quinta-feira, 7 de junho de 2018

Hierarquias - 14a Parte.


A HIERARQUIA DÉVICA – continuação.

O termo deva costuma ser aplicado a qualquer dos seres desse imenso reino: desde um pequeno ente construtor de moldes etérico-físicos até grandes arcanjos, que sustentam a Vida manifestada de galáxias inteiras. Também os anjos pertencem à Hierarquia dévica.
Essa   não é atingida pela desordem externa que vigora no planeta; pelo contrário, participa da transformação da Terra, usando para isso energias positivas, negativas ou neutras, em consonância com a necessidade. Os devas manifestam energias negativas ou receptivas ao captar os padrões que devem tomar forma; manifestam energias positivas, ou ativas, ao abrir caminhos para a sua concretização. Contudo, são sempre neutros, pelo estado contemplativo em que realizam suas obras.
Figueira.

Pois bem, o termo “deva” tem sido usado, muitas vezes, de forma inadequada, misturando-se seres elementais (gnomos, fadas, duendes, etc.).
Seres dévicos comandam os seres elementais. Estes, por sua vez, atuam na manutenção das criaturas constituídas.
Nos reinos da natureza são ativos, predominantes e executores das formas definidas pelos arquétipos de cada espécie.
São atuantes no reino humano, na nossa formação quando nos encontramos no útero materno. Neste aspecto, seguem as diretrizes hierárquicas além de aspectos cármicos e do destino(ciclo de experiencias) de cada um.
Nestes tempos, somos passivos nestas atividades, além de atrapalhar, mas no futuro iremos colaborar de forma ativa para que as formações possam alcançar sua perfeição.
Interessante a citação de que os anjos, seres ainda misteriosos, pertençam à Hierarquia Dévica, mas nos dá uma ideia da abrangência desta Hierarquia.
Quando se fala que nunca estaremos sozinhos é porque nunca estamos. A solidão que sentimos nesta etapa da 5ª raça é a ausência de estados de compreensão e a nossa recusa em seguir o caminho evolutivo.
Estamos defasados, confusos e atônitos com os acontecimentos na vida material, pela absoluta falta de sintonia com ritmo e o pulsar da vida universal. Esta defasagem nos colocou aquém do tempo atual, das energias, dos impulsos e da transição planetária. As consequências deste  descasamento é o “medo”.

No momento em que decidirmos prestar atenção na contraparte espiritual, muitos “segredos” serão revelados e nos aquietaremos. Uma transição planetária é algo normal na vida dos planetas e de seus reinos, portanto esforçar-se para compreende-los faz parte da vida, do continuo caminhar, enfim da evolução.

Outro aspecto relevante do texto é a utilização de energias negativas na modulação dos padrões existentes. Sim, são necessários pois o caminho do aprendizado inclui as duas forças. Aprender a conviver e se posicionar com estas duas forças faz parte da nossa atividade criadora.
A neutralidade dos devas e suas realizações no estado contemplativo, não interferem nosso desenvolvimento e não atrapalha o livre arbítrio, mas efetivamente, não tomam partido. Não identificam estados de alegria e sofrimento, simplesmente cumprem o que lhes foi designado. Algum dia teremos este mesmo comportamento.

É muito importante conhecermos o mundo, as forças, os movimentos, os seres e as “ideias” de Deus, no local que vivemos, pois só assim iremos colaborar e viver em harmonia. Buscar outra saída é inconcebível e absolutamente inútil.


Hilton

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