terça-feira, 12 de setembro de 2017

O duplo propósito da existência humana

O duplo propósito da existência humana
Há um propósito duplo para a existência humana. Devemos desenvolver nossa natureza humana e realizar nossa natureza divina.

Estamos aqui para aprender e amadurecermos como um ser humano completo. Nesse processo evolutivo entramos em harmonia com a Ideia-do-Mundo enquanto expressamos nossa singularidade individual. Cada uma das funções da vida deve ser levada ao pleno uso.

Ao mesmo tempo, o Eu Superior é nossa identidade verdadeira, e desenvolveu sua consciência como a pessoa. O Eu Superior é o que realmente somos, mas muitos de nós não o conhecem, ou não ousam nele acreditar. Essa identidade inconsciente e errônea de pensar que somos o ego é a causa de todos os nossos sofrimentos.

Paralelo ao nosso desenvolvimento humano e baseado em nossa maturidade humana, somos trazidos ao nosso propósito mais profundo – reconhecer nossa verdadeira natureza e transferir nossa identidade do ego para o Eu Superior. É a graça do Eu Superior que nos leva a reconhecê-lo. 
Paul Brunton

Obs.: Temos de refletir sobre este conceito de “duplo propósito da existência humana”.
Estamos cada vez mais próximos de uma “maturidade mínima” que definirá ou não um novo caminho.
A insatisfação é uma manifestação da alma. Através deste sentimento a alma no diz que nosso modelo atual de vida não mais corresponde às necessidades do Eu Superior. É bem simples e direto.
Toda comunicação espiritual é simples e direta. Complicamos quando não usamos a simplicidade.

Como cita o texto sublinhado, ressalta-se que  muitos de nós não ousam acreditar e se prendem taxativamente nas ilusões do mundo materializado. É uma prova.
Superar o ego é condição “sine qua non”. Podemos dizer que desta forma nos tornaremos mais “humanos” ou menos egoístas. Aplicar a cordialidade, a solidariedade, deixar de pensar sempre em si próprio ou nos interesses diretos é algo a ser praticado constantemente. O egoísmo está nos pequenos gestos, nas manifestações mais simples, naquilo que normalmente julgamos inoportuno ou pequeno demais para alguém reparar.
Abdicar, abrir mão, ceder, coisas desta natureza que temos grande dificuldade em fazer, precisa ser uma constante, pois só assim nos acostumaremos com estes procedimentos mais altruístas.
Nas pequenas coisas, nos pequenos gestos, nos pequenos interesses, é assim que nos desapegaremos, pois as grandes acontecem compulsoriamente.

Estes ensinamentos deixam de ser conselhos na fase atual da vida na superfície da Terra, e passam a ser as condicionantes que classificara  se alcançamos ou não a maturidade mínima. É preciso muita atenção com isto se há algum anseio em mudar como se vive.
Hilton

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