“Tens
de abrir passagem através de fortalezas guardadas por cruéis e astutas
potencias – as paixões encarnadas. Não deixes os sentidos tornarem-se pátio
recreativo da mente.”
HPB.
Pois
bem, poxa isto não casa bem com o dia dos namorados, entre tantos outros dias,
ditos especiais, que apelam veementemente pelas nossas paixões.
O
tema em questão deverá ser de interesse de quem pretende prestar um Serviço,
dar sua necessária colaboração para a humanidade e para os reinos. Para os
apaixonados este é um tema pouco interessante.
A
paixão é a forma mais rústica e rudimentar do amor. Está mais para o homem da
cavernas em relação ao homem cibernético atual, se formos usar este tema como
comparação.
O
apaixonado manifesta-se nos extremos, perdendo continuamente seu ponto de
equilíbrio, sua neutralidade, seu horizonte, exacerbando suas manifestações.
O
amoroso mantem boas condições do seu equilíbrio, pondera mais, reflete quase
sempre antes de agir, é incentivado a aplicar o conhecimento adquirido e
geralmente se instrui para cada decisão a ser tomada. Muitas vezes
consegue manter as condições mínimas necessárias para ser intuído, ou quem sabe
conduzido por Inteligências que veem e compreendem melhor para aconselhar as
ações mais eficientes e menos traumáticas a serem tomadas.
São
indivíduos desta natureza que interagem com o Plano Maior, que realizam
Tarefas, que servem de forma incondicional às necessidades de todos.
São
estes indivíduos que se procura urgentemente no Planeta inteiro, pois em cada
quilometro quadrado de terreno superficial, mensura-se dor, sofrimento e
ignorância.
Não
são Tarefas para indivíduos que exercem suas paixões, suas vontades, seus
desejos, para manifestarem-se, pois estes usam com abundancia o egoísmo e
praticam o egocentrismo, portanto são parciais e levam em consideração,
primeiro suas necessidades e suas vontades, para depois, quem sabe, pensarem
nos demais.
Os
habitantes da Terra deveriam, neste momento, serem continuamente “contatados”
para receberem instruções mínimas para o que iremos enfrentar. Mas, percebe-se
que interesse é mínimo entre seus cidadãos e usuários da superfície, bem
como da elite que comanda esta caos generalizado.
Pelo
contrário, informações essenciais e valiosas continuam trancadas a 7 chaves com
o velho jargão de não “causar pânico”, tirando de muitos inúmeras oportunidades
essenciais de se prepararem para os próximos momentos.
Desta
forma, as paixões segundo os interesses escusos, precisam ser sustentadas a
todos os custos, pois o indivíduo apaixonado perda a razão, a sensibilidade e o
bom senso necessário para que perceba a forma esquisita que o mundo vem
girando. Por isso que os esportes, as disputas, a competitividade, a luta pela
sobrevivência, a manutenção da escassez de inúmeros produtos, são essenciais para
as distrações e ilusões da vida cotidiana do indivíduo médio, que acaba por não
prestar atenção no que realmente precisa.
Ao
mesmo tempo, as poucas oportunidades que sobram na vida de alguém passam a ser
gastas com as distrações supérfluas e a manutenção de tudo aquilo que ele
acumula.
Percebem
que há uma engenharia e um planejamento muito bem elaborado, para que ninguém
se distraia com as coisas sutis, com as coisas essenciais, com aquilo que
realmente interessa para associa-la com a eternidade da vida.
Pense
bem sobre este tema e caso tenha a intenção de mudar algum posicionamento ou
postura, faça, não adie mais, não há tempo.
Hilton
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