou seja, a clarividência mental, e pelo pleno reconhecimento da
unidade. Florescerá no sétimo continente, chamado Puchkara, cujo centro estará no que hoje chamamos de América do
Sul.”, segundo HPB
Pois bem, temos
uma visão profética de Helena Blavatski, dada por seus Instrutores durante o
desenvolvimento de sua obra espiritual, que, também, foi um marco para o desenvolvimento
espiritual da humanidade. Pequenos grupos específicos de seguidores, pessoas
altamente espiritualizadas e preparadas em mundos internos, procedeu ao
desdobramento da sua obra para que uma parte pequena da população terrestre
pudesse ter acesso a tais ensinamentos.
Como diz no
primeiro texto, “ a revelação do infinito é a mais bela aspiração”, ou seja,
são as visões proféticas que alavancam os grandes impulsos naqueles que estão
coligados a uma série de Tarefas predestinadas a tais desdobramentos.
De certa
forma, podemos dizer que estamos em eterno treinamento para o que virá.
Muitos lutam
por não fazer, outros se distraem e outros se empenham nestes treinamentos,
pois sabem que são essenciais para o continuísmo evolutivo da qual pertencemos
e não temos como abdicar. Podemos postergar, nos iludir, parar, mas de uma forma
ou de outra estes treinamentos serão cumpridos e o futuro se tornará presente.
Por isso que o que ocorreu para um, ocorrerá para outro.
Ao nos
envolvermos com visões proféticas, não significa nos prendermos a desastres,
pois estes são meios das adaptações necessárias para que o novo se implante.
Desastres
ocorrem em mundos involuido, pois a correção dos rumos gera profunda fricção, atrito,
uma vez que o desalinhamento com as Leis chegam a extremos.
Ao contrário,
em mundos evoluído esta transição pode ser imperceptível para seus habitantes,
pois as mudanças da Leis vigentes ocorrem de forma contínua e tranquila, sem
tumultos, ou mudanças que possam atrapalhar o que vem se realizando.
Um impulso
comum a todos, que nos move continuamente para estas atualizações da vida é a insatisfação.
Digamos que
somos insatisfeitos por origem. Este impulso é fundamental no processo
da evolução, pois nos tira do lugar que, preguiçosamente, insistimos em
permanecer.
A vida de
cada um, travada em seu destino, produz continuamente graus variados de insatisfação,
onde em determinados momentos podemos viver com mais ou com menos insatisfação,
mas em nenhum momento ela nos abandonará.
A luta pela
paz e pela tranquilidade precisa se dar em níveis internos, onde em tais níveis
a insatisfação poderá diminuir, mas não sumir, desde que nosso caminhar
atenda os desígnios do destino definido pela alma.
Uma projeção
para o futuro, numa visão profética de um Instrutor, nos alinha e nos prepara para o novo, e por
este destino ser continuo e constante, torna-se mais inteligente o exercício de
atos preparatórios neste sentido.
Uma visão
profética de nós mesmos ainda é muito duvidosa, pois nosso corpo emocional distorce
fatos futuros, além do que somos altamente tendenciosos.
Desta forma
acolher certos sentimentos, como a insatisfação, de forma benéfica, nos
qualifica para extrairmos os aspectos positivos deste impulso. Ao contrário,
procurar mascara-la, esta se tornará cada vez mais intensa.
Hilton
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