sexta-feira, 23 de junho de 2017

Não deixes os sentidos tornarem-se pátio recreativo da mente

“Tens de abrir passagem através de fortalezas guardadas por cruéis e astutas potencias – as paixões encarnadas. Não deixes os sentidos tornarem-se pátio recreativo da mente.”
HPB.

Pois bem, poxa isto não casa bem com o dia dos namorados, entre tantos outros dias, ditos especiais, que apelam veementemente pelas nossas paixões.

O tema em questão deverá ser de interesse de quem pretende prestar um Serviço, dar sua necessária colaboração para a humanidade e para os reinos. Para os apaixonados este é um tema pouco interessante.
A paixão é a forma mais rústica e rudimentar do amor. Está mais para o homem da cavernas em relação ao homem cibernético atual, se formos usar este tema como comparação.
O apaixonado manifesta-se nos extremos, perdendo continuamente seu ponto de equilíbrio, sua neutralidade, seu horizonte, exacerbando suas manifestações.

O amoroso mantem boas condições do seu equilíbrio, pondera mais, reflete quase sempre antes de agir,  é incentivado a aplicar o conhecimento adquirido e geralmente  se instrui para cada decisão a ser tomada. Muitas vezes consegue manter as condições mínimas necessárias para ser intuído, ou quem sabe conduzido por Inteligências que veem e compreendem melhor para aconselhar as ações mais eficientes e menos traumáticas a serem tomadas.

São indivíduos desta natureza que interagem com o Plano Maior, que realizam Tarefas, que servem de forma incondicional às necessidades de todos.
São estes indivíduos que se procura urgentemente no Planeta inteiro, pois em cada quilometro quadrado de terreno superficial, mensura-se dor, sofrimento e ignorância.
Não são Tarefas para indivíduos que exercem suas paixões, suas vontades, seus desejos, para manifestarem-se, pois estes usam com abundancia o egoísmo e praticam o egocentrismo, portanto são parciais e levam em consideração, primeiro suas necessidades e suas vontades, para depois, quem sabe, pensarem nos demais.

Os habitantes da Terra deveriam, neste momento, serem continuamente “contatados” para receberem instruções mínimas para o que iremos enfrentar. Mas, percebe-se que interesse é  mínimo entre seus cidadãos e usuários da superfície, bem como da elite que comanda esta caos generalizado.
Pelo contrário, informações essenciais e valiosas continuam trancadas a 7 chaves com o velho jargão de não “causar pânico”, tirando de muitos inúmeras oportunidades essenciais de se prepararem para os próximos momentos.  
Desta forma, as paixões segundo os interesses escusos, precisam ser sustentadas a todos os custos, pois o indivíduo apaixonado perda a razão, a sensibilidade e o bom senso necessário para que perceba a forma esquisita que o mundo vem girando. Por isso que os esportes, as disputas, a competitividade, a luta pela sobrevivência, a manutenção da escassez de inúmeros produtos, são essenciais para as distrações e ilusões da vida cotidiana do indivíduo médio, que acaba por não prestar atenção no que realmente precisa.
Ao mesmo tempo, as poucas oportunidades que sobram na vida de alguém passam a ser gastas com as distrações supérfluas e a manutenção de tudo aquilo que ele acumula.

Percebem que há uma engenharia e um planejamento muito bem elaborado, para que ninguém se distraia com as coisas sutis, com as coisas essenciais, com aquilo que realmente interessa para associa-la com a eternidade da vida.


Pense bem sobre este tema e caso tenha a intenção de mudar algum posicionamento ou postura, faça, não adie mais, não há tempo.
Hilton

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