Pensamento do dia 04
de junho de 2...
Uma pequena história
do ioga nos conta que o espirito das trevas pensava:
“Como atar mais firmemente a humanidade à Terra?
Que sejam preservados os hábitos e costumes. Nada prende tanto a
humanidade como as imagens comuns.”
E para isso as trevas
trabalham incansavelmente.
Mas para aonde
dirigir a vontade que é algo tão poderoso e desconhecido da maioria, e onde
colocar o pensamento e a aspiração?
Ao mesmo tempo de
focalizamos nosso interior, temos de aprender
a nos dirigir para o espaço infinito, para mundos superiores e para os
seres que já ultrapassaram nosso atual estágio e aguardam nosso menor sinal
para se coligarem conosco e nos instruírem nas coisas do Universo.
HPB.
Pois bem, esta pequena estória simboliza com exatidão como
nos distraímos das verdades repetindo indefinidamente os hábitos e costumes.
Estamos presos a hábitos e costumes, a preconceitos, a
esquemas contínuos de repetição, onde o ato de pensar vem diminuindo.
Somos extremamente repetitivos no cotidiano da vida, sempre
fazendo as mesmas coisas, nos mesmos horários, em todas as oportunidades, e
quando novas aparecem, repetimos o que já havíamos feito em situações
anteriores.
Perdemos a criatividade, a lucidez, a iniciativa, em troca
do marasmo da mesmice, da repetição.
Isto se tornou mais poderoso quando surgiu a televisão,
sucessora do rádio, que hipnotizou a todos. Houve uma adesão unanime a uma
fonte de “distração” que nos tornou mais lentos, mais preguiçosos e mais
entregues, limitando assustadoramente a iniciativa de buscar outras fontes de
conhecimento.
Parece que a televisão supre todas as necessidades, pois fomenta
ardentemente as ilusões.
Como dizem as forças involutivas: . Nada prende tanto a humanidade como
as imagens comuns.
Tem sido assim e assim vem se consolidando. Temos sido
afetos às imagens comuns e isto tem bastado.
No entanto para os aspirantes ao mundo espiritual, temos de aprender a nos dirigir para o espaço infinito, para
mundos superiores e para os seres que já ultrapassaram nosso atual estágio e
aguardam nosso menor sinal para se coligarem conosco e nos instruírem nas
coisas do Universo.
Esta não é uma missão impossível. É algo viável, positivo,
realizável, mas como tudo na vida exige esforços, disciplina, desprendimentos,
desapegos, quebra de preconceitos e o simples desejar autentico emite às fontes
externas, nossa vontade.
Não contatamos, mas seremos contatados, pois Eles sabem a
qual ponto poderemos ir e o que poderemos absorver.
De certa forma basta, inicialmente, não nos prendermos às
ilusões, aos hábitos e costumes.
A criatividade é expansão e a expansão é evolução.
Temos de entrar nesta espiral ascendente.
Hilton
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