O duplo propósito
da existência humana
Há um propósito duplo
para a existência humana. Devemos desenvolver nossa natureza humana e realizar
nossa natureza divina.
Estamos aqui para aprender e amadurecermos como um ser humano completo. Nesse processo evolutivo entramos em harmonia com a Ideia-do-Mundo enquanto expressamos nossa singularidade individual. Cada uma das funções da vida deve ser levada ao pleno uso.
Ao mesmo tempo, o Eu Superior é nossa identidade verdadeira, e desenvolveu sua consciência como a pessoa. O Eu Superior é o que realmente somos, mas muitos de nós não o conhecem, ou não ousam nele acreditar. Essa identidade inconsciente e errônea de pensar que somos o ego é a causa de todos os nossos sofrimentos.
Paralelo ao nosso desenvolvimento humano e baseado em nossa maturidade humana, somos trazidos ao nosso propósito mais profundo – reconhecer nossa verdadeira natureza e transferir nossa identidade do ego para o Eu Superior. É a graça do Eu Superior que nos leva a reconhecê-lo.
Estamos aqui para aprender e amadurecermos como um ser humano completo. Nesse processo evolutivo entramos em harmonia com a Ideia-do-Mundo enquanto expressamos nossa singularidade individual. Cada uma das funções da vida deve ser levada ao pleno uso.
Ao mesmo tempo, o Eu Superior é nossa identidade verdadeira, e desenvolveu sua consciência como a pessoa. O Eu Superior é o que realmente somos, mas muitos de nós não o conhecem, ou não ousam nele acreditar. Essa identidade inconsciente e errônea de pensar que somos o ego é a causa de todos os nossos sofrimentos.
Paralelo ao nosso desenvolvimento humano e baseado em nossa maturidade humana, somos trazidos ao nosso propósito mais profundo – reconhecer nossa verdadeira natureza e transferir nossa identidade do ego para o Eu Superior. É a graça do Eu Superior que nos leva a reconhecê-lo.
Paul Brunton
Obs.: Temos
de refletir sobre este conceito de “duplo propósito da existência humana”.
Estamos cada vez
mais próximos de uma “maturidade mínima” que definirá ou não um novo caminho.
A insatisfação é uma
manifestação da alma. Através deste sentimento a alma no diz que nosso modelo
atual de vida não mais corresponde às necessidades do Eu Superior. É bem
simples e direto.
Toda comunicação
espiritual é simples e direta. Complicamos quando não usamos a simplicidade.
Como cita o texto
sublinhado, ressalta-se que muitos de nós
não ousam acreditar e se prendem taxativamente nas ilusões do mundo
materializado. É uma prova.
Superar o ego é
condição “sine qua non”. Podemos dizer que desta forma nos tornaremos mais “humanos”
ou menos egoístas. Aplicar a cordialidade, a solidariedade, deixar de pensar
sempre em si próprio ou nos interesses diretos é algo a ser praticado constantemente.
O egoísmo está nos pequenos gestos, nas manifestações mais simples, naquilo que
normalmente julgamos inoportuno ou pequeno demais para alguém reparar.
Abdicar, abrir mão, ceder,
coisas desta natureza que temos grande dificuldade em fazer, precisa ser uma
constante, pois só assim nos acostumaremos com estes procedimentos mais altruístas.
Nas pequenas coisas,
nos pequenos gestos, nos pequenos interesses, é assim que nos desapegaremos, pois
as grandes acontecem compulsoriamente.
Estes ensinamentos
deixam de ser conselhos na fase atual da vida na superfície da Terra, e
passam a ser as condicionantes que classificara se alcançamos ou não a maturidade mínima.
É preciso muita atenção com isto se há algum anseio em mudar como se vive.
Hilton
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